Ler seus capítulos é atravessar, tensamente, uma corda bamba. Cada passo é incerto. Não sabia o que esperar, se ficaria triste pela perda ou aliviada pela salvação do meu personagem preferido. Devo dizer, comecei a já clicar nos seus capítulos com a certeza de que passarei por essa experiência. E é incrível, de fato, nunca sair decepcionada.
Luca é, com certeza, um dos personagens mais bem desenvolvido ao longo dessa história. Sua presença é marcante, única, forte. Cada atitude e pensamento bem orquestrados. Bem, sim, não quero que ele morra (dane-se esse orgulho infeliz), mas compreendo seu ponto de vista. Combina perfeitamente com quem ele é e qualquer atitude diferente não pareceria real. Então, ainda que tenha ficado tensa, estou, como sempre, satisfeita com o que li.
Interessante também ver as coisas sob o ponto de vista da Viviane. Meu único contato com ela, além de suas histórias, foi a participação dela na festa da Marina nos quadrinhos. Devo dizer, foi bastante interessante ter esse contato com ela e ver, mesmo que por apenas alguns instantes, sua visão de mundo. Gostei muito de ver seu ponto de vista a respeito de seu relacionamento com o Luca, a dificuldade de admitir que as coisas haviam fugido de seu controle. Muito, muito bom.
Foi, também, bom ver o Fred novamente. Me fez lembrar do quanto sinto falta de Meia Lua.
Ah, e o Cássio e o Mauro. O que falar sobre eles? Sempre tenho a sensação de que me perco enquanto falo sobre eles, que esqueço o resto dos acontecimentos. Eles ofuscam tudo e todos, mesmo que apareçam por alguns instantes apenas. Ver a desenvoltura deles num trabalho conjunto é incrível. Funcionam como um só, e funcionavam desde Meia Lua, quando seus poderes não eram como os de hoje. Isso é tão, tão incrível. Jamais cansarei de dizer o quão importante são.
Capítulo excelente, como sempre. Vou correndo ler o próximo =)
Admito que senti muito essa parte. Eu não queria que Levi tivesse morrido, mas não existe ação sem consequências. Talvez eu não tenha conseguido demonstrar o quanto Luca sentiu a perda do dragão, mas ter a companhia constante dele era como andar novamente (e voar), e de quebra ter alguém que ele não precisava proteger. Perder as duas coisas foi extremamente difícil pra ele. Sem Viviane, Luca não teria insistido o suficiente pra sobreviver. Ele ultrapassou muito o ponto de ruptura nessa história.
Eu teria adorado retratar um pouco mais de Viviane, e de como Luca a deixa atônita com frequência. É revigorante como os dois saem de qualquer padrão de romance.
Como deu pra ver em Oitava Fileira, o tipo de magia que Mauro fez ao longo dos anos, e que o Cas permitiu, é uma coisa única no universo deles. De várias formas, eles são como lados diferentes da mesma pessoa. É assustador e fascinante como isso funciona pra eles.
Admito que senti muito essa parte. Eu não queria que Levi tivesse morrido, mas não existe ação sem consequências. Talvez eu não tenha conseguido demonstrar o quanto Luca sentiu a perda do dragão, mas ter a companhia constante dele era como andar novamente (e voar), e de quebra ter alguém que ele não precisava proteger. Perder as duas coisas foi extremamente difícil pra ele. Sem Viviane, Luca não teria insistido o suficiente pra sobreviver. Ele ultrapassou muito o ponto de ruptura nessa história.
Eu teria adorado retratar um pouco mais de Viviane, e de como Luca a deixa atônita com frequência. É revigorante como os dois saem de qualquer padrão de romance.
Como deu pra ver em Oitava Fileira, o tipo de magia que Mauro fez ao longo dos anos, e que o Cas permitiu, é uma coisa única no universo deles. De várias formas, eles são como lados diferentes da mesma pessoa. É assustador e fascinante como isso funciona pra eles.
Olá =)
Ler seus capítulos é atravessar, tensamente, uma corda bamba. Cada passo é incerto. Não sabia o que esperar, se ficaria triste pela perda ou aliviada pela salvação do meu personagem preferido. Devo dizer, comecei a já clicar nos seus capítulos com a certeza de que passarei por essa experiência. E é incrível, de fato, nunca sair decepcionada.
Luca é, com certeza, um dos personagens mais bem desenvolvido ao longo dessa história. Sua presença é marcante, única, forte. Cada atitude e pensamento bem orquestrados. Bem, sim, não quero que ele morra (dane-se esse orgulho infeliz), mas compreendo seu ponto de vista. Combina perfeitamente com quem ele é e qualquer atitude diferente não pareceria real. Então, ainda que tenha ficado tensa, estou, como sempre, satisfeita com o que li.
Interessante também ver as coisas sob o ponto de vista da Viviane. Meu único contato com ela, além de suas histórias, foi a participação dela na festa da Marina nos quadrinhos. Devo dizer, foi bastante interessante ter esse contato com ela e ver, mesmo que por apenas alguns instantes, sua visão de mundo. Gostei muito de ver seu ponto de vista a respeito de seu relacionamento com o Luca, a dificuldade de admitir que as coisas haviam fugido de seu controle. Muito, muito bom.
Foi, também, bom ver o Fred novamente. Me fez lembrar do quanto sinto falta de Meia Lua.
Ah, e o Cássio e o Mauro. O que falar sobre eles? Sempre tenho a sensação de que me perco enquanto falo sobre eles, que esqueço o resto dos acontecimentos. Eles ofuscam tudo e todos, mesmo que apareçam por alguns instantes apenas. Ver a desenvoltura deles num trabalho conjunto é incrível. Funcionam como um só, e funcionavam desde Meia Lua, quando seus poderes não eram como os de hoje. Isso é tão, tão incrível. Jamais cansarei de dizer o quão importante são.
Capítulo excelente, como sempre. Vou correndo ler o próximo =)
Olá
Admito que senti muito essa parte. Eu não queria que Levi tivesse morrido, mas não existe ação sem consequências. Talvez eu não tenha conseguido demonstrar o quanto Luca sentiu a perda do dragão, mas ter a companhia constante dele era como andar novamente (e voar), e de quebra ter alguém que ele não precisava proteger. Perder as duas coisas foi extremamente difícil pra ele. Sem Viviane, Luca não teria insistido o suficiente pra sobreviver. Ele ultrapassou muito o ponto de ruptura nessa história.
Eu teria adorado retratar um pouco mais de Viviane, e de como Luca a deixa atônita com frequência. É revigorante como os dois saem de qualquer padrão de romance.
Como deu pra ver em Oitava Fileira, o tipo de magia que Mauro fez ao longo dos anos, e que o Cas permitiu, é uma coisa única no universo deles. De várias formas, eles são como lados diferentes da mesma pessoa. É assustador e fascinante como isso funciona pra eles.
Muito obrigada mais uma vez. Até o próximo.
Olá
Admito que senti muito essa parte. Eu não queria que Levi tivesse morrido, mas não existe ação sem consequências. Talvez eu não tenha conseguido demonstrar o quanto Luca sentiu a perda do dragão, mas ter a companhia constante dele era como andar novamente (e voar), e de quebra ter alguém que ele não precisava proteger. Perder as duas coisas foi extremamente difícil pra ele. Sem Viviane, Luca não teria insistido o suficiente pra sobreviver. Ele ultrapassou muito o ponto de ruptura nessa história.
Eu teria adorado retratar um pouco mais de Viviane, e de como Luca a deixa atônita com frequência. É revigorante como os dois saem de qualquer padrão de romance.
Como deu pra ver em Oitava Fileira, o tipo de magia que Mauro fez ao longo dos anos, e que o Cas permitiu, é uma coisa única no universo deles. De várias formas, eles são como lados diferentes da mesma pessoa. É assustador e fascinante como isso funciona pra eles.
Muito obrigada mais uma vez. Até o próximo.