Comentários em “The Outsiders”: “Chapter IV – WEDNESDAY THE 13TH ”

Alice Mcfire

É. Seu John sabe de coisas que não quer/pode contar aos filhos. Mas desde quando isso impede um Winchester de parar alguma investigação? Exemplo disso é o Adam, que vive lendo o caderno proibido. Ainda me pergunto se eles não fazem parte disso tudo, se não ajudam o pai a caçar essas coisas. Parece que eles apenas sabem da existência do perigo, mas não o enfrentam direta e frequentemente.

"Ok... Boa sorte pra você por lá. [...] Bom, ao menos seu pai estaria por lá... [...] sequer tinha pensado nisso quando pediu pro pai para ajudar por lá." Percebi que você usa bastante essa expressão. Sem neuras, querida. Só tome cuidado ao colocá-las próximas demais uma das outras, para não parecer muito repetitivo.

Olha, eu ri quando o Adam caiu de c* trancado no chão. [risos] Foi uma cena definitivamente hilária. Mas ao mesmo tempo a situação ficou meio que tensa quando o mais novo disse que sempre tomava café da manhã com o resto da família. Se eu estivesse no lugar de Sam, não saberia o que fazer. Dean estaria lá, e não saberia se conseguiria enfrentar ele ou até mesmo o pai depois da noite anterior, quando tudo aparentemente voou pelos ares. Tem todo aquele lance de "Você está bem? ou "Como você está se sentindo" que chega a ser desagradável.

Então tivemos mais uma cena emotiva no quarto dos rapazes. E o melhor? Dean viu! Não duvido nada que, naquele momento, o loiro se permitiu sentir inveja do caçula. Tenho quase certeza de que ele queria estar no lugar de Adam, abraçando o irmão e dizendo que tudo ficaria bem. Faz parte do perfil do mais velho, mesmo ele se fazendo de durão às vezes. Mesmo assim, acho que Sam está se permitindo deixar que toquem nas suas feridas. Se ele quisesse, poderia fugir do assunto a qualquer hora. Talvez seja uma tentativa falha de se sentir melhor colocando tudo para fora. Pode funcionar, certo?

" – A noite foi boa Dam?" Esse Dean ainda me mata de hepatite C! Gente, não dá mais para contar nos dedos a quantidade de indiretas maliciosas que um joga para o outro, como se fosse uma partida de tênis!

E o mistério da Quarta-feira ainda continua... O que há por trás dessa data? Será algum padrão que se repete constantemente? Uma fase da lua? O vencimento de um boleto? Senha de uma conta na Suíça? Só Deus sabe...

E esse quase-climão na oficina, com direito a polegar úmido de saliva, mancha de graxa e pele quente? Maru, não brinque comigo, mocinha... Sei envenenar uvas! Ta, quer dizer que o clima tava bom, calmo e até um tanto descontraído, quando, de repente, Sam resolve ajudar o irmão a se limpar. Pô, Dean, não foi nada demais! Perdoa ele, vai... Até porque, tenho uma leve intuição de que você gostou u__u Ok, forçado demais para o começo da fic, mas... Ah, perdoa ele! Não sei o por quê dessa cisma toda. Seu irmão não é um dálit! Você pode deixar ele te tocar, e ele pode te tocar também... E se Adam quiser fazer parte do Sanduiche, a gente aceita e pede o John de sobremesa! ~ Morre queimada no teto, tomando um drink mexicano.

Pois bem. Ignorando as asneiras acima, tenho certeza de que essa "proximidade" incomodou o Dean. Por quê? Como não vejo nenhum motivo aparentemente aceitável, vou me arriscar a dizer que o passado explicará melhor. Mas falemos agora da CRISE DE CIÚMES do Dean. Sim, povo que me ouve, CIÚMES! Estava estampado na cara daquele tal de Brian [torce o nariz] que veio de Marte até à oficina. Eu também diria que o Striptease que o Sam fez foi muito pobre u_u. Tome cuidado, Dean. Você pode estar dando muita bandeira. A menos, é claro, que nesse mato já haja coelho.

E, se Sam realmente não teve um sonho, o que raio foi aquilo, então? Uma espécie de lembrança revivida perfeitamente pelo cérebro em um estado de coma temporário? Não, seria doideira demais. Mas o lance da "Colegial apaixonada" me pegou de jeito. Tento-me a pensar que algo basicamente referente à isso acabou vindo à tona, tempos atrás. Surpresas a caminho?

Comentando e fantasiando brevemente sobre choque que tive ao ler o final do capítulo [O SAM É FILHO DE SAMUEL! #susto], acho que quando a maré ficou feia para Meredith, Samuel e o filho, o homem conseguiu salvar a criança a tempo de acontecer o pior. Samuel deve ter fugido, mas Lilith deve ter entrado em seu caminho, possuído seu corpo e feito o pequeno Sam tomar sangue de bebês recém-nascidos. Então ele é levado gentilmente até a porta da frente dos Winchesters, e a família, já que se encontrava debilidada demais devido à morte do bebê de (ROSE)Mary, o aceita como se tivesse caído dos céus; um milagre, um remédio em meio às dores dos pais ["Em cavalo dado não se olha os dentes"]. Só então, anos depois, é que Dean descobre a origem do mal no irmão e tudo começa a desandar. Tipo isso. Devo ter errado feio no palpite [Lilith vai me aterrorizar nos sonhos por ter colocado o nome dela no meio da conversa...]. Mas enfim, amei o capítulo! Beijos, e ignore loucuras.

Waldorf's


O que acho que pode melhorar: ligeiramente preocupado com a ideia [de ele ao invés dele] e Dean (estarem) no mesmo espaço (durante) um dia inteiro; onde Sam capotou (com o) carro?