Tharcos, eu já te falei que amo o modo como você escreve? O descrever dos cenários neste conto foi deslumbrante como se eu estivesse lendo páginas de uma literatura clássica. Me imaginei diretamente dentro da cena e isso foi o que fez valer o conto para mim, unto é claro, da revelação no final. Por algum motivo, lembrou-me vagamente da lenda do Barba-Azul, creio que a conheça.
Obrigado mais uma vez pelos seus amáveis comentários, querida Queen.
Estou a comentar apenas para confirmar que estou mesmo familiarizado com a lenda do Barba-Azul. Também tenho um certo fascínio pela possível inspiração desse conto, a história do serial killer francês Gilles de Rais.
Ultimamente, tenho andado a escrever menos. Mas certamente não é por falta de inspiração. A minha cabeça continua recheada de ideias para histórias. Tenho um bloco de notas cheio de anotações para as minhas futuras histórias.
Olha eu aqui novamente!
Tharcos, eu já te falei que amo o modo como você escreve? O descrever dos cenários neste conto foi deslumbrante como se eu estivesse lendo páginas de uma literatura clássica. Me imaginei diretamente dentro da cena e isso foi o que fez valer o conto para mim, unto é claro, da revelação no final. Por algum motivo, lembrou-me vagamente da lenda do Barba-Azul, creio que a conheça.
Impecável, como sempre.
Atenciosamente,
Queen of Fillory.
Obrigado mais uma vez pelos seus amáveis comentários, querida Queen.
Estou a comentar apenas para confirmar que estou mesmo familiarizado com a lenda do Barba-Azul. Também tenho um certo fascínio pela possível inspiração desse conto, a história do serial killer francês Gilles de Rais.
Ultimamente, tenho andado a escrever menos. Mas certamente não é por falta de inspiração. A minha cabeça continua recheada de ideias para histórias. Tenho um bloco de notas cheio de anotações para as minhas futuras histórias.