Li a nota, resolvi olhar de relance e zerei minhas chances de dormir pelas poucas horas que ainda me sobravam. Mas bom, não posso dizer que tu não avisou.
“[...] como todo bom, porém inexperiente oponente, a mulher acabava por cantar sua jogada em certas rodadas”.
Infelizmente pra Clara, além da falta de experiência no jogo, ela ainda possui aquela transparência toda, que permite que qualquer olhar um pouco mais aprofundado capte a dissintonia entre o que ela transmite e o que está realmente sentindo. Essa “incapacidade de mentir” que antes a serviu de encanto para Marina, agora a deixa aleijada nesta batalha.
Além disso, devido à inexperiência, Clara jamais será capaz de mensurar realisticamente o poder de Diana, ela jamais conseguirá uma leitura tão acurada da rival quanto a que esta tem sobre ela. E, na minha opinião, a maior sacada de Diana é essa de que a Clara realmente acredita que a devoção da Marina tem todo esse poder protetor, encontrando conforto ao se esconder atrás de um escudo utópico. A falsa sensação de proteção apenas tornando-a ainda mais vulnerável às investidas da francesa.
Não acho que Diana subestime Clara, porque ela claramente a respeita como rival, além reconhecer seus feitos sobre Marina e admirara-la por isso. Obviamente não sei o que ela planeja como seu xeque-mate, mas não prevejo algo desmedido, de forma que, assim como a francesa, já a considero praticamente a vencedora desta batalha.
Masporémnoentantotodaviacontudo, talvez ela esteja focando demais em Clara e desconsiderando que a Marina, sim, é dotada desta visão que falta à esposa (quão irônico). Ela, sim, conhece o jogo e o alcance de uma jogadora ao nível de Diana. Ela pode parecer indiferente à guerra das duas mulheres, quem sabe até divertindo-se um pouco. Mas ela saberáreconhecer manipulações e, acima de tudo, saberá se posicionar.
Este pode ser seu maior e talvez único erro.
(Mas eu também posso estar apenas me protegendo naquele grande escudo ao lado da Clara..)
Ok, chega! Fico um cap sem comentar e volto com a bíblia. Desculpa pela montoeira de suposições, mas não dormir me deixa falante assim. Poderia seguir manhã adentro..
Ansiosa por mais, como sempre. Capítulos, respostas, notas... qualquer coisa tua. Meus breaks diários agora se resumem a procurar sinais teus de fumaça (:
O que mais gostei:
Ah, Diana... Me inspirou até a dividir meus pensamentos tortos.
Olha, olha... Você fez uma leitura magistral dessa relação Diana/Clara.
Eu acrescentaria nesse seu mosaico aí uma única pecinha quebrada: Diana moldou grande parte dessa persona sedutora da Marina, ela conhece os reveses e os avessos da fotógrafa, sempre foi fascinada, apaixonada por ela, mas... Marina trocou a fechadura daquela porta que Diana tem a chave. E a quem ela deu a chave nova? ;)
Ah, eu adoro suas suposições! Não tem motivo algum para não dar voz a elas. =)
Tente dormir, mulher! Não faça como essa barda aqui. xD
Eu não tenho palavras para descrever meu sentimento pela Diana, ou melhor, prefiro não usá-las rs. Agora, eu quero ver até onde a Marina vai levar esse jogo delas, até onde ela vai deixar a Diana chegar. O capítulo anterior foi lindo, não tive oportunidade de comentar,mas foi uma reconexão bonita entre elas, só não sei se foi o suficiente para ser duradoura. O que me da agonia é essa história mal resolvidan, sem uma conversa que não sei se virá. Acho que sua nota de 'não olhe' foi um pouco tarde demais, deveria ter vindo no primeiro capítulo! E você é difícil de encontrar!
Diana desperta reações fortes, isso é certo. haha Marina, Marina... Na verdade acho que todas elas se divertem um pouco com tudo isso, será? =O Sim, foi uma reconexão definitiva, o sinal está lá, só que sempre têm aquelas interferências invisíveis... assim como existem cachorros invisíveis, e... é! =D Histórias mal resolvidas são um problema, mesmo, hm... Mas acho que alguém vai dar um jeito nisso... Ah, é o "não olhe", foi mal! xD Sério? Ah, mas já resolvo isso. ;)
Ah, sempre pode piorar... ou melhorar. =D Se segura aí no seu medo que às vezes ele pode até te livrar. ;D
G
Gigi07
Realmente não era pra olhar mesmo kkkkkk Ai que raiva da Diana!!! Ah mas estou cada vez mais apaixonada pela maneira que vc escreve ♥333 Continua que tá lindo!!! Parabéns por mais um capítulo maravilhoso!!!
>>> Com duas jogadoras de alto nível assim, o jogo será maravilhoso. Diana e Marina, ah poderosas! Não é novidade que sou apaixonado por sua versão da fotógrafa, mas nesse capítulo a francesa arrebatou meu coração.Gostei dessas descrições da personagem, cena ótima essa da cozinha. Tadinha da Sonia, também ficaria tão perturbado quanto ela.
>>> Clarinha, Clarinha, seu deslize está custando ainda mais caro que imaginava.
>>> Não pare, Barda, essa roleta está deveras interessante. Falei do "final feliz" num comentário anterior e, depois desse capítulo, estou refletindo sobre a resposta que me deste, mas o que é um "final feliz"?
Ainda sem as respostas e possivelmente nunca virão, mas não importa. A jornada interessa mais que o destino no seu texto (acho eu)
O que mais gostei:
Diana maravilhosa
O que acho que pode melhorar:
frequência nos capítulos, a melhor fic deixar a gente esperando assim? sua cruel!
Marina? Sabe jogar, sim. Diana? Ah, essa inventou o jogo. Clara? Vai ter que ter todo esse jogo na cintura, bem regradinho, pra aguentar o tranco com essas duas. ;) E a Soninha... Eu tô ficando com dó, muita dó dela. Imagina, cercada por essas diabas todas? Haja sinal da cruz! =D
Sim, minha pergunta te instigou e isso é bom. A jornada, de fato, é o mais saboroso da vida (e nesse texto). O final dela será o resultado de tudo aquilo que deixarmos ou não de apreciar pelo caminho... Espero que aquelas diabas saibam disso.
D
Dona Brunna
.
O que mais gostei: Pois é, eu e minha teimosia insana kkkk Minha cara, Perchance já faz parte de mim. Essa droga intrigante e lasciva
Resolvi ignorar seu aviso e olhei, vi, li e gostei do que li! Fugindo da opinião geral, gosto bastante da Diana. Estratega, colérica e sedutora, realmente sempre foi assim que a vi. Gosto que ela não seja de conhecimento fácil, da forma como você molda a sua personalidade, sinuosa, insidiosa, quase imperceptível.
Mas quem pode condenar alguém por amar demais? Por não conseguir escapar às suas raízes? Para mim, a Diana que "conheci" tem muitos pontos em comum com a Marina. Ambas são intensas, demoniacamente sedutoras, manipuladoras e únicas.
Se o amor que a Clara e Marina sentem será o suficiente para afastar a sombra da silhueta da francesa, se à Clara bastará apenas essa sua luz, tenho o meu entendimento, mas vou esperar para ver. Infelizmente, o amor, de per si, não é tudo, não é ele o "encaixe perfeito"...
Mas, o mais importante não é o fim, mas o caminho. E Perchance tem-se tornado num longo, tortuoso, mas doce e imperativo caminho para mim.
Confio o suficiente na moldura das suas palavras para dizer com convicção que quem escreve assim, tem uma alma linda.
Parabéns! Merece um abraço por tudo o que me fez (re)encontrar e sentir, tudo o que também eu já tinha esquecido, tudo o que (me) estava latente! E latente ficou também essa sensação de abismo em mim. Essa angústia que só a arte da palavra escrita me faz sentir...
Esta portuguesa, também muitas vezes colérica, aguarda ansiosamente o próximo capítulo...
Que fascinante você pensar assim também... Diana é realmente um coringa aí. E sim, ela ama demais, ama com uma intensidade que vibra assim como você disse, sob a superfície, tortuosamente. E quando esse vulcão entrar em erupção? Ai de nós! "Ambas são intensas, demoniacamente sedutoras, manipuladoras e únicas." Exatamente! Diana é mestra nisso, Marina foi sua pupila. E há aqueles aprendizes que superam seus mestres... Ah, se Clara soubesse o poder que tem... E realmente, o amor não é o "encaixe perfeito", nesse caso é a cola que une, a tesoura que apara as arestas.
Se tenho uma alma linda, não sei, mas ela fica deveras feliz em saber que Perchance te desperta assim, muito mesmo.
Esse abismo ficará latente em você assim como está na minha escrita, porque ainda temos o que olhar nele.
E essa portuguesa, muitas vezes colérica, pode esperar por isso. ;)
E o frio na barriga voltou! Ora, ora... isso é Perchance! Adoro (menos esta Diana, rsrsrs)!
Esfria pra depois esquentar... ;)
Essa Diana é uma puta. Continua logooooo
Ah, se toda P*** fosse uma Diana... *suspira*
Li a nota, resolvi olhar de relance e zerei minhas chances de dormir pelas poucas horas que ainda me sobravam. Mas bom, não posso dizer que tu não avisou.
“[...] como todo bom, porém inexperiente oponente, a mulher acabava por cantar sua jogada em certas rodadas”.
Infelizmente pra Clara, além da falta de experiência no jogo, ela ainda possui aquela transparência toda, que permite que qualquer olhar um pouco mais aprofundado capte a dissintonia entre o que ela transmite e o que está realmente sentindo. Essa “incapacidade de mentir” que antes a serviu de encanto para Marina, agora a deixa aleijada nesta batalha.
Além disso, devido à inexperiência, Clara jamais será capaz de mensurar realisticamente o poder de Diana, ela jamais conseguirá uma leitura tão acurada da rival quanto a que esta tem sobre ela. E, na minha opinião, a maior sacada de Diana é essa de que a Clara realmente acredita que a devoção da Marina tem todo esse poder protetor, encontrando conforto ao se esconder atrás de um escudo utópico. A falsa sensação de proteção apenas tornando-a ainda mais vulnerável às investidas da francesa.
Não acho que Diana subestime Clara, porque ela claramente a respeita como rival, além reconhecer seus feitos sobre Marina e admirara-la por isso. Obviamente não sei o que ela planeja como seu xeque-mate, mas não prevejo algo desmedido, de forma que, assim como a francesa, já a considero praticamente a vencedora desta batalha.
Masporémnoentantotodaviacontudo, talvez ela esteja focando demais em Clara e desconsiderando que a Marina, sim, é dotada desta visão que falta à esposa (quão irônico). Ela, sim, conhece o jogo e o alcance de uma jogadora ao nível de Diana. Ela pode parecer indiferente à guerra das duas mulheres, quem sabe até divertindo-se um pouco. Mas ela saberáreconhecer manipulações e, acima de tudo, saberá se posicionar.
Este pode ser seu maior e talvez único erro.
(Mas eu também posso estar apenas me protegendo naquele grande escudo ao lado da Clara..)
Ok, chega! Fico um cap sem comentar e volto com a bíblia. Desculpa pela montoeira de suposições, mas não dormir me deixa falante assim. Poderia seguir manhã adentro..
Ansiosa por mais, como sempre. Capítulos, respostas, notas... qualquer coisa tua. Meus breaks diários agora se resumem a procurar sinais teus de fumaça (:
O que mais gostei:
Ah, Diana... Me inspirou até a dividir meus pensamentos tortos.
Olha, olha... Você fez uma leitura magistral dessa relação Diana/Clara.
Eu acrescentaria nesse seu mosaico aí uma única pecinha quebrada: Diana moldou grande parte dessa persona sedutora da Marina, ela conhece os reveses e os avessos da fotógrafa, sempre foi fascinada, apaixonada por ela, mas... Marina trocou a fechadura daquela porta que Diana tem a chave. E a quem ela deu a chave nova? ;)
Ah, eu adoro suas suposições! Não tem motivo algum para não dar voz a elas. =)
Tente dormir, mulher! Não faça como essa barda aqui. xD
Mais sinais de fumaça pra você, então... ;)
Feliz em saber disso. ^-^
Diana desperta reações fortes, isso é certo. haha Marina, Marina... Na verdade acho que todas elas se divertem um pouco com tudo isso, será? =O Sim, foi uma reconexão definitiva, o sinal está lá, só que sempre têm aquelas interferências invisíveis... assim como existem cachorros invisíveis, e... é! =D Histórias mal resolvidas são um problema, mesmo, hm... Mas acho que alguém vai dar um jeito nisso... Ah, é o "não olhe", foi mal! xD Sério? Ah, mas já resolvo isso. ;)
Fiquei com medo de ler kkkkk tava mto bom ne kkkkk Odeio essa vagaba kkkkkkk caraca manoooo po.... aiiin to te esperando hein ate.
Ah, sempre pode piorar... ou melhorar. =D Se segura aí no seu medo que às vezes ele pode até te livrar. ;D
Realmente não era pra olhar mesmo kkkkkk Ai que raiva da Diana!!! Ah mas estou cada vez mais apaixonada pela maneira que vc escreve ♥333 Continua que tá lindo!!! Parabéns por mais um capítulo maravilhoso!!!
Sorry? Nah... ahahaha' xD Obrigada pela força! *-*
>>> Com duas jogadoras de alto nível assim, o jogo será maravilhoso. Diana e Marina, ah poderosas! Não é novidade que sou apaixonado por sua versão da fotógrafa, mas nesse capítulo a francesa arrebatou meu coração.Gostei dessas descrições da personagem, cena ótima essa da cozinha. Tadinha da Sonia, também ficaria tão perturbado quanto ela.
>>> Clarinha, Clarinha, seu deslize está custando ainda mais caro que imaginava.
>>> Não pare, Barda, essa roleta está deveras interessante. Falei do "final feliz" num comentário anterior e, depois desse capítulo, estou refletindo sobre a resposta que me deste, mas o que é um "final feliz"?
Ainda sem as respostas e possivelmente nunca virão, mas não importa. A jornada interessa mais que o destino no seu texto (acho eu)
O que mais gostei:
Diana maravilhosa
O que acho que pode melhorar:
frequência nos capítulos, a melhor fic deixar a gente esperando assim? sua cruel!
Todos os adjetivos cabem na Diana...
Eu? Cruel? Olha que posso ser mais, hein? xD
Marina? Sabe jogar, sim. Diana? Ah, essa inventou o jogo. Clara? Vai ter que ter todo esse jogo na cintura, bem regradinho, pra aguentar o tranco com essas duas. ;) E a Soninha... Eu tô ficando com dó, muita dó dela. Imagina, cercada por essas diabas todas? Haja sinal da cruz! =D
Sim, minha pergunta te instigou e isso é bom. A jornada, de fato, é o mais saboroso da vida (e nesse texto). O final dela será o resultado de tudo aquilo que deixarmos ou não de apreciar pelo caminho... Espero que aquelas diabas saibam disso.
O que mais gostei: Pois é, eu e minha teimosia insana kkkk Minha cara, Perchance já faz parte de mim. Essa droga intrigante e lasciva
Teimosia pode matar, mas e se a morte não for tão ruim quanto pintam? "Essa droga intrigante e lasciva" ... Gostei, gostei muito disso. ;)
Olha, vontade de trucidar essa Diana, na boa!!! Continua logo, p favor!!! Bjos
Noooo! Deixa a Diana trabalhar e maquinar e rebolar... U_U Beijão!
Seu comentário tem rima, será que vai dar Clarina? =O
O que mais gostei: sinto muito mais eu odiei esse cap. Não suporto essa francesa e nem a liberdade q a Marina dá a ela! desnecessário :/
Diana está aí pra isso... o/ E a Marina gosta de um fuá! haha ;)
Resolvi ignorar seu aviso e olhei, vi, li e gostei do que li! Fugindo da opinião geral, gosto bastante da Diana. Estratega, colérica e sedutora, realmente sempre foi assim que a vi. Gosto que ela não seja de conhecimento fácil, da forma como você molda a sua personalidade, sinuosa, insidiosa, quase imperceptível.
Mas quem pode condenar alguém por amar demais? Por não conseguir escapar às suas raízes? Para mim, a Diana que "conheci" tem muitos pontos em comum com a Marina. Ambas são intensas, demoniacamente sedutoras, manipuladoras e únicas.
Se o amor que a Clara e Marina sentem será o suficiente para afastar a sombra da silhueta da francesa, se à Clara bastará apenas essa sua luz, tenho o meu entendimento, mas vou esperar para ver. Infelizmente, o amor, de per si, não é tudo, não é ele o "encaixe perfeito"...
Mas, o mais importante não é o fim, mas o caminho. E Perchance tem-se tornado num longo, tortuoso, mas doce e imperativo caminho para mim.
Confio o suficiente na moldura das suas palavras para dizer com convicção que quem escreve assim, tem uma alma linda.
Parabéns! Merece um abraço por tudo o que me fez (re)encontrar e sentir, tudo o que também eu já tinha esquecido, tudo o que (me) estava latente! E latente ficou também essa sensação de abismo em mim. Essa angústia que só a arte da palavra escrita me faz sentir...
Esta portuguesa, também muitas vezes colérica, aguarda ansiosamente o próximo capítulo...
Que fascinante você pensar assim também... Diana é realmente um coringa aí. E sim, ela ama demais, ama com uma intensidade que vibra assim como você disse, sob a superfície, tortuosamente. E quando esse vulcão entrar em erupção? Ai de nós! "Ambas são intensas, demoniacamente sedutoras, manipuladoras e únicas." Exatamente! Diana é mestra nisso, Marina foi sua pupila. E há aqueles aprendizes que superam seus mestres... Ah, se Clara soubesse o poder que tem... E realmente, o amor não é o "encaixe perfeito", nesse caso é a cola que une, a tesoura que apara as arestas.
Se tenho uma alma linda, não sei, mas ela fica deveras feliz em saber que Perchance te desperta assim, muito mesmo.
Esse abismo ficará latente em você assim como está na minha escrita, porque ainda temos o que olhar nele.
E essa portuguesa, muitas vezes colérica, pode esperar por isso. ;)