Olá, Lis! Aqui estou eu outra vez, haha. E juro que fiquei toda boba quando vi que você me agradeceu nas notas, sério, não precisa disso. Você merece!
Assim como no prólogo, esse capítulo me ganhou. Já devo ter dito que adoro seu método de narração e esse seu aparente conhecimento amplo sobre a língua portuguesa (visando que em relação do português não encontrei errinho algum), coisa que proporciona uma leitura super tranquila e enriquecida. E, a princípio, não gostei muito desse egocentrismo da Kira. Estou ciente que é a mãe dela e família é família, mas... bem, não curto. Mas infelizmente essa é a realidade: sem experimento não há resultado. Cena bem colocada!
Liiiss, assim como no meu outro review, vou tentar te dar uma ajudinha em relação desses erros bobos de gramática que vez ou outra acaba escapando em alguns trechos. Sério, não se reprima. São coisas super insignificantes e que passam despercebidas até pelo meu perfeccionismo de vez em quando.
"– Eles não querem arriscar nada, Kira. A população pode estar cega de desespero, mas o governo não pode se dar à esse luxo. [...]" Esse "à" não leva crase pois as palavras sequentes dele são masculinas. O mais provável seria aplicar o artigo "a" ou "para". Sei que isso deve ter sido falta de atenção, mas quando for empregar a crase pega e repete assim "A a..." e a palavra seguinte pra ter uma noção maior sobre a concordância.
"[...] deixando o clima tenso e pesado, ou pelo menos, piorando o que já estava daquele jeito. – eles querem me entregar prisioneiros em cativeiro para os testes e depois deixá-los em uma zona de quarentena. [...]" Esse diálogo você já poderia ter começado com letra maiúscula (Eles), uma vez que há ponto no diálogo de antes da narração e também no fim da narração.
"Para ela, a guerra tinha seus estágios, e quando eles chegam em níveis críticos, [...]" Aqui é a mesma confusão de dois sujeitos na mesma oração que te expliquei antes. Ali, aquela vírgula antes do e não precisa, sendo que você continua tratando sobre os estágios da guerra.
"[...] é uma bomba relógio que você vai deixar explodir porquê consegue ser egoísta o bastante pra pensar em ter suas mãos sujas e nem enxerga que elas já estão!" Lembra que o "porquê" só é empregado se antecedido por artigo? Esse chato é substantivo, merecemos né? Ali no lugar dele pode colocar o "porque" de explicação mesmo.
"[...] com uma raiva contida à tempos prestes a explodir." Háaa, aqui! Esse à não se encaixa com a situação da frase. Esse "uma raiva contida..." e "tempos" implica que faz tempos que ele contém a raiva, sabe? O crase é a junção de a a (para a) e o artigo também não se encaixaria. Todavia, o há indica "faz" e "existir" então, desvendamos!
Perdão pelo comentário demasiadamente breve, mas tô bem cansada porque quase acabei de chegar em casa e resolvi ir dar uma lida em algum conto. Me alegro por ter escolhido A Onda Branca, que novamente me surpreendeu e me concedeu essa leitura tão tranquila e enigmática. Espero ter te ajudado e continuarei acompanhando esse amor de fanfic. ❤
Até logo e um beijo,
Nyx
O que mais gostei:
"[...] morte... branco. Uma onda de devastação, que estava se tornando um mar." Adorei essa associação ao título da estória. A citação do "branco" e "onda".
Olá, Nyx! Como vai? Boba quem ficou fui eu com seu comentário, eu não me sentiria bem se não fizesse alguma coisa pra agradecer seu incentivo e sua ajuda, por mínima que fosse. Fiquei feliz que tenha reparado nesse lado da Kira, meu objetivo foi mostrar essa luta de personalidades que não deveria ter lugar em meio às circunstâncias, mas na verdade é necessária como um resto de humanidade do qual se apoiam sem nem mesmo perceber. De certa forma, pecados são necessários pois muitas vezes é a única coisa que pode nos mover - isso, é claro, diante de uma visão própria que eu quis passar.
E não se sinta culpada ou qualquer coisa do tipo quando me aponta esses erros, é impossível que chegue a até mesmo considerar me reprimir diante deles, isso apenas me motiva e eu não tenho palavras para dizer o quão grata eu sou por me ajudar com eles, de verdade! Quero que se sinta livre para criticar da forma que quiser essa fanfic, pois no fundo é a melhor forma de um leitor ajudar um autor.
Acho que nem preciso dizer que não importa o quão breve sejam, seus reviews sempre me ajudam de todas as formas possíveis a continuar escrevendo, certo? Não se preocupe com isso! ❤
Mais uma vez, muito obrigada por tudo! Estou me esforçando para que sua opinião mude apenas para melhor ao longo da estória.
Olá, Lis! Aqui estou eu outra vez, haha. E juro que fiquei toda boba quando vi que você me agradeceu nas notas, sério, não precisa disso. Você merece!
Assim como no prólogo, esse capítulo me ganhou. Já devo ter dito que adoro seu método de narração e esse seu aparente conhecimento amplo sobre a língua portuguesa (visando que em relação do português não encontrei errinho algum), coisa que proporciona uma leitura super tranquila e enriquecida. E, a princípio, não gostei muito desse egocentrismo da Kira. Estou ciente que é a mãe dela e família é família, mas... bem, não curto. Mas infelizmente essa é a realidade: sem experimento não há resultado. Cena bem colocada!
Liiiss, assim como no meu outro review, vou tentar te dar uma ajudinha em relação desses erros bobos de gramática que vez ou outra acaba escapando em alguns trechos. Sério, não se reprima. São coisas super insignificantes e que passam despercebidas até pelo meu perfeccionismo de vez em quando.
"– Eles não querem arriscar nada, Kira. A população pode estar cega de desespero, mas o governo não pode se dar à esse luxo. [...]" Esse "à" não leva crase pois as palavras sequentes dele são masculinas. O mais provável seria aplicar o artigo "a" ou "para". Sei que isso deve ter sido falta de atenção, mas quando for empregar a crase pega e repete assim "A a..." e a palavra seguinte pra ter uma noção maior sobre a concordância.
"[...] deixando o clima tenso e pesado, ou pelo menos, piorando o que já estava daquele jeito. – eles querem me entregar prisioneiros em cativeiro para os testes e depois deixá-los em uma zona de quarentena. [...]" Esse diálogo você já poderia ter começado com letra maiúscula (Eles), uma vez que há ponto no diálogo de antes da narração e também no fim da narração.
"Para ela, a guerra tinha seus estágios, e quando eles chegam em níveis críticos, [...]" Aqui é a mesma confusão de dois sujeitos na mesma oração que te expliquei antes. Ali, aquela vírgula antes do e não precisa, sendo que você continua tratando sobre os estágios da guerra.
"[...] é uma bomba relógio que você vai deixar explodir porquê consegue ser egoísta o bastante pra pensar em ter suas mãos sujas e nem enxerga que elas já estão!" Lembra que o "porquê" só é empregado se antecedido por artigo? Esse chato é substantivo, merecemos né? Ali no lugar dele pode colocar o "porque" de explicação mesmo.
"[...] com uma raiva contida à tempos prestes a explodir." Háaa, aqui! Esse à não se encaixa com a situação da frase. Esse "uma raiva contida..." e "tempos" implica que faz tempos que ele contém a raiva, sabe? O crase é a junção de a a (para a) e o artigo também não se encaixaria. Todavia, o há indica "faz" e "existir" então, desvendamos!
Perdão pelo comentário demasiadamente breve, mas tô bem cansada porque quase acabei de chegar em casa e resolvi ir dar uma lida em algum conto. Me alegro por ter escolhido A Onda Branca, que novamente me surpreendeu e me concedeu essa leitura tão tranquila e enigmática. Espero ter te ajudado e continuarei acompanhando esse amor de fanfic. ❤
Até logo e um beijo,
Nyx
O que mais gostei:
"[...] morte... branco. Uma onda de devastação, que estava se tornando um mar." Adorei essa associação ao título da estória. A citação do "branco" e "onda".
Olá, Nyx! Como vai? Boba quem ficou fui eu com seu comentário, eu não me sentiria bem se não fizesse alguma coisa pra agradecer seu incentivo e sua ajuda, por mínima que fosse. Fiquei feliz que tenha reparado nesse lado da Kira, meu objetivo foi mostrar essa luta de personalidades que não deveria ter lugar em meio às circunstâncias, mas na verdade é necessária como um resto de humanidade do qual se apoiam sem nem mesmo perceber. De certa forma, pecados são necessários pois muitas vezes é a única coisa que pode nos mover - isso, é claro, diante de uma visão própria que eu quis passar.
E não se sinta culpada ou qualquer coisa do tipo quando me aponta esses erros, é impossível que chegue a até mesmo considerar me reprimir diante deles, isso apenas me motiva e eu não tenho palavras para dizer o quão grata eu sou por me ajudar com eles, de verdade! Quero que se sinta livre para criticar da forma que quiser essa fanfic, pois no fundo é a melhor forma de um leitor ajudar um autor.
Acho que nem preciso dizer que não importa o quão breve sejam, seus reviews sempre me ajudam de todas as formas possíveis a continuar escrevendo, certo? Não se preocupe com isso! ❤
Mais uma vez, muito obrigada por tudo! Estou me esforçando para que sua opinião mude apenas para melhor ao longo da estória.
Beijos,
lis c: