O Vulto
"Fui eu que o criei. Mas não é suposto ele existir. Não é suposto."
Um escritor cometeu o erro de criar uma personagem aterrorizadora. Agora, ela persegue-o constantemente, alimentada pela sua poderosa imaginação. Omnipresente, passiva, sorridente. Não é possível escaparmos de nós próprios. A criação é parte do seu criador. O alfa e o ómega, o princípio e o fim.
Um escritor cometeu o erro de criar uma personagem aterrorizadora. Agora, ela persegue-o constantemente, alimentada pela sua poderosa imaginação. Omnipresente, passiva, sorridente. Não é possível escaparmos de nós próprios. A criação é parte do seu criador. O alfa e o ómega, o princípio e o fim.
Astus Iago
Sinopse
"Fui eu que o criei. Mas não é suposto ele existir. Não é suposto."
Um escritor cometeu o erro de criar uma personagem aterrorizadora. Agora, ela persegue-o constantemente, alimentada pela sua poderosa imaginação. Omnipresente, passiva, sorridente. Não é possível escaparmos de nós próprios. A criação é parte do seu criador. O alfa e o ómega, o princípio e o fim.
Um escritor cometeu o erro de criar uma personagem aterrorizadora. Agora, ela persegue-o constantemente, alimentada pela sua poderosa imaginação. Omnipresente, passiva, sorridente. Não é possível escaparmos de nós próprios. A criação é parte do seu criador. O alfa e o ómega, o princípio e o fim.
Notas adicionais
Escrito por
Astus Iago
Classificação 16+
Livro concluído
Publicado em 21 de fev. de 2017 16:09
Atualizado em 21 de fev. de 2017 16:09
700 palavras
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Autor
Astus Iago
Classificação 16+
Livro concluído
Publicado em 21 de fev. de 2017 16:09
Atualizado em 21 de fev. de 2017 16:09
700 palavras