Essa história.. eu normalmente sou apaixonada pelas histórias dessa autora, não tem uma história da Mililika que eu não ame, a forma como ela escreve é inigualável, nos toca no fundo do coração, e essa em especial tocou no fundo do meu coração e aproveitou para torce-lo como se faz com um pano molhado e depois arranca-lhe do peito, no início minha primeira impressão foi: fofo, muito, muito fofo, afinal, como não adorar quando as histórias pegam a inocência e bondade de uma criança como ponto principal? E então aconteceu a tragédia, doeu, doeu muito mesmo, doeu pelo Lor, por pensar o que ele passou, doeu de verdade, mais depois eu fiquei feliz, afinal,mesmo que tantos anos depois, o Louis acordou, não é mesmo? Bem, vou acabar a recomendação por aqui, não quero dar spoiler, pois pode até doer, mais esse que é o ponto mais alto da história não é mesmo? Mostrar que nem tudo é perfeito, nem tudo é como a gente quer, e que o que a gente vê e sente,ou pensa ver ou sentir pode ser só mais uma ilusão.
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(1) SEDE/ (2) CEDE
(1) Estabelecimento principal (lemos séde); necessidade de beber (lemos sêde). -> Ex: Vou à sede amanhã / Estou com sede.
(2) Verbo ceder, abrir mão de algo, desistir ou dar (lemos céde, igual à pronúncia de estabelecimento principal). -> Ex: Ele não me cede aquele livro.