Invisível aos olhos
“- Você está assim por minha causa? Está suportanto um monte de coisas, como ele me disse?
— Então, você sabia... Isso é cruel, Cass.
— Eu não quis... Nunca quis que você se sentisse mal por minha causa. Eu nunca fiz nada para isso e...
— Por que está corada?
— Eu... Eu não estou.
— Por que está nervosa?
— Eu não estou.
— Por mais quanto tempo você vai mentir para mim?
(...)
— Você está suportanto também, não é?
— Estou. Eu tenho suportado. Por que tem que ser você? Eu não entendo. Você é um idiota que me irritou esse tempo todo. Você está sempre por perto me provocando. A culpa é sua. Sua! Eu não teria percebido se não fosse essa viagem. – Enfim consigo coragem para olhar nos olhos dele. - \ Uma hora você está brigando por minha causa e na outra você some. O que você está pensando? Por que você me deixa tão confusa? Seu idiota... Por que você sempre me deixa sem saber o que fazer?
— Cass, eu...
— Eu não consigo entender! É como se qualquer beijo não tivesse acontecido. Não é o primeiro beijo o mais especial, e sim o último, e você me fez ver isso. Eu não aguento. Eu não quero.
(...)
— Por quanto tempo mais você vai me fazer suportar? Eu queria entender o que você sentia, por isso eu te provocava. Eu estou aguentando um monte de coisas, que não consigo enumerar. Mesmo agora...”.
Não me lembro a quanto tempo exatamente eu comecei a ve-los. Não achava estranho eles serem diferentes, eu só não entendia por que as outras pessoas não os notavam. Eu fingia não ver, fingia ser normal. Um dia, minha tia avó me levou a um templo, desde então eu parei de enxergar como antes. No início, não me explicaram que não é normal enxerga-los. E quando eu parei, disseram que tudo aquilo era fruto da minha imaginação, e eu acreditei. Mas depois daquele dia... Tudo mudou. Ou melhor, tudo voltou a ser como era.
— Então, você sabia... Isso é cruel, Cass.
— Eu não quis... Nunca quis que você se sentisse mal por minha causa. Eu nunca fiz nada para isso e...
— Por que está corada?
— Eu... Eu não estou.
— Por que está nervosa?
— Eu não estou.
— Por mais quanto tempo você vai mentir para mim?
(...)
— Você está suportanto também, não é?
— Estou. Eu tenho suportado. Por que tem que ser você? Eu não entendo. Você é um idiota que me irritou esse tempo todo. Você está sempre por perto me provocando. A culpa é sua. Sua! Eu não teria percebido se não fosse essa viagem. – Enfim consigo coragem para olhar nos olhos dele. - \ Uma hora você está brigando por minha causa e na outra você some. O que você está pensando? Por que você me deixa tão confusa? Seu idiota... Por que você sempre me deixa sem saber o que fazer?
— Cass, eu...
— Eu não consigo entender! É como se qualquer beijo não tivesse acontecido. Não é o primeiro beijo o mais especial, e sim o último, e você me fez ver isso. Eu não aguento. Eu não quero.
(...)
— Por quanto tempo mais você vai me fazer suportar? Eu queria entender o que você sentia, por isso eu te provocava. Eu estou aguentando um monte de coisas, que não consigo enumerar. Mesmo agora...”.
Não me lembro a quanto tempo exatamente eu comecei a ve-los. Não achava estranho eles serem diferentes, eu só não entendia por que as outras pessoas não os notavam. Eu fingia não ver, fingia ser normal. Um dia, minha tia avó me levou a um templo, desde então eu parei de enxergar como antes. No início, não me explicaram que não é normal enxerga-los. E quando eu parei, disseram que tudo aquilo era fruto da minha imaginação, e eu acreditei. Mas depois daquele dia... Tudo mudou. Ou melhor, tudo voltou a ser como era.
Flávia Monte
-
1 Capítulo 1
2556 palavras
-
2 Capítulo 2
2232 palavras
-
3 Capítulo 3
2724 palavras
-
4 Capítulo 4
2308 palavras
-
5 Capítulo 5
1867 palavras
-
6 Capítulo 6
1667 palavras
-
7 Capítulo 7
2012 palavras
-
8 Capítulo 8
2455 palavras
-
9 Capítulo 9
2521 palavras
-
10 Capítulo 10
2379 palavras
-
11 Capítulo 11
1996 palavras
-
12 Capítulo 12
1776 palavras
-
13 Capítulo 13
1499 palavras
-
14 Capítulo 14
1523 palavras
-
15 Capítulo 15
1816 palavras
-
16 Capítulo 16
1207 palavras
-
17 Capítulo 17
1932 palavras
-
18 Capítulo 18
2683 palavras
-
19 Capítulo 19
1616 palavras
-
20 Capítulo 20
2920 palavras
-
21 Capítulo 21
2106 palavras
-
22 Capítulo 22
2732 palavras
-
23 Capítulo 23
1467 palavras
-
24 Capítulo 24
2114 palavras
-
25 Capítulo 25
1334 palavras
-
26 Capítulo 26
1378 palavras
-
27 Capítulo 27
1639 palavras
-
28 Capítulo 28
3317 palavras
-
29 Capítulo 29
3454 palavras
-
30 Capítulo 30
1761 palavras
-
31 Capítulo 31
1701 palavras
-
32 Capítulo 32
1379 palavras
-
33 Capítulo 33
3428 palavras
-
34 Capítulo 34
1851 palavras
-
35 Capítulo 35
2728 palavras
-
36 Capítulo 36
1876 palavras
-
37 Capítulo 37
1789 palavras
-
38 Capítulo 38
2749 palavras
-
39 Capitulo 39
1820 palavras
-
40 Capitulo 40
3191 palavras
-
41 Capitulo 41
2630 palavras
Sinopse
“- Você está assim por minha causa? Está suportanto um monte de coisas, como ele me disse?
— Então, você sabia... Isso é cruel, Cass.
— Eu não quis... Nunca quis que você se sentisse mal por minha causa. Eu nunca fiz nada para isso e...
— Por que está corada?
— Eu... Eu não estou.
— Por que está nervosa?
— Eu não estou.
— Por mais quanto tempo você vai mentir para mim?
(...)
— Você está suportanto também, não é?
— Estou. Eu tenho suportado. Por que tem que ser você? Eu não entendo. Você é um idiota que me irritou esse tempo todo. Você está sempre por perto me provocando. A culpa é sua. Sua! Eu não teria percebido se não fosse essa viagem. – Enfim consigo coragem para olhar nos olhos dele. - \ Uma hora você está brigando por minha causa e na outra você some. O que você está pensando? Por que você me deixa tão confusa? Seu idiota... Por que você sempre me deixa sem saber o que fazer?
— Cass, eu...
— Eu não consigo entender! É como se qualquer beijo não tivesse acontecido. Não é o primeiro beijo o mais especial, e sim o último, e você me fez ver isso. Eu não aguento. Eu não quero.
(...)
— Por quanto tempo mais você vai me fazer suportar? Eu queria entender o que você sentia, por isso eu te provocava. Eu estou aguentando um monte de coisas, que não consigo enumerar. Mesmo agora...”.
Não me lembro a quanto tempo exatamente eu comecei a ve-los. Não achava estranho eles serem diferentes, eu só não entendia por que as outras pessoas não os notavam. Eu fingia não ver, fingia ser normal. Um dia, minha tia avó me levou a um templo, desde então eu parei de enxergar como antes. No início, não me explicaram que não é normal enxerga-los. E quando eu parei, disseram que tudo aquilo era fruto da minha imaginação, e eu acreditei. Mas depois daquele dia... Tudo mudou. Ou melhor, tudo voltou a ser como era.
— Então, você sabia... Isso é cruel, Cass.
— Eu não quis... Nunca quis que você se sentisse mal por minha causa. Eu nunca fiz nada para isso e...
— Por que está corada?
— Eu... Eu não estou.
— Por que está nervosa?
— Eu não estou.
— Por mais quanto tempo você vai mentir para mim?
(...)
— Você está suportanto também, não é?
— Estou. Eu tenho suportado. Por que tem que ser você? Eu não entendo. Você é um idiota que me irritou esse tempo todo. Você está sempre por perto me provocando. A culpa é sua. Sua! Eu não teria percebido se não fosse essa viagem. – Enfim consigo coragem para olhar nos olhos dele. - \ Uma hora você está brigando por minha causa e na outra você some. O que você está pensando? Por que você me deixa tão confusa? Seu idiota... Por que você sempre me deixa sem saber o que fazer?
— Cass, eu...
— Eu não consigo entender! É como se qualquer beijo não tivesse acontecido. Não é o primeiro beijo o mais especial, e sim o último, e você me fez ver isso. Eu não aguento. Eu não quero.
(...)
— Por quanto tempo mais você vai me fazer suportar? Eu queria entender o que você sentia, por isso eu te provocava. Eu estou aguentando um monte de coisas, que não consigo enumerar. Mesmo agora...”.
Não me lembro a quanto tempo exatamente eu comecei a ve-los. Não achava estranho eles serem diferentes, eu só não entendia por que as outras pessoas não os notavam. Eu fingia não ver, fingia ser normal. Um dia, minha tia avó me levou a um templo, desde então eu parei de enxergar como antes. No início, não me explicaram que não é normal enxerga-los. E quando eu parei, disseram que tudo aquilo era fruto da minha imaginação, e eu acreditei. Mas depois daquele dia... Tudo mudou. Ou melhor, tudo voltou a ser como era.
Notas adicionais
—Recusem plagio.
— A história para maiores de 16.
— Tem linguagem e cenas não recomendadas para menores de 16;
—Os personagens são de minha autoria.
—É encontrada apenas no Nyah Fanfiction e se acharem em outro lugar é plágio.
— A historia pertence somente a mim.
— A história para maiores de 16.
— Tem linguagem e cenas não recomendadas para menores de 16;
—Os personagens são de minha autoria.
—É encontrada apenas no Nyah Fanfiction e se acharem em outro lugar é plágio.
— A historia pertence somente a mim.
Escrito por
Flávia Monte
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 7 de mai. de 2016, 12:39
Atualizado em 15 de jul. de 2018, 20:43
88133 palavras
As opções ainda não foram implementadas
Nada para exibir
Acesse este conteúdo em outro dispositivo
Notas adicionais
—Recusem plagio.
— A história para maiores de 16.
— Tem linguagem e cenas não recomendadas para menores de 16;
—Os personagens são de minha autoria.
—É encontrada apenas no Nyah Fanfiction e se acharem em outro lugar é plágio.
— A historia pertence somente a mim.
— A história para maiores de 16.
— Tem linguagem e cenas não recomendadas para menores de 16;
—Os personagens são de minha autoria.
—É encontrada apenas no Nyah Fanfiction e se acharem em outro lugar é plágio.
— A historia pertence somente a mim.
Autor
Flávia Monte
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 7 de mai. de 2016, 12:39
Atualizado em 15 de jul. de 2018, 20:43
88133 palavras