E eu que entrei no nyah hoje depois de 84 anos e descobri que tinha dois capítulos novos dessa história linda e as respostas dos comentários anteriores AHHHHHHHH Se eu já fui triste, eu não lembro hahaha Aí como eu estou feliz que você está com o gás todo nesse começo de ano. Vou ficar na torcida para que a criatividade e o tempo continuem ao seu lado. Vamo que Vamo!
O capítulo já começou suspeito com o Aleksei dormindo muito bem mesmo com o tanto de problema atrás e nas costas dele. Fiquei mal pela família dele. Todo mundo surtando de uma forma ou outra. Mas fiquei radiante em saber que ele está começando a se divertir com os encontros. Nesta casa, gostamos de ver Aleksei feliz – mesmo que só um tantinho (tadinho). Esses sonhos bons dele são os fantasmas das ruínas lhe contando histórias do passado? Ou são memórias mesmo trazidas de volta pela magia? Gostei dos sonhos fazerem bem pro Aleksei, mas estou preocupada com a ideia dele dos sonhos o estarem “preparando para algo”. Tá vindo guerra mesmo? (alguém protege esse neném).
Ah, adorei saber, mesmo que só um pouco, sobre os festivais. “...Nastya não tinha conhecimento a mais para dividir com eles.” Fiquei pensando se isso é verdade ou a Nastya apenas fingiu ignorância para fugir de possíveis problemas ao revelar demais. E sobre as estações e os poderes bruxos... hum, primavera/terra, verão/fogo, outono/vento e inverno/água? Fiquei agoniada quando o Aleksei cogitou ainda haver outros pontos ao redor da capital, porque esses pontos são lugares mágicos abandonados. Sem ninguém para defendê-los, eles não poderiam ser usados por gente com más intenções? Sei lá, sempre penso em vilão se utilizando de um lugar antes bom para fazer umas maldades (tô ficando paranoica já haha).
Mana, que arrepio que eu senti com o “intruso” na biblioteca. Antes de saber que era a Kira, eu fiquei pensando em seres mágicos malignos e um possível atentado contra o Aleksei – especialmente, porque o Viktor não estava com ele (morri, mas passo bem). Mas achei a Kira a rainha dos ousados, gente, como assim ela convenceu um guarda e entrou de fininho de madrugada na biblioteca do palácio? Não há um pingo de receio nessa mulher. Um ícone. Mas, admito, seja quem for esse guarda, eu já shippei ele com a Kira. É isso, eu sou um caso perdido. Uma interação suspeita e eu shippo, pronto. “...mas o alvo nas minhas costas já é velho o suficiente para não causar tanto alarde aqui dentro.” (estou chorando aqui). O Aleksei todo fofinho falando dos livros e depois seguindo a Kira e o guarda apenas para ver se tudo ficaria bem. Amo esse pitico.
A Victoria criando altas expectativas pelo Aleksei – e mal sabendo que ele atende todas elas, porque é apenas perfeição em forma humana/bruxa. Tinha achado uma fofura a parte em que ela cita a relação dela criança com a chuva – o que me fez imaginar todas as selecionadas miudinhas brincando com os seus elementos – até chegar ao assassinato dos pais dela. Que pesado. Uma criança tendo que ser levada para longe por um caçador apenas para ser a única sobrevivente. Nossa, que horror. Imagino a trauma e o ódio dela (alguém a abrace, por favor?). Mas achei interessante que ela “acumulou” todo o rancor no rosto do caçador que “salvou ela”, provavelmente, porque ela não viu outros rostos. Parece o caminho perfeito para um fim violento. E o Aleksei se oferecendo para buscar um guarda-chuva? E ele admitindo que não gostava da chuva quando era criança? E o Isaach sendo o esquadrão de choque todinho na vida do pequeno Aleksei? E a Victoria rindo e se sentindo melhor com a conversa com o Aleksei? Apaixonada por isso. Se eles não virarem um casal, eu espero, pelo menos, uma boa amizade. Muito fofinhos. “Precisaria pensar em uma palavra melhor para descrever o czareviche em sua mente.” Eu escolho para você, meu bem: amorzinho. Agora, só passar a usar ;)
Ah, Leonor voltou. Eu entendo muito a frustação dela com a família e a própria posição e também os sentimentos dela em relação ao Aleksei, mesmo assim, eu não consigo perdoá-la. O jeito dela com o Aleksei lá no começo nunca será esquecido. Então, bem-vinda de volta, Leonor, mas fica perto da porta, tá? “...ter que carregar aquele estrupício para Aldan consigo.” HAHAHAHA A partir daqui, o nome dele não é mais Ezequiel, é estrupício e ponto final. Estou curiosa em saber qual é a real razão que levou o Ezequiel a fazer tanta questão em ir ao aniversário do Aleksei. Como eu não o conheço e não confio na irmã dele, eu já estou teorizando algum plano perverso por trás dessa decisão. Espero que eu esteja errada e ele só fique bêbado e passe vergonha hahaha
Muita obrigada por mais um capítulo lindíssimo. Sério mesmo. Ele renovou as minhas forças para o restante da semana – e ainda tem mais um! Vou correr para o próximo!
Cuide-se também, tá, amore? Quero vê-la sempre com muita saúde ♥
Eu JAMAIS fui triste com três comentários lindos desses pra responder! A criatividade deu uma parada por aqui, mas agora vai, ihaaa
Chega a dar dó, chegamos no nível que dormir bem é sinal de problema kkkkk Mas sim, os surtos estão muitos. Não posso dizer que eles vão passar logo, mas uma hora as coisas se resolvem heh... Sobre os sonhos, eles tem mais a ver com fantasmas mesmo, prometo explicar em mais detalhes no futuro kkkkkk Agora sobre a guerra, que ela tá vindo, isso é fato, mas pode ser que consigam parar ela antes... Ou não. Eu não consigo não fazer um mistério, perdão kkkkkkkk
Me diverti um bocado inventando esses festivais e pretendo fazer eles voltarem à tradição nos tempos atuais, quando estivermos num contexto mais pacífico (demora, mas a gente chega lá). A Nastya pode até ter se empolgado na pesquisa com os dois, mas sabe muito bem o que deve dizer e o que não deve - o que ela pode explicar como conhecimento de um livro e o que é mais... prático. Sobre as estações e os poderes, tá corretíssima! E sobre os outros pontos ao redor da capital... Eu real nem tinha pensado muito sobre que impacto esses outros locais teriam, mas achei a ideia muito boa, viu, não vou poder acalmar sua paranóia dessa vez kkkkkkkkk
Ai, feliz que meu mini mistério surtiu efeito kkkk nada como uma biblioteca enorme e escura para inspirar um suspense, não? Mas dessa vez era só a Kira com insônia e, de fato, muita ousadia. Além de corajosa, a mulher tem muito poder de convencimento, convenhamos. KKKKKKKK olha, eu sou assim também, tenho que ficar me segurando pra não shippar cada personagem que interage na minha frente - embora nem tenha me passado pela cabeça fazer casal entre a Kira e seu guarda... O coitado tá ali por livre e espontânea pressão kkkkkkk
Aleksei, meu protegido ♥ fico feliz demais em saber que meu amor por esse homem é compartilhado, juro. Agora, sobre a história da Victoria... Ela é a primeira de muitas, não tem ninguém com passado fácil, justamente por isso eu tô me preocupando em criar apresentações que se diferenciem umas das outras - e construam ainda mais a personalidade de cada uma. No caso da Victoria, foi essa relação com a chuva e esse ódio concentrado no único rosto que ela conseguiu gravar - o que ainda vai voltar à história pra criar conflito. Maas, no meio de tanta coisa difícil, temos um momentinho de fofura pra terminar a cena numa nota mais alegre, né non.
Tenho que confessar que eu gosto demais da Leonor kkkkkk ela - e o irmão mala sem alça dela - vão me proporcionar muita coisa bacana na história, ainda que eu entenda completamente o desgosto por ela, a mulher não economiza na hora de ser sincera até demais. Sobre o Ezequiel... Posso adiantar que ele tem um plano maligno, mas tem tudo pra dar errado, então... A vergonha pode vir ainda kkkkkkkkkk
Nossa, eu que agradeço pelo comentário, sempre que eu fico um pouco desanimada com a história, é nos seus comentários maravilhosos que eu me inspiro de novo. Muito obrigada ♥
OIEEEEEEEEEEEE, SUA MARAVILHOSA ♥
E eu que entrei no nyah hoje depois de 84 anos e descobri que tinha dois capítulos novos dessa história linda e as respostas dos comentários anteriores AHHHHHHHH Se eu já fui triste, eu não lembro hahaha Aí como eu estou feliz que você está com o gás todo nesse começo de ano. Vou ficar na torcida para que a criatividade e o tempo continuem ao seu lado. Vamo que Vamo!
O capítulo já começou suspeito com o Aleksei dormindo muito bem mesmo com o tanto de problema atrás e nas costas dele. Fiquei mal pela família dele. Todo mundo surtando de uma forma ou outra. Mas fiquei radiante em saber que ele está começando a se divertir com os encontros. Nesta casa, gostamos de ver Aleksei feliz – mesmo que só um tantinho (tadinho). Esses sonhos bons dele são os fantasmas das ruínas lhe contando histórias do passado? Ou são memórias mesmo trazidas de volta pela magia? Gostei dos sonhos fazerem bem pro Aleksei, mas estou preocupada com a ideia dele dos sonhos o estarem “preparando para algo”. Tá vindo guerra mesmo? (alguém protege esse neném).
Ah, adorei saber, mesmo que só um pouco, sobre os festivais. “...Nastya não tinha conhecimento a mais para dividir com eles.” Fiquei pensando se isso é verdade ou a Nastya apenas fingiu ignorância para fugir de possíveis problemas ao revelar demais. E sobre as estações e os poderes bruxos... hum, primavera/terra, verão/fogo, outono/vento e inverno/água? Fiquei agoniada quando o Aleksei cogitou ainda haver outros pontos ao redor da capital, porque esses pontos são lugares mágicos abandonados. Sem ninguém para defendê-los, eles não poderiam ser usados por gente com más intenções? Sei lá, sempre penso em vilão se utilizando de um lugar antes bom para fazer umas maldades (tô ficando paranoica já haha).
Mana, que arrepio que eu senti com o “intruso” na biblioteca. Antes de saber que era a Kira, eu fiquei pensando em seres mágicos malignos e um possível atentado contra o Aleksei – especialmente, porque o Viktor não estava com ele (morri, mas passo bem). Mas achei a Kira a rainha dos ousados, gente, como assim ela convenceu um guarda e entrou de fininho de madrugada na biblioteca do palácio? Não há um pingo de receio nessa mulher. Um ícone. Mas, admito, seja quem for esse guarda, eu já shippei ele com a Kira. É isso, eu sou um caso perdido. Uma interação suspeita e eu shippo, pronto. “...mas o alvo nas minhas costas já é velho o suficiente para não causar tanto alarde aqui dentro.” (estou chorando aqui). O Aleksei todo fofinho falando dos livros e depois seguindo a Kira e o guarda apenas para ver se tudo ficaria bem. Amo esse pitico.
A Victoria criando altas expectativas pelo Aleksei – e mal sabendo que ele atende todas elas, porque é apenas perfeição em forma humana/bruxa. Tinha achado uma fofura a parte em que ela cita a relação dela criança com a chuva – o que me fez imaginar todas as selecionadas miudinhas brincando com os seus elementos – até chegar ao assassinato dos pais dela. Que pesado. Uma criança tendo que ser levada para longe por um caçador apenas para ser a única sobrevivente. Nossa, que horror. Imagino a trauma e o ódio dela (alguém a abrace, por favor?). Mas achei interessante que ela “acumulou” todo o rancor no rosto do caçador que “salvou ela”, provavelmente, porque ela não viu outros rostos. Parece o caminho perfeito para um fim violento. E o Aleksei se oferecendo para buscar um guarda-chuva? E ele admitindo que não gostava da chuva quando era criança? E o Isaach sendo o esquadrão de choque todinho na vida do pequeno Aleksei? E a Victoria rindo e se sentindo melhor com a conversa com o Aleksei? Apaixonada por isso. Se eles não virarem um casal, eu espero, pelo menos, uma boa amizade. Muito fofinhos. “Precisaria pensar em uma palavra melhor para descrever o czareviche em sua mente.” Eu escolho para você, meu bem: amorzinho. Agora, só passar a usar ;)
Ah, Leonor voltou. Eu entendo muito a frustação dela com a família e a própria posição e também os sentimentos dela em relação ao Aleksei, mesmo assim, eu não consigo perdoá-la. O jeito dela com o Aleksei lá no começo nunca será esquecido. Então, bem-vinda de volta, Leonor, mas fica perto da porta, tá? “...ter que carregar aquele estrupício para Aldan consigo.” HAHAHAHA A partir daqui, o nome dele não é mais Ezequiel, é estrupício e ponto final. Estou curiosa em saber qual é a real razão que levou o Ezequiel a fazer tanta questão em ir ao aniversário do Aleksei. Como eu não o conheço e não confio na irmã dele, eu já estou teorizando algum plano perverso por trás dessa decisão. Espero que eu esteja errada e ele só fique bêbado e passe vergonha hahaha
Muita obrigada por mais um capítulo lindíssimo. Sério mesmo. Ele renovou as minhas forças para o restante da semana – e ainda tem mais um! Vou correr para o próximo!
Cuide-se também, tá, amore? Quero vê-la sempre com muita saúde ♥
OIEEEEEEEE, MEU ANJO ♥
Eu JAMAIS fui triste com três comentários lindos desses pra responder! A criatividade deu uma parada por aqui, mas agora vai, ihaaa
Chega a dar dó, chegamos no nível que dormir bem é sinal de problema kkkkk Mas sim, os surtos estão muitos. Não posso dizer que eles vão passar logo, mas uma hora as coisas se resolvem heh... Sobre os sonhos, eles tem mais a ver com fantasmas mesmo, prometo explicar em mais detalhes no futuro kkkkkk Agora sobre a guerra, que ela tá vindo, isso é fato, mas pode ser que consigam parar ela antes... Ou não. Eu não consigo não fazer um mistério, perdão kkkkkkkk
Me diverti um bocado inventando esses festivais e pretendo fazer eles voltarem à tradição nos tempos atuais, quando estivermos num contexto mais pacífico (demora, mas a gente chega lá). A Nastya pode até ter se empolgado na pesquisa com os dois, mas sabe muito bem o que deve dizer e o que não deve - o que ela pode explicar como conhecimento de um livro e o que é mais... prático. Sobre as estações e os poderes, tá corretíssima! E sobre os outros pontos ao redor da capital... Eu real nem tinha pensado muito sobre que impacto esses outros locais teriam, mas achei a ideia muito boa, viu, não vou poder acalmar sua paranóia dessa vez kkkkkkkkk
Ai, feliz que meu mini mistério surtiu efeito kkkk nada como uma biblioteca enorme e escura para inspirar um suspense, não? Mas dessa vez era só a Kira com insônia e, de fato, muita ousadia. Além de corajosa, a mulher tem muito poder de convencimento, convenhamos. KKKKKKKK olha, eu sou assim também, tenho que ficar me segurando pra não shippar cada personagem que interage na minha frente - embora nem tenha me passado pela cabeça fazer casal entre a Kira e seu guarda... O coitado tá ali por livre e espontânea pressão kkkkkkk
Aleksei, meu protegido ♥ fico feliz demais em saber que meu amor por esse homem é compartilhado, juro. Agora, sobre a história da Victoria... Ela é a primeira de muitas, não tem ninguém com passado fácil, justamente por isso eu tô me preocupando em criar apresentações que se diferenciem umas das outras - e construam ainda mais a personalidade de cada uma. No caso da Victoria, foi essa relação com a chuva e esse ódio concentrado no único rosto que ela conseguiu gravar - o que ainda vai voltar à história pra criar conflito. Maas, no meio de tanta coisa difícil, temos um momentinho de fofura pra terminar a cena numa nota mais alegre, né non.
Tenho que confessar que eu gosto demais da Leonor kkkkkk ela - e o irmão mala sem alça dela - vão me proporcionar muita coisa bacana na história, ainda que eu entenda completamente o desgosto por ela, a mulher não economiza na hora de ser sincera até demais. Sobre o Ezequiel... Posso adiantar que ele tem um plano maligno, mas tem tudo pra dar errado, então... A vergonha pode vir ainda kkkkkkkkkk
Nossa, eu que agradeço pelo comentário, sempre que eu fico um pouco desanimada com a história, é nos seus comentários maravilhosos que eu me inspiro de novo. Muito obrigada ♥