Ah, eu sabia que essa história deveria ser ótima! Simplesmente sublime. A qualidade desse texto é de outro nível, ainda estou enlevada. Surpreendente que com menos de 3 mil palavras você tenha composto uma cena tão rica, tão completa, que nos faz mergulhar completamente nesse universo de forma intensa. Céus, e um dom isso. Que talento! Nessa vida alucinada que tenho vivido há tempos que eu não me comovia tanto com uma fanfic.
Meu santo nunca vai bater com o do Aizen, isso é uma constante cosmológica. Mas vou ter que admitir que isso que você comentou nas notas finais, com relação à desistência de Aizen da vitória, fez muito sentido pra mim. Eu nunca tinha pensado na questão por essa perspectiva. E também se acomodou perfeitamente em minha alma que, de repente, Aizen tenha sentido falta da presença de Gin em seu despertar na Soul Society. Meu lado implicante ainda berra que Tite Kubo só trouxe Aizen de volta porque viu que tinha feito uma bobagem em dar cabo de um dos melhores personagens que ele criara na série, mas gostei tanto dessa sua interpretação que vou considerar como a versão correta.
Mas agora falando do capítulo em si... Não consigo não estar furiosa com o Aizen, embora eu entenda que seja difícil lidar com os tabus da nossa sociedade, muito mais ainda para os homens. Meu coração sangrou pelo Gin ao tentar imaginar como ele deve ter se sentido com aquele abandono "repentino e definitivo". E estou me roendo de curiosidade pelo próximo capítulo. Preciso saber como foi a coisa pelo lado do Gin.
Puxa vida, Kyou, é polêmica a sua história, faz refletir, nos faz pensar em situações sensíveis típicas do momento que estamos vivendo. É fácil julgar Aizen como um covarde, torcer o nariz para ele por não ter acreditado no amor, mas se tento me colocar no lugar dele, não consigo ter certeza de que agiria diferente do modo como ele agiu. Podemos discordar do mundo, mas, infelizmente, esse é o único mundo que temos por hora. E ser a pessoa do contra não é nada fácil.
Mas afrouxando um pouco as amarras sociais, eu gostei muito do final do capítulo pela riqueza dos detalhes da cena, mas, sobretudo, porque ficou evidente para mim que Aizen não é um homossexual enrustido, que não sente atração física por mulheres e mesmo assim mantém uma, não é esse o caso dele, pois ele não se interessa por homens de um modo geral e sim por um único homem em especial, então para isso o atormentar por tantos anos, deve significar que o que ele sentiu (e ainda parece sentir) por Gin foi uma conexão de almas, e quando a coisa vai para esse contexto, pelo menos para mim, acabou essa coisa de gêneros.
E se estou querendo esganar o Aizen aqui também não é porque ele se acovardou diante de uma sociedade tirânica, mas porque ele sufocou esse tipo de sentimento tão raro que é a atração das almas. É certo que Gin não foi apenas uma pessoa que passou pela vida dele, Gin deixou uma marca perene. Pois bem, se Aizen se sente vazio agora está apenas colhendo os frutos daquilo que plantou...
Detalhes e cenas que adorei no capítulo: A menção de Hirako Shinji como chefe do Aizen; sempre aprecio esses paralelos com a série original nas fics em UA. Achei linda a cena dos dois no metrô, com os "dedos discretamente entrelaçados", ainda que tenha sido o último momento dos dois juntos. Gostei muito do emprego que você deu para o Aizen, do contexto que você montou para essa história, tudo muito bem pensado e convincente. E gostei de aprender um termo novo, frottage. E o que mais dizer? Que estou muito feliz por você ter postado essa fanfic, que o texto até aqui é excelente para dizer o mínimo, e que estou louca pelo próximo capítulo! Meus sinceros parabéns, e saiba que você tem toda minha admiração neste trabalho, Tânia-chan. E se me permite uma sugestão, já que esse site se acha às moscas: Tente postar no Spirit ou mesmo na Fanfiction Net. Um belo trabalho como esse merecer ser lindo pelos fãs da série.
Então é isso ai! Um mega abraço minha querida, muita inspiração e esteja na paz!
Amanda Catarina
O que mais gostei: Da riqueza de detalhes do texto
Ah, eu sabia que essa história deveria ser ótima! Simplesmente sublime. A qualidade desse texto é de outro nível, ainda estou enlevada. Surpreendente que com menos de 3 mil palavras você tenha composto uma cena tão rica, tão completa, que nos faz mergulhar completamente nesse universo de forma intensa. Céus, e um dom isso. Que talento! Nessa vida alucinada que tenho vivido há tempos que eu não me comovia tanto com uma fanfic.
Meu santo nunca vai bater com o do Aizen, isso é uma constante cosmológica. Mas vou ter que admitir que isso que você comentou nas notas finais, com relação à desistência de Aizen da vitória, fez muito sentido pra mim. Eu nunca tinha pensado na questão por essa perspectiva. E também se acomodou perfeitamente em minha alma que, de repente, Aizen tenha sentido falta da presença de Gin em seu despertar na Soul Society. Meu lado implicante ainda berra que Tite Kubo só trouxe Aizen de volta porque viu que tinha feito uma bobagem em dar cabo de um dos melhores personagens que ele criara na série, mas gostei tanto dessa sua interpretação que vou considerar como a versão correta.
Mas agora falando do capítulo em si... Não consigo não estar furiosa com o Aizen, embora eu entenda que seja difícil lidar com os tabus da nossa sociedade, muito mais ainda para os homens. Meu coração sangrou pelo Gin ao tentar imaginar como ele deve ter se sentido com aquele abandono "repentino e definitivo". E estou me roendo de curiosidade pelo próximo capítulo. Preciso saber como foi a coisa pelo lado do Gin.
Puxa vida, Kyou, é polêmica a sua história, faz refletir, nos faz pensar em situações sensíveis típicas do momento que estamos vivendo. É fácil julgar Aizen como um covarde, torcer o nariz para ele por não ter acreditado no amor, mas se tento me colocar no lugar dele, não consigo ter certeza de que agiria diferente do modo como ele agiu. Podemos discordar do mundo, mas, infelizmente, esse é o único mundo que temos por hora. E ser a pessoa do contra não é nada fácil.
Mas afrouxando um pouco as amarras sociais, eu gostei muito do final do capítulo pela riqueza dos detalhes da cena, mas, sobretudo, porque ficou evidente para mim que Aizen não é um homossexual enrustido, que não sente atração física por mulheres e mesmo assim mantém uma, não é esse o caso dele, pois ele não se interessa por homens de um modo geral e sim por um único homem em especial, então para isso o atormentar por tantos anos, deve significar que o que ele sentiu (e ainda parece sentir) por Gin foi uma conexão de almas, e quando a coisa vai para esse contexto, pelo menos para mim, acabou essa coisa de gêneros.
E se estou querendo esganar o Aizen aqui também não é porque ele se acovardou diante de uma sociedade tirânica, mas porque ele sufocou esse tipo de sentimento tão raro que é a atração das almas. É certo que Gin não foi apenas uma pessoa que passou pela vida dele, Gin deixou uma marca perene. Pois bem, se Aizen se sente vazio agora está apenas colhendo os frutos daquilo que plantou...
Detalhes e cenas que adorei no capítulo: A menção de Hirako Shinji como chefe do Aizen; sempre aprecio esses paralelos com a série original nas fics em UA. Achei linda a cena dos dois no metrô, com os "dedos discretamente entrelaçados", ainda que tenha sido o último momento dos dois juntos. Gostei muito do emprego que você deu para o Aizen, do contexto que você montou para essa história, tudo muito bem pensado e convincente. E gostei de aprender um termo novo, frottage. E o que mais dizer? Que estou muito feliz por você ter postado essa fanfic, que o texto até aqui é excelente para dizer o mínimo, e que estou louca pelo próximo capítulo! Meus sinceros parabéns, e saiba que você tem toda minha admiração neste trabalho, Tânia-chan. E se me permite uma sugestão, já que esse site se acha às moscas: Tente postar no Spirit ou mesmo na Fanfiction Net. Um belo trabalho como esse merecer ser lindo pelos fãs da série.
Então é isso ai! Um mega abraço minha querida, muita inspiração e esteja na paz!
Amanda Catarina
O que mais gostei: Da riqueza de detalhes do texto