Eu estou fascinada com esse capítulo e com como foi delicioso e bom lê-lo, porque ele foi simplesmente perfeito. Em cada detalhe, em cada pequena palavra que você colocou. Eu adorei ver a forma como você lidou com o luto de Yaha e em como as coisas tomaram um rumo completamente diferente do que eu esperava.
Esse reino é tão complexo e o universo tão cheio de coisas, que vou me atrever a perguntar: onde está a obra-prima que deu origem à esta fic? Onde é o universo que você criou? Que fic? Ou será um futuro livro? Se for, me avise. Quero comprar e quero autógrafo!
Ademais, amando como sempre. A sutileza do detalhe do tu foi maravilhosa. Estou no aguardo pelo próximo!
200 palavras, Yaha! (você me disse que soava como Yahaa!)
Eu fiquei pensando se não ia parecer forçado ou algo do tipo. É mais uma curiosidade que algo impactante na trama. Yaha é uma pessoa meio fria, meio ríspida. Eu não conseguia imaginar ela se debulhando em lágrimas, ficando desesperada. Ela ficou sim, abalada, pela notícia; mas é aquela história "vamos cuidar dos vivos que os mortos já se foram".
Olha. Deixa eu ver se eu consigo resumir a bagunça. Prepare-se que lá vem textão:
Lá por 2014 ou 2015, eu li Crônicas de Nárnia e fiquei apaixonada por fantasia medieval. A primeira ideia foi sobre duas irmãs, separadas no nascimento por causa de uma profecia, que tinham que se unir para derrotar um bem comum. Aí, eu li ASOIAF, e tive outras ideias. Comecei a pensar em esquemas e tretas políticas e essas duas irmãs continuam existindo, mas como deusas. Na religião de Vallone, as duas luas são deusas protetoras: Alfa e Ômega. Até surgiu o projeto principal: Dancing Gods (juro que até eu escrever eu penso em tradução). Nesse mundo, existiu essa Revolta das Rosas, que foi responsável por baixar uma lei que limitava completamente a participação feminina na política. Ou seja, elas não podiam ser proprietárias dos próprios bens, não podiam herdar o reino ou títulos de nobreza (o que gera muita, mas muita, treta em Dancing Gods). Aí, dessa revolução eu tive a ideia de fazer contos que contavam a guerra pela visão dos pobres e postar como uma antologia chamada Crônicas de Matadores de Rei. O primeiro já está pronto: O mais improvável dos heróis. Quando veio a notícia do desafio, resolvi pegar essa ideia que já vinha ocupando meu cérebro, e escrever sobre como a vida de uma camponesa foi afetada pela guerra (mesmo ela morando longe da capital e dos campos de batalha).
Não sei se você queria saber todo a história haha
Mas estamos aí ♥
Ah, Yaha soa como "Iárra". A sílaba forte no primeiro a.
Eu já arrumei no capítulo faz um tempinho, só não tinha tido tempo de agradecer. Obrigada mesmo ♥. Sempre tento deixar o capítulo impecável, mas alguns errinhos passam despercebidos.
Não estudo idioma, nem literatura, nem algo do gênero. Faço cursinho pré-vestibular. O que sei sobre isso foi em discussões no alemão, pesquisa. Esse tipo de coisa.
Ainda que Yaha reconheceu o fato de Lázaro pode ser um bom amigo e convenhamos que ela precisa de um amigo nesse momento, sem contar que como estão em guerra ter um homem na casa pode ser de grande valia.
Está mais para "é importante ter um ajudante em uma fazenda de tamanho considerável" que "ter um homem durante uma guerra". Mas, com toda certeza, Yaha precisa de um amigo. Por mais que ela ame os filhos, ter alguém da própria idade para conversar e beber uma breja é algo bom.
Ah, elas não eram tão próximas. Pensei que a dor seria maior. Entendo isso, as vezes as diferenças nos afastam, porque somos humanos. Posso dizer que sou mais próxima da minha mãe agora, do que era no passado.
Esse Lázaro... melhor pessoa. Cerveja nas horas de dor? Sou dessas!
Não tinha notado essa mudança nos pronomes xD Foi mal
Não, não eram mesmo. Yaha ficou abalada sim e se preocupava com a mãe, mas devido ao estado de saúde da Diana, era bem visível que ela uma hora ou outra ela morreria. Existe coisa melhor para curar tristeza e dor da perda, que cachaça? Se tem, não conheço.
Imagina! Eu gosto de colocar esses detalhezinhos. Fazer o que?
Desculpa a demora em responder seu comentário, mas ando numa correria danada. Só tive um pouco de tempo hoje.
Muito obrigada mesmo ♥
O relacionamento familiar da Yaha é meio complexo, foi muito tempo de brigas e tretas até chegar nesse tempo de paz, da Wenna e da Yaha pararem de brigar e gostarem uma da outra verdadeiramente.
Ahh! Esse vislumbre literário enche-me os olhos e aquece-me o coração ♡
Acho que Lázaro e Yaha são amigos pelo o tempo que passam juntos mesmo xD
Adoro borboletas *-*
Beijos de luz ♡☆
Oi, flor ♥. Boa noite ♥
Já estava na hora né. Olha a quantidade de tempo que Lázaro está lá. O coitadinho está quase virando parte da mobília.
Borboletas são lindas ♥
Só que ainda não expliquei o motivo do título hahaha
Em breve.
Beijinhos ♥
Eu estou fascinada com esse capítulo e com como foi delicioso e bom lê-lo, porque ele foi simplesmente perfeito. Em cada detalhe, em cada pequena palavra que você colocou. Eu adorei ver a forma como você lidou com o luto de Yaha e em como as coisas tomaram um rumo completamente diferente do que eu esperava.
Esse reino é tão complexo e o universo tão cheio de coisas, que vou me atrever a perguntar: onde está a obra-prima que deu origem à esta fic? Onde é o universo que você criou? Que fic? Ou será um futuro livro? Se for, me avise. Quero comprar e quero autógrafo!
Ademais, amando como sempre. A sutileza do detalhe do tu foi maravilhosa. Estou no aguardo pelo próximo!
200 palavras, Yaha! (você me disse que soava como Yahaa!)
O que mais gostei: O significado do nome de Yaha
QUE BOM QUE GOSTOU ♥
Eu fiquei pensando se não ia parecer forçado ou algo do tipo. É mais uma curiosidade que algo impactante na trama. Yaha é uma pessoa meio fria, meio ríspida. Eu não conseguia imaginar ela se debulhando em lágrimas, ficando desesperada. Ela ficou sim, abalada, pela notícia; mas é aquela história "vamos cuidar dos vivos que os mortos já se foram".
Olha. Deixa eu ver se eu consigo resumir a bagunça. Prepare-se que lá vem textão:
Lá por 2014 ou 2015, eu li Crônicas de Nárnia e fiquei apaixonada por fantasia medieval. A primeira ideia foi sobre duas irmãs, separadas no nascimento por causa de uma profecia, que tinham que se unir para derrotar um bem comum. Aí, eu li ASOIAF, e tive outras ideias. Comecei a pensar em esquemas e tretas políticas e essas duas irmãs continuam existindo, mas como deusas. Na religião de Vallone, as duas luas são deusas protetoras: Alfa e Ômega. Até surgiu o projeto principal: Dancing Gods (juro que até eu escrever eu penso em tradução). Nesse mundo, existiu essa Revolta das Rosas, que foi responsável por baixar uma lei que limitava completamente a participação feminina na política. Ou seja, elas não podiam ser proprietárias dos próprios bens, não podiam herdar o reino ou títulos de nobreza (o que gera muita, mas muita, treta em Dancing Gods). Aí, dessa revolução eu tive a ideia de fazer contos que contavam a guerra pela visão dos pobres e postar como uma antologia chamada Crônicas de Matadores de Rei. O primeiro já está pronto: O mais improvável dos heróis. Quando veio a notícia do desafio, resolvi pegar essa ideia que já vinha ocupando meu cérebro, e escrever sobre como a vida de uma camponesa foi afetada pela guerra (mesmo ela morando longe da capital e dos campos de batalha).
Não sei se você queria saber todo a história haha
Mas estamos aí ♥
Ah, Yaha soa como "Iárra". A sílaba forte no primeiro a.
Fico muito feliz que esteja gostando ♥
Beijinhos ♥
Mulher sua inteligencia me assombra. Acaso estudas idioma, literatura ou algo do gênero??? Estou chocada com o tanto que sabes.
O que acho que pode melhorar: significada no lugar de significava
Meu anjo, obrigada pela correção ♥
Eu já arrumei no capítulo faz um tempinho, só não tinha tido tempo de agradecer. Obrigada mesmo ♥. Sempre tento deixar o capítulo impecável, mas alguns errinhos passam despercebidos.
Não estudo idioma, nem literatura, nem algo do gênero. Faço cursinho pré-vestibular. O que sei sobre isso foi em discussões no alemão, pesquisa. Esse tipo de coisa.
Obrigada mesmo ♥
Beijinhos ♥
Olá, Nath!
Ainda que Yaha reconheceu o fato de Lázaro pode ser um bom amigo e convenhamos que ela precisa de um amigo nesse momento, sem contar que como estão em guerra ter um homem na casa pode ser de grande valia.
Até mais, Type
Olá, Type! ♥
Está mais para "é importante ter um ajudante em uma fazenda de tamanho considerável" que "ter um homem durante uma guerra". Mas, com toda certeza, Yaha precisa de um amigo. Por mais que ela ame os filhos, ter alguém da própria idade para conversar e beber uma breja é algo bom.
Beijinhos ♥
Ah, elas não eram tão próximas. Pensei que a dor seria maior. Entendo isso, as vezes as diferenças nos afastam, porque somos humanos. Posso dizer que sou mais próxima da minha mãe agora, do que era no passado.
Esse Lázaro... melhor pessoa. Cerveja nas horas de dor? Sou dessas!
Não tinha notado essa mudança nos pronomes xD Foi mal
Não, não eram mesmo. Yaha ficou abalada sim e se preocupava com a mãe, mas devido ao estado de saúde da Diana, era bem visível que ela uma hora ou outra ela morreria. Existe coisa melhor para curar tristeza e dor da perda, que cachaça? Se tem, não conheço.
Imagina! Eu gosto de colocar esses detalhezinhos. Fazer o que?
Beijinhos ♥
Essa foi uma indireta? dele ta lá a tanto tempo? kkkk
Ela é a brabuletinha do título ahhhhh agora tudo faz sentido :D
Foi indireta nada, foi bem direta mesmo saopskpaokspoakpasok
SIM. Ela é a brabuletinha do título :3
Bailar de Asas douradas veio da Yaha ser a brabuleta e o bailar no sentido do Lázaro que toca :3
Olá, olha só quem tá dando as caras por aqui~~
Desculpe o sumiço, mas eram tantas (e ainda são) coisas para se fazer, mas aos poucos estou colando tudo em ordem :)
Que capítulo maravilhoso foi esse?! Adorei o significado da borboleta, e o diálogo fluido entre Yaha e Lázaro ♥
Uma delícia poder descobrir mais do passado de Yaha, seu relacionamento familiar e etc!
Sua história é linda demais ♥
Um abraço, até mais!
Oi, flor ♥. Turu bom contigo?
Desculpa a demora em responder seu comentário, mas ando numa correria danada. Só tive um pouco de tempo hoje.
Muito obrigada mesmo ♥
O relacionamento familiar da Yaha é meio complexo, foi muito tempo de brigas e tretas até chegar nesse tempo de paz, da Wenna e da Yaha pararem de brigar e gostarem uma da outra verdadeiramente.
Muito obrigada ♥
Beijinhos de luz ♥