admito que ja estava ficando sem esperança que Perchance tivesse um final, ainda não foi um final mas foi a confirmação que a fic ainda respira. *palmas pra autora*
Admito também que depois de tanto tempo não lembro de muitas partes da historia, então vou começar a reler hoje ja me preparando pro gran finale que eu espero que não demore. *oremos*
Espero que tenha resolvido seus problemas, fico feliz que voltou.
Ah, não ia abandonar a fic, não. Outra que se fosse o caso vocês seriam avisadas. Perchance respira, transpira, sofre acidente e desilusão amorosa, e sobrevive pra contar a história. aahaha :D É, o hiato provoca essa "(de)situação" mesmo, sorry... u_u Até esse "grand finale" então (só posso esperar que faça jus a palavra). Agradeço sua preocupação, e pela paciência também. Forte abraço. :)
Wow, um capítulo cheio de revelações e emoções fortes. Eu amei. O que aconteceu no final deste capítulo foi inesperado. Estou tão feliz que você voltou com outro capítulo. Espero que você tome essa fic para a sua conclusão.
O que mais gostei: Nossa foi muito tempo em?! Saudades da fic! mais confesso q esse capítulo não me agradou nem um pouco. Desculpe mas Foi bem estranho!
Já nem lembro se vc tem twitter ou não, se já te disse isso ou não, mas a cada capítulo seu eu tenho um orgasmo sério, literário, mas tenho. Sua palavras pontualmente rebuscadas pra nos contar uma hostória conteporânea. Ou vc ler muito, tipo muiita coisa boa ouvé muito viajada. Por favor ver não atrasa pro proximo. Sei q ta na reta final, mas sempre tenho q ler o capitulo anterior pra me situar. E sabe o q isso significa?? Dois orgasmos, um seguido do outro. Rsrsr
Bjtsssss e inté
Yep, estou no TT. Quanto aos orgasmos... o que posso dizer? ahahah' Só posso te desejar mais deles. ;D E me contento que aprecie o estilo. Na verdade, eu nem leio tanto (apesar de ser uma adoradora de livros) e nem sou viajada (apesar de viajar muito ahaha). Deixo a imaginação poética correr livre e selvagem, só. :D Dia 14 (muito provavelmente no fim do dia), teremos um arremate. Voltando aos orgasmos (literais e literários), ah, eu sou suspeita pra falar... Beijos. ;D
Oi, querida Barda. Você tarda mas não falha. Obrigada por mais um capítulo primoroso, mas que dessa vez foi bastante esclarecedor. Seu estilo de escrever não produz textos de leitura rápida, até porque o jogo de palavras confunde e esconde pontos relevantes no enredo. Deixarei claro aqui que isso não é uma crítica negativa, gosto do exercício de reler e reler e reler até o entendimento. Nada contra textos dinâmicos também, onde as coisas importantes para compreensão da história estão piscando em luz neon e você enxerga tudo num breve passar dos olhos. Leituras menos densas também são formas prazerosas de passatempos. Enfim, o que quero dizer é que precisamos de esforço e um pouquinho de dedicação para ler e entender essa fic, não tem como querer compreender tudo apenas numa leitura rápida sem concentração e com esse intervalo de tempo grande entre um capítulo e outro.
Bom, após minhas três leituras e uma pesquisada em alguns capítulos passados (apesar de não encontrar essa "tarde quente de outono"), vamos ao relato:
1. Roseline: que história triste e pesada dessa moça, hein? Perda dos pais, miséria, estupro, complicações no parto, perda do bebê. E os laços que foram atados entre ela e a "Diaba" em momentos tão marcantes na vida de cada uma? História que explica a confiança que Diana deposita em Roseline, apesar de não sabermos todo o calvário da Mecenas de Nantes.
2. Raquel: só uma pergunta: Agente federal? Você tira umas histórias que nunca teriam passado na minha cabeça rsrs
3. Papai da Grimaud: pelo o que deu pra pescar do texto, o cara é bandido, pilantra, estelionatário e mais algum adjetivo nada bom. Pareceu-me que ele está envolvido até o pescoço nesse sistema de corrupção que Raquel está investigando. Será que ele aparecerá para fazer uma visitinha? E fiquei me perguntando o que aconteceu de fato entre pai e filha e o que pode respingar em Marina.
4. Diana: se o seu objetivo era deixar Diana menos odiada, acho que você conseguiu, pelo menos comigo. Já tinha notado o tom de sofrimento por trás desse ar gélido e blasé (que Clara sempre compara ao da esposa) de Diana. Você já havia apontado no texto que a francesa não teve uma vida fácil desde tenra idade, ao lado dos pais. E agora perceber que, além de ter a mente quebrada como Marina, ela também está com o corpo doente, com quase 100% de probabilidade de não ver sua estimada filha se tornar adulta, é de repensar minha opinião sobre ela. Ao meu ver, Diana talvez seja uma versão de Marina sem Clara. Alguém que aflora sensualidade, que a libido ferve na pele, que hipnotiza através do olhar cerúleo, mas que não tem um porto seguro, que tem medo em confiar nas pessoas (justificado pela posição financeira que tem e/ou pelas cicatrizes que a vida deixou nela) e que se sente mais desamparada nesse vendaval em que se encontra.
5. Clara: muitas informações foram expostas à Clara. A história que Diana contou sobre Roseline, os arquivos confidenciais no HD, os registros feitos no diário da mãe de Diana, tudo deve ter destruído a versão que Clara idealizou de Diana, erguendo outra que Clara desde o início suspeitava apresentar características semelhantes às de Marina. A ilusão do aquário, o que parece ser e o que é de verdade. Se, para mim, Diana foi reinventada depois desse capítulo esclarecedor, essa revelação da verdadeira face da francesa para Clara deve ter sido perturbador. Mas, como ela gosta de "desmontar os quebra-cabeças", essa perturbação me pareceu ter um sentido mais positivo do que negativo.
6. Clara x Diana ou Clara e Diana: E agora? Depois desse "Entreato", já não tenho certeza dessa rivalidade entre Clara e Diana. Ambas, de certa forma, se complementam. Clara tem essa característica maternal, de cuidar, de proteger. E Diana, assim como Marina, precisa ser cuidada, protegida, amparada. Ela depositou as cartas (não sei se todas) sobre a mesa, aos olhos de Clara, entregou o controle (lembrando do capítulo em que ambas estão na cozinha e Diana diz que ela poderia dar o controle para Clara) do que tem de mais precioso (tutela da filha) nas mãos de Clara, repassa aquilo que ainda tinha de poder sobre Marina (curatela dos bens da fotógrafa) e revela sua fragilidade na frente dela. Realmente, não sei de quem foi o xeque mate. Parece-me que, no fim, ambas conseguiram e/ou conseguirão o que queriam. Diana se descortinou para Clara e Clara me parece que deixará Diana e toda sua bagagem fazerem parte mais intimamente de sua vida. Se o que Diana quer mostrar para Clara seja o que estou pensando, apesar que achei que Diana e Marina fossem mostrar juntas para Clara rsrs
Bom, adorei seu retorno, Barda.
P.S.: Eu só não entendi uma coisa: Gabriela Torres é o nome verdadeiro da Raquel? É isso?
Nota 1: Sempre terá gente em casa pra te receber, Barda.
Nota 2: Jornada louca e viciante. Só viajei nessa tarde quente de outono, como comentei acima rsrs
Nota 3: Oba!!! Fiquei mais feliz por saber que amanhã, dia 14, tem mais. Vou aguardar com mais serenidade dessa vez por saber que minha próxima dose de Perchance já está agendada.
Nota 4: Para mim, só a parte da descrição da "casinha" de Diana foi meio cansativo. Mas acho que o papo sobre o aquário sem peixe ligou a lâmpada na minha cabeça rsrs
Oi, minha cara Cacau (tão formal). =P E eu agradeço pela paciência. Pois bem, a intenção não é ser uma leitura dinâmica/explícita de fato. Já tinha comentado isso antes, e algumas leitoras podem não simpatizar muito com o estilo. Mas Perchance (outra vez), é mais um quebra-cabeças em forma de leitura, um experimento entre a poesia e a prosa. Isso também já havia comentado, e é sempre bom relembrar, que eu não tinha pretensões quanto ao enredo dessa fanfic, justamente por se tratar de um, digamos eterno jogo de palavras. Coisa que pros dias de hoje não costuma agradar. Mas enfim, fica satisfeita em saber que você aprecia essa jornada louca. ^-^ Ah, e quanto a "tarde quente de outono" foi uma referência a tarde em que Vanessa visita Flávia, dias depois daquele Diana/Clara/Raquel na Galeira: "era quase uma hora da tarde, o sol brilhava com uma fúria nos céus boêmios de Santa Teresa [...]". Só pra situar os leitores, já que hiatos sempre deixam aquele vácuo temporal na trama das coisas. Vamos aos pontos. 1. Não é? Roseline foi, digamos assim, o fator preponderante na construção desse lado maternal de Diana. Ela já estava grávida até o momento em que conheceu a moça, mas foi só depois de presenciar tão de perto a tragédia de Rose, daquele "Merci, maman" onde a moça sem querer aludiu a uma outra pessoa (a tal garotinha) importante na vida da francesa (o que aponta pro "calvário da Mecenas de Nantes" que você menciona e que ainda não é totalmente conhecido), que realmente deve ter caído a ficha da Diana, que ela ia de fato ser *mãe* e as implicações que isso traria pra vida dela. 2. Yup. Lembra que Clara já havia demonstrado certa desconfiança sobre a Raquel e a sobre a verdadeira natureza da relação dela com Diana? Pois é. A moça é "guarda-costas" da diaba, em todos os sentidos que você possa imaginar. ahahahah 3. Bandidão de marca maior, sim. Ah, você sempre com suas sacadas, né, moça? ;) Ele muito provavelmente está envolvido nesse rolo. Visitinha? Hm. Quem sabe? Aguarde as cenas do próximo capítulo. :D 4. Não diria que fazê-la ser menos odiada, mas menos mal interpretada, talvez. E como eu havia dito antes, não é propriamente uma "vilã clássica". Só má, fria e calculista. Ela é humana. Assim como Clara e Marina. Assim como o Cadu também não foi pintado aqui como um vilão per si. A vida não é tão preto no branco. "Diana talvez seja uma versão de Marina sem Clara." Bingo. ;) Você captou bem a persona de Diana. Já Clara é extremamente maternal, mesmo. No sentido amplo da palavra. E Diana também captou isso, percebeu isso observando a relação dela com Marina. A tal coincidência irônica dos nomes (Clara/Claire) é também uma alusão a essas "previsibilidades imprevisíveis" da vida, o que nos leva ao ponto seguinte... 5. Como acho que já pôde observar, a trama toda tem ramificações e elas sempre acabam desembocando na Clara. Ela é o centro de gravidade ali, ela é quem coopta, alicerça, dá tenacidade. O que é contraditório, uma vez que ela sempre pareceu ser a mais "confusa e indecisa" das mulheres. ahahah' De fato, Diana confiou a Clara o que não havia confiado nem mesmo a Marina. Não por não confiar na fotógrafa, mas numa tentativa de "ganhar tempo", protegê-la. A ilusão do aquário, exatamente. E sempre voltamos para a metáfora do quebra-cabeças. Clara tinha uma imagem perfeita e acabada da francesa. Pra ela, Diana sempre foi uma ameaça, uma que a fascinava e ao mesmo tempo lhe causava medo. Pela ligação que ela já tinha com Marina, e pela sua própria mistificação pela francesa. Lembra do flashback onde ela observa as duas fotografias, lado a lado? É uma alusão a essa "indecisão" inerente a personagem. Agora, com o que viu e ouviu, ela se sentiu mais segura pra "abraçar esse precipício", pra querer entender mais... e talvez um pouco mais. ahahah' 6. Acho que a rivalidade sempre foi mais forjada que real. Obviamente, Diana sempre foi dúbia mesmo sendo tão explicita às vezes, e Clara não sabia onde se situar nesse jogo dela. Preferiu ir pelo caminho mais 'claro', atacar antes de ser atacada. Agora, ela passou a ver um lado mais fragilizado em Diana (representado pela doença), e como uma boa pisciana ela vai se compadecer por "quem está apanhando" da vida. ahahah' Ora, Diana cedeu, se não totalmente, pelo menos uma parte significante do controle a Clara, não é? Ela foi estratégica, a diaba. Tanto pros fins práticos quanto pros sentimentais/emocionais, como a persona dela manda. Quer garantir um futuro pra suas filhas e encontrou em Clara esse prospecto de segurança. E como eu sempre pontuei, o que vier disso... é lucro pra ela. Aliás, é lucro pras três, né? ahahah' ;D Ps: Gabriela T. Ou Raquel. É apenas uma das "muitas faces" da secretária de estimação da diaba. ;) N1: Aar *-* N2: Acho que já respondi essa? haha :P N3: Sim! \o/ Entreato foi um recorte, mais uma prévia do que tomará seguimento em Sinestesia II. Não sei se terá um quê de 'Grand Finale', mas espero que seja uma conclusão a altura da paciência e do apreço de vocês. ^-^ N4: Eu gosto de descrever espaços porque me ajuda a me situar, na verdade. ahahaha' Acho que dá uma certa "concretude" ao texto também. É um exercício de visualização. Maaaas... em termos de enredo, a descrição da residência da Mecenas não foi meramente um recurso de visualização. Esse espaço e as suas peculiaridades será palco de eventos importantes pra trama, então... nos veremos lá. :D Beijão!
Ai Barda, que bom que vc postou esse capitulo e melhor ainda…o proximo sera amanha, ne???
Por favour…eu quero ver essa cena de sexo entre a Diana e a Clara…hein? Por favour kkkkkk
Mas obviamente, a cena do menage eh a que mais estou esperando…Vc nem imagina a minha ansiedade!!! Hahaahaha
Eu sei que vc ja tem todo seu roteiro na cabeca, mas tenho esperancas de que a Diana nao morra…..please, nao mata ela, nao.
Eu acho que as tres (Marina, Clara e Diana) deveriam terminar juntas. Seria meu sonho de consumo ter uma loira e uma morena compartilhando a minha cama rsrsrssrs
Uma prévia "tramática", começa assim, cadente e... é! :D Sim, mais tarde tem Sinestesia (estou revisando). =X ahahaha' Espero que essa cena a três saia a altura da ansiedade geral, moça. :P Ah, quanto a isso só as cenas finais poderão dizer...
Uma prévia "tramática", começa assim, cadente e... é! :D Sim, mais tarde tem Sinestesia (estou revisando). =X ahahaha' Espero que essa cena a três saia a altura da ansiedade geral, moça. :P Ah, quanto a isso só as cenas finais poderão dizer...
Como assim?
admito que ja estava ficando sem esperança que Perchance tivesse um final, ainda não foi um final mas foi a confirmação que a fic ainda respira. *palmas pra autora*
Admito também que depois de tanto tempo não lembro de muitas partes da historia, então vou começar a reler hoje ja me preparando pro gran finale que eu espero que não demore. *oremos*
Espero que tenha resolvido seus problemas, fico feliz que voltou.
Ah, não ia abandonar a fic, não. Outra que se fosse o caso vocês seriam avisadas. Perchance respira, transpira, sofre acidente e desilusão amorosa, e sobrevive pra contar a história. aahaha :D É, o hiato provoca essa "(de)situação" mesmo, sorry... u_u Até esse "grand finale" então (só posso esperar que faça jus a palavra).
Agradeço sua preocupação, e pela paciência também. Forte abraço. :)
Wow, um capítulo cheio de revelações e emoções fortes. Eu amei. O que aconteceu no final deste capítulo foi inesperado. Estou tão feliz que você voltou com outro capítulo. Espero que você tome essa fic para a sua conclusão.
Não é? Ah, feliz que gostou! :D Inesperado. Essa palavra sempre me faz cócegas no estômago... Ah, conte com isso, sim. ;)
Conheço desde o inicio, nunca tinha comentado, e tô meio perdida no enredo... Mas você sabe escrever bem mesmo. Parabéns.
É, desculpe pelo hiato prolongadíssimo. Passei por uns perrengues, mas enfim. Agradeço pela paciência e pelo apreço. ^-^
O que mais gostei: Nossa foi muito tempo em?! Saudades da fic! mais confesso q esse capítulo não me agradou nem um pouco. Desculpe mas Foi bem estranho!
Muitas águas rolaram, muitas, muitas... Saudades? Aar. *-* Ora mas por quê? u_u
Yep, estou no TT. Quanto aos orgasmos... o que posso dizer? ahahah' Só posso te desejar mais deles. ;D E me contento que aprecie o estilo. Na verdade, eu nem leio tanto (apesar de ser uma adoradora de livros) e nem sou viajada (apesar de viajar muito ahaha). Deixo a imaginação poética correr livre e selvagem, só. :D Dia 14 (muito provavelmente no fim do dia), teremos um arremate. Voltando aos orgasmos (literais e literários), ah, eu sou suspeita pra falar... Beijos. ;D
Oi, querida Barda. Você tarda mas não falha. Obrigada por mais um capítulo primoroso, mas que dessa vez foi bastante esclarecedor. Seu estilo de escrever não produz textos de leitura rápida, até porque o jogo de palavras confunde e esconde pontos relevantes no enredo. Deixarei claro aqui que isso não é uma crítica negativa, gosto do exercício de reler e reler e reler até o entendimento. Nada contra textos dinâmicos também, onde as coisas importantes para compreensão da história estão piscando em luz neon e você enxerga tudo num breve passar dos olhos. Leituras menos densas também são formas prazerosas de passatempos. Enfim, o que quero dizer é que precisamos de esforço e um pouquinho de dedicação para ler e entender essa fic, não tem como querer compreender tudo apenas numa leitura rápida sem concentração e com esse intervalo de tempo grande entre um capítulo e outro.
Bom, após minhas três leituras e uma pesquisada em alguns capítulos passados (apesar de não encontrar essa "tarde quente de outono"), vamos ao relato:
1. Roseline: que história triste e pesada dessa moça, hein? Perda dos pais, miséria, estupro, complicações no parto, perda do bebê. E os laços que foram atados entre ela e a "Diaba" em momentos tão marcantes na vida de cada uma? História que explica a confiança que Diana deposita em Roseline, apesar de não sabermos todo o calvário da Mecenas de Nantes.
2. Raquel: só uma pergunta: Agente federal? Você tira umas histórias que nunca teriam passado na minha cabeça rsrs
3. Papai da Grimaud: pelo o que deu pra pescar do texto, o cara é bandido, pilantra, estelionatário e mais algum adjetivo nada bom. Pareceu-me que ele está envolvido até o pescoço nesse sistema de corrupção que Raquel está investigando. Será que ele aparecerá para fazer uma visitinha? E fiquei me perguntando o que aconteceu de fato entre pai e filha e o que pode respingar em Marina.
4. Diana: se o seu objetivo era deixar Diana menos odiada, acho que você conseguiu, pelo menos comigo. Já tinha notado o tom de sofrimento por trás desse ar gélido e blasé (que Clara sempre compara ao da esposa) de Diana. Você já havia apontado no texto que a francesa não teve uma vida fácil desde tenra idade, ao lado dos pais. E agora perceber que, além de ter a mente quebrada como Marina, ela também está com o corpo doente, com quase 100% de probabilidade de não ver sua estimada filha se tornar adulta, é de repensar minha opinião sobre ela. Ao meu ver, Diana talvez seja uma versão de Marina sem Clara. Alguém que aflora sensualidade, que a libido ferve na pele, que hipnotiza através do olhar cerúleo, mas que não tem um porto seguro, que tem medo em confiar nas pessoas (justificado pela posição financeira que tem e/ou pelas cicatrizes que a vida deixou nela) e que se sente mais desamparada nesse vendaval em que se encontra.
5. Clara: muitas informações foram expostas à Clara. A história que Diana contou sobre Roseline, os arquivos confidenciais no HD, os registros feitos no diário da mãe de Diana, tudo deve ter destruído a versão que Clara idealizou de Diana, erguendo outra que Clara desde o início suspeitava apresentar características semelhantes às de Marina. A ilusão do aquário, o que parece ser e o que é de verdade. Se, para mim, Diana foi reinventada depois desse capítulo esclarecedor, essa revelação da verdadeira face da francesa para Clara deve ter sido perturbador. Mas, como ela gosta de "desmontar os quebra-cabeças", essa perturbação me pareceu ter um sentido mais positivo do que negativo.
6. Clara x Diana ou Clara e Diana: E agora? Depois desse "Entreato", já não tenho certeza dessa rivalidade entre Clara e Diana. Ambas, de certa forma, se complementam. Clara tem essa característica maternal, de cuidar, de proteger. E Diana, assim como Marina, precisa ser cuidada, protegida, amparada. Ela depositou as cartas (não sei se todas) sobre a mesa, aos olhos de Clara, entregou o controle (lembrando do capítulo em que ambas estão na cozinha e Diana diz que ela poderia dar o controle para Clara) do que tem de mais precioso (tutela da filha) nas mãos de Clara, repassa aquilo que ainda tinha de poder sobre Marina (curatela dos bens da fotógrafa) e revela sua fragilidade na frente dela. Realmente, não sei de quem foi o xeque mate. Parece-me que, no fim, ambas conseguiram e/ou conseguirão o que queriam. Diana se descortinou para Clara e Clara me parece que deixará Diana e toda sua bagagem fazerem parte mais intimamente de sua vida. Se o que Diana quer mostrar para Clara seja o que estou pensando, apesar que achei que Diana e Marina fossem mostrar juntas para Clara rsrs
Bom, adorei seu retorno, Barda.
P.S.: Eu só não entendi uma coisa: Gabriela Torres é o nome verdadeiro da Raquel? É isso?
Nota 1: Sempre terá gente em casa pra te receber, Barda.
Nota 2: Jornada louca e viciante. Só viajei nessa tarde quente de outono, como comentei acima rsrs
Nota 3: Oba!!! Fiquei mais feliz por saber que amanhã, dia 14, tem mais. Vou aguardar com mais serenidade dessa vez por saber que minha próxima dose de Perchance já está agendada.
Nota 4: Para mim, só a parte da descrição da "casinha" de Diana foi meio cansativo. Mas acho que o papo sobre o aquário sem peixe ligou a lâmpada na minha cabeça rsrs
Oi, minha cara Cacau (tão formal). =P E eu agradeço pela paciência. Pois bem, a intenção não é ser uma leitura dinâmica/explícita de fato. Já tinha comentado isso antes, e algumas leitoras podem não simpatizar muito com o estilo. Mas Perchance (outra vez), é mais um quebra-cabeças em forma de leitura, um experimento entre a poesia e a prosa. Isso também já havia comentado, e é sempre bom relembrar, que eu não tinha pretensões quanto ao enredo dessa fanfic, justamente por se tratar de um, digamos eterno jogo de palavras. Coisa que pros dias de hoje não costuma agradar. Mas enfim, fica satisfeita em saber que você aprecia essa jornada louca. ^-^ Ah, e quanto a "tarde quente de outono" foi uma referência a tarde em que Vanessa visita Flávia, dias depois daquele Diana/Clara/Raquel na Galeira: "era quase uma hora da tarde, o sol brilhava com uma fúria nos céus boêmios de Santa Teresa [...]". Só pra situar os leitores, já que hiatos sempre deixam aquele vácuo temporal na trama das coisas. Vamos aos pontos.
1. Não é? Roseline foi, digamos assim, o fator preponderante na construção desse lado maternal de Diana. Ela já estava grávida até o momento em que conheceu a moça, mas foi só depois de presenciar tão de perto a tragédia de Rose, daquele "Merci, maman" onde a moça sem querer aludiu a uma outra pessoa (a tal garotinha) importante na vida da francesa (o que aponta pro "calvário da Mecenas de Nantes" que você menciona e que ainda não é totalmente conhecido), que realmente deve ter caído a ficha da Diana, que ela ia de fato ser *mãe* e as implicações que isso traria pra vida dela.
2. Yup. Lembra que Clara já havia demonstrado certa desconfiança sobre a Raquel e a sobre a verdadeira natureza da relação dela com Diana? Pois é. A moça é "guarda-costas" da diaba, em todos os sentidos que você possa imaginar. ahahahah
3. Bandidão de marca maior, sim. Ah, você sempre com suas sacadas, né, moça? ;) Ele muito provavelmente está envolvido nesse rolo. Visitinha? Hm. Quem sabe? Aguarde as cenas do próximo capítulo. :D
4. Não diria que fazê-la ser menos odiada, mas menos mal interpretada, talvez. E como eu havia dito antes, não é propriamente uma "vilã clássica". Só má, fria e calculista. Ela é humana. Assim como Clara e Marina. Assim como o Cadu também não foi pintado aqui como um vilão per si. A vida não é tão preto no branco. "Diana talvez seja uma versão de Marina sem Clara." Bingo. ;) Você captou bem a persona de Diana. Já Clara é extremamente maternal, mesmo. No sentido amplo da palavra. E Diana também captou isso, percebeu isso observando a relação dela com Marina. A tal coincidência irônica dos nomes (Clara/Claire) é também uma alusão a essas "previsibilidades imprevisíveis" da vida, o que nos leva ao ponto seguinte...
5. Como acho que já pôde observar, a trama toda tem ramificações e elas sempre acabam desembocando na Clara. Ela é o centro de gravidade ali, ela é quem coopta, alicerça, dá tenacidade. O que é contraditório, uma vez que ela sempre pareceu ser a mais "confusa e indecisa" das mulheres. ahahah' De fato, Diana confiou a Clara o que não havia confiado nem mesmo a Marina. Não por não confiar na fotógrafa, mas numa tentativa de "ganhar tempo", protegê-la. A ilusão do aquário, exatamente. E sempre voltamos para a metáfora do quebra-cabeças. Clara tinha uma imagem perfeita e acabada da francesa. Pra ela, Diana sempre foi uma ameaça, uma que a fascinava e ao mesmo tempo lhe causava medo. Pela ligação que ela já tinha com Marina, e pela sua própria mistificação pela francesa. Lembra do flashback onde ela observa as duas fotografias, lado a lado? É uma alusão a essa "indecisão" inerente a personagem. Agora, com o que viu e ouviu, ela se sentiu mais segura pra "abraçar esse precipício", pra querer entender mais... e talvez um pouco mais. ahahah'
6. Acho que a rivalidade sempre foi mais forjada que real. Obviamente, Diana sempre foi dúbia mesmo sendo tão explicita às vezes, e Clara não sabia onde se situar nesse jogo dela. Preferiu ir pelo caminho mais 'claro', atacar antes de ser atacada. Agora, ela passou a ver um lado mais fragilizado em Diana (representado pela doença), e como uma boa pisciana ela vai se compadecer por "quem está apanhando" da vida. ahahah' Ora, Diana cedeu, se não totalmente, pelo menos uma parte significante do controle a Clara, não é? Ela foi estratégica, a diaba. Tanto pros fins práticos quanto pros sentimentais/emocionais, como a persona dela manda. Quer garantir um futuro pra suas filhas e encontrou em Clara esse prospecto de segurança. E como eu sempre pontuei, o que vier disso... é lucro pra ela. Aliás, é lucro pras três, né? ahahah' ;D
Ps: Gabriela T. Ou Raquel. É apenas uma das "muitas faces" da secretária de estimação da diaba. ;)
N1: Aar *-*
N2: Acho que já respondi essa? haha :P
N3: Sim! \o/ Entreato foi um recorte, mais uma prévia do que tomará seguimento em Sinestesia II. Não sei se terá um quê de 'Grand Finale', mas espero que seja uma conclusão a altura da paciência e do apreço de vocês. ^-^
N4: Eu gosto de descrever espaços porque me ajuda a me situar, na verdade. ahahaha' Acho que dá uma certa "concretude" ao texto também. É um exercício de visualização. Maaaas... em termos de enredo, a descrição da residência da Mecenas não foi meramente um recurso de visualização. Esse espaço e as suas peculiaridades será palco de eventos importantes pra trama, então... nos veremos lá. :D
Beijão!
Não demora.. Eu amo essa fic! Bjos
Pretendo não demorar.
Grata pelo carinho. Beijos. ^-^
Beijos, querida e ate amanha!!
Uma prévia "tramática", começa assim, cadente e... é! :D Sim, mais tarde tem Sinestesia (estou revisando). =X ahahaha' Espero que essa cena a três saia a altura da ansiedade geral, moça. :P Ah, quanto a isso só as cenas finais poderão dizer...
Beijos, e até mais tarde. ;)
Uma prévia "tramática", começa assim, cadente e... é! :D Sim, mais tarde tem Sinestesia (estou revisando). =X ahahaha' Espero que essa cena a três saia a altura da ansiedade geral, moça. :P Ah, quanto a isso só as cenas finais poderão dizer...
Beijos, e até mais tarde. ;)
menina do céu ainda bem que você voltou já tinha perdido as esperanças, amo essa ficr
A esperança sobrevive a tudo e a todos. :]
Vooooltou!!!! O//
Haa! \\o
Heyyy, olha só quem apareceu...
O que dizer sobre o cap?? Adorei como sempre... (mas o que mais gosto na fic é que nada é por acaso, tudo realmente significa alguma coisa.)
Você é fantástica!! Parabéns!!
PS: Ainda não sei como lidar com o fim de Perchance. Você sabe que precisará escrever outra né?
Bjoss linda!!!
Ha! Uma hora a raposa tem que sair da toca. ;)
Fico feliz que tenha gostado, e sim, nada em Perchance é por acaso... pelo menos não no sentido, hm, casual da palavra. :D
Gentileza sua.
ps: ah, eu também não, e essa saudade vai se arrastar por um tempo comigo. Eu sei? Preciso? ahahah :P
Beijão, Jaqueline!
espero ter entendido tudo errado nesse cap, por quero quebrar meu note nesse momento. 😠😠
Mas não precisa disso. =X