Já deve ter me excomungado de Perchance, né? A verdade é que também eu sofri alguns reveses da vida.
Consegui ler apenas hoje este seu magnífico capítulo, e esperei que as palavras certas surgissem, porque, realmente, sua fic merece. Sei que já deve estar farta de ler e responder sempre a este tipo de elogio, mas Barda, Perchance tem sido mais do que apenas uma fic, pelo menos para mim, tem sido uma companhia, uma inspiração, uma forma de me manter focada, nem que seja entrando aqui e lendo apenas umas linhas. Por isso, menina, sinta-se orgulhosa, pois a sua obra para além de atravessar oceanos, tocou o meu coração. Leio algumas fics daqui e a sua é, na minha opinião de humilde leitora, de longe, a melhor. Pode demorar o tempo que precisar, visto que é preciso mesmo, para manter a qualidade.
Desculpando estes devaneios, quanto à história:
Já disse que adoro a interação Marina e Clara. Acho que só você consegue transmitir a 100% esse amor delas, a cumplicidade intuitiva e visceral, a ternura e todo esse “desdobramento” de sentimentos e sensações que povoam o quotidiano delas e que as torna tão ricas e densas.
Clara sendo, desde sempre o farol de Marina, que é para Clara essa brisa fresca, tão leve como o seu peso pluma. Esse encontro de almas que você tão bem retrata nesse encaixe nada perfeito, mas adaptável. A melhor capacidade do ser humano.
A conversa dela, esses passos dados com cuidado, tateados no escuro de onde elas estão saindo...lindo! Aquele desculpa delas, as lágrimas que as guiarem a essa absolvição que você retrata, tão necessária para a trama, para esse amor inconvencional, profundo, que as leva a caminharem para longe de qualquer área de conforto, resgatando-se onde elas mais precisam, nesses oceanos de dúvidas e anseios onde elas haviam mergulhado, renascendo, diferentes, sim, em novas versões, para sempre uma para a outra e uma na outra.
A dinâmica delas com Ceci e Ivan bem como a de Ivan com o monstrinho loiro (já disse que desde pequenininha que me chamam de monstrinho ^.^??) uma lufada de ar fresco na atmosfera densa da trama (bem como a cena do vibrador) muito bem, Barda! Estou sentindo aqui uma preparação de u ambiente familiar, será? Marina, Clara, Ivan e Ceci?
Fiquei preocupada com a Dialinda, ela está doente, Barda? Porque não podia mais estar ali (sendo obrigada pela pessoa que amava a assistir de mãos atadas enquanto ela ruía por dentro...” “em silêncio, tão precoce e terminalmente”. É o que me parece, da interpretação que fiz das palvras da Raquel. Se for, vai custar-me muito essa despedida triste da Diana. (eu é que não gosto de despedidas, pronto!) Mas é um “golpe de génia” kkkkk
Vanessa e Flavinha! Enquanto umas caminham para terra firme, outras parecem caminhar para águas turbulentas. Triste. Eu gosto dessas suas meninas. Da construção que fez com elas. Mais densas, profundas, uma versão do relacionamento delas que na novela não conseguimos acompanhar. O sofrimento das duas foi descrito de forma sublime. Troféu joínha, Barda. Triste, mas inevitável para o crescimento da Van, para deixar de ter certas coisas como garantidas. Para ultrapassar de vez essa obsessão que ela tem pela Marina, quem sabe? Ou quem sabe seja a vida dando-lhe uma oportunidade de também ela se apresentar numa nova versão?
Querida, sei que não tenho sido, nem de perto, nem de longe, a leitora que você merece, mas vou-me corrigir, e ler o mais breve possível o “Entreato” e dar um comentário decente, como merece. Espero ansiosamente pelo fim da sua estória, mas não precisa ser para breve, não, viu? Não sei o que farei sem suas palavras. Quando for grande, quero escever assim, como você! Quer escrever outras histórias, depois desta, para mostrar para a gente? (kkkk, brincadeirinha).
Obrigada por toda a simpatia, Barda. Você é mesmo a maior. Um beijo voando, desde este cantinho lusitano ;-)
Oi Barda linda.
Já deve ter me excomungado de Perchance, né? A verdade é que também eu sofri alguns reveses da vida.
Consegui ler apenas hoje este seu magnífico capítulo, e esperei que as palavras certas surgissem, porque, realmente, sua fic merece. Sei que já deve estar farta de ler e responder sempre a este tipo de elogio, mas Barda, Perchance tem sido mais do que apenas uma fic, pelo menos para mim, tem sido uma companhia, uma inspiração, uma forma de me manter focada, nem que seja entrando aqui e lendo apenas umas linhas. Por isso, menina, sinta-se orgulhosa, pois a sua obra para além de atravessar oceanos, tocou o meu coração. Leio algumas fics daqui e a sua é, na minha opinião de humilde leitora, de longe, a melhor. Pode demorar o tempo que precisar, visto que é preciso mesmo, para manter a qualidade.
Desculpando estes devaneios, quanto à história:
Já disse que adoro a interação Marina e Clara. Acho que só você consegue transmitir a 100% esse amor delas, a cumplicidade intuitiva e visceral, a ternura e todo esse “desdobramento” de sentimentos e sensações que povoam o quotidiano delas e que as torna tão ricas e densas.
Clara sendo, desde sempre o farol de Marina, que é para Clara essa brisa fresca, tão leve como o seu peso pluma. Esse encontro de almas que você tão bem retrata nesse encaixe nada perfeito, mas adaptável. A melhor capacidade do ser humano.
A conversa dela, esses passos dados com cuidado, tateados no escuro de onde elas estão saindo...lindo! Aquele desculpa delas, as lágrimas que as guiarem a essa absolvição que você retrata, tão necessária para a trama, para esse amor inconvencional, profundo, que as leva a caminharem para longe de qualquer área de conforto, resgatando-se onde elas mais precisam, nesses oceanos de dúvidas e anseios onde elas haviam mergulhado, renascendo, diferentes, sim, em novas versões, para sempre uma para a outra e uma na outra.
A dinâmica delas com Ceci e Ivan bem como a de Ivan com o monstrinho loiro (já disse que desde pequenininha que me chamam de monstrinho ^.^??) uma lufada de ar fresco na atmosfera densa da trama (bem como a cena do vibrador) muito bem, Barda! Estou sentindo aqui uma preparação de u ambiente familiar, será? Marina, Clara, Ivan e Ceci?
Fiquei preocupada com a Dialinda, ela está doente, Barda? Porque não podia mais estar ali (sendo obrigada pela pessoa que amava a assistir de mãos atadas enquanto ela ruía por dentro...” “em silêncio, tão precoce e terminalmente”. É o que me parece, da interpretação que fiz das palvras da Raquel. Se for, vai custar-me muito essa despedida triste da Diana. (eu é que não gosto de despedidas, pronto!) Mas é um “golpe de génia” kkkkk
Vanessa e Flavinha! Enquanto umas caminham para terra firme, outras parecem caminhar para águas turbulentas. Triste. Eu gosto dessas suas meninas. Da construção que fez com elas. Mais densas, profundas, uma versão do relacionamento delas que na novela não conseguimos acompanhar. O sofrimento das duas foi descrito de forma sublime. Troféu joínha, Barda. Triste, mas inevitável para o crescimento da Van, para deixar de ter certas coisas como garantidas. Para ultrapassar de vez essa obsessão que ela tem pela Marina, quem sabe? Ou quem sabe seja a vida dando-lhe uma oportunidade de também ela se apresentar numa nova versão?
Querida, sei que não tenho sido, nem de perto, nem de longe, a leitora que você merece, mas vou-me corrigir, e ler o mais breve possível o “Entreato” e dar um comentário decente, como merece. Espero ansiosamente pelo fim da sua estória, mas não precisa ser para breve, não, viu? Não sei o que farei sem suas palavras. Quando for grande, quero escever assim, como você! Quer escrever outras histórias, depois desta, para mostrar para a gente? (kkkk, brincadeirinha).
Obrigada por toda a simpatia, Barda. Você é mesmo a maior. Um beijo voando, desde este cantinho lusitano ;-)