Gente, que história linda! Adorei o tema, porque não é um que vejamos sempre por aí, pelo menos não em primeiro plano, ainda mais com um sertanejo de raiz como esse! O amor por animais de estimação é sim essa coisa gradativa e avassaladora, que, quando a gente vê, já tomou conta de todo mundo. E é engraçado como, em geral, quem mais se apega aos bichinhos é quem mais oferece resistência no início. Acho que isso é o coração com medo de se quebrar...
Adorei a história, e o tipo de narrativa também. Amei o estilo de poucos diálogos, e principalmente, a visão do Spike. Coitadinho, dá tanta dó dele nos primeiros dias, porque ele não está acostumado, e acha que foi abandonado outra vez. Mal sabia ele que uma família cheia de amor estava pronta para acolhê-lo. Achei triste a parte da doença, e achei que o texto passou exatamente o sentimento. Gostei da narrativa em primeira pessoa, gostei do desenvolvimento do "depois do Spike", da surpresa das duas cachorras de porte médio e bem novas! Adorei a história, de verdade.
Não esperava por palavras como as tuas. Não sou de escrever muito, sou mais de ler, mas às vezes é necessário dar o exemplo e com o apoio e insistência de uma amiga ( Maira), q se disponibiliza a ajudar e corrigir, às vezes me aventuro. Gostei de saber q fugi do comum, mas tenha certeza q fui o mais verdadeira nesta história tão marcante e significativa em minha vida. Fico feliz por ter aprendido muito com isto e descoberto este sentimento tão livre de interesses e conveniências.
Gente, que história linda! Adorei o tema, porque não é um que vejamos sempre por aí, pelo menos não em primeiro plano, ainda mais com um sertanejo de raiz como esse! O amor por animais de estimação é sim essa coisa gradativa e avassaladora, que, quando a gente vê, já tomou conta de todo mundo. E é engraçado como, em geral, quem mais se apega aos bichinhos é quem mais oferece resistência no início. Acho que isso é o coração com medo de se quebrar...
Adorei a história, e o tipo de narrativa também. Amei o estilo de poucos diálogos, e principalmente, a visão do Spike. Coitadinho, dá tanta dó dele nos primeiros dias, porque ele não está acostumado, e acha que foi abandonado outra vez. Mal sabia ele que uma família cheia de amor estava pronta para acolhê-lo. Achei triste a parte da doença, e achei que o texto passou exatamente o sentimento. Gostei da narrativa em primeira pessoa, gostei do desenvolvimento do "depois do Spike", da surpresa das duas cachorras de porte médio e bem novas! Adorei a história, de verdade.
Querida Ludmila, vc me fez chorar...
Não esperava por palavras como as tuas. Não sou de escrever muito, sou mais de ler, mas às vezes é necessário dar o exemplo e com o apoio e insistência de uma amiga ( Maira), q se disponibiliza a ajudar e corrigir, às vezes me aventuro. Gostei de saber q fugi do comum, mas tenha certeza q fui o mais verdadeira nesta história tão marcante e significativa em minha vida. Fico feliz por ter aprendido muito com isto e descoberto este sentimento tão livre de interesses e conveniências.
Um grande bj e obrigada pelas observações...
Gláucia