Comentários em “Perchance”: “Labirinto I”

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Efetivamente, efetivamente, efetivamente.... A Flavinha pode ter demonstrado o seu desejo pela Diana, mas ela é inocente até que se prove o contrário. Até agora não há elementos concretos que indiquem estar acontecendo algo entre as duas. A Flavinha pode muito bem estar indecisa entre ceder a "tentação" e a fidelidade a Vanessa.... Especulações, até que você nos prove o contrário. Adorei "por nenhuma razão em particular, ou talvez porque lhe sobrassem as razões erradas" linda essa construção. Ai esses labirintos, esses caminhos tortuosos... Interessantíssimo esse flashback sobre a Diana e a Marina! E depois você nos perde tão maravilhosamente nesses túneis presente-passado. Quanto drama envolvido... A Clara constantemente uma figura passiva. A quem estaria ela se referindo no "eu te amo mas não posso mudar isso"? Cadu ou Marina? Eu voto na Marina.
Ps1: sério que você achou a música a cara da Diana?! Eu sei que os personagens são seus, e consequentemente quem melhor do que vc para falar sobre eles, mas ainda assim me atrevo a discordar e dizer que pra mim party girl é a Marina e ninguém tira esse posto dela! Humm... talvez menos a Marina de agora,machucada e de certa forma fragilizada, mas principalmente a Marina sedutora e devastadora do inicio. A Diana me parece calculista e fria, apesar de tudo o que vc vai dizer pra mim ela nao se entrega de verdade ao sentimento; enquanto que a party girl nao, ela vive, ela seduz, mas ela também pode se apaixonar (creio eu). Enfim, eu sou #TeamMarina como vc bem pode perceber.
Barda
Barda Autor

Hm, todos são inocentes até que se prove o contrário... ou até depois. ahahah' ;) Sim, de fato não há evidência quanto a isso fora alguma insinuação ou outra no último flashback, mas, hm... num capítulo anterior aí que não lembro agora (rá!), ficou algo no ar... que pode alterar essa sua percepção drasticamente. Ou não. =D Grata por notar. Yep, até eu fiquei meio zoneada com Labirinto I. xD Diana e Marina, passado e presente, agora ficou mais claro, não é? Eu diria que, nesse sentido, a Clara é o Yin da trama na maior parte do tempo, sim. Ela espera que girem a roleta por ela, e quando é ela a girar... ahaha' Melhor nem comentar. Ah, ali suponho que ela (na confusão que é sua mente) se referiu, como uma leitora já até mencionou, as três pessoas mais significantes na vida dela. Ivan, Marina, e Cadu. Dá uma olhada no review da Cacau e veja se bate com a sua interpretação da cena. ;)

Ps1: ahahaha' sabia que iria associar a Marina, e saiba que também sou Team Marina desde criancinha. xD Mas deixa te contar um segredo sobre a Diana: eu a vejo, na trama, como um 'alter ego' da nossa fotógrafa favorita. Exatamente daquela velha Marina, a caçadora, matadora, que foi se perdendo ao longo da trama. E sim, nesse ponto a Diana é mais fria e calculista, na sedução ela se entrega de corpo e alma, já quanto ao sentimento... talvez só com a Marina tenha havido essa conexão mais profunda, não é a toa que ela voltou ao Brasil e resolveu ficar. Você, eu, a Clara, Diana, e mais meio mundo é Team Marina! ahahaha' ;) Ela é unanimidade, mesmo.

Melisa

Im back on track xD you know... El afan de la vida... Pero creo que no te he hecho falta :p Now... You only feed my hate for Clara and I think I like Diana a bit hahaha after reading this episode I was really angry about all that situation with Clara and Cadu, belive me, when I was reading I could see in my mind Clara's face when she saw Cadu without tshirt, aaaah Claaara!! you dont have any idea how much I hate her, I wanna slap her hahaha I know... I know... its only a fanfic but I cant handle this feeling for her xD and you can tell me, If you hate so much her then dont read anymore the story, nononono I cant do that because I looooove the way you write and I love the course that the story is taking.. Maybe Im starting to understand a little bit the way you write because in this episode I was not so lost like in the others =p but Im a little bit confused about something, at the end Clara says... “Eu te amo, mas não posso mudar... isso” She was with Ivan but you know, all is possible with Clara, so... she was thinking about who? Ivan? but you cant really change the love for a son, Cadu? or Marina? the love that you feel for your partner that maybe can change, your Clara has still feelings for Cadu, I mean, romantics feelings? maybe I can sound silly with this questions but maybe I cant ask or explain myself to tell you exactly what I wanna know or which are my doubts. Thank you a lot for your time and thank you for this great episode, its getting interesting, you are the BEST! hugs linda.

Barda
Barda Autor

Yay! ^-^ Mas é claro que senti sua falta, não seja boba. U_U ahaha' Always a pleasure to read you. ;) Oh? Poor Clara. ahaha' But, well, that's the thing she does, you know? I also love to hate and hate to love her. xD Ah, Diana, Diana... she's another matter, hm? "I could see in my mind Clara's face when she saw Cadu without shirt, aaah Clara!!" Oh Gosh, I'm laughing so hard. hahaha' That's exactly the type of effect that Clara causes on me, period. She's so infuriating, I totally understand you 'cause I sometimes wanted to slap her too, when she'd go with all those looks and touches whenever Cadu was near her, even after she assumed her relationship with Marina.Damn... Fine, I'm okay now. U_U ahaha' Oh, no. You better keep reading. I know you love her, deep deep inside you love her, admit it. xD ahaha' Yeah, but you think this path will lead us to a place where everybody would feel cozy and warm? Hm. About that particular line, and since you mentioned Cacau's perspective before, what do you think about her interpretation of this scene? Ah, never silly. I truly like to know what the readers feel and think about the story. =) And I thank you for your attention and kind words. Hugs and kisses, guapa! ;)

C

Uau!!!

Agora começo a enxergar a luz no fim desse túnel obscuro. Estou fascinada pela sua mente criativa e inteligente, Barda.

Finalmente entendi a interação Diana/Marina. Essa viagem que Marina fez com os pais à Suiça deve ter gerado muitas lembranças para ela. Talvez o primeiro encontro com Diana tenha sido os últimos momentos felizes com sua mãe antes de morrer. Nunca teria imaginado que ambas haviam vivido como "irmãs" durante a puberdade/adolescência de Marina (que ideia genial, Barda, parabéns). A perda da mãe (Marina) e a separação dos pais da Diana devem ter aproximado as duas pelo sofrimento e solidão que sentiram nesse período da vida e uma deve ter sido para outra a mão estendida, a escada que as tirou de seu buraco. Marina,seduzida em tão tenra idade por Diana, deve ter buscado e encontrado na francesa (Capítulo 8 - Que desde que ela havia morrido, sentia-se assim, deslocada num mundo de encaixes imperfeitos. Passara a juventude tentando se encontrar enquanto se perdia nas curvas sinuosas de outros corpos, nos vãos escuros de mentes tão quebradas quanto a dela) aquilo que o vazio que a morte da mãe causou em sua vida. Agora, não consegui decifrar o que Marina representou para a mente de Diana -"tão quebrada quanto a dela" - nessa época. Já foi delineado pelo texto que a vida de Diana não foi somente flores e acredito que Marina também representou uma tábua de salvação para ela também.

Sobre a crise amorosa que Diana plantou na relação de Flavinha e Vanessa, só me mostra como Diana tornou-se uma pessoa quebrada, incapaz de respeitar sentimentos alheios, aceitar respostas negativas, contrárias ao seu querer. As suas ações me levam a pensar que Diana (talvez pela separação dos pais de forma traumática para ela) não acredita em relações monogâmicas, em fidelidade. Talvez não acredite em amor? Apesar que, como ela mesma já frisou, a relação dela com Marina parece ter sentimento, não acredito que um amor tão grande do que aquele de Marina e Clara, mas que rola sentimento profundo entre elas, rola sim. Mas até que ponto o sentimento de Marina por Diana pode competir com o sentimento de Marina por Clara, é uma incógnita.

Bom, agora não sei exatamente qual é a real intenção de Diana. Dá pra perceber que ela é uma player. Gosta de atiçar, seduzir, corromper as pessoas. Mas até onde essa brincadeira é apenas uma brincadeira em se tratando de Marina, aí não sei. Só acho que, se Clara for realmente sincera com Marina e expressar todas as suas inseguranças, medos e dúvidas nessa conversa que demorou tanto a acontecer, sinto que Marina sairá da situação de espectadora, ou melhor, de colocar mais lenha na fogueira que esquenta, queima e incendeia esse jogo entre Diana e Clara, e se tornará parceira da mulher que ama no jogo como é parceira de Clara na vida.

E, por fim, li que muitos parceiros meus de leitura ficaram irrequietos e confusos com as frases de Clara: "Nada vai mudar isso", "Nada vai mudar..." e "Eu te amo, mas não posso mudar... isso". Bom, no meu entendimento, Clara quis dizer coisas diferentes para as três frases. Quis dizer que Ivan sempre será seu filho e nada, nem mesmo Marina poderá mudar isso. Depois, com o rosto da fotógrafa na sua mente, quis se consolar em virtude da suposta ameaça que esse reencontro de Diana e Marina a afligiu (nada vai mudar... na relação dela com Marina). E, por fim, Clara sabe que, apesar de todo o amor que tem por Marina, ela não pode mudar o fato de ser a mãe de Ivan e, em virtude disso, não pode mudar o fato de ter que manter Cadu em sua vida e todas as consequências que isso acarreta na sua vida e na sua relação com Marina.

Labirinto II, cadê você? Eu venho aqui todo dia só pra te ver!!! rsrs

Na agoniante espera de sempre, Barda. Melhor fic que já li. Um abraço e obrigada pelas emoções.

P.S. "Uma mistura de suor e chuva fazia o torso largo dele brilhar na pouca luz do ambiente e Clara se sentiu estranhamente forçada a desviar o olhar da visão familiar". Clara, Clara... Me recuso a acreditar que esse sentimento estranho seja atração pelo seu ex. Vou dar crédito a você e traduzir esse seu desconforto perante um Cadu sem camisa como uma constatação de que essa situação, outrora comum e familiar, não te pertence mais, não se encaixa mais na sua vida, não representa seu encaixe perfeito. Não me decepcione, mulher!

Barda
Barda Autor

Opa, alguma luz chegando... Ah, agradeço a gentileza. =) Sobre Marina/Diana. De fato, como havia ficado implícito e arejado nos capítulos anteriores, a relação delas tem um fundo bem carnal e emotivo, sim. Por isso Clara se sente tão ameaçada pela francesa, diferente da forma até desdenhosa com que ela tratava Marina/Vanessa.

Sua análise desse passado delas, e especialmente do lado Marina da equação, é, novamente, bastante sensível e perspicaz. Já sobre o lado da Diana, o próprio texto deixa isso meio que perdido na "mente gelada" dela, até agora pouco aproximei o emocional da Diana na trama justamente por isso, o que acaba enfatizando a frieza e o maquiavelismo dela. Mas pretendo lançar um pouco mais de luz sobre isso mais a frente...

Ah, sobre Vanessa/Diana/Flavinha. Rolou uma tensão ali, com certeza. Até deixei algo implícito num capítulo anterior aí, e alguma coisa ficou no ar nesse último flashback, mas... vamos esperar pra ver o que isso reversa. De fato, essa é a Diana, e até arrisco dizer que ela só acredita no amor com relação a uma pessoa, aquela por quem ela nunca fez questão de esconder sua devoção... E aí voltamos pra Clara. Se há como mensurar o que Marina sente por uma e pela outra? Não sei, penso que são coisas diferentes. Totalmente diferentes. Clara, com toda sua dificuldade em se definir, talvez até porque tema ser "clara" demais, acabou por não sendo essa parceira pra Marina, e Marina por sua vez, se retraiu, e com a reaparição de Diana meio que se abrigou na sombra dela vivendo em negação por todo esse tempo, também por medo do que essa conversa com a companheira poderia revelar... Mas deixemos a estória nos contar mais sobre isso.

Ah, Cacau... Lá vem você de novo sendo sensível e perspicaz ao extremo. Perfeita sua leitura dessas três frases confusas (de praxe) da Clara! Ivan, Marina, e Cadu. As três pessoas mais significantes na vida dela. O laço com o filho que não se move, não se altera, é imutável. Com sua companheira, ela começava a temer que mudasse pela reaparição daquela face do desconhecido (não teria sido o rosto da 'Mecenas de Nantes' que a assombrou ali?), já o ex-marido e pai do filho dela, que ao que parece ainda nutria sentimentos pela Clara (lembra daquela conversa entre Chica e Cadu nos capítulos finais da novela?) querendo ou não vai ser sempre uma sombra refletida no menino e que estará "entre elas" para a vida toda (por isso aquele silêncio sobre o Ivan mencionado anteriormente).

Labirinto II está em processo. =D Agradeço o carinho que tens pela estória e o tempo que tomas para se aventurar nessa comigo.

Ps: ahahaha' trecho polêmico, esse. Hm, eu diria que é em grande parte isso que você disse. Mas também não descarto a possibilidade de ela ter sentido alguma coisinha ali, pelo menos fisicamente. Ora, passaram dez anos casados. E, pelo que vi do final da novela, ainda ficou aquele pontinho de interrogação entre Clara e Cadu. Não esqueço aquela conversa deles no Galpão, a do fim do casamento. Cadu tomou a iniciativa da separação, porque pela Clara, ele ainda estaria morando com ela mesmo ela estando de rolo com a Marina (palavras dela), err... complicado. Teve ainda aquele telefonema onde ela toda serelepe o chama de 'amor', sempre toda cheia de dedos pra cima dele... Tá, parei de semear a discórdia. =D

Beijão e até o próximo capítulo! ^-^

carolcereser19

É Barba...vc fez jus ao nome capítulo. rsrsr

E olha q curioso: "Já estava anoitecendo e o Sol já sumia deixando um céu de cor rosada, e me encontrava ainda na areia de frente para aquele mar... agora, eu mal enxergava a extensão dele, só via mesmo aquelas ondinhas até calmas e sentia uma brisa gostosa, foi até possível voar no tempo, imaginar...sonhar. E ao abrir os olhos encontrei uma escuridão..., nem sequer eu conseguia ver o mar, mas podia ouvir com clareza o som das ondas. Resolvo me aproximar um pouco, eu ansiava ao menos sentir, já q não podia ver com clareza...e mergulho. Não havia ondas grandes, nada q fosse turbulento de fato. Quando volto para a superfície percebo q nas águas banhavam um meio círculo luminoso e ao olhar para cima, vejo aquela lua, q junto das estrelas deixavam o q a pouco para mim era só escuridão, mais... lindo, harmonioso e de certa forma claro (ainda q não tão luminoso como o Sol...) tudo a minha volta." Foi toda a minha sensação, metaforicamente é claro, ao ler este capítulo.

Diana...Diana... não sei mais se eu a odeio ou se até certo ponto eu a amo... Esse capítulo abalou minhas concepções a respeito dela. Como as aparências enganam, né? Lógico q ainda temo os passos q ela dá e q ela de fato pode ser capaz de ameçar o futuro de Clarina, mas...nunca imaginei o quão ela foi importante para a Marina e vice-versa. E como eu ansiava por descobrir o passado delas, apesar de desconfiar q o q foi mostrado trata-se apenas da ponta do iceberg...

Parece mesmo q a Clarinha está cumprindo a palavra dela...e o q deu a entender é q ela estava descortinando para a fotógrafa todas as recordações q tem daquela tarde/noite. E o interessante é q neste dia chuvoso, foi o mesmo dia q descobrio pela Vanessa um pouco da relação vivida entre a Diana e a Marina no passado.

E sempre fico boba com a sua criatividade... Papi Meirelles e a mami francesa? Marina e Diana tipo irmãs...o q não impediu a francesa de ser a primeira da fotógrafa ainda q às escondidas... Mas na verdade, o q me fascinou foi saber q quando a mãe Meirelles morreu, a Marina encontarva-se perdida...vazia, e foi justamente a de olhos azuis q preencheu, de certa forma, esse vazio. Bom, ela recebeu todo um apoio, conforto e descobrio um "mundo novo". Mas como a vida sempre "prega peças",a mãe Grimaud partiu dessa para outra melhor, foi o fator q deveria aproximar mais as duas, com a Marina dando todo o suporte, só q acontece o imprevisível...a separação. E todo aquele sentimento tornou-se latente em amabas...uma vez forte, torna-se inesquecível?

Clara ao despertar: "Olhou para o lado. Marina não estva mais lá, e isso estava acontecendo cada vez mais frequentemente desde...aquela noite." Acho q finalmente essa frase está fazendo mais sentido agora :D

Um final de semana maravilhoso em Angra...estavam bem, ao q tudo indica. Até q a Marina recebe uma ligação internacional, hm...vejo uma luzinha vermelha piscando em alerta. rsrsrs E então, a fotógrafa (na tarde daquele mesmo dia) vai de encontro a Diana (será?) e promete voltar na hora do jantar. A dona de casa logo tem um pressentimento ruim em relação a isso. E não deu outra...a sua esposa fura o jantar. "Suspirou angustiada, não sabendo por que se sentia assim, tão perdida, sozinha." E ao q parece é aí q entra o Cadu nesta história. Razão primeira: o filho doente.

E então, lá em "Miragem" estava escrito: "Talvez aquela noite tenha despertado algo dentro dela...". Q "algo" foi esse? Espero q não tenha a ver com a visão q teve de seu ex-marido sem camisa...rsrsrsrsrs

Bom, estou ansiosa como sempre por mais, e este capítulo pede continuação...ainda há muitas intrigas nesta minha cabecinha...

E ah.. não tem como não te amar Barba! De longe, Perchance trata-se da minha fic predileta. "Amo muito tudo isso!" rsrs

Bjos e até ;)

Barda
Barda Autor

Né? Deu um perdido no pessoal, parece... xD

Ah, belíssima sua descrição... Fiquei maravilhada. Percebo que tens uma fascinação pelo mar, pelos oceanos da vida. Bom que Perchance te desperta essa visão, pelo menos para mim, tão única. Obrigada por me deixar saber disso.

Dizem que o contrário do amor não é o ódio, mas a indiferença. O ódio extremo por algo ou alguém geralmente oculta outros sentimentos, outras tendências... Nesse sentido, acho que estamos aprendendo um pouquinho mais disso com a relação Clara/Diana, e possivelmente... ah, deixa pra lá. xD Sim, essa ameaça ao futuro delas foi percebida de imediato pela Clara, mesmo antes de ela ver essa ponta do iceberg se aproximando pelo relato da Vanessa. O telefonema, a reação de Marina, foi o suficiente para balançá-la de uma forma que nunca antes havia sido com relação ao sentimento e devoção de Marina por ela.

Clara está cumprindo com sua palavra, de fato. E ali, veja que coisa, acontecendo tudo de uma vez, só para tirá-la dos eixos... Tudo está desarmoniosamente perfeito como ela reflete, aí o telefonema, curva brusca da montanha russa que até então estava calma. Marina viaja, e já no dia seguinte ela descobre sobre o passado com a tal 'Mecenas de Nantes', mesmo dia em que Marina devia retornar para o jantar e por algum motivo não o faz. Hm...

Exato. E acredito que ali é o grande vácuo da relação Marina/Diana, quando a francesa precisa partir depois da morte da mãe dela. Se ela amava tanto Marina por que não ficou? Não deu um jeito de manter contato? Foi tudo pelos negócios da família? Penso que o efeito que a perda da mãe causou em Marina foi totalmente o reverso do efeito que o mesmo causou em Diana, e ali entre a figura obscura do pai da francesa... Mas essa é a parte submersa do iceberg, como você mencionou. E não sei se me permitirei explorar esse outro pano de fundo da estória...

Sim, a reaparição definitiva da Diana, logo depois desse tal deslize da Clara, é um dos motivos dessa ausência crescente da Marina no quarto. A fotógrafa encontra na sombra da Diana (de novo) um lugar para viver em negação, escondendo-se ali do que havia visto (o tal beijo na frente do prédio), e depois do que a sua "sensibilidade aguçada" havia provado no corpo da companheira...

Sim, a luzinha vermelha que me falaste. A que Vanessa também viu... Alerta, alerta, alerta. Exatamente. Foi uma reação em cadeia. Aleatoriedades do destino? Talvez.

Ah, será? ahahaha' Clara é (a Clara nebulosamente descrita pelo Maneco) uma bissexual confusa e noviça. Nunca antes havia estado com uma mulher, e foi logo cair por uma feito a Marina (!), e acredito que o Cadu foi dos poucos homens (se não o único) com quem se relacionou seriamente. Dez anos, né? Precisa de muita "familiaridade" pra manter uma relação tão duradoura... ahahah' Não descarto essa e outras possibilidades também, como um certo desconforto com o fato de o Cadu, como pai do filho dela, ser aquela sombra na sua vida com Marina, querendo ou não.

Engraçado, já é a segunda ou terceira vez que me chamas "Barba", estou começando a gostar do apelido (intencional ou não ahahah').

E eu agradeço seu carinho e atenção com a estória, sempre. Beijão e até breve! ^-^

Emily White

Voltei! (muito brevemente, só pra dar um sinal de vida e dizer que estou lendo, só não estou comentando por falta de tempo...que triste)

E por falta de tempo não lhe escreverei um comentário imenso (apesar de que você realmente merece!) dizendo todos os aspectos que gostei ou me chamaram a atenção, mas farei um apanhado de um ou dois pontos que eu for me lembrando neste exato momento:

Sempre que a Marina se deixa levar em algum momento de entrega, mesmo que pequeno, eu me derreto junto com ela (por exemplo: na cena em que a Clara a abraça por trás e ela encolhe o corpo de encontro ao da Clara). Acho bonito o sentimento e a cena que me vem à cabeça quando imagino essa cena de entrega, de segurança insegura e carinho que as circunda nesse momento. Assim como tbm gostei do fato de você finalmente ter começado a conduzir a conversa das duas!!!! (tava na horaaaaa)

Outra coisa que me vem a cabeça agora é a Diana, mas eu realmente não tenho muito a falar sobre ela. As características que a compõe, como por exemplo a capacidade de manipulação/articulação de planos, não me atraem muito. Acho interessante, mas não consigo enxergar esse "dom" ou "poder" como uma qualidade. Porém, apoio o desenvolvimento da personagem para que possamos entender melhor todo esse vinculo que ela e a Marina ainda parecem possuir, mesmo que através de um passado um pouco distante e conturbado.

Te deixo esse recado que se tomou um tamanho mediano e peço-lhe encarecidamente a continuidade dessa estória!!! #Clarina

Barda
Barda Autor

Hey you! ^-^ Tá, vamos lá.

Sim, Marina sempre tem esse momentos fofos, né? Mostra uma certa fragilidade até nesse aspecto, "acho que preciso que cuidem de mim", ela disse algo parecido uma vez pra Clara.

Ah, sim. O tão esperado momento. Tinha que ficar mais pro final, né? xD Essa conversa vai render...

Diana. Tem os que são indiferentes a ela, outros já a querem morta mortinha da silva, alguns chegam a simpatizar, uns até a amar. Como você diz mesmo, ela é umas das que antagonizam, é quem movimenta a fase casada de Clarina, por assim dizer. Então vale o tiro no escuro. ;)

Ah, sim. Perchance só acabará quando... terminar. =D E obrigada!

Sofs

Nossa... Amanhã leio o novo capítulo ✌

Barda
Barda Autor

Yup. ;)