Comentários em “Perchance”: “Sinestesia I”

CrazyLeone
Aqueceu meu coração com essa atualização. Pode demorar um ano para atualizar, mas sempre estarei aqui para ler e te elogiar. É a melhor para mim. Parabéns.
Barda
Barda Autor

Ah, que bom saber disso. E agradeço pela paciência e pelo carinho com a fic. Beijão! =)

J
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O que mais gostei:

enquanto Clara não desiste de Marina .Flávia desiste de Vanessa

Barda
Barda Autor

C'est la vie... Vamos ver o que acontece. =)

I
Isa

Barda...Barda!!! Vc demora, mas capricha!!!! Estou amando a dinâmica entre Clara e Marina, elas chegaram na melhor fase. Nem quero que o próximo capítulo venha logo, pode demorar. Pois, o fim está próximo e como vou ficar sem a Marina, sem a Clara (que tantas vezes me irritou), e por fim, mas não menos importante: sem a sua escrita. Vc é ótima escritora!!!!

Ps: estou sempre te perturbando via mensagem, e vc sempre responde minhas perguntas. Obrigada pela atenção. Um abraço

Barda
Barda Autor

Opa, feliz por ter sido assim. ^_^ Exatamente, elas caminhavam pra isso, pra um "acerto final dos ponteiros", digamos. Ah, aqui também já está batendo uma saudadezinha, sem dúvidas. Agradeço sua generosidade e o carinho com a fic.

Ps: não perturba, não, moça. Gosto dessa troca de impressões que temos por aqui. E mais uma vez agradeço a atenção também. Forte abraço! =)

ItsLoren
Sera que a traição é uma coisa tão normal pra elas duas ?
Barda
Barda Autor

Hm, não sei. O que você acha? =)

Agridoce
.

O que mais gostei: nossa... q bom q voltou tava cm saudade da sua fic, achei q tivesse abandonado ela.
Barda
Barda Autor

Saudades boas, espero. ^_^ Ah, não. Já disse e repito, não abandonaria Perchance, a não ser por causa maior (morte, osso quebrado, abdução, etc. ahahaha'), e se esse fosse o caso vocês seriam devidamente avisados (exceto talvez em caso de morte ou abdução). Beijão! ;D

M

Ainda bem que a Marina e a Clara estão de boa! Nossa, tava desesperada já, achei que esse momento nunca ia chegar! kkkkkkkk, volta logo!!

Barda
Barda Autor

Calma que elas se ajeitam, mulher. U_U ahahaha' Até a próxima. ;)

OceanOfNoise

não consigo descrever as sensações que Perchance desperta em mim, você é uma autora incrível! Parabéns.

já sabe quantos capítulos a fic vai ter?

Barda
Barda Autor

Senti-las, para alguns, já é o suficiente. Mais que isso. Então fico feliz em saber que Perchance é a causa dessas sensações em você. Agradeço sua generosidade. =)

Essa é a primeira parte do capítulo final. Nos lemos na próxima. ;)

Srta Black

*-* Sabe aquela cena em que a Marina entra no quarto saltitando, logo depois do primeiro ensaio fotográfico da Clara? hahahahahha'...Pse, fiquei naquele estado quando vi a atualização de Perchance! Ai, confesso que fiquei um pouco receosa com sua ultima nota, mas ainda bem que não era o que eu estava pensando (pelo menos, não ainda) XD. Adorei o entrosamento das personagens Clara e Marina..Nossa, que bacana ver esse nível de intimidade das duas, mesmo depois de tudo que elas (e nós, fiéis leitoras u.u) passaram. Capítulo maravilhoso!! Aguardando ansiosamente o desfecho dessa estória que, sem dúvidas, vai deixar muuuuiitas saudadessss! Beijo, Bandida mais linda!

Barda
Barda Autor

Ah, que amor. *-* ahahaha' Receosa? Nah. Elas não foram boazinhas nesse capítulo? Pois então. Não há motivos para trepidação. ahahah' Ok. Ah, é. Essa cumplicidade delas é o ponto chave, a meu ver. É onde elas se descobrem e redescobrem, e se tornam assim cada vez mais íntimas. Fiéis, infiéis... todo mundo tem um pouco de cada, não acha? ;) Obrigada! Beijão, e o bandida fica por sua conta (fugindo da raia). ahahah' Até a próxima. ;)

Marluce

Ainda bem que você voltou. Pensei que tivesse abandonado a fic. rs Ameii o capítulo. Maravilhoso como sempre. Amando Clara e Marina juntinhas haha Ah, sério que a Flavinha vai desistir da Vanessa? Quero isso não. Até o próximo e não demore pra postar viu? Bjss ♥

Barda
Barda Autor

Como falei numa resposta anterior, como eu poderia abandonar meu xodó? U_U Bom que foi assim. Elas estão num dengo só, né? ahahaha' Acho que sempre estiveram, com um pouquinho menos ou mais de melancolia, mas sempre foram irrevogavelmente apaixonadas. Flavinha tá meio calejada, acho, mas quem sabe... Veremos. Espero ser em breve, sim. Beijão! ♥

sarah waters

Quem disse que tamanho não é documento, qse morri asfixiada rsrsrs pq se lê essa fic de um fôlego só,assim se consegue sorver tudo o que a narrativa tem a oferecer. Ontem nem consegui comentar pq leitora tbm tem bloqueios,faltou inspiração e essa fic não merece qualquer coment. Ela é mto densa,profunda,sinto qdo leio uma atmosfera de penumbra,sombria como se nada fosse mto claro,explícito, tudo está envolto numa cortina de obscuridade. Percebem-se alguns pormenores entre elas e questões ainda pendentes. Em relação ao menage a trois só funciona se as partes envolvidas estiverem completamente abertas a novas experiências,sem amarras e tabus e que haja sintonia, do contrário o fracasso é iminente, não cabe puritanismo. Não canso de me encantar com a sua narração, as palavras deslizam com uma eficiência única e se juntam num perfeito encaixe, todas são colocadas de forma funcional, longe de ser simples verborragia. Já imprimi todos os caps até aqui e continuarei a fazê-lo até ser concluído este "best seller" rsrs. Sempre valerá a pena esperar pela atualização, não importa o tempo mas o resultado. Parabéns e obrigada. Feliz Ano Novo! Bjs.



O que mais gostei:

tudo tudo tudo tudo...


O que acho que pode melhorar:

nada nada nada nada ....

Barda
Barda Autor


Ah, bom. Dizem por aí que é. ahaha' =D Eu bem sei, tem horas que as palavras somem mesmo. Sobre ser densa e profunda há quem discorde, já notou? E eu acho isso bastante interessante, essa diversidade de olhares sobre a narrativa. Acho que Perchance é um dizer sem quase dizer, assim pode passar a impressão tanto de obscuridade e profundidade quanto de superficialidade e obviedade. Está aí para vocês decidirem, como sempre. =) Ah, concordo contigo. Nada de puritanismo ou não vai rolar, mas até acho que elas estão bem resolvidas com isso já. Talvez Clara esteja mesmo só nervosa, afinal é de se imaginar que ela nunca tenha participado (talvez fantasiado?) de algo do tipo em sua vida amorosa antes de Marina. Hm. Fico feliz em saber que minha forma de narrar te agrada. Essa mistura de poesia e prosa em Perchance não é algo que agrada muito até onde pude constatar. Eita. ahahaha' Agradeço a generosidade e paciência. Feliz, pra todos nós! Beijão! =)

C

Barda, realmente tenho que tirar o chapéu para você. Sua escrita é maravilhosa. Apesar de ter que dar uma olhadinha de vez em quando no pai dos burros para dirimir algumas dúvidas e refletir melhor sobre o texto, seu dom de escrever me surpreende a cada novo capítulo. Já pensou em se profissionalizar?!?

Depois de um espaço de tempo incrivelmente torturante sem um sinalzinho de fumaça de Perchance, você nos presenteia com esse capítulo monstruoso. Mais de 17.000 palavras. Só li umas cinco vezes para tentar desvendar pelo menos alguns enigmas (quase sempre me sinto uma Indiana Jones procurando não se sabe o quê em algum lugar não se sabe onde) escondidos nas palavras.

Bom, eu tentei não me prolongar nos comentários, mas um capítulo enorme como esse pede um feedback mais comprido rsrs. Vamos lá para as observações:

1. Marina divagando sobre Clara. Gosto muito quando você entra na cabeça das personagens e nos mostra sentimentos, sensações e pensamentos. Enriquece a leitura. “Essa solidez que a presença de Clara emanava um dia iria preencher cada um dos seus vazios”. Amor pleno que Marina sente por Clara. “Ela foi o profundo vibrante das cores para suas superfícies acinzentadas”. Que lindo essa descrição. É até meio impossível conseguir entender esse sentimento que Marina sente. Falar sobre amor é tão difícil. Num momento, concordamos que, por mais amor que tenhamos por alguém, não se pode ser tudo para essa pessoa. E nem essa pessoa pode ser pra você. Mas, por outro lado, é confortante acreditar que podemos nos completar, que a metade da sua laranja está por aí, que a tampa da sua panela busca por você também. Então, Marina falando que Clara é tudo para ela é tão apaixonante, mas, ao mesmo tempo angustiante, porque por mais bonito que um sentimento dessa dimensão seja, a constatação dessa necessidade tão profunda por outra pessoa é deveras aflitivo, causa medo. Essa parte me lembro outras duas que sempre releio: a conversa de Diana/Marina em Vertigem e a de Clara/Helena em Encontro, ambas sobre o amor e suas implicações. São passagens marcantes da história, que nos fazem refletir e refletir e refletir...

Bom, gostei demais dessa parte também porque limpou um pouco essa visão embaçada que eu tinha da Marina blasé que você criou e pude entender pelo menos um pouquinho o que se passa na cabecinha fértil de Marina.

2 Marina e sua perspicácia, sensibilidade e outras infinitas qualidades. Essa habilidade de ler Clara e, de certa forma, ela mesma, é muito interessante. Sempre acreditei que para os relacionamentos continuarem duradouros devem estar sempre em mudança. Se as pessoas mudam com o tempo, o relacionamento tem que mudar junto, acompanhar as aspirações e necessidades de cada um, que também mudam com o tempo. Nada melhor do que ter um companheiro/companheira que enxerga suas vontades, que entende seus desejos, que busca suprir suas carências. Marina sabe que mudou. “A primeira e quase fatalmente última, desencadeada por emoções e razões que até então Marina não havia considerado dignas de nota, que a fez perceber a real profundidade do sentimento que tinha por Clara”. Ciúmes e insegurança por medo de perder Clara foram as primeiras coisas que passaram na minha mente após ler esse trecho. “Porque ainda que essa chama escura dentro do seu peito de quando em quando lhe palpitasse um ‘talvez se’, que conspirasse com seus olhos traiçoeiros para atraí-la para longe dos contornos dela, mesmo que seu coração continuasse a ser esse caçador inveterado dos mistérios de outrem, Marina nunca se deixava levar por completo”. A Marina “volúvel” e “infiel” rotulada por Vanessa na novela sendo amansada pela presença de Clara, rótulo esse que nunca apreciei. Acho que esse comportamento seria mais fruto dessa urgência em encontrar alguém que “preenchesse todos seus vazios” e não pela simples conquista de levar mais uma pra cama. Finalizando o raciocínio, torço para que as duas consigam conduzir o relacionamento delas em concordância com as transformações que ambas sofrem e virão a sofrer continuamente.

3 E daí se não funcionavam direito?. Essa parte me faz lembrar que não existe receita de bolo para a felicidade, para relacionamentos. Voltamos para as convenções sociais, as regrinhas de papai, mamãe, monogamia, emprego das 8 às 17, etc e tal. Convenções essas que podem funcionar para alguns, mas podem não ser o ideal para outros. Conheço casais que encontraram sua própria receita de felicidade e que, mesmo quebrando pequeníssimas convenções (a mulher quem sustenta a casa e o esposo cuida dos filhos / mulher que largou emprego para se dedicar a família / mulher que deixa os filhos com a mãe para trabalhar), sempre haverá aquele que questionará as decisões tomadas. No fim, quem deve estabelecer as regras “certas” são os envolvidos. No caso da nossa viciante história, Clara e Marina é que precisam estabelecer limites ou simplesmente anulá-los.

4 Finalmente uma conversa mais direta entre Clara e Marina. Marina pedindo desculpas pelo seu comportamento após o acidente; Clara expressando seu medo de perder Marina; Clara falando da sua deficiência em lidar com a Marina blasé da forma que Diana soube; Clara e Marina falando com todas as letras em ménage; Marina falando do sentimento que Cadu a faz sentir em relação a Clara; Marina se declarando para Clara. Troféu Joinha pra você, Barda!!! Bom, antes de pular pro próximo, tenho mais um pequeno pensamento: - Marina sente ciúmes de Clara com Cadu pelo fato de ali já ter existido sentimentos mais fortes etc e tal. Mas não entendo o porquê de Marina não perceber essa insegurança que a presença de Diana causa em Clara pelo fato de Marina e Diana terem esse laço emocional também, e não fazer nada, só pra ver o circo pegar fogo. E fico me perguntando, por mais que Clara tenha tesão na francesa, será que liberaria Marina pra um ménage, um rodízio entre as três ou outra coisa do tipo mesmo com essa insegurança que sente? Muito louco isso...

5 Conversa de Diana e Raquel. Então é essa Raquel (guarda-costas?!) que estava com Diana no dia do acidente? Curiosa em saber sobre esse pai da Diana. E esses assuntos não conversados que Diana tem com Marina, hein? Um deles eu já deduzi. Agora o outro relacionado ao pai da francesa, um x na questão. Parece-me que a “monstrinha loirinha” da Cécile está envolvida nisso. E mais um personagem para encucar: Quem é Roseline? Faltam quantos capítulos, Barda? Tem muita coisa ainda pra contar...

6 Conversa de Clara e Diana. Sinceramente, não tenho comentário algum. Não sei por que Diana escolheu Clara para fazer auditoria nas contas dela. Será para ficar mais perto de Clara? Acho que as outras partes do capítulo chamaram mais atenção do meu faro um tanto falho para pistas.

7 Vanessa e Flávia. Triste momento de Flávia e Vanessa. O amor não correspondido da forma que esperamos é sofrível. Vanessa que o diga. O sofrimento que o amor por Marina lhe causou deve ter criado essa casca impenetrável de medo, ressentimento, frustração e tudo aquilo que nos acomete um amor só de uma via. A cegueira também. Vanessa enxergou tarde demais esse novo sentimento por Flávia, seus olhos que antes só viam Marina demoraram para virar para o lado onde Flavinha se encontrava. Difícil é amar sem medo, sem amarras, ainda mais se você tem experiência negativa nesse campo. Vou ficar na expectativa de uma solução menos solitária para as duas, até porque tenho apreço por Vanessa, que, para mim, foi uma personagem muito mal conduzida na novela, de uma amiga apaixonada a uma invejosa obcecada. Espero que ela dê uma chega pra lá na francesa e um chega mais na Flavinha. Agora me pergunto: será que Diana conseguiu com Vanessa e Flávia o que não conseguiu com Marina e Clara? O fato de Diana estar por trás da mudança de Flávia para Nova Iorque me deixou com o pensamento de que talvez a intenção dela ao oferecer ajuda para Clara expor seus desenhos seria justamente para afastar Clara de Marina.

De novo, obrigada pela atualização, Barda. Sensacional sempre.

Forte abraço!!

P.S.: mas a melhor parte desse capítulo foi a Marina ter quebrado o vibrador preferido da Clara. Só você mesmo, Barda. Um texto denso e cheio de significados como esse e você coloca uma pausa dessa para que possamos respirar um pouco. Morri de rir!!!

Barda
Barda Autor

Hey, Cacau. E você sempre com suas ótimas sacadas na estória. ;) Eu penso. Sempre quis, na verdade. Mas sabe como é, viver das letras não é nada fácil...
E continuam crescendo, esses meus filhotes. ahahah' Ah, sabe que às vezes você pode estar procurando cabelo em ovo, né? ahahaha' Ou não. =P
Vamos:
1. Perfeitamente. Acho que já percebeu que a maior parte da estória é narrada a partir do ponto de vista da Clara, e isso também trata de um simbolismo na trama (claro aahaha'). Então. Esse um e outro mergulho na psique da Marina e dos outros personagens, durante o mesmo capítulo ou variando até no parágrafo, meio que traz esse elemento "confuso" que eu particularmente aprecio. E concordo nessa parte sobre ser difícil explicar/falar de amor. Esses diálogos tentam mostrar exatamente isso, como é diverso o olhar e as expectativas que se tem do amor, e que ao mesmo tempo essas versões culminam num anseio universal. É, Marina e suas multifaces. "Tão sensível e tão blasé"...
2. Exato. A própria Clara reflete sobre o quanto Marina sempre foi silenciosamente antenada com as vontades e anseios dela. Inclusive sobre a tal noite nunca falada, ela tinha a impressão de que Marina de alguma forma 'sentia' ou pressentia o que ocorrera. Acho que isso que chamam de amor de fato é o construto do relacionamento em si. As pessoas mudam, logo o relacionamento e a forma de amar também. Quando isso não acontece, temos o exemplo clássico no que aconteceu com a Clara e o Cadu por exemplo, quando ela diz "não é que eu não goste de você, não gosto do jeito que você ficou", ou algo parecido. Marina soube a seu modo entender e apreciar essas mudanças em Clara, mesmo durante a crise na relação, mesmo com suas próprias inseguranças e defeitos pra lidar, assim como Clara entendia que a parceira necessitava dos seus momentos de solidão. De fato são nos piores cenários que as verdadeiras afeições se revelam. E elas, mesmo no olho do furacão, conseguiram manter a essência nesses afetos cotidianos.
3. E não existe mesmo. "Clara e Marina é que precisam estabelecer limites ou simplesmente anulá-los." Adorei essa parte. ;)
4. Confere meu troféu joinha. ;D Boa pergunta. Pensando pelo lado Clara do contexto, ela sabe exatamente a dimensão e o impacto que a relação com o ex-marido tem na Marina. Ela pode se fazer de sonsa e fingir que não (a cara dela fazer isso ahahaha), mas esse é o ponto, a Clara é assim. E ela entende que mesmo que Marina não revelasse em palavras, depois da tal noite, o gradual afastamento dela foi por causa disso. No caso da Marina poderia ocorrer o semelhante SE não tivesse esse grande "se" da, digamos, aguçada sensibilidade da fotógrafa em perceber a real motivação dessa "raiva" e "ciúme" todo da Clara com relação a Diana, que como você bem lembrou compartilha do passado da Marina (talvez não da mesma forma como o Cadu compartilha o da Clara, mas com peso e influência bastante similar). Aí me perguntam: mas a Marina não sentiria ciúmes desse possível interesse da Clara pela Diana? Se ela sente do Cadu? Novamente, são contextos diferentes, a meu ver. O que Diana representa pra Marina em termos de relacionamento e cumplicidade é algo diferente do que Clara e Cadu compartilharam. O relacionamento delas foi muito mais cheio de nuances, digamos assim. E foi algo dessas nuances que Marina percebeu florescer em Clara a partir da chegada de Diana. Nesse caso, eu poderia resumir esse algo como a ideia do amor sem posse. Muito embora as ações das personagens possam me contradizer nesse ponto. Mas não era disso que Marina falava com Diana? De temermos vermos nossos defeitos e contradições e paradoxos espelhados em quem amamos? Acho que a própria Marina veio mudando também ao longo desses dois anos, e esse temor se transformou em conhecimento. De si e de Clara. Ou... talvez a nossa fotógrafa favorita só goste mesmo de colocar lenha diplomático na fogueira. ahahaha =P
5. Se era a Raquel? "Acertou em cheio". ;) O pai da Diana é um homem... perigoso. Ele e Cécile são a causa maior desse mistério em torno da Diana, sim. A ideia que passa é que ela tenta protegê-la de alguma coisa, então... Tenho a impressão que Don Diogo é um dos que sabem bem dessa estória também, até mais que Marina. Roseline será brevemente introduzida. Quantos capítulos? Acho que um final já está se delineando. ;)
6. Teste de competência? Ou talvez seja também pra fisgar a Clara num outro território que ela sabe que domina, os negócios. Hm. Vamos ver.
7. Sim. É de partir o coração... Concordo quando diz que Vanessa demorou a enxergar Flávia pelo que era não era (Marina). Até colocando aquelas dúvidas do Cadu para Marina, se é possível amar duas pessoas ao mesmo tempo, ou se se ama de verdade apenas uma vez na vida... Acho que foi aí onde Vanessa se atrapalhou. E Flavinha cansou de esperar. Também não gostei da forma como Vanessa foi caricaturada na novela. Talvez se tivessem explorado essa relação específica dela com a Flavinha, aí sim o drama dela fosse mais crível. Diana, Diana... Todas as suspeitas sempre recaem sobre as intenções da diaba francesa. ahahaha' =X

E eu agradeço pela sua atenção de sempre. =) Beijão e abraços!
Ps: ahahahaha' confesso que essa imagem mental me fez rir também. Imagina, só imagina essa cena... ahahahaha' Lol

D
Dona Brunna
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O que mais gostei:

Olha você de volta, que coisa mais linda! Nossa esse capítulo foi grande! Só tenho exclamações pra você nesse momento, então lá vai mais um. Finalmente Clara e Marina se acertaram!! Não tava
O que acho que pode melhorar:

Você aparecer com mais frequência, amor. Não nos deixe ansiosos e tensos assim!

Barda
Barda Autor

Ah, eu tento. Mas sabe como é, a vida acontece... U_U

Sim, elas estão mais afinadas do que nunca. ;)

Seu comentário foi cortado? ahahah' Acho que sim.

Beijão e que a próxima seja mais próxima!

m

Capitulo graaaaaande, mas já faz falta 😍

Ainda to tentando entender a Diana kkkkk

Barda
Barda Autor

Eita, bom saber! ;D

Diana, Diana... Faz assim, pergunta pra Raquel, acho que ela deve tá por dentro (ahem!) da Diana melhor que eu. =D