Nos dois últimos textos você colocou em pauta temas bem fortes. Foi muita coragem questionar coisas como a moral, a fé, o medo, etc. Mas são questionamentos essenciais, tanto para quem acredita quanto para aqueles que preferem acreditar em outras coisas. Eu acredito que nunca vamos conhecer algo em absoluto, mas a cada questionamento e nova pespectiva nos aproxima mais da nossa verdade.
Mas falando do texto em si... Foi muito bem escrito. Nos leva a raciocinar e quebra paradigmas igualmente. Isso vale para este e para o anterior (Sagrada Desgraça).
Só tenho uma dúvida. Lá no último parágrafo, quinta palavra, é mesmo "cama"?
Eu tenho um grande interesse na quebra de paradigmas, ou concepções que nós já assumimos como inquestionáveis antes de sequer parar para pensar sobre elas, porque é assim que nossa bagagem cultural e histórica nos diz para fazer!
Eu tenho um grande interesse na quebra de paradigmas, ou concepções que nós já assumimos como inquestionáveis antes de sequer parar para pensar sobre elas, porque é assim que nossa bagagem cultural e histórica nos diz para fazer!
Nos dois últimos textos você colocou em pauta temas bem fortes. Foi muita coragem questionar coisas como a moral, a fé, o medo, etc. Mas são questionamentos essenciais, tanto para quem acredita quanto para aqueles que preferem acreditar em outras coisas. Eu acredito que nunca vamos conhecer algo em absoluto, mas a cada questionamento e nova pespectiva nos aproxima mais da nossa verdade.
Mas falando do texto em si... Foi muito bem escrito. Nos leva a raciocinar e quebra paradigmas igualmente. Isso vale para este e para o anterior (Sagrada Desgraça).
Só tenho uma dúvida. Lá no último parágrafo, quinta palavra, é mesmo "cama"?
Como sempre... Estarei lendo os próximos!
Só
Eu tenho um grande interesse na quebra de paradigmas, ou concepções que nós já assumimos como inquestionáveis antes de sequer parar para pensar sobre elas, porque é assim que nossa bagagem cultural e histórica nos diz para fazer!
Eu tenho um grande interesse na quebra de paradigmas, ou concepções que nós já assumimos como inquestionáveis antes de sequer parar para pensar sobre elas, porque é assim que nossa bagagem cultural e histórica nos diz para fazer!