Comentários em “Perchance”: “Sinestesia I”

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Capitulo graaaaaande, mas já faz falta 😍

Ainda to tentando entender a Diana kkkkk

Barda
Barda Autor

Eita, bom saber! ;D

Diana, Diana... Faz assim, pergunta pra Raquel, acho que ela deve tá por dentro (ahem!) da Diana melhor que eu. =D

VanessA

Nossa, não sei nem por onde começar a falar...quer dizer, elogiar, esse capítulo Barda. Dessa vez você se superou na demora hein, mas como sempre, valeu e muito à pena essa espera. Que capítulo imenso gente!!! O_O Sem brincadeira, levei uns três dia pra ler ele todo. Comecei num dia e fui lendo aos poucos pra não perder nenhum detalhe, e quando perdia relia novamente. Seu final de ano foi corrido, mas ainda sim estou surpresa de vc ter conseguido um tempo na sua agenda pra escrever algo tão grande e complexo. Parabéns! Bom, vamos à estória...

O relacionamento da Clara e da Marina tem uma complexidade tão grande que eu não consigo nem achar palavras pra descrever. Essa Marina está sendo um mistério pra mim, as atitudes dela sempre me surpreendem, pois nunca acontece o que a gente acha que vai acontecer, é sempre o imprevisto. Acho que esse é um dos motivos que me fazem ler e amar sua estória, essa imprevisibilidade dela em relação à tudo, principalmente à Clara. Sempre que vou ler um capítulo novo, eu tento visualizar a "sua" Marina, pq na minha mente ela não teria atitudes assim, pelo menos era o que demonstrava na novela, mas você me mostra uma "nova" Marina, uma mais intensa e que viveu e muito (e de várias maneiras) a vida de solteira dela antes de se apaixonar, conquistar e casar com a Clara.

E a Clara, nossa, que mulher é essa. Adoro essa personalidade que vc deu à ela, tão decidida do que quer, do certo e do errado e ao mesmo tempo temerosa com certas coisas que estão acontecendo ao seu redor. A ligação que ela e a Marina tem é algo que não dá pra definir, só vivenciando mesmo pra saber, e o seu detalhismo ajuda bastante a entender essa relação, tanto no carnal quanto no emocional. Vê-la tomando a frente para diversas coisas é algo maravilhoso. Estou ansiosa pra ver como será essa exposição da Marina que ela está gerenciando juntamente com a Diana.

E por falar em Diana, viu ter que admitir, esse relacionamento à três delas tá sendo maravilhoso de se ler. To tentando visualizar um menáge entre elas, vai ser algo bem... interessante no mínimo. Mesmo que ela esteja enrolada com a secretária dela, o alvo dela no momento é a Clara...e a Marina. Acho que vai ser quando e se rolar esse menáge entre elas. Lembra que eu fiquei com um pé atrás sobre isso né! Pois é, mudei de idéia, vc consegui me animar com esse relacionamento. XD E tenho certeza que se rolar mesmo vc não vai decepcionar em nenhum aspecto. E esse negócio da Diana chamá-la para cuidar das finanças dela?! O_o Chocada hein, mas vai ser no mínimo interessante a interação delas nesse aspecto, vamos ver no que vai dar.

Quanto à Vanessa e a Flavinha, me choquei de verdade. É óbvio que a Vanessa tem que parar de ficar cozinhando a Flávia e dar o devido valor e assumir logo um relacionamento com ela, mas não, é orgulhosa demais para isso. vai ter que perder a mulher que aprendeu a amar para correr atrás e reconquistá-la. Por mais que elas tenham "ido pra cama", isso não vai ser o suficiente pra segurar a Flávia, e a Vanessa vai descobrir isso da pior maneira. Ai ai...



O que mais gostei:

A interatividade de todas as personagens em suas relações....


O que acho que pode melhorar:

Ele não apareceu, mas o Carlos Eduardo tem que levar umas porradas pra deixar de ser besta e entender de uma vez por todas que não adianta o que ele faça, a Clara e Marina não vão se separar. O amor delas é mui

Barda
Barda Autor

Opa, Van! ^-^ Você e sua vontade de dar umas porradas no Cadu. Impagável. ahahaha'

Yup, tentei compensar no tamanho, já que precisei me ausentar nesse hiato prolongado. Ah, sério? xD O fato de ser longo tem esse porém, é muita coisa para absorver, né? Sim, corridíssimo, mas fui tomando o tempo livre (e inspirado) que tinha para compor esse capítulo que, confesso, foi bem difícil de colocar no screen, por n motivos que agora não vêm ao caso.
Vamos lá. De fato, acho que é uma complexidade que se resumiria a essa cumplicidade que elas desenvolveram. Elas se entendem, se complementam. E isso realmente é algo difícil de se encontrar num casal. Acho que você é a primeira que descreve essa Marina como imprevisível. Acho que na verdade, depois do encantamento inicial e de tudo que a Clara fez florescer nela, Marina foi gradativamente voltado ao seu 'old self'. Recordo-me sempre daquele flashback dela com Vanessa na praia. Pra mim, ali são mostradas várias pistas de quem e como Marina era antes da Clara, no durante com a Vanessa. E até depois com a Clara a própria fotógrafa revela um tanto disso quando diz, naquela cena da cama, que vanessa não se importava assim, não sentia ciúmes com as outras, só com a Clara. Marina, a clássica Marina, é matadora, blasé, cafajeste. E Clara "conhece a mulher que tem", tanto que continua aprendendo a enxergar e a apreciar esse lado da parceira. Que por falar nela, sim, esses anos com Marina ensinaram a Clara muitas coisas. E essa postura mais segura, essa tomada de iniciativa na vida íntima também é fruto da convivência, eu imagino. Ah, essa exposição... =D
Sim, a relação está se estreitando cada vez mais, e essa dinâmica entre elas está seguindo o fluxo ditado por Clara. E sim, Diana já deixou claro que o alvo dela, pra o que quer que seja, é a Clara, porque a francesa sabe que é através desse consentimento dela que as coisas caminharão com Marina. Nesse 'jogo', a diaba já percebeu que não tem nada a perder, realmente. ahahaha' Espero não decepcionar mesmo, mas... difícil agradar a todxs, né? Vamos ver. Quando a proposta pra Clara, Diana não dá ponto sem nó, isso é certo. Flavinha do meu coração... quem sabe a Vanessa não acorda pra vida agora, né? Só sei que a coisa não tá fácil pra ela, não...

L

O que dizer desse cap??? Bom p variar um pouco eu gostei bastante kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk... Fiquei com um monte de interrogaçõeszinhas na cabeça!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk....

Adoro esse jeito maternal da Marina com o Ivan, legal até vc ter "focado" um pouco nisso, até pelo temos acompanhado da evolução da relação dos dois, ela chamando ele de filho, a coisa dela já ter a chamado de mãe, msm sem que ela tivesse a certeza que realmente era com ela, e com o chato do Cadu podando o garoto tbm... Riu muito c Ivan e Cécile, vc fez um a duplinha legal.

Olha a tal insinuação a um possível ménage, confesso que ñ gostei muito ñ, maaaaaas, vc tem conseguido desenvolver maravilhosamente bem a estória, então, confio no seu taco e o que quer que resolva fazer acerca disso.

Achei muito legal a forma como abordou a estória da Flávia e da Vanessa, muito legal msm. Essa vertente de colocar a Flavinha como alguém sempre, meio submissa, q tudo releva, tudo perdoa, tudo desculpa. Muito bom explorar esse outro lado, ver a Vanessa correr atrás tbm. Não usa-la como válvula de escape ou coisa do tipo.

Agora, vamos a sua querida, Diana (eca). E essa Raquel??? Vc deixou várias coisas no ar quanto ao passado " secreto" dela e segredos meio nebulosos. Ela ñ dá ponto sem nó, me chame de sismada, mas na minha cabecinha, tem coisas p trás desse convite aí a Clara, ninguém vai me convencer do contrário. Só espero q a idiota ñ faça besteira e ñ enfie os pés pelas mãos!!! A Diana bem q podia aquietar com essa tal de Raquel (o que eu acho pouco provável nesse momento, infelizmente kkkkkk...) e deixar as outras duas em paz!!!

Enfim, aguardando ansiosamente cenas dos próximos caps!!! Bjoooooooooooos

Barda
Barda Autor

Opa, que bom que gostou! ^_^ Interrogações? Gosto delas.

Yup. Foi uma evolução, sim, como você bem pontuou. Acho que remete bem ao que o próprio pai da Marina fala, quando diz que a proximidade dela com o garoto a dociliza, suaviza esse ar blasé da nossa fotógrafa favorita. Ah, Ivan e Cécile são duas fofuras, juntos então... ♥

Hm. Sobre esse trio... espero não decepcionar (muito) ahahah' ;)

Acho que se Maneco tivesse explorado mais a relação Flávia/Vanessa (e se a novela tivesse durado mais também) teríamos visto algo nesse sentido. Pelo menos no que tange a persona Flávia. Vanessa, como já deixei expresso antes, foi muito caricaturada. O fato é que o ship Flanessa se encontra meio que à deriva... vamos ver onde elas vão aportar.

Diana, meu xodó (inhumi). ahahah' Bem, Raquel. Essa moça sabe das coisas. Ela também tem um tombo dantesco pela chefe, como ficou óbvio, então... hm. Diana? Ah, com certeza a diaba não dá ponto sem nó. Ela plantou uma sementinha na Clara, ela planta sementinhas por todo lugar... ahahaha'

Até a próxima, Lizzy. Beijão! ;D

L

Por Favor, não faz capitulos tao grandes assim, mais não.

Barda
Barda Autor

Ué, achava que vocês gostavam de capítulos livrescos... U_U

J

Heyyy youuu!!!

Só quero dizer que pode ter ménage, pode ter tudo. Eu quero ver o circo pegar fogo!!!

Tchau pretty!!

Barda
Barda Autor

Oi, Jaque! Você é outra que adora uma bagunça, né? ahahaha' ;D Anotado! Beijão! ^_^

carolcereser19

Oii! A espera foi longa desta vez...mas valeu indubitavelmente o expectar. Não sei se vc imagina o tamanho da felicidade q brota nas suas leitoras quando vc atualiza Perchance...mas enfim, quero logo divagar um pouquinho sobre a sua nota 2: "Hiatos acontecem. A vida também. Aí tudo pode (des)acontecer em espirais".

Eu acredito piamente q a nossa jornada é como uma espiral...onde o passado e o futuro se encontram em um infinito presente. O ponto de partida se confunde com o da chegada, é como um desafio de sempre mudar ou ainda se reencontrar. A busca... realmente nos confundi, dá a impressão q estamos perdidos, parece q caminhamos em círculos concomitantemente. A roda do tempo não para de girar, nem temos um breve momento para parar e se prender a um ponto, temos?

A transformação é inevitável...muitas das vezes, as circunstâncias é a verdadeira responsável. Diante, principalmente, dos momentos adversos precisamos de um refúgio...e creio q o amor é a força motriz.

Assim como as águas vertem pelas encostas da montanha, acredito q o amor delas nasceu desse modo inevitável, elas estão ligadas... O amor da Marina foi tão derramado pelas linhas do pensamento dela, q é difícil mensurá-lo.

Os relampejos de memória dela acabaram comigo (no bom sentido, é claro). A lembraça q teve do primeiro encontro entre elas, as descrições do amor profundo q a fotógrafa tem pela Clara, fizeram eu sonhar com um amor puro, sério. "Clara foi uma presença devota e ao mesmo tempo insondável, de um pesar suave como uma pluma a flutuar entre as nuvens, tenuemente firme como se presa por um fio invisível ao chão."

As lembranças vieram daquele acidente assustador... a descrição aflitante do momento, em que se revelou os sentidos aguçados, exceto aquele q mais adinte faria tanta falta a uma fotógrafa... E pensar q isso aconteceu a priori por um medo, angústia de possivelmente findar o casamento e pior...ser novamente abandonada. As imprudências de atender o celular no trânsito, sair às pressas e tomar aqueles comprimidos era quase q pedir, no desespero dos acontecimentos, para q o acidente ocorresse logo em seguida. Mas bastou aquele sorriso reaparecer na memória para finalmente perceber q precisava lutar...lutar para sobreviver, afinal de contas, o porto seguro a esperava...

Tantos simbolismos...o q torna a sua história mais instigante. Perscrutar por eles é fascinante! São estes os marcantes pra mim: A caixinha de música, o medalhão, a janela de vidro (transparente), o sonho... e agora pesquei o quadro surrealista, tô certa? rsrsrsrs

"Clara havia lhe dito que ele estaria sempre lá, esse farol aceso em imponência solitária, brilhando no horizonte distante e anoitecido para guiar aquela pequena nau perdida na imensidão do mar." Esta tela, um presente de aniversário da amada, q aparentemente é tão simples, mas q chamou a atenção daquela q tem um olhar encapuzado, expressa tanto significado. Clara, o refúgio e a proteção da Marina...

No encontro íntimo, na cama, é onde tudo se revela...Você faz como q percebemos nos momentos mais trivias de um casal a profundidade e sutileza do momento, como foi o ocorrido na cama. Alí, percebeu-se mais uma vez o quanto ambas são imprescindíveis na vida da outra. E enfatizo q as descrições sobre a devoção passional delas são bastante sensíveis, perfeitas.

Lá colocaram tb alguns pontos em pratos limpos. O desabafo da Clara foi tocante e, logo em seguida, veio o pedido de desculpa da outra atrelado aos beijos. A insegurança declarada, a justificativa dos momentos q a fotógrafa escolheu se afastar e socorrer-se na solidão, já q o "talvez se" a assombrava constantemente, e por anseio de ferir mais com as palvras. Realmente, a distância nestes momentos, fez-se nescessária, compreendo e concordo.

Ah, pelo visto naqueles cinco minutos a ex-dona de casa soube recompensar o presente q a amada escolheu rsrsrs Só lembrei da cena da novela, a cara do Cadu quando flagrou a Clara mostrando a lingerie e, até mesmo, a cara da Marina quando teve q ajudar o chefe de cozinha no presente rsrsrsrs Que bom q vc trouxe a revelação para a Clara do responsável pelo presente íntimo, sexy, q só uma pessoa q a ama muito e q a conhece muito bem poderia ter dado para ela.

Diana e seu jogo de xadrez, a meu ver, a estratégia é sacrificar muitas peças para a proteção de algo maior... só q a Clara captou uma preocupação da francesa, sendo conclusivo q tais peças estão findando. Com a sujestão de um cargo de confiança delegado à Clarinha, diante das circuntâncias críticas da empresa, é no minímo estranho. pela primeira vez, observei a Clara como peça da Diana, entretanto resta saber se ela se trata de uma peça de sacrifício ou...uma peça chave? Agora, quanto ao q a loira estaria protegendo, deduzo q seja o "monstrinho loiro", do pai (perverso)...hm, Barda, vc ainda não decidiu se vai explorar isso, não é mesmo? o q é preciso pra te convencer? rsrsrs Só sei q vc não devia esconder a extensão deste Iceberg, já q não se sabe o quão arriscado é passar próximo deste "cubo de gelo", né? rsrsrs Então, que tal vc permitir q se observe ao menos pelo buraco da fechadura? Como para a Clara foi suficientemente revelador, a confirmação da relação super íntima q há entre a Diana e a Raquel.

"É, parece que a sua querida Marina não te conhece assim tão bem como ela pensa". Pareceu q a Marina foi uma peça sacrifício da Diana justamente quando teve q se afastar com a morte da mãe. A fotógrafa perdeu o posto de confidente para a "secretária de estimação". Curioso, o fato da francesa ser a chefe dela não a intimidou nem um pouco. "Ou você é muito estúpida ou muito prepotente se espera mesmo que a Clara, provavelmente a mulher que mais te odeia nesse mundo, aceite te ajudar com isso. Meu Deus, por que não entende de uma vez por todas? Ela e essa fotógrafa que você tanto adora estão pouco se lixando pro que acontece contigo!" Com os olhos petulantes, escancarou ciúmes...bom, a Diana robou um coração, quem sabe ela não foca neste?

A Raquel não foi a única figura surpreendente neste capítulo, a Rosaline apareceu com um monte de interrogação, uma personagem ainda misteriosa como o avô da Céci. A única pista q vc deixou é q ela ajudou a cuidar da pequena, portanto, a dos olhos azuis tem uma dívida eterna com ela e o Leonel.

A sensatez da Clara de maneira alguma convenceu a Diana... "Você vai cuidar disso pra mim". Este pedido feito pela Diana de maneira um tanto atentadora? ou diria inegável? devido a tamanha persuasão q ela possui diante de seu ar sedutor... Eu tomaria cuidado se fosse a Clara pra aceitar, afinal ela não conhece as águas q estará mergulhando, mas o risco é dela. É esperar pra ver, o prazo já foi dado.

E por fim, sobre a Flavinha e a ruiva. A conversa entre as duas foi excelente, vc explorou muito bem a situação delas, o anseio da entrega desta q sentiu tanta dor por esse amor mal correspendido, e o desespero daquela q parece finalmente ter visto o amor q sempre esteve ao lado."É isso. Tudo o que a gente deu uma a outra foram meias palavras... Mas um amor não pode sobreviver com tão pouco a ser dito, pode?" Será tarde demais? A Flávia de mudança para Nova York, devido a proposta praticamente irrecusável, com o patrocínio da Grimaud (a relação delas agora esclarecidas).

É... as lacunas estão sendo preenchidas, isto começa a me angustiar... a contagem regressiva, pelos meus cálculos (nunca desejei tanto q estivessem errados) já finda no próximo capítulo, devo me desesperar? rsrsrsr

Bjoss Femme de yeux mystérieux ♥

Barda
Barda Autor

Hey, Carol. *-* Bom saber que valeu a espera. Se a felicidade for compatível com a minha o longo desses 24 capítulos escritos, então faço uma ideia sim... =]
Interessante essa sua visão porque é como enxergo a nossa existência nesse pequeno planetinha azul também. Inclusive até falei disso com uma leitora via mensagem, que passado e futuro fazem parte do simbolismo da trama, o 'eterno retorno', como dizia Nietzsche. Acho que se prender ao 'ponto certo', é esse o segredo para saber viver o presente, equilibrar-se com o peso do que é póstumo e com o encargo do porvir. Agora qual é o ponto certo? Essa é a medida que quase sempre nos falta... Diria que Perchance é essa tentativa de encontrar a medida, o equilíbrio nessas relações afetivas que intenta descrever.
"Assim como as águas vertem pelas encostas da montanha, acredito q o amor delas nasceu desse modo inevitável, elas estão ligadas... O amor da Marina foi tão derramado pelas linhas do pensamento dela, q é difícil mensurá-lo." E por ser tão difícil de mensurar é que às vezes precisamos usar de uma metáfora, uma analogia, não é mesmo? Nunca a idealização sobre o que é uma sensação, como o amor, será condizente com a sensação em si. Sobre sua leitura da rememoração de Marina do acidente: perfeita. Os sentidos exacerbados e confundidos numa situação extrema, desembocam numa visão... que se liga a uma memória (pra mim, a Marina tem memória fotográfica) dela da Clara como um fio tênue e salvador naquele momento. E sim, o quadro, simples como foi descrito ser, é um outro simbolismo. O farol, a nau, o mar. Clara, Marina, a vida que as escolheu uma para a outra. Diria que é um dos mais simples, ou talvez seja o mais complexo da trama? Fica pra você refletir. =] Devoção passional: outra sintetização precisa de como enxergo relação delas. É de uma sutileza ímpar, devo acrescentar.
Isso, algumas questões importantes foram acertadas. E ali, em meio ao consenso que surge entre elas, também se vê traços indeléveis de ambas as personalidades que compõem essa relação, as polaridades ali se invertem um tanto. Quando antes Clara era quem se afastava, agora Marina era quem precisava. Quando antes Marina era quem se derramava, agora Clara quem o faz. E assim segue a dinâmica delas, sem "funcionar direito" mas perfeitamente por ser assim.
Hm, também tenho a impressão que foram cinco minutos muito recompensadores. Pode até parecer uma coisa desconexa para alguns, trazer a lembrança nesse momento, mas vejo pelo lado do significado, tanto do presente que, como você bem colocou, só podia ter sido escolhido por alguém que a amava muito e a conhecia tanto mais (que o próprio então marido), revelando que desde o começo Marina foi sensível a Clara e a soube ler bem.
Diana, Diana... Posso dizer que sua leitura da situação da francesa seguiu pelo caminho certo. Clara, nessa altura do 'campeonato', tendo sido observada pela loira, se tornou essa peça chave. Raquel também tem lá sua importância, assim como Roseline. Para o que? Ainda no porvir. Será explorado o suficiente para que as motivações da diaba sejam, hm... esclarecidas? ahahaha' Será como olhar por uma fechadura, sim. Uma espiadela pela frestinha de uma persiana da vida... Agora se Marina foi uma peça de sacrifício, eu diria que... um pouco, sim. Na verdade, aquele afastamento passado representou um sacrifício da relação delas (Diana/Marina). Já a relação entre Diana/Raquel, que foi explorada em lampejos (quase reveladores) é sim de uma confidência, uma que Diana não poderia manter mais com Marina justamente por esse 'algo maior' que a francesa protege... e é por isso que Diana também vinha observando Clara , "testando sua competência" tanto no que se refere a sua devoção a Marina, quanto aos negócios.
Flávia e Vanessa são de uma melancolia tão bonita. Queria muito ter visto esse lado da relação delas explorado na novela, mas... enfim. Acho que o que Flávia tinha a tratar com a francesa foi elucidado até aqui, sim? ahahah' De fato, lacunas ainda serão preenchidas, outras ficarão ao sabor da sua imaginação e dxs demais leitorxs. =]
Desesperar? Ainda não. ;)
Beijão e até a próxima! ♥

A

Sua história é de minha fics favoritas. O capítulo foi incrível, adorei.
Então proximante vamos ver um "ménage à trois" entre Marina, Clara e Diana. (Acho interesante).
O trabalho proposto pela Diana para com a Clara, pode ter segundas intenções? Estou muito ansiosa sobre o próximo capítulo.
Sua escrita é maravilhosa (adoro) é como uma montanha-russa de emoções e aos poucos foram-se revelando vários mistérios, ainda existem alguns pra mim. hehe
Muito obrigada pelo capítulo e pela história.
Ps. Amo os capitulos muito grandes, como o último.



O que mais gostei:

Todo


O que acho que pode melhorar:

Nada

Barda
Barda Autor

Ah, feliz em saber disso. ^_^ Aproximadamente, acredito que sim. =D
Hm, com Diana sempre espere segundas intenções. Agora se são benignas ou malignas, ou uma mistura dos dois, só o próximo texto dirá (?). ahahah' =P Fico satisfeita por minha escrita ser traduzida assim, como se fosse esse novelo de emoções e sensações se desenrolando e nos enrolando...
E eu agradeço sua atenção e carinho pela fic. =]
Ps: vou tentar manter a extensão do capítulo nessa reta final.
Beijão e até lá! ;)

Pri Japinha

Nossa muito bom, adorei o capítulo, esse misto de sensações e emoções muito legal....gosto do jeito que você conta a história, detalhadamente isso é genial....

Que bom saber que elas estão se entendo, esclarecendo os acontecimentos, falando do sentem e sentiram em relação as situações, seus medos e insegurança isso é muito bom pro relacionamento delas.Tantas revelações e lembranças surgindo. Acho tão bonitinho o Ivan e a Cécile o jeitinho fofo que eles cuidam da Marina... E o casal Flanessa, será que é tarde para a Vanessa ter se dado conta do que realmente sente pela Flavinha, o fato é que as duas se amam, mas uma escolha vai ter que ser feita, nossa que difícil...parabéns pelo capítulo, aguardando o próximo...bjs

Barda
Barda Autor

Opa, desculpe a demora na resposta, voltando agora em definitivo com meu instrumento novo (meu antigo computador morreu, que a Deusa o tenha). Feliz em saber que gostou do capítulo e que aprecia a forma que dou ao texto. ^-^ Sim, elas estão mais afinadas que antes, e estarão mais no futuro. O relacionamento vem se provando sólido diante dos dissabores, e evolui. É assim que tem que ser, não é? Marina tem um jeito com aqueles dois, né? São carrapatinhos dela. ahahaha' Flávia e Vanessa... começaram dolorido esse romance, e parece que é da natureza da relação delas, essa "melancolia bonita". Escolhas serão feitas. O próximo está no forno. Beijão e até o jantar. ;)

Melisa

Ooooooi amor!! look who is in da hause XD My life has been a mess all this last time but dont cry for me anymore Im back hahaha. Now is my turn to do this a little bit different, are you ready? Yes? ok ...Here we go.

En realidad tengo mas preguntas que argumentos, asi que antes que nada, en verdad Clara esta considerando la idea de un trio!?!? YOU have to be kidding me, sigo sin entender muy bien toda esa inseguranza de Marina, yo se que cuando uno ama a una person de la forma y la intensidad como Marina ama a Clara existe cierto miedo a perder a tan amada persona, peeero... Acaso Marina no esta segura que Clara la ama con la misma fuerza y es por eso que tiene todo ese miedo de perder a Clara? O es la mala experiencia de perder a otra persona que ella ama tanto como paso con Diana? O Marina tiene "dudas" de que Clara no la ame tanto por lo que paso esa noche con Cadu?

Talvez ahora toque un punto polemico entre tu, yo y los lectores, no estoy muy de acuerdo conque Maria le haya pedido una disculpa a Clara por su comportamiento este ultimo tiempo, creo que es lo mas normal reaccionar de la forma como Marina lo hiso cuando te hacen algo asi, Marina lo unico que hiso fue protegerse de alguna manera e indirectamente proteger a Clara, Marina misma lo dice, Marina a pesar de todo no queria hacerle ningun daño a Clara del cual ella sabia que se iba arrepentir, por otro lado no puedes comparar una cosa con otra, la forma en que Marina actuo digamos no es de lo mas cordial pero acaso no es mas trajico de lo que Clara hiso?

Lo que estoy tratando de entender es ese lazo que une a Marina con Diana, supuestamente Marina despues del accidente no recordaba ciertas cosas, cierto? O simplemente no queria recordar? Te pregunto esto porque si Marina no podia recordar ciertas cosas, como es posible que si tenia muy presente el lazo que la une con Diana y tenia muy presente que de una manera u otra "tenia que" rechazar a Clara?

Clara, Clara, Clara... No se porque pero tengo el sentimiento que Clara solo necesita un empujon para caer en las manos de Diana, esa tension que Diana despierta en Clara es increible, para mi solo se necesita un pequeño empujon y Clara cae en la red de Diana. No veo el porque Diana le ofrecio tal trabajo a Clara. Hay algo oculto detras de todos esos balances de los cuales indirectamente o de alguna forma u otra con el tiempo Diana pueda culpar a Clara? O ese puede ser el anzuelo que Clara puede morder para que Diana consiga lo que quiere? Porque Marina sigue permitiendo que Diana juegue con Clara de esta forma y no hace algo para de alguna forma le haga saber a Clara que tiene que tener cuidado con Diana porque ella es una diabla? Marina conoce muy bien a Diana y sabe de lo que Diana es capaz, entonces, porque Marina quiere que Clara este lejos de Cadu y no la protege de Diana si los dos son capaces de dañar en gran manera su relacion? Y hasta cierto punto yo portegeria mas a Clara de Diana que de Cadu, Cadu es... es un mueble mas en esta historia, entiendes?

Otro misterio es el papa de Diana, no recuerdo en que episodio Marina dice algo como que el papa de Diana es o pertence como que a una mafia o algo asi, no recuerdo muy bien, es por eso que Diana protege tanto a su hija por los enemigos que la familia o su papa pueda tener? Existe la posibilidad que el papa de Diana de alguna forma le quite a su hija y por eso Diana la proteja tanto y le tenga tanto miedo a su papa?

Suficiente español? XD Ok meu amor, I think its all for now, like always, you are the BEST, you have such an amazing talent to write that I want more and more and more hahaha, have fun with all that spanish :P I missed you ;) hugs meu amor.

Barda
Barda Autor

Hey Melisa. Aw. Did you miss me? I missed you too. ♥ Oh, yeah. Always ready for ya.

Mais perguntas. Okay. Vamos lá. Clara está considerando... a ideia de ter uma experiência a três, sim. Acho que, na cabeça dela, seria a forma de entender melhor até onde vai a profundidade da relação entre Marina e Diana, vê-las juntas num momento de intimidade. E, obviamente, entender e saciar suas próprias curiosidades com relação a Diana. Unir o útil ao agradável, acho que essa seria o motor dessa experiência a três. O que virá depois? Só o depois pode dizer... Marina. Acho que a questão da insegurança dela é algo bem mais pessoal, faz parte da formação da personalidade dela. Cadu é mais como um espelho dessa insegurança. Ela vê nele a possibilidade de correr esse risco, que na cabeça dela seria insuportável, de perder Clara em algum nível. O engraçado - e irônico - nisso é justamente a parte onde ela mesma carrega uma ligação similar com Diana, mas não parece enxergar sua relação com a francesa da mesma forma como enxerga a de Clara com Cadu. Aquela coisa de ver "nossos defeitos" espelhados em quem amamos, que ela fala pra Diana. Lembra? É um dado pra vocês, leitores, interpretarem e refletirem.
Marina novamente. Veja você, ela tinha razão de certa forma em se comportar da forma como se comportou. Concordo muito. A omissão de Clara e o silêncio em que se viu forçada pela esposa com relação a tal noite com o ex-marido. O abismo emocional que se cria entre elas, somado a constante e ameaçadora presença da francesa, depois o acidente, a visão e a memória prejudicadas, tudo isso que, do modo dela, Marina tentou se proteger, afinal. Ela se desculpa, penso eu, pelas suas 'muitas fraquezas' ali. Vejo a Marina como um castelo de cartas, e até já usei essa metáfora antes no texto. Ela talvez saiba, tem consciência da exuberância quel ela aparenta no exterior, mas por dentro, é extremamente fragmentada. Tem essa necessidade de ter as pessoas por perto, de assembleiar, criar laços, porque nunca os teve antes, na sua base, na família. Pra mim, esse é pilar da relação dela com Diana. Diana foi, paradoxalmente, o alicerce da Marina durante muitos anos. Elas foram irmãs, foram namoradas, numa idade que no caso da Marina, essa relação formou parte integral do caráter dela. Parte que é frágil, porque Diana também teve suas limitações, seus próprios dilemas que foram pincelados no texto aqui e ali, mas ao mesmo tempo forte, porque foi onde Marina se espelhou, onde criou raízes por anos. Acredito que esse "rechaçar" a Clara foi uma questão inconsciente. A falta de lembranças delas, um não querer lembrar mais precisamente. Um mecanismo involutário, pra se defender do que ela achava ser um abandono da parceira (toda a história da omissão). É aquela coisa que a Vanessa falou, se você não trata da ferida, ela pode até sarar sozinha, mas também e muito provavelmente vai virar uma muito pior. No caso da Marina, ela escolheu se afastar, se colocar numa redoma, pra não correr o risco de ferir Clara também. E se ela sentiu a necessidade de se desculpar por isso, é porque sabia que o afastamento de qualquer forma acabou por fazer a esposa sofrer. Não é um doce, essa fotógrafa? ♥

Clara. Se Marina é um castelo de cartas, Clara é algo como eu descrevi aquela vida... Clara é areia movediça. E como toda areia movediça, ela engana. Quando você viu, já pisou nela e está afundando. E quem sabe o que a gente pode encontrar lá embaixo né? Mas não se deixe enganar pela confusão aparente que é Clara. Diana, pelo que deu pra notar, já percebeu e gostou do que viu nessa... 'estranha Clara'.

O Papa de Diana. Sujeito nebuloso esse. Garanto uma coisa, as cenas do próximo capítulo vão dizer muito sobre quem é... (alerta de spoiler) 'Don Solano'. ;)

Espanhol nunca é demais. ♥ Agradeço sua generosidade e espero que me desculpe pelo atraso na resposta. Estive sem computador esses dias, mas o capítulo está a caminho. Árduo, esse final. Espero que compense a espera. Abraços e beijos dessa barda atarefada. ^-^

S

Vamos ver se eu posso escrever em português mais do que inglês. Preciso practicar. :)

Eu amo a forma que Marina e Clara se cuidam. Há sempre muito sofrimento, muito mal-ententido, mas o amor sempre ganha, sabe? E seu amor é linda. Cenas como esse, só elas, se abraçando, falando, redescobrindo a cumplicidade--é linda, tão linda. Adorei muito, muito. Me dá um sentido de segurança, sabe? Não posso explicar realmente, mas adoro.

I don't think that Diana and Marina and Clara could have a relationship all together. I think there would be too much insecurity and jealousy (mostly from Clara, I think) and not enough communication. I feel that Diana is seducing Clara because she can, porque ela é uma sedutora. Marina is the one person that Diana cares about, beyond her daughter. Clara, for her, would be like a conquest, someone to have fun with, but not someone to have a relationship with. I think a threesome would be too painful, for Clara because she'd have to see Diana and Marina together, and Marina because she'd (probably) feel like she'd have to choose between Diana and Clara. Her two soul mates.

Isso é tão dificil, escrever em português e pensar sobre tudo isso. Meu Deus. Obrigada por seu paciência com meus pensamentos e meus difficuldades nas linguas. :)

Barda
Barda Autor

Escreva, escreva, moça. =]

Acho que é um aspecto bonito da relação delas, sim. E fico satisfeita em saber que consegui construir isso na narrativa. Na vida, nem sempre tudo é claro, há muitas zonas cinzentas mesmo. No fim, o afeto é o que move e nutre esse companheirismo, apesar das diferenças.

Hm. Why not? =] Bons pontos, os seus. Insegurança e ciúmes, pouco diálogo. Acho que Clara e Marina chegaram naquele momento da relação em que as arestas, tanto do passado quanto do presente, estão sendo aparadas, polidas. Ambas aprendendo uma com a outra, buscando entender as fragilidades, penso que isso pode ser visualizado, digamos, como um desenvolvimento/crescimento delas como casal, e também como indivíduos. A admissão dos próprios defeitos é sempre um sinal positivo nesse sentido, acredito. Sobre Diana, sim, ela seduz porque pode mesmo. ahahah' Mas é fato que as motivações da francesa sempre foram dúbias e pouco expostas no texto. Nada que o capítulo final não possa esclarecer. ;)

Ah, acho que se expressou muito bem. Isso é o importante. E eu agradeço sua atenção com a fic. Beijão. ;)

L

Bardaaaa, cadê vc com os capitulos finais dessa fic que eu considero um dos meus "livros" preferidos???!!!

Barda
Barda Autor

Capítulos finais... em breve. ;)

kkrens

eu to sentindo uma falta ferrada dessa fic pelo amor de deus mulher voltaaaaa

Barda
Barda Autor

Prévia... ;)

magg

Oi Barda linda.

Já deve ter me excomungado de Perchance, né? A verdade é que também eu sofri alguns reveses da vida.

Consegui ler apenas hoje este seu magnífico capítulo, e esperei que as palavras certas surgissem, porque, realmente, sua fic merece. Sei que já deve estar farta de ler e responder sempre a este tipo de elogio, mas Barda, Perchance tem sido mais do que apenas uma fic, pelo menos para mim, tem sido uma companhia, uma inspiração, uma forma de me manter focada, nem que seja entrando aqui e lendo apenas umas linhas. Por isso, menina, sinta-se orgulhosa, pois a sua obra para além de atravessar oceanos, tocou o meu coração. Leio algumas fics daqui e a sua é, na minha opinião de humilde leitora, de longe, a melhor. Pode demorar o tempo que precisar, visto que é preciso mesmo, para manter a qualidade.

Desculpando estes devaneios, quanto à história:

Já disse que adoro a interação Marina e Clara. Acho que só você consegue transmitir a 100% esse amor delas, a cumplicidade intuitiva e visceral, a ternura e todo esse “desdobramento” de sentimentos e sensações que povoam o quotidiano delas e que as torna tão ricas e densas.

Clara sendo, desde sempre o farol de Marina, que é para Clara essa brisa fresca, tão leve como o seu peso pluma. Esse encontro de almas que você tão bem retrata nesse encaixe nada perfeito, mas adaptável. A melhor capacidade do ser humano.

A conversa dela, esses passos dados com cuidado, tateados no escuro de onde elas estão saindo...lindo! Aquele desculpa delas, as lágrimas que as guiarem a essa absolvição que você retrata, tão necessária para a trama, para esse amor inconvencional, profundo, que as leva a caminharem para longe de qualquer área de conforto, resgatando-se onde elas mais precisam, nesses oceanos de dúvidas e anseios onde elas haviam mergulhado, renascendo, diferentes, sim, em novas versões, para sempre uma para a outra e uma na outra.

A dinâmica delas com Ceci e Ivan bem como a de Ivan com o monstrinho loiro (já disse que desde pequenininha que me chamam de monstrinho ^.^??) uma lufada de ar fresco na atmosfera densa da trama (bem como a cena do vibrador) muito bem, Barda! Estou sentindo aqui uma preparação de u ambiente familiar, será? Marina, Clara, Ivan e Ceci?

Fiquei preocupada com a Dialinda, ela está doente, Barda? Porque não podia mais estar ali (sendo obrigada pela pessoa que amava a assistir de mãos atadas enquanto ela ruía por dentro...” “em silêncio, tão precoce e terminalmente”. É o que me parece, da interpretação que fiz das palvras da Raquel. Se for, vai custar-me muito essa despedida triste da Diana. (eu é que não gosto de despedidas, pronto!) Mas é um “golpe de génia” kkkkk

Vanessa e Flavinha! Enquanto umas caminham para terra firme, outras parecem caminhar para águas turbulentas. Triste. Eu gosto dessas suas meninas. Da construção que fez com elas. Mais densas, profundas, uma versão do relacionamento delas que na novela não conseguimos acompanhar. O sofrimento das duas foi descrito de forma sublime. Troféu joínha, Barda. Triste, mas inevitável para o crescimento da Van, para deixar de ter certas coisas como garantidas. Para ultrapassar de vez essa obsessão que ela tem pela Marina, quem sabe? Ou quem sabe seja a vida dando-lhe uma oportunidade de também ela se apresentar numa nova versão?

Querida, sei que não tenho sido, nem de perto, nem de longe, a leitora que você merece, mas vou-me corrigir, e ler o mais breve possível o “Entreato” e dar um comentário decente, como merece. Espero ansiosamente pelo fim da sua estória, mas não precisa ser para breve, não, viu? Não sei o que farei sem suas palavras. Quando for grande, quero escever assim, como você! Quer escrever outras histórias, depois desta, para mostrar para a gente? (kkkk, brincadeirinha).

Obrigada por toda a simpatia, Barda. Você é mesmo a maior. Um beijo voando, desde este cantinho lusitano ;-)