Comentários em “Arthur: Parabéns Pelos 10 Anos de Hiato”: “CAPÍTULO 8: O SEGREDO DE ARTHUR”

Flaviele Ribeiro
Esperei tanto pelo ano novo que foi um alívio o capítulo 8, trouxe tranquilidade para um coração de leitora ansiosa, creio que o Arthur também se sentiu assim. Ele tem uma vulnerabilidade que me conquistou. Meu querido autor após seu último comentário te imagino de jaleco branco atendendo dezenas de pacientes, seja fazendo curativos, examinando ou passando algum receituário. Mas no seu bolso tenho certeza que há um bloquinho com anotações sobre os próximos passos dos seus personagens entre uma pausa ou outra quando vem alguma inspiração. Como é a sensação de ter o batimento de um coração que é tão frágil e ao mesmo tempo tão forte sobre suas mãos, aquele pulsar que representa a vida e com a ausência dele a morte ? Aguardo seus próximos capítulos não importa o horário ☺️
Vini Medeiros
Sua intuição foi cirúrgica. É fascinante como a literatura consegue revelar o que tentamos esconder atrás das palavras. Você descreveu bem: no dia a dia, minhas mãos lidam com o pulsar real, com a fragilidade física e com o peso do diagnóstico. Mas, no silêncio entre um paciente e outro, o 'bloquinho' no bolso do jaleco se torna o meu desfibrilador criativo. É ali que o Arthur e a Helena ganham vida. Ter o batimento de um coração sob as mãos — seja na medicina ou na escrita — é uma responsabilidade imensa. Na vida real, lutamos para que ele não pare; na ficção, lutamos para que ele sinta. O Arthur estava em parada cardíaca literária há dez anos, e fico feliz que você tenha sentido o retorno desse pulso. Obrigado por acompanhar esse 'plantão' comigo. O próximo capítulo já está com os sinais vitais estabilizados e pronto para sair.