Bem intenso, devo dizer. Mas tão bom quanto todos os outros. O legal dos seus acordes é que sempre nos dá espaço para mais de uma interpretação... Não é aquela coisinha moldada e obvia que se vê muito. Isso é o que eu mais aprecio nos seus escritos mais "filosóficos" (coloquei entre aspas porque todos são, de certa forma. Mas alguns, como esse, não segue um modelo de narrativa, é mais discursivo e tudo o mais...).
Parabéns mais uma vez. Continue postando os acordes aqui no Nyah!, por favor. Quanquer dia desses eu vou dar uma olhada nos quee stão no Tumblr.
Eu consigo enxergar muito bem essa dissociação entre os textos mais narrativos e outros com linha dissertativa. Na verdade sinto que já me perdi muitas vezes no segundo, porque é mais uma tendência contínua da minha escrita de escapar para o discurso analítico do que manter um fio de história, mas é algo que vou trabalhando com o tempo. Os acordes remetem a anos da minha vida, então eu por mim consigo enxergar o crescimento e a evolução da escrita, o quão estive influenciado por determinados textos que fizeram parte da minha vida e por aí vai.
Fico feliz que tenha enxergado essa categorização, você tem tido um olho tão bom para o que escrevi a anos atrás, de forma que provavelmente me entenderia melhor do que eu mesmo em determinados períodos haha.
Vou continuar postando com certeza, principalmente pelo maravilhoso gosto de ler comentários de alguém tão atinado e interessado e com tanta doçura quanto você.
Bem intenso, devo dizer. Mas tão bom quanto todos os outros. O legal dos seus acordes é que sempre nos dá espaço para mais de uma interpretação... Não é aquela coisinha moldada e obvia que se vê muito. Isso é o que eu mais aprecio nos seus escritos mais "filosóficos" (coloquei entre aspas porque todos são, de certa forma. Mas alguns, como esse, não segue um modelo de narrativa, é mais discursivo e tudo o mais...).
Parabéns mais uma vez. Continue postando os acordes aqui no Nyah!, por favor. Quanquer dia desses eu vou dar uma olhada nos quee stão no Tumblr.
Eu consigo enxergar muito bem essa dissociação entre os textos mais narrativos e outros com linha dissertativa. Na verdade sinto que já me perdi muitas vezes no segundo, porque é mais uma tendência contínua da minha escrita de escapar para o discurso analítico do que manter um fio de história, mas é algo que vou trabalhando com o tempo. Os acordes remetem a anos da minha vida, então eu por mim consigo enxergar o crescimento e a evolução da escrita, o quão estive influenciado por determinados textos que fizeram parte da minha vida e por aí vai.
Fico feliz que tenha enxergado essa categorização, você tem tido um olho tão bom para o que escrevi a anos atrás, de forma que provavelmente me entenderia melhor do que eu mesmo em determinados períodos haha.
Vou continuar postando com certeza, principalmente pelo maravilhoso gosto de ler comentários de alguém tão atinado e interessado e com tanta doçura quanto você.