O Máskara
O Máskara é uma série de quadrinhos criada pelo escritor Mike Richardson e pelo artista Mark Badger. A primeira edição foi lançada em 1987 pela editora Dark Horse Comics. A história gira em torno de Stanley Ipkiss, um homem comum que encontra uma máscara antiga e misteriosa que o transforma em um ser superpoderoso. A trama se passa na cidade fictícia de Edge City, onde Stanley vive sua vida monótona e entediante. Ao colocar a máscara, ele se torna O Máskara, um personagem excêntrico com habilidades sobrenaturais e poderes ilimitados. Com seu novo alter ego, Stanley embarca em aventuras caóticas e hilariantes enquanto lida com vilões perigosos. Uma das características mais marcantes da série é o humor negro presente nas histórias. O Máskara é conhecido por suas piadas irreverentes, situações absurdas e violência cômica. As histórias exploram temas como vingança, justiça social e insanidade de maneira satírica. O sucesso dos quadrinhos levou à adaptação para outras mídias, incluindo filmes, desenhos animados e videogames. Em 1994, Jim Carrey estrelou o filme "O Máskara", que foi um grande sucesso de bilheteria. Apesar das diferenças entre a versão cinematográfica e os quadrinhos originais, ambos capturaram a essência do personagem. As histórias em quadrinhos do Máskara são reconhecidas por sua arte vibrante e estilo único. Mark Badger trouxe uma estética visual distinta para a série, combinando elementos de quadrinhos tradicionais com influências surrealistas. A combinação entre o visual e o humor ácido tornou O Máskara uma das séries mais icônicas dos anos 90. Em resumo, os quadrinhos do Máskara oferecem aos leitores uma mistura única de ação, comédia e sátira social. Com seu protagonista cativante e estilo visual marcante, a série continua sendo um marco nos quadrinhos até hoje.
"PROLONGO"
Aquela introdução da história que costumamos fazer, antes de iniciar os capítulos, se chama PRÓLOGO e não
PROLONGO ou PROLÔNGO. PROLONGO é o verbo "prolongar" conjugado na 1a pessoa do singular no presente do indicativo, e PROLÔNGO nem existe. O ser do mal que usou essas duas últimas palavras para nomear o "prólogo" terá de prestar contas com o Senhor no dia do Juízo.