Comentários em “Living in the North”: “Capítulo 07 - Wendy McKinley, Emily Johnson & Harry Jr.”

Adolfinho

E aí, cara, tô aqui de novo.

Errata rápida: eu achei que o próximo capítulo que eu fosse ler já seria o do Stefan, mas tem esse aqui na frente. Sem problema, vou ler ele agora, depois o do Stefan, mas devo dizer que a historinha ta bem legal para um spin-off. Claro que não é nada super desenvolvido mas é bom de se ler.

Meio chato ter que lembrar da morte do Harry, que sem dúvida foi a morte mais triste da fic, tanto pelo personagem ser o mais principal quanto pela cena em si. Que inclusive eu até chorei (não muito, mas caíram umas lagrimazinhas). Eu raramente choro com essas coisas então isso mostra que foi bem triste.

Caramba, coitada da Emily. Ser uma criança no mundo apocalíptico já é um cu, e ainda por cima ela perdeu o pai... Essa criança provavelmente vai virar uma adulta bem cascuda, ao menos.

E aí que foi mencionada uma creche, eu pensei agora: tem escola também? Eu imagino a decepção das crianças em ter que ir para a aula mesmo no apocalipse. Ter uma escola não seria inútil, mas não para ensinar as matérias normais, já que nesse contexto elas não servem pra nada, mas sim um tipo de escola espartana pra ensinar os pentelhos a se virar. Se tivesse algo do tipo provavelmente não teria total aprovação, mas seria útil, já que em 90% dos casos as crianças em apocalipses zumbis são inúteis e atrapalham muito. São crianças e por isso o povo pega empatia, mas é bem ruim ter uma no grupo, então é bom que ela contribua. Por isso que personagens como a Ellie e a Clementine são tão queridas, porque se adaptaram ao apocalipse sem perder as características da idade.

Lol, imagina a pessoa ter uma filha de 14 anos tendo 20 anos? Na verdade é impossível, mas pensa... E pior que é bem comum na atualidade o povo ter filho bem cedo.

Ok, novamente eu fiz uma ponderação sobre uma possibilidade de existirem escolas e como eu estou comentando ao vivo fui respondido em poucos parágrafos. Mas deu pra ver que são escolas comuns. Será que na aula de biologia eles estudam os zumbis?

Hm... James chamando a Wendy de querida... Caramba Saulo, mas o povo dessa fic é insaciável, o cônjuge morre e em milésimos de segundo nego já ta em outra, kkkkkk.

Essa do James dizer algo religioso mesmo sem ser é bem interessante porque acontece direto. Eu não sou religioso e nem você, mas provavelmente, assim como eu, você fala coisas desse tipo o tempo todo, por causa da cultura e talz, virou expressão cotidiana.

Bem interessante essa aí de ela querer virar professora de filosofia por causa do Harry. Eu particularmente acho filosofia meio complicado. Mas enfim, isso não vem ao caso. Boa a ideia de ela fazer isso. Mas não é pra lembrar mais do Harry, ow caramba. Isso é triste, cara!

É, foi o mais parado, mas como eu já devo ter falado não faz tanta diferença se o capítulo é parado ou agitado, e sim como é escrito, e no caso foi bacana de ler essas referências todas aí.

Mais uma vez sem despedida porque vou ler agora o capítulo do Stefan, então, até lá!

Saulo Poliseli

Pode crer, mano... o spin-off não é super desenvolvido como você disse, mas acredito que ele seja bom para os leitores saberem o que aconteceu com os personagens depois do final de LIH. E eu gostei de escrever esse spin-off. Obrigado pelo elogio.
Pode crer, mano [2]... a morte do Harry foi sem dúvidas a mais triste, e também a mais injusta. Sério que você chorou, ou tá zoando? kkkkk Eu também raramente choro com essas coisas, principalmente lendo livro. Creio que até agora eu não chorei lendo livro, mas eu não sou um grande devorador de livros.
Então, a situação da Emily é pior do que você falou, porque ela perdeu o pai biológico e o pai de consideração/adotivo, o Harry. Além do irmão mais velho, Reece, e a amigona que fez no vilarejo, Anne. Imagina o sofrimento que essa menina passou... E eu penso da mesma forma que você, a Emily sendo f*odona quando for adulta.
Nossa, imagina a reação das crianças ao saber que tem que estudar em um mundo apocalíptico. Não deve ter sido boa, isso é certeza. haha C*aralho, como eu não pensei nisso de uma "escola espartana" pra ensinar as crianças a se defenderem? Uma ideia muito boa, mano. E como você disse, não teria total aprovação e seria muito interessante eu escrever isso na narrativa: os pais que aceitaram a ideia e os que recusaram. Seria um conflito de ideais bastante interessante.
Pois é... isso é possível e é muito bizarro. Já teve caso de uma menina da Índia, ou por esses lados, ter engravidado antes dos 10 anos, e se não me engano ela tinha exatamente 6 anos. É, isso mesmo, mano. Pesquisa aí no google: top 10 mães mais jovens dar à luz na história. A indiana tinha 6 anos e 7 meses, e a mais nova foi uma peruana, com 5 anos e 7 meses. Bizarro demais.
Mais uma vez o esquema de comentar ao vivo te trollou. kkkkk Mas isso é normal, fica de boa. Sei como é isso. E sim, as escolas são comuns. Infelizmente não pensei na "escola espartana". Lembrei da história que te contei quando respondi seu comentário do capítulo do Dave ao ler sua pergunta sobre aula de biologia estudando zumbis.
O James chamou a Wendy de querida de uma forma carinhosa, mas não como se fosse um casal ou se ele estivesse interessado nela. kkkkk Eu pensei nisso quando escrevi, que era algo íntimo e tals, mas o James não faria isso.
Exatamente, cara. Isso de falar coisas religiosas virou expressão cotidiana, como você disse. E sim, eu falo essas coisas algumas vezes, mesmo não sendo religioso.
Essa parte da Wendy ter se tornado uma professora de filosofia foi a parte que eu mais gostei de escrever no capítulo dela, como eu disse nas Notas Finais. Também acho filosofia complicado, antes eu não gostava da matéria por causa disso, mas a partir de 2013 eu passei a gostar porque meu professor era bem legal, explicava bem e eu prestava mais atenção nas aulas. Saudades e RIP Harry.
Valeu pelo elogio novamente, mano. E valeu pelo comentário também. Até o próximo!