Resolvi ignorar seu aviso e olhei, vi, li e gostei do que li! Fugindo da opinião geral, gosto bastante da Diana. Estratega, colérica e sedutora, realmente sempre foi assim que a vi. Gosto que ela não seja de conhecimento fácil, da forma como você molda a sua personalidade, sinuosa, insidiosa, quase imperceptível.
Mas quem pode condenar alguém por amar demais? Por não conseguir escapar às suas raízes? Para mim, a Diana que "conheci" tem muitos pontos em comum com a Marina. Ambas são intensas, demoniacamente sedutoras, manipuladoras e únicas.
Se o amor que a Clara e Marina sentem será o suficiente para afastar a sombra da silhueta da francesa, se à Clara bastará apenas essa sua luz, tenho o meu entendimento, mas vou esperar para ver. Infelizmente, o amor, de per si, não é tudo, não é ele o "encaixe perfeito"...
Mas, o mais importante não é o fim, mas o caminho. E Perchance tem-se tornado num longo, tortuoso, mas doce e imperativo caminho para mim.
Confio o suficiente na moldura das suas palavras para dizer com convicção que quem escreve assim, tem uma alma linda.
Parabéns! Merece um abraço por tudo o que me fez (re)encontrar e sentir, tudo o que também eu já tinha esquecido, tudo o que (me) estava latente! E latente ficou também essa sensação de abismo em mim. Essa angústia que só a arte da palavra escrita me faz sentir...
Esta portuguesa, também muitas vezes colérica, aguarda ansiosamente o próximo capítulo...
Que fascinante você pensar assim também... Diana é realmente um coringa aí. E sim, ela ama demais, ama com uma intensidade que vibra assim como você disse, sob a superfície, tortuosamente. E quando esse vulcão entrar em erupção? Ai de nós! "Ambas são intensas, demoniacamente sedutoras, manipuladoras e únicas." Exatamente! Diana é mestra nisso, Marina foi sua pupila. E há aqueles aprendizes que superam seus mestres... Ah, se Clara soubesse o poder que tem... E realmente, o amor não é o "encaixe perfeito", nesse caso é a cola que une, a tesoura que apara as arestas.
Se tenho uma alma linda, não sei, mas ela fica deveras feliz em saber que Perchance te desperta assim, muito mesmo.
Esse abismo ficará latente em você assim como está na minha escrita, porque ainda temos o que olhar nele.
E essa portuguesa, muitas vezes colérica, pode esperar por isso. ;)
Is incredible this talent that you have to make us asking for more and more, I know that some people want Diana far away from Marina and Clara, I dont hate Diana but I dont like her neither but every piece of this puzzle is there for a reason and Im sure you have Diana there for a reason. Now Im really curios why Marina let Diana to be near of her more than the necesary. You said... volto já, já, so... HURRY UP xD thanks for the time that you take to write every episode and like always, thanks for other great episode, hugs linda.
Oh, it's not me. Marina and Clara, Vanessa and Flavinha and Diana... Women do this to you all! hahaha =D Yeah, I think Diana is not to blame, I mean, Marina is the woman of her life, but... Hm, would you not try and seek her out if you knew you had a chance? If you could reconnect with something or someone very important to you? That's why she's there... I said it, huh? But I'm a joker. ahahahaha' =P And thank you for your support and kind words! Hugs guapa! ;)
Credo, minha pressão subiu, não sei se vou aguentar até o final de Perchance...brincadeirinha !!!! Tenho que ver o final, pô !!!!! Que história senhor !!! Bom, não vou dizer que gosto da Diana, se fosse comigo, acho que já tinha passado fogo nela....mas enfim, ela tá indo pelas "beiradas", e a Clara, fragilizada pelo, sei lá, burrada no passado e a falta de experiência, vai ter que ficar esperta....
Eita, alguém acode! =O haha Vais ver o final, sim. =D Ah, essa francesa é estratega, não dá ponto sem nó. E a Clara tá aprendendo a andar na corda bamba. ;)
Para mim, Diana e Clara podem jogar, duelar, elaborar esquemas, estudar táticas, atacar o oponente ou apenas aguardar a próxima jogada. Mas quem é a dona do jogo é Marina. Os movimentos das duas serão realizados sempre como resposta das atitudes e reações de Marina. No fim, quem dará o xeque mate será Marina. Ela é quem possui o poder de decisão nessa história.
Agora, só não compreendo esse flerte entre Marina e Diana, especialmente depois dos acontecimentos da noite anterior e da manhã.Depois de juras de amor trocadas ela continua dando liberdade para Diana se aproximar perigosamente. Me pergunto se ela faz propositalmente para atingir Clara e diminuir a dor que a suposta traição a fez sentir. Ou se é questão de ego, ou se a atração é forte demais, ou....
Espero que Clara tenha coragem suficiente para questionar Marina e parar de engolir tudo porque Marina precisa se sentir bem e tal. Mesmo com essa nuvem de traição pairando sobre elas, penso que Marina deve se comportar sim como uma pessoa comprometida, e esse negócio de Diana entrar e sair da casa delas, deitar na cama delas são situações que devem ser cortadas. Se quer tratar de negócios,que se reúnam no estúdio, se quer fazer uma visita de amigas, que fique na sala oras...
Por fim, vou acreditar em você, Barda. Ansiosa pro seu "volto já já"...
Bastante interessante o seu ponto de vista... Concordo que há muito nas mãos da Marina, sim. Mas ela está observando, por ora. E eu diria que é uma mistura de tudo isso, ego, retribuição, atração... Diana exerce uma influência forte sobre ela e isso é audível no texto, mas até que ponto Marina se deixara enredar é outra história. Porque ainda é mais audível ainda o amor que ela sente por Clara.
Quanto a essas situações, elas são decorrentes da convivência, mesmo. E eu tenho minhas dúvidas sobre o que está por trás dessas conveniências todas que a francesa tem.
Não acredite, não sou confiável. =D Tá, farei o possível para esquadrinhar a mente dessas diabas. U_U
Ai que injustiça acabar assim, seeeenhorrr hahahaha muito bem escrito, como sempre. mas (mesmo sabendo que obviamente não vaia acontecer), queria ver a diana apanhando um pouco. definitivamente não gosto dela. esperando o próximo (como sempre, como sempre...) ♥
Barda, Barda, impossível não olhar... Algo me diz que Diana não será tão antagonista nessa estória como eu pensava no início, ficou claro que ela é uma jogadora, mas não quer dizer que ela será responsável pelo afastamento de Clara e Marina, talvez seja a causadora da resolução de todos os problemas de confiança e falhas dessas duas. Pelo trecho "E, para tirar a prova, para forçar Clara a sair do seu lugar trancado e seguro de onde ela sempre observara tudo acontecer a seu favor, seria preciso içar velas na mesma exterioridade profundamente transparente e perigosa em que ela navegava.", desconfio que ela virá com artilharia pesada, restará à Clara saber se comportar nessa batalha caso ela queira a sua Marina totalmente sua novamente, sem medo de entregas dos 2 lados. Muitas peças ainda estão soltas, mas talvez o antagonista seja apenas Cadu que, com seu orgulho ferido, pode ter jogado baixo para conseguir ficar com Clara depois do casamento com Marina, pois como você mesma disse "Há traições e traições". Minhas dúvidas para os próximos capítulos se resumem aos motivos de Clara chamar Diana pra sua casa e da(s) recaída(s) com Cadu. Desde que li as notas iniciais do primeiro capítulo sobre não devolução de tempo perdido e escrita por diversão, seguidas de 2 ou 3 capítulos que foram relidos várias vezes para acumular o máximo de informação possível para tentar entender a estória, sabia que não seria tempo perdido, mas sim ganho. Mais uma vez parabéns pela estória e escrita :)
A atração pelo proibido... ;) Ah, sim. Tento dar a Diana esse benefício da dúvida, assim como para as demais. Nada é tão preto no branco quando se trata de relações humanas, não se resume a vilania/heroísmo. E esse seu "talvez" é bem plausível, sim. ;) Diana usa as artilharias mais sofisticadas, a sutileza, a sedução, a estratégia. E essas, sim, podem pesar mais que chumbo grosso. Sim, essas pontas soltas serão aos poucos emendadas, e aí vai chegar esse momento onde o Cadu antagonizará mais abertamente (ou não) que a Diana. O próximo capítulo responderá uma delas, isso é certo. =D Feliz em saber que considera essa loucura que é Perchance um ganho, e eu agradeço sua atenção com a estória. =)
J
JoepLandon
Eu não entendi muito o final... Mas, a Marina, ela tá cega? Como assim? E por que?
O q eu tenho a dizer sobre esse capítulo? que ao finalizá-lo meu queixo estava no chão... Vc fez uma jogada de mestre ao citar nas notas iniciais uma frase intrigante de Friedrich Nietzsche, poxa, sua fic está atingindo uma profundidade, q já está imensurável, rsrsrsrs E ahh, logo de antemão, quero elogiar sua abilidade em manejar as peças desta trama.
" ... estava tão perto de um xeque-mate agora..."
"E, para tirar a prova, para forçar Clara a sair do seu lugar trancado e seguro de onde ela sempre observara tudo acontecer a seu favor, seria preciso içar velas na mesma exterioridade profundamente transparente e perigosa em que ela navegava."
Nossa, eu achei um máximo, vc apresentar a linha de raciocínio da Diana, fundada num jogo de xadrez. Num duelo entre a francesa e a Clara, sendo q a Marina é o "Rei da Clara"... Bom, não há como contestar q essa mulher de olhos azuis sabe manusear as peças de um xadrez, mas e quanto a Clara? É...acho q ela surpreenderá, se é q já não está surpreendo...
" 'La douce illusion d’amour...', murmurou para si mesma com um suspiro pesado, então seus olhos azuis se fecharam brevemente quando provou do líquido quente e levemente adocicado."
É apreciável a sua abilidade de transformar uma situação tão banal, q foi a cena da cozinha, num jogo de intrigas mental e de sedução. A Diana mostrou-se uma onça pronta para dar o bote... rsrsrsrs Ela está apostando muitas fixas, pode-se dizer q ela está inebriada por esse jogo...e está disposta a assumir o risco.
Curiosidade: A francesa teve uma conversa em particular com o chefe de cozinha? E afinal, existe a possibilidade deles se aliarem?
Quando a Marina sofreu o acidente, vejo inclusive como uma "sacudida" q a vida deu nela... foi necesário ela passar por uma série de mudanças de hábitos, q consequentemente afetaram ela tanto externamentequanto internamente, fragilizando e muito a fotógrafa. Acredito q daí, o jeito "obscuro" dela foi deixado de lado, e aí é q tá, esse jeito (conhecido inclusive muito bem pela Diana), estava latente na fotógrafa. Ouso até a bater isso de frente com a frase de Nietsche, q lendo nas entrelinhas... No momento q olha-se demoradamente para o abismo, ele ressoa dentro de nós, mas o q ressoa é justamente aquilo q queremos esconder ou fingir q não habita em nós... Eu também complementaria, especialmente como um alerta para a Marina, o seguinte complemento do pensamento do mesmo filósofo, " aquele q luta com monstros deve ter cautela para também não se tornar um monstro".
Foi uma provocação, um convite para o proibido. ;) E acredito que é isso que todas elas vem fazendo, olhando para seus abismos demoradamente, perigosamente...
Diana é enxadrista, habilidade essa que desenvolveu com sua mãe francesa. Se tem um lema que ela leva pra vida, acho que seria o "dividir e conquistar" cesariano. Do ponto de vista da Clara, eu diria que Marina é o "Rei" nesse tabuleiro, sim. Mas aparentemente há mais de dois jogadores, não só dois lados, nem há só casas e peças pretas e brancas nesse tabuleiro... Diana está inebriada, essa é a palavra. Aquela coisa do proibido, do abismo chamando, e ela tem consciência disso, o que pode torná-la ainda mais fatal.
Curiosidade: sim, o texto deixa implícito que eles tiveram algum contato mais... próximo, possivelmente tem a ver com aquela carona que o Cadu aceitou. Agora se estão ou irão se aliar de alguma forma, é coisa pra estória contar. ;)
Exatamente, o acidente foi o estopim, o gatilho. A partir daí algumas coisas vieram à tona e se tentou esconder outras. Todas elas têm seus tetos de vidro pra remendar ali.
Interessante você citar esse outro adágio do Nietzsche como aviso pra Marina. A monstruosidade, às vezes, pode estar nas coisas mais belas e evidentes...
Nossa eu adoro mto o modo que vc escreve parabéns!
Eu amo odiar a Diana kkkk E gostaria de ver uma conversa sincera da Marina e Clara acho que a Clara tá aceitando essa situação com a Diana mto calada...
Tão enigmática a Diana, não é... Acho que em pequenas doses ela até passa, caso contrário é trop. Não sei ao certo, mas sinto um ar de superioridade nela, talvez faça parte da personagem que ela construiu pra se mostrar ao mundo, desdenhosa, "hautaine". Também não digiro bem isso de ela tratar todo mundo pelo masculino.... Engraçado essas personagens que causam uma certa "repulsa".
Lindo: "suportar o peso mais pesado, de ceder e deixar que cedam ao algoz mais cruel que é a vida deixada por viver...". Lindo, lindo: o peso dos remorsos e dos "ses" que carregamos. Porém o " que cedam" não ficou claro pra mim, pois vejo isso mais como uma postura pessoal e não vejo como vc poderia deixar que alguém cedesse. (n sei se deu pra entender...)
Ah, o abismo pra você seria a Marina? Esse foi a impressão que tive.
Ps.: Vc citando o Guimarães Rosa e eu estou nesse momento adentrando lentamente os sertões. Tou sentindo que ê preciso muita dedicação e atenção ao longo do caminho.
Diana se confunde com a névoa... ;) Eu (sou suspeita) adoraria tomar uma dose dela todos os dias. haha Mas, no texto, ela é densa demais, e está vindo em pequenas doses, sim, até o momento. Ela também tem suas máscaras, suas fragilidades e fortalezas, como qualquer pessoa tem. Ah, como disse, ela só trata "suas meninas" assim. ;) Tem a ver com algo nesse passado com os pais dela, coisa que não sei se me permitirei a explorar. Compreendo sua dúvida. Mas te pergunto: já deixou alguém trilhar um "caminho errado" pra que se desse conta disso no fim por si mesmo? Ou ainda, já aconselhou alguém para que não o fizesse e se perguntou se aquela era a escolha, o "caminho certo" pra você, pra esse tal alguém? O abismo... está em toda parte, está nela também, isso é certo. Os nossos abismo, no final, são os reflexos dos abismos que carregamos dos outros. Sertões é divino. Te desejo uma boa apreciação nessa jornada, então. =)
Resolvi ignorar seu aviso e olhei, vi, li e gostei do que li! Fugindo da opinião geral, gosto bastante da Diana. Estratega, colérica e sedutora, realmente sempre foi assim que a vi. Gosto que ela não seja de conhecimento fácil, da forma como você molda a sua personalidade, sinuosa, insidiosa, quase imperceptível.
Mas quem pode condenar alguém por amar demais? Por não conseguir escapar às suas raízes? Para mim, a Diana que "conheci" tem muitos pontos em comum com a Marina. Ambas são intensas, demoniacamente sedutoras, manipuladoras e únicas.
Se o amor que a Clara e Marina sentem será o suficiente para afastar a sombra da silhueta da francesa, se à Clara bastará apenas essa sua luz, tenho o meu entendimento, mas vou esperar para ver. Infelizmente, o amor, de per si, não é tudo, não é ele o "encaixe perfeito"...
Mas, o mais importante não é o fim, mas o caminho. E Perchance tem-se tornado num longo, tortuoso, mas doce e imperativo caminho para mim.
Confio o suficiente na moldura das suas palavras para dizer com convicção que quem escreve assim, tem uma alma linda.
Parabéns! Merece um abraço por tudo o que me fez (re)encontrar e sentir, tudo o que também eu já tinha esquecido, tudo o que (me) estava latente! E latente ficou também essa sensação de abismo em mim. Essa angústia que só a arte da palavra escrita me faz sentir...
Esta portuguesa, também muitas vezes colérica, aguarda ansiosamente o próximo capítulo...
Que fascinante você pensar assim também... Diana é realmente um coringa aí. E sim, ela ama demais, ama com uma intensidade que vibra assim como você disse, sob a superfície, tortuosamente. E quando esse vulcão entrar em erupção? Ai de nós! "Ambas são intensas, demoniacamente sedutoras, manipuladoras e únicas." Exatamente! Diana é mestra nisso, Marina foi sua pupila. E há aqueles aprendizes que superam seus mestres... Ah, se Clara soubesse o poder que tem... E realmente, o amor não é o "encaixe perfeito", nesse caso é a cola que une, a tesoura que apara as arestas.
Se tenho uma alma linda, não sei, mas ela fica deveras feliz em saber que Perchance te desperta assim, muito mesmo.
Esse abismo ficará latente em você assim como está na minha escrita, porque ainda temos o que olhar nele.
E essa portuguesa, muitas vezes colérica, pode esperar por isso. ;)
Is incredible this talent that you have to make us asking for more and more, I know that some people want Diana far away from Marina and Clara, I dont hate Diana but I dont like her neither but every piece of this puzzle is there for a reason and Im sure you have Diana there for a reason. Now Im really curios why Marina let Diana to be near of her more than the necesary. You said... volto já, já, so... HURRY UP xD thanks for the time that you take to write every episode and like always, thanks for other great episode, hugs linda.
Oh, it's not me. Marina and Clara, Vanessa and Flavinha and Diana... Women do this to you all! hahaha =D Yeah, I think Diana is not to blame, I mean, Marina is the woman of her life, but... Hm, would you not try and seek her out if you knew you had a chance? If you could reconnect with something or someone very important to you? That's why she's there... I said it, huh? But I'm a joker. ahahahaha' =P And thank you for your support and kind words! Hugs guapa! ;)
Safa e meia, aquela lá. Hm, Marina teve a quem "puxar". ;) Garoa com vento? Essa expressão me fez rir tanto. muahaha' Vou tentar, não prometo. U_U
sua bandida, pq faz isso com a gente?
Mas... Mas... T_T
Credo, minha pressão subiu, não sei se vou aguentar até o final de Perchance...brincadeirinha !!!! Tenho que ver o final, pô !!!!! Que história senhor !!! Bom, não vou dizer que gosto da Diana, se fosse comigo, acho que já tinha passado fogo nela....mas enfim, ela tá indo pelas "beiradas", e a Clara, fragilizada pelo, sei lá, burrada no passado e a falta de experiência, vai ter que ficar esperta....
Eita, alguém acode! =O haha Vais ver o final, sim. =D Ah, essa francesa é estratega, não dá ponto sem nó. E a Clara tá aprendendo a andar na corda bamba. ;)
Olhei e gostei.
Para mim, Diana e Clara podem jogar, duelar, elaborar esquemas, estudar táticas, atacar o oponente ou apenas aguardar a próxima jogada. Mas quem é a dona do jogo é Marina. Os movimentos das duas serão realizados sempre como resposta das atitudes e reações de Marina. No fim, quem dará o xeque mate será Marina. Ela é quem possui o poder de decisão nessa história.
Agora, só não compreendo esse flerte entre Marina e Diana, especialmente depois dos acontecimentos da noite anterior e da manhã.Depois de juras de amor trocadas ela continua dando liberdade para Diana se aproximar perigosamente. Me pergunto se ela faz propositalmente para atingir Clara e diminuir a dor que a suposta traição a fez sentir. Ou se é questão de ego, ou se a atração é forte demais, ou....
Espero que Clara tenha coragem suficiente para questionar Marina e parar de engolir tudo porque Marina precisa se sentir bem e tal. Mesmo com essa nuvem de traição pairando sobre elas, penso que Marina deve se comportar sim como uma pessoa comprometida, e esse negócio de Diana entrar e sair da casa delas, deitar na cama delas são situações que devem ser cortadas. Se quer tratar de negócios,que se reúnam no estúdio, se quer fazer uma visita de amigas, que fique na sala oras...
Por fim, vou acreditar em você, Barda. Ansiosa pro seu "volto já já"...
Bastante interessante o seu ponto de vista... Concordo que há muito nas mãos da Marina, sim. Mas ela está observando, por ora. E eu diria que é uma mistura de tudo isso, ego, retribuição, atração... Diana exerce uma influência forte sobre ela e isso é audível no texto, mas até que ponto Marina se deixara enredar é outra história. Porque ainda é mais audível ainda o amor que ela sente por Clara.
Quanto a essas situações, elas são decorrentes da convivência, mesmo. E eu tenho minhas dúvidas sobre o que está por trás dessas conveniências todas que a francesa tem.
Não acredite, não sou confiável. =D Tá, farei o possível para esquadrinhar a mente dessas diabas. U_U
Ai que injustiça acabar assim, seeeenhorrr hahahaha muito bem escrito, como sempre. mas (mesmo sabendo que obviamente não vaia acontecer), queria ver a diana apanhando um pouco. definitivamente não gosto dela. esperando o próximo (como sempre, como sempre...) ♥
Né? U_U haha Hm... apanhando? Não me dá ideias. =D Ohgodwhy ninguém gosta da Diana? T_T ahahahaha' O próximo tá próximo. ;)
Barda, Barda, impossível não olhar... Algo me diz que Diana não será tão antagonista nessa estória como eu pensava no início, ficou claro que ela é uma jogadora, mas não quer dizer que ela será responsável pelo afastamento de Clara e Marina, talvez seja a causadora da resolução de todos os problemas de confiança e falhas dessas duas. Pelo trecho "E, para tirar a prova, para forçar Clara a sair do seu lugar trancado e seguro de onde ela sempre observara tudo acontecer a seu favor, seria preciso içar velas na mesma exterioridade profundamente transparente e perigosa em que ela navegava.", desconfio que ela virá com artilharia pesada, restará à Clara saber se comportar nessa batalha caso ela queira a sua Marina totalmente sua novamente, sem medo de entregas dos 2 lados. Muitas peças ainda estão soltas, mas talvez o antagonista seja apenas Cadu que, com seu orgulho ferido, pode ter jogado baixo para conseguir ficar com Clara depois do casamento com Marina, pois como você mesma disse "Há traições e traições". Minhas dúvidas para os próximos capítulos se resumem aos motivos de Clara chamar Diana pra sua casa e da(s) recaída(s) com Cadu. Desde que li as notas iniciais do primeiro capítulo sobre não devolução de tempo perdido e escrita por diversão, seguidas de 2 ou 3 capítulos que foram relidos várias vezes para acumular o máximo de informação possível para tentar entender a estória, sabia que não seria tempo perdido, mas sim ganho. Mais uma vez parabéns pela estória e escrita :)
A atração pelo proibido... ;) Ah, sim. Tento dar a Diana esse benefício da dúvida, assim como para as demais. Nada é tão preto no branco quando se trata de relações humanas, não se resume a vilania/heroísmo. E esse seu "talvez" é bem plausível, sim. ;) Diana usa as artilharias mais sofisticadas, a sutileza, a sedução, a estratégia. E essas, sim, podem pesar mais que chumbo grosso. Sim, essas pontas soltas serão aos poucos emendadas, e aí vai chegar esse momento onde o Cadu antagonizará mais abertamente (ou não) que a Diana. O próximo capítulo responderá uma delas, isso é certo. =D Feliz em saber que considera essa loucura que é Perchance um ganho, e eu agradeço sua atenção com a estória. =)
Eu não entendi muito o final... Mas, a Marina, ela tá cega? Como assim? E por que?
Confuso, né? Mas não se preocupe ainda, pode ficar mais. =D Respondendo sua pergunta, sim, ela está com a visão severamente prejudicada.
Oh, yeah. She's a bad bitch. ;)
O q eu tenho a dizer sobre esse capítulo? que ao finalizá-lo meu queixo estava no chão... Vc fez uma jogada de mestre ao citar nas notas iniciais uma frase intrigante de Friedrich Nietzsche, poxa, sua fic está atingindo uma profundidade, q já está imensurável, rsrsrsrs E ahh, logo de antemão, quero elogiar sua abilidade em manejar as peças desta trama.
" ... estava tão perto de um xeque-mate agora..."
"E, para tirar a prova, para forçar Clara a sair do seu lugar trancado e seguro de onde ela sempre observara tudo acontecer a seu favor, seria preciso içar velas na mesma exterioridade profundamente transparente e perigosa em que ela navegava."
Nossa, eu achei um máximo, vc apresentar a linha de raciocínio da Diana, fundada num jogo de xadrez. Num duelo entre a francesa e a Clara, sendo q a Marina é o "Rei da Clara"... Bom, não há como contestar q essa mulher de olhos azuis sabe manusear as peças de um xadrez, mas e quanto a Clara? É...acho q ela surpreenderá, se é q já não está surpreendo...
" 'La douce illusion d’amour...', murmurou para si mesma com um suspiro pesado, então seus olhos azuis se fecharam brevemente quando provou do líquido quente e levemente adocicado."
É apreciável a sua abilidade de transformar uma situação tão banal, q foi a cena da cozinha, num jogo de intrigas mental e de sedução. A Diana mostrou-se uma onça pronta para dar o bote... rsrsrsrs Ela está apostando muitas fixas, pode-se dizer q ela está inebriada por esse jogo...e está disposta a assumir o risco.
Curiosidade: A francesa teve uma conversa em particular com o chefe de cozinha? E afinal, existe a possibilidade deles se aliarem?
Quando a Marina sofreu o acidente, vejo inclusive como uma "sacudida" q a vida deu nela... foi necesário ela passar por uma série de mudanças de hábitos, q consequentemente afetaram ela tanto externamentequanto internamente, fragilizando e muito a fotógrafa. Acredito q daí, o jeito "obscuro" dela foi deixado de lado, e aí é q tá, esse jeito (conhecido inclusive muito bem pela Diana), estava latente na fotógrafa. Ouso até a bater isso de frente com a frase de Nietsche, q lendo nas entrelinhas... No momento q olha-se demoradamente para o abismo, ele ressoa dentro de nós, mas o q ressoa é justamente aquilo q queremos esconder ou fingir q não habita em nós... Eu também complementaria, especialmente como um alerta para a Marina, o seguinte complemento do pensamento do mesmo filósofo, " aquele q luta com monstros deve ter cautela para também não se tornar um monstro".
OBS: Foi inevitável não olhar...
Bjoss
Foi uma provocação, um convite para o proibido. ;) E acredito que é isso que todas elas vem fazendo, olhando para seus abismos demoradamente, perigosamente...
Diana é enxadrista, habilidade essa que desenvolveu com sua mãe francesa. Se tem um lema que ela leva pra vida, acho que seria o "dividir e conquistar" cesariano. Do ponto de vista da Clara, eu diria que Marina é o "Rei" nesse tabuleiro, sim. Mas aparentemente há mais de dois jogadores, não só dois lados, nem há só casas e peças pretas e brancas nesse tabuleiro... Diana está inebriada, essa é a palavra. Aquela coisa do proibido, do abismo chamando, e ela tem consciência disso, o que pode torná-la ainda mais fatal.
Curiosidade: sim, o texto deixa implícito que eles tiveram algum contato mais... próximo, possivelmente tem a ver com aquela carona que o Cadu aceitou. Agora se estão ou irão se aliar de alguma forma, é coisa pra estória contar. ;)
Exatamente, o acidente foi o estopim, o gatilho. A partir daí algumas coisas vieram à tona e se tentou esconder outras. Todas elas têm seus tetos de vidro pra remendar ali.
Interessante você citar esse outro adágio do Nietzsche como aviso pra Marina. A monstruosidade, às vezes, pode estar nas coisas mais belas e evidentes...
Sim, eu sabia que seria. ;)
Beijão!
Nossa eu adoro mto o modo que vc escreve parabéns!
Eu amo odiar a Diana kkkk E gostaria de ver uma conversa sincera da Marina e Clara acho que a Clara tá aceitando essa situação com a Diana mto calada...
Já ansiosa para o próximo capítulo beijos
Obrigada! ^-^
É, parece um sentimento geral por aqui. xD Essa conversa irá acontecer, por bem ou por mal, mas vai... Beijão! =)
Diana se confunde com a névoa... ;) Eu (sou suspeita) adoraria tomar uma dose dela todos os dias. haha Mas, no texto, ela é densa demais, e está vindo em pequenas doses, sim, até o momento. Ela também tem suas máscaras, suas fragilidades e fortalezas, como qualquer pessoa tem. Ah, como disse, ela só trata "suas meninas" assim. ;) Tem a ver com algo nesse passado com os pais dela, coisa que não sei se me permitirei a explorar. Compreendo sua dúvida. Mas te pergunto: já deixou alguém trilhar um "caminho errado" pra que se desse conta disso no fim por si mesmo? Ou ainda, já aconselhou alguém para que não o fizesse e se perguntou se aquela era a escolha, o "caminho certo" pra você, pra esse tal alguém? O abismo... está em toda parte, está nela também, isso é certo. Os nossos abismo, no final, são os reflexos dos abismos que carregamos dos outros. Sertões é divino. Te desejo uma boa apreciação nessa jornada, então. =)