Comentários em “Retratos”: “O triste entardecer.”

Dreamer N

EU AMEI ♥ sua escrita é fascinante e o enredo que você criou foi perfeito, divino.

Ele ficou bem apaixonado no começo, hein? E a cena do enterro dos pais de César ficou muito parecida com cena de filme americano. É triste, mas ao mesmo tempo tem sua beleza.

O capítulo anterior foi muito bem feito, pois criou a ponte perfeita para que você chegasse até aqui, na história definitiva. Muito inteligente isso! :D Gostei *o*

No começo eu achei que a moça do cemitério estivesse morta, depois eu achei que não. Aí descobri que eu estava certa. Quando ele chegou na fazenda do Sr. Henrique, eu pensei que a emoção do senhor era porque ele era o Oscar do futuro. Já comecei a criar aquelas teorias loucas, deu pra ver kkkkkkkkkk... Aí quando subiram e ele disse que ela pintava, eu já saquei: é o Oscar que está nas pinturas e era mesmo ele *o*... Fascinante.

E no final vem esse baque, a neta dele é igual à Fiorella.

OS DOIS TÊM QUE FICAR JUNTOS, PÔ!

Provocadora ela, não? ;)

Mas gostei muito, realmente adorei a história e o enredo e a sua escrita. Muito envolvente.

Parabéns! \o/

♥

Austin
Austin Autor

Ô Dreamer, que delícia ler o seu comentário. Oscar é o tipo de homem cafajeste, mas ainda assim é um homem de bom coração. Ele cuida muito bem dos seus amigos, familiares, e quando fica com uma mulher, mesmo que seja apenas por uma noite, ele procura fazer com que ela se sinta única. Mas de repente este seu mundo "perfeito" onde viver sozinho é a melhor opção, acabou desmoronando após o encontro com a jovem do cemitério, e com os sonhos que passa a ter com ela. Nem ele consegue entender o que se passa dentro de si, tudo o que ele sabe é que há um vazio que precisa ser preenchido, talvez um vazio que na mente dele, apenas ela possa preencher. O cara ficou realmente muito ligado à Fiorella. Imagino eu, que Fiorella quando viva apesar de ter tido um relacionamento feliz com Henrique, tenha chorado escondido e teve seus momentos melancólicos por sentir um vazio... Um vazio que Oscar passou a sentir atualmente.
Quando à menina, eu gosto de imaginar que Oscar foi atrás dela para tentar um relacionamento. Mas algo bem superficial, pois devido ao desespero ele passou a idealizar Fiorella, na menina. Então ao estar com a garota, ele não estaria com ela por gostar dela de fato, e sim por sentir-se estando com Fiorella. Fico imensamente feliz que tenha curtido a história, e muito obrigado pelo comentário. É gostoso receber o carinho dos leitores assim! Bom final de semana, Dreamer!

Mya Zurck

Oi, meu amigo querido... Desde já peço desculpas pela demora em deixar um comentário a esta sua One Shot tão primorosa.

Eu senti a tristeza de Oscar no começo do enredo, captei seu desalento, porém, igualmente notei que ele carregava em si uma profunda ausência, um vazio mesmo, que o deixava sempre neste estado depressivo.

No funeral, ele a viu pela primeira vez, em meio àquela atmosfera melancólica, embora também algo graciosa, com chuva fina, pessoas trajadas de preto rodeando o caixão... Imaginei uma cena muito linda mesmo, sobretudo quando ela surge de modo um tanto inusitado, passando a ideia de destoar do cenário sóbrio, visto que não se vestia como os demais e até seu guarda-chuva era claro.

O rápido sentimento de estar emocionalmente ligado a ela, da paixão avassaladora, por obra de como os fatos se deram, foi algo que me pareceu muito lógico, perfeitamente compreensível... Vê que coisa linda é a escrita de uma narrativa, quando bem-feita? ;)

Oscar passou a sentir não mais um vazio, mas uma necessidade pungente de algo que ele nem entendia ao certo, por conta dos sonhos que tinha com a moça do cemitério. E foi justamente voltando ao cemitério que iniciou uma caminhada para os rumos que lhe dariam as respostas: a imagem na lápide e o nome "Fiorella Diop", que se conformavam com a moça que ele havia visto e se encantado, e a pesquisa na internet que o levou até o Senhor Henrique... Ufa! Oscar de fato fez um significativo trajeto. :)

Eu amei quando, enfim, ele se deparou com as pinturas dela e pôde compreender esta ligação ultra-física que há entre eles.

Um amor tão doce e que não precisa de corpo físico para se fazer presente nos emociona, embevece e cativa. Que lindo! ♥

Parabéns, meu amigo, adorei tudo.

Beijos e até breve, porque obviamente irei recomendar esta fic fascinante. ♥



O que mais gostei: O clima constantemente poético. ♥
O que acho que pode melhorar: Nadinha!
Austin
Austin Autor

Nossa Mya, eu não tinha visto seu comentário. Tanto que até fiquei pensativo por um tempo, pois não tinha chego sua notificação pelo e-mail. E como entro aqui uma vez na vida e outra na morte... Ô menina, essa fic me deu um trabalho pra desenvolver, mas finalmente consegui. Eu tinha a ideia em mente, mas na hora de por a mão na massa, a coisa não saía. Por incrível que pareça, escrevi e reescrevi várias vezes ela e alguns trechos, que nunca ficavam bons. Graças a sua betagem, ela ficou gostosa de se ler e unimos o que temos de melhor pra ela ficar agradável de se ler.
Eu tentei passar o máximo para o leitor como Oscar estava sentindo-se com esse vazio e este necessidade de querer encontrar Fiorella. Espero ter conseguido, pois ao mesmo tempo que ele sentia esta necessidade, nem ele ao certo sabia o que estava sentindo pela moça do cemitério. Embora eu ainda ache que tudo ocorreu rápido demais, creio que consegui passar para o leitor aquilo que queria passar. Foi minha primeira OneShot, a primeira de muitas. E mais uma vez, muito obrigado pela ajuda Mya, eu realmente não tenho palavras pra descrever como foi ótima sua ajuda.

Grande beijo! ♥

Primavera

Olá, tudo bem?

Confesso que ultimamente não tenho tido muito tempo para ler fanfics, mas a Mya falou tanto do encanto que tem por esta história, que eu fiquei curiosa para a ler.

Não perdi meu tempo!

Sua história é marcada pelo surreal, pelo transcendente. Gosto disso, porque é um tema que requer bastante sensibilidade e ousadia. Nada pude suspeitar de tal tema a partir da sinopse, e só por isso te dou os meus sinceros parabéns, porque raramente leio uma sinopse que não revele o resumo inteiro do plot.

No geral, achei sua narrativa fértil, transitando entre um estilo poético e o simplista, mas é no enredo que eu encontro a maior beleza pela sua complexidade e pelo emaranhado de emoções.

O suspense que você criou ao longo da história foi bem trabalhado e proporcionou-me momentos de elevada expectativa, a começar pelo primeiro capítulo, com a eminência de um suicídio. Acho que a história foi conduzida com maestria, porque houve um deslindar de mistérios e de emoções que me prendeu do início ao fim.

A dimensão intelectual da narrativa é fenomenal, é um puro jogo de emoções inexplicáveis e muitas vezes contraditórias que nós, os leitores, não conseguimos entendê-las até o mistério ser desvendado. Você conseguiu transmitir todos esses sentimentos confusos do personagem em mim, me senti um espelho de todas as suas aflições. Te dou, aqui, mais uma vez, os meus parabéns porque nem sempre é fácil arrebatar assim um leitor para dentro de uma história tão pequena.

Para além da exposição de um amor além-vida, você conseguiu também plantar a esperança, a possibilidade de haver a continuidade desse amor num modo físico através da neta do senhor Henrique. Adorei esse desfecho!

Você tem futuro como escritor!

Parabéns! ♥

Beijinhos!

Austin
Austin Autor

Boa noite Estrela de Rubi.

A Mya é um amor de pessoa, não é? Fico muito feliz que ela tenha gostado da história, e lhe recomendado. Mais feliz ainda, eu fico ao saber que lhe agradou tanto. Vejo que você é uma boa leitora e tem bastante conhecimento sobre este mundo das fanfics, e da literatura. Por isso me sinto muito lisonjeado com seus elogios, obrigado de coração.

Batalhei para conseguir deixar que o leitor sentisse a confusão de sentimentos que Oscar sentiu, e como foi triste, melancólico e confuso toda esta história que envolve tanto o plano físico quanto o plano de outra dimensão.

Há sim esperanças, nem tudo está perdido. Oscar poderá encontrar tudo o que procura nos braços da neta do Seu Henrique, ou nos braços de alguém que esteja disposta(o) a amá-lo, lhe proporcionando a felicidade de poder amar e sentir-se amado.

Obrigado pelo incentivo, Rubi! Beijo no coração!

VictChell

Achei tão linda a história e como você a contou. Sua escrita foi leve, sensível e delicada, parecia que as palavras iam quebrar quando eu passava o olho por elas. Acredito que teve uma margem para a imaginação do leitor, pelo manos eu fiquei viajando aqui quando terminei de ler, tentando juntar algumas coisas. Além de ser um texto bonito e assumidamente sensível, também é interessantíssimo e bem curioso. Gostei bastante :D