Não se assuste com meus gritos. Um misto de alegria, raiva e curiosidade. Você sumiu por um bom tempo, eu me assustei. Mas eu também não sou mais o mesmo que antes, devo ter perdido a fórmula para fazer os comentários espirituosos de outrora. Principalmente por minha demora ao aparecer por aqui; nunca estive em um ritmo tão intenso de escrita desde o ano retrasado e não quis correr o risco de deixá-lo morrer.
Agora, não sou capaz de opinar a respeito da falta de trechos da história por aqui como eu fazia anteriormente. Por um lado eu não me recordo de nenhum quote tão importante para uma citação direta, por outro sei que isso se deu pela leitura contínua e sem pausas.
Restam as perguntas, em especial se tratando de Mary Jane. Enxergo ao menos quatro motivos para que ela aja dessa forma para com Caesar, e sinceramente não sei qual delas é pior em se tratando do perfil dele. Meu principal palpite foge um pouco do óbvio interesse amoroso, apesar de eu não descartá-lo. Creio, sim, que ela não é quem aparenta ser; digo mais, sua aparência é justamente o que me dá dicas de ela não se encaixar perfeitamente no grupo. Não sei como você trata certos pokémon incomuns na história, mas a posse de um Castform me deixou também inquieto.
Ah, devo dizer que Marcus caiu feito um patinho no jogo de Caesar. Você não desafia um pokémon vencedor da liga para uma corrida, não quando você não o treinou de modo intenso. Fianton? Não passa de um Talonlame.
Sobre a carta no final, prefiro não especular ainda. Mas achei ela conveniente demais. Como Dakota poderia saber que Magnus teria acesso ao mesmo quarto que ela ao ponto de poder vasculhá-lo em busca de um esconderijo secreto como aquele? Não deveria ela imaginar a possibilidade de outra pessoa encontrar essa pista, expondo uma pessoa envolvida para o primeiro a localizar a carta? E se não fosse ele?
Isso dá a entender que ela confia o suficiente na incompetência dos Rangers. Ou não desconfia da existência de agentes infiltrados.
De qualquer forma, preocupante. Sinto o gosto do molho nesse plot sandwich.
Agora, sobre as notas finais. Dei um pulo para trás ao relê-las. Tudo bem que tenha sumido (e espero que tenha sido capaz de fazer estoque dos capítulos). Mas algumas palavras ali me soaram familiares demais. Em especial quanto a última fic da trilogia. Lembro-me de ter lido uma história com esse mesmo nome, apesar da temática ser pós-apocalíptica (ou o paralelo pokémon de um apocalipse, devo acrescentar). A autora daquela história desapareceu para minha tristeza, talvez tenha ficado desapontada com o queijo suíço ali deixado, mas... arrisco uma semelhança no estilo da escrita. Posso ou não supor ser uma conta alternativa sua... me surpreenda!
;-P do Kurono
P.S: um capítulo por semana? Você tem coragem pra fazer esse tipo de promessa!
Ah, estava sentindo saudades dos seus comentários! Eles sempre me motivam a continuar escrevendo.
Bom, eu ainda preciso apresentar mais sobre todos os personagens, mas certamente quero falar mais sobre a Mary Jane logo. Provavelmente no próximo capítulo ou no seguinte, incluirei um diálogo entre ela e Caesar e deixarei mais evidentes os reais interesses da menina pelo campeão da liga de Kalos hehe. Só deixo aqui a dica: ninguém se apaixona verdadeiramente por uma pessoa no segundo em que a vê pela primeira vez, não é?
De fato, não se deve desafiar de graça um Campeão. A menos que você não saiba que ele é um campeão.
Certamente foi um pouco imprudente da parte de Dakota deixar a carta no mesmo quarto em que estava. Mas, ela e Caesar se conhecem desde que eram crianças e, acostumada com o comportamento do garoto, ela confiava em sua inteligência e determinação; tinha certeza de que, caso algo acontecesse com ela, ele iria atrás do culpado e investigaria cada passo seu antes de seu sumiço. Além disso, mesmo que haja alguém infiltrado, ninguém imaginaria que ela esconderia pistas sob o piso de seu quarto. Alguém poderia revirar as gavetas e armários em busca de um celular ou pista para descobrir outros nomes, mas não esperariam uma pista deixada em um lugar tão incomum para uma pessoa que nem ao menos estava em Hoenn. Não diria que ela confia na incompetência dos Rangers, mas sim na competência de Caesar.
Obrigada mais uma vez pelo comentário! Estou com um capítulo quase pronto, mas estou decidindo ainda se posto essa sexta ou na próxima, para ter mais tempo de estocar capítulos. Até a próxima o/
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Não se assuste com meus gritos. Um misto de alegria, raiva e curiosidade. Você sumiu por um bom tempo, eu me assustei. Mas eu também não sou mais o mesmo que antes, devo ter perdido a fórmula para fazer os comentários espirituosos de outrora. Principalmente por minha demora ao aparecer por aqui; nunca estive em um ritmo tão intenso de escrita desde o ano retrasado e não quis correr o risco de deixá-lo morrer.
Agora, não sou capaz de opinar a respeito da falta de trechos da história por aqui como eu fazia anteriormente. Por um lado eu não me recordo de nenhum quote tão importante para uma citação direta, por outro sei que isso se deu pela leitura contínua e sem pausas.
Restam as perguntas, em especial se tratando de Mary Jane. Enxergo ao menos quatro motivos para que ela aja dessa forma para com Caesar, e sinceramente não sei qual delas é pior em se tratando do perfil dele. Meu principal palpite foge um pouco do óbvio interesse amoroso, apesar de eu não descartá-lo. Creio, sim, que ela não é quem aparenta ser; digo mais, sua aparência é justamente o que me dá dicas de ela não se encaixar perfeitamente no grupo. Não sei como você trata certos pokémon incomuns na história, mas a posse de um Castform me deixou também inquieto.
Ah, devo dizer que Marcus caiu feito um patinho no jogo de Caesar. Você não desafia um pokémon vencedor da liga para uma corrida, não quando você não o treinou de modo intenso. Fianton? Não passa de um Talonlame.
Sobre a carta no final, prefiro não especular ainda. Mas achei ela conveniente demais. Como Dakota poderia saber que Magnus teria acesso ao mesmo quarto que ela ao ponto de poder vasculhá-lo em busca de um esconderijo secreto como aquele? Não deveria ela imaginar a possibilidade de outra pessoa encontrar essa pista, expondo uma pessoa envolvida para o primeiro a localizar a carta? E se não fosse ele?
Isso dá a entender que ela confia o suficiente na incompetência dos Rangers. Ou não desconfia da existência de agentes infiltrados.
De qualquer forma, preocupante. Sinto o gosto do molho nesse plot sandwich.
Agora, sobre as notas finais. Dei um pulo para trás ao relê-las. Tudo bem que tenha sumido (e espero que tenha sido capaz de fazer estoque dos capítulos). Mas algumas palavras ali me soaram familiares demais. Em especial quanto a última fic da trilogia. Lembro-me de ter lido uma história com esse mesmo nome, apesar da temática ser pós-apocalíptica (ou o paralelo pokémon de um apocalipse, devo acrescentar). A autora daquela história desapareceu para minha tristeza, talvez tenha ficado desapontada com o queijo suíço ali deixado, mas... arrisco uma semelhança no estilo da escrita. Posso ou não supor ser uma conta alternativa sua... me surpreenda!
;-P do Kurono
P.S: um capítulo por semana? Você tem coragem pra fazer esse tipo de promessa!
Ah, estava sentindo saudades dos seus comentários! Eles sempre me motivam a continuar escrevendo.
Bom, eu ainda preciso apresentar mais sobre todos os personagens, mas certamente quero falar mais sobre a Mary Jane logo. Provavelmente no próximo capítulo ou no seguinte, incluirei um diálogo entre ela e Caesar e deixarei mais evidentes os reais interesses da menina pelo campeão da liga de Kalos hehe. Só deixo aqui a dica: ninguém se apaixona verdadeiramente por uma pessoa no segundo em que a vê pela primeira vez, não é?
De fato, não se deve desafiar de graça um Campeão. A menos que você não saiba que ele é um campeão.
Certamente foi um pouco imprudente da parte de Dakota deixar a carta no mesmo quarto em que estava. Mas, ela e Caesar se conhecem desde que eram crianças e, acostumada com o comportamento do garoto, ela confiava em sua inteligência e determinação; tinha certeza de que, caso algo acontecesse com ela, ele iria atrás do culpado e investigaria cada passo seu antes de seu sumiço. Além disso, mesmo que haja alguém infiltrado, ninguém imaginaria que ela esconderia pistas sob o piso de seu quarto. Alguém poderia revirar as gavetas e armários em busca de um celular ou pista para descobrir outros nomes, mas não esperariam uma pista deixada em um lugar tão incomum para uma pessoa que nem ao menos estava em Hoenn. Não diria que ela confia na incompetência dos Rangers, mas sim na competência de Caesar.
Obrigada mais uma vez pelo comentário! Estou com um capítulo quase pronto, mas estou decidindo ainda se posto essa sexta ou na próxima, para ter mais tempo de estocar capítulos. Até a próxima o/