Comentários em “Perchance”: “Encontros”

J

Ai meu Deus... Aline Aline, como você consegue hein? A cada capítulo eu me surpreendo ainda mais com você! Você é esperta e inteligente, já te disse isso!

Vamos lá... não sei se entendi direito, mas o foco da Diana é a Clara? Ou é apenas um plano orquestrado pela francesa e pela Marina para "testar" a assistente? E aquela conversa da Clara com a irmã? Adorei a Helena dizendo algumas verdades para a dona de casa se situar de uma vez. Por ultimo, ainda bem que não teve Cadu nesse capítulo.

Parabéns mais uma vez, você é fantástica!!! Amo Perchance e vou sentir muita falta quando acabar!!!

Nos vemos mais adiante!!!

Bjosss Barda!!

Barda
Barda Autor

Nem Deus acode aí. ahahaha' Sei lá. O bom é que você gosta, me deixa feliz. ^-^
O foco da Diana sempre foi a Marina, na verdade. Mas o foco dela pode ter alargado, o que acha? xD Diana nunca foi de relações tradicionais, isso é certo. E não acho que Marina tenha tomado parte em algum "plano" pra testar a fidelidade ou qualquer coisa do tipo da Clara. Ela apensar deixou rolar. Até porque ter Diana por perto não a incomoda, nem um pouquinho. ahahah' Então, ela observou, curiosa, esse desdobrar da relação entre Diana e Clara desde o começo sem interferir. Nunca vi a Marina bancando o tipo ciumenta, pelo menos. Acho que ela só fica mais assim quando tem a ver com o tal lance com o Cadu, e também não é algo caricato. Não podia ser. Vejo uma Marina mesmo mais blasé ou fazendo piada da situação.
Agradeço sua atenção e carinho com a estória, Jaque. Está sendo bem especial até aqui e assim será até o final.
Beijão, Jaque. =)

I
Isa

Barda que saudade! Vc demorou mais caprichou. Não sei se entendi bem o terceiro motivo. Mas, nesse jogo louco das três espero que: Clarina ganhe e que a francesa volte pra França queimada por ter brincado com fogo. E podw deixar a Ceci pra Clara e Marina criarem. Bjo e não demore tanto

Barda
Barda Autor

Saudade também! ^-^ Ah, bom que compensei um pouco essa demora né? ahahaha' Hm, o terceiro motivo tem mais a ver com a própria Clara, na verdade. E com a Marina. E no fim com a Diana também. xD Será? Vamos ver o que acontece. Beijos, espero não demorar. =)

N
Nikki Tonkin

Olha quem resolveu aparecer.. Cara Barda, finalmente hein? Realmente tenho que concordar com as demais não estou entendendo esse joguinho todo em volta da Diana e da Clara, esse foco todo na francesa, está fazendo a história criar "barriga", está muito parada e enrolada e sinceramente, não gosto dessa aproximação entre elas, está parecendo forçada, acho que já deu o tempo dela, ela pode voltar para França para nunca mais voltar, assim, você pode desenrolar logo essa história... E volto a perguntar, quando a Marina vai recuperar a visão? Isso ficou um pouco esquecido, aliás, muita coisa está sendo esquecida hein dona Barda? Acho que o seu amor pessoal pela personagem da francesa está lhe tirando o enfoque, hahaha. Bom, esse foi o meu surto bipolar do dia, culpa sua que me remete a sentir vários tipos de sensações ao ler sua fic, mas tenho que confessar que estava sentindo falta e não suma mais!

Barda
Barda Autor

Sabe como dizem, quem é vivo sempre... é. ahahaha' Hm. Por partes. Acho que o "jogo" aí é algo que decorre naturalmente, na verdade. Diana quer Marina. Que quer Clara e Diana também, se puder (sim, Marina é uma não exclusivista inveterada na minha visão), mas pelo menos num nível sexual, vamos dizer assim. E Clara está descobrindo que quer Diana, que também não teria problema algum em dividir Marina com ela, ela com Marina. Etc. e tal. =D A estória trata disso mesmo, dessas "gravidezes" da vida. Porque na vida nem sempre as coisas são facilmente ditas também, ou feitas. Principalmente quando envolve questões morais, sentimentos, enfim. Não sei quando Diana volta pra França, aliás nem sei se ela volta. ahahaha' Marina está com a visão prejudicada há... hm, uns dois meses? Depois do acidente? É, acho que a conta é quase essa, então, no contexto da estória acho que está caminhando pra uma solução sim. =) Bipolaridade é obrigatória quando Clara e Marina são o assunto. xD Sensações e reações variadas, bom isso. Aw, também sinto, e vou sentir ainda mais porque tá acabando. Tentarei. T_T ahahaha Beijão!

Moody

Caraca, que capítulo de tirar o fôlego! Simplesmente adorei a parte da Chica e da Helena, trouxe algo tão humano para a história. A sedução - agora, definitivamente entre as três - é incrível, mas pequenos momentos assim são um fôlego antes do mergulho. Curti, e curti ainda mais o tamanho dele. Volta sempre assim ♥

Barda
Barda Autor

Aar *-* Exatamente. Helena e Chica vieram pra dar uma humanizada nos descaminhos de Perchance. Outro ponto pra você (e um beijo =D). A sedução agora assumiu um novo nível. E não o de "triângulo". É um trio mesmo. ;) A relação delas (três) estava trilhando pelo proibido há um tempo e as coisas foram acontecendo naturalmente, digamos assim. Voltarei, assim, ou de qualquer jeito. ♥

CrazyLeone
Vem aqui, me dar um abraço. \___0___/ Que saudade. <3
Barda
Barda Autor

Awm, vem. \__o__/ Saudades nossas ² ♥

M
Continua que ta show
Barda
Barda Autor

Opa, valeu! Continuarei. ;)

Barda
Barda Autor

*-*

sarah waters

PÉROLA!Definição pra esse cap.,a narrativa é tão apaixonante e as palavras usadas de uma maneira tão hábil, que a gente fica completamente absorta e esquece quem ou o que está ao redor.Não existe a menor possibilidade da gente querer se livrar de vc e desejo que o contrário tbm não aconteça. Sinto uma atmosfera tão "noir",tão densa nessa fic que não percebo em nenhuma outra,talvez em uma ali que não vem ao caso.Só sei dizer que me transporto qdo leio,visualizo a francesa com seu ar sedutor e quase palpável,a Marina esquadrinhando tudo com os olhos semicerrados e um certo mistério,a Clara capciosa e às vezes um tanto "passada" o ambiente da mansão,enfim tudo fruto da destreza com que vc descreve cada movimento,cada ação,cada gesto e constrói os diálogos.A fic tem cor,cheiro,som e assim parece tudo tão real,que a gente mergulha profundamente nesse universo de PERCHANCE.Adorei a conversa de Clara e Helena,a irmã mais velha sempre sensata,centrada e sábia,tentando orientar e abrir os olhos da mais nova para o perigo que a cerca e ao mesmo tempo lhe proferindo verdades que nem mesmo Clara admite.Fiquei meio confusa com esse jogo da francesa e a participação da Marina nisso,ficou meio que subtendido.Querida então mais uma vez parabéns!Até o próximo cap. e nesse ínterim vou pensando em outros elogios para não ficar tão repetitiva kkkkkkkk



O que mais gostei:

tuuuuudo


O que acho que pode melhorar:

naaaaaada

Barda
Barda Autor

Obaaa! =D

Obrigada! Fico feliz que a narrativa te agrade assim, que te cause esse efeito. Ah, assim espero. Eu não. U_U ahahaha' "Noir". Adoro essa palavra. Sério. "visualizo a francesa com seu ar sedutor e quase palpável, a Marina esquadrinhando tudo com os olhos semicerrados e um certo mistério, a Clara capciosa e às vezes um tanto "passada", o ambiente da mansão [...]" Nossa, perfeito isso. Merece muitos pontos, e beijos. ahahahah =P Cores e cheiros e ruídos e silêncios. Helena deu uma sacudidazinha básica na irmã com aquela conversa, mesmo. Clara começou a admitir coisas de si e para si mesma, sobre a Marina, mas principalmente sobre a Diana. A participação de Marina foi mais um 'deixar rolar', já que pra ela ter Clara e Diana por perto não é nenhum sacrifício, obviamente. xD
Agradeço sua generosidade e a sensibilidade com que vê essa trama louca, de verdade. Beijão! =)

C

Oi, Barda. Estava com saudades rsrs

Novamente fiquei tonta com tantas possíveis motivações para as ações das personagens nesse capítulo. Estou ficando tão paranoica que suspeitei até que a gatinha Leo estava com uma escuta só para que a Diaba francesa ficasse a par da conversa entre Clara e a irmã Helena.

Antes de expor as minhas interpretações, te parabenizo pelas cenas íntimas de Clara e Marina, sempre descritas de forma poética e envolvente. Tão poética que a cena imprópria se torna pura aos olhos do amor. E tão envolvente que deixa Marina (e nós também) desbaratinada a ponto de soltar os prováveis motivos de Diana para Clara. Muito bom!!!

Vamos lá:

1. Helena: Então, gostei muito da interação entre Clara e Helena. Muitas das questões que Helena levantou no bate papo com a irmã também me deixam intrigada. A liberdade que tanto Clara quanto Marina dão a Diana e sua presença constante dentro da casa. Acredito que Helena, por ser mera espectadora, "leu" melhor Diana do que Clara. E a insinuação de esposa oficial só me intrigou mais, me deixando com a sensação de que Diana talvez queira aumentar a família de Marina, tipo duas esposas e duas crianças. Até porque sua filha já chamou Marina de mamãe no capítulo anterior, o que eu achei muito estranho.

2. Diana: mais uma vez Diana partindo pra cima de Clara. Dividir para conquistar. Fico confusa com o que exatamente Diana quer. Ou melhor, quem ela quer. Num primeiro momento, penso que o foco principal dela sempre foi ter Marina e, se para isso, precisasse dividi-la com Clara, era isso que faria. Para ela, já deu para notar que Marina não é apenas uma conquista sexual. Ela desperta fortes emoções em Diana. Mas, como a Marina não cai na rede da francesa, agora parece que a mira está voltada para Clara. E, a meu ver, o foco nesse caso é puramente carnal, sexual. Ela sabe que mexe com Clara e que desperta desejos impuros na esposa de Marina, mas ainda não consigo enxergar o x da questão nesse aspecto. Ela querer testar Clara para saber até onde ela vai, uma vez que Clara, como Helena falou, já traiu Marina de certa forma. Trair novamente levaria a separação das duas? Acho que não, até porque Clara não está envolvida emocionalmente com Diana, ou está? Agora o último motivo, que Clara está descobrindo sozinha, a não ser que eu esteja viajando muito, é uma participação especial na intimidade do casal? Um ménage? Ou até mesmo uma presença constante na vida das duas? Ou quer apenas acabar com essa exclusividade entre Clara e Marina? Sinceramente, é o que me veio em mente após algumas deduções.

3. Clara: Essa pessoa realmente é incoerente. Mas essa incoerência parece vir da sua negação às suas vontades contrárias ao senso comum. Os ciúmes que Diana a faz sentir devido ao elo que tem com Marina, que vai muito além de desejo. Em contrapartida, nega as sensações que a francesa exercer sobre si, sobre seu corpo. Demonstra não gostar da presença de Diana tão intimamente no seu convívio, mas sugere que a mesma passe a noite embaixo do seu teto. Desaprova o beijo que recebeu de Diana, mas se exibe para ela em momento íntimo com Marina. Realmente, bipolaridade é o nome do meio de Clara. Acho que Clara luta contra a vontade, curiosidade, desejo, ou outra denominação qualquer, que tem de Diana. Luta contra a vontade de "se perder naquele feitiço azul e gelado que a chamava para fora". Luta contra a curiosidade de saber mais sobre "a força dessa estranha ligação entre Diana e sua companheira". E, com certeza, a maior luta de Clara é com esse desejo (carnal) que sente pela francesa, destruindo toda a "doce ilusão do amor" que Diana tão bem conhece e que Helena também comentou: "aquilo que se espera do outro não é exatamente aquilo que se tem pra dar".

4. Marina: Marina e o seu ar blasé é uma incógnita pra mim. O nome de Diana aparecendo sempre nos momentos íntimos com Clara, a apatia diante das investidas de Diana em Clara, a pergunta que ela fez a Clara se a mesma se importaria caso ela estivesse com Diana na noite que ela quase foi pra cama com a francesa. Enfatizou que ela não se arrepende por quase ter sucumbido à Diabinha. Tudo leva a crer que Marina quer deixar de ser exclusivista, apesar de, no final do capítulo, ela insinua que Clara é sua favorita e que ela sempre será dela, independente do que Clara decidir.

Alguns trechos que me chamaram atenção:

Ela tocou o focinho gelado da felina com a pontinha do dedo ao conspirar-lhe num sussurro deliciado, “Tal mãe, tal filha”: então dona Chica também não está protegida contra os feitiços de Diana? rsrs

E talvez... Eles nunca estiveram fechados mesmo.: Clara finge que não sabe, finge que não sente, mas, no fundo, no fundo, sabe e sente.

E ficaram ali, na companhia silenciosa uma da outra por mais alguns instantes: Clara e Diana contemplando Marina e as duas crianças. Hmmm, parecem duas esposas contemplando "o marido" e seus filhos. O que será que passava na cabecinha das duas?!?!?

Bom, começo a vislumbrar um desfecho bem diferente para essa história. Você realmente arrebenta. O seu talento para descrever as inquietudes, as angústias, os sentimentos das personagens é show de bola. Sua escrita é viciante. Havia ficado um pouco desanimada, mas esse capítulo me tirou desse desânimo. Acho que principalmente pela presença de Helena e de sua conversa com Clara. Foi esclarecedor.

Finalizo com o pensamento de que somos bichos enjaulados nas convenções sociais, seguidores de padrões morais de comportamento que, as vezes, nos cegam para as nossas próprias vontades.

Obrigada Barda!!! Foi maravilhoso. Acho que, antes do fim de Perchance, já farei campanha para uma nova história, talvez Perchance: O Retorno. O que você acha? Beijos

Barda
Barda Autor

Hey, Cacau. Saudades recíprocas. ^-^
Quem nessa vida nunca foi dúbio, né? Essas senhoritas aí estão dando um banho de ambiguidade e sedução. ahahaha' A gatinha? Nah. Ela estava só fazendo jus a espécie, mesmo. Curiosa e misteriosa como os felinos são. xD

Sim, as cenas íntimas delas. É, sempre tem aquele receio de passar ou não atingir o ponto. Então fico grata em saber disso, que consigo passar essa intensidade e a cumplicidade entre elas assim. Ah, ela pegou a Marina de jeito ali, mesmo. "Não tinha como escapar". xD Aos pontos.
1. Exato. Ela deu um empurrãozinho figurativo na irmã mais nova ali, questionando Clara sobre essa aparente contradição entre o que ela dizia e o que fazia com relação a francesa. Conseguiu mesmo ler melhor a situação, talvez por justamente estar de fora. "Esposa oficial" foi mais tiração de sarro, mas, né? xD O fato é que a relação delas (três) foi ficando cada vez mais próxima, até nesse aspecto familiar. Comentei antes que Marina provavelmente viu Cécile quando muito bebê, e depois por fotos, e que Diana deve ter acostumado a filha a imagem de Marina e chamá-la assim, e por ser filha de Diana, o carinho que Marina tem pela menina já é até esperado, é natural. Pelo menos vejo assim.
2. É. Não só você, Clara também está/estava confusa com o que ela quer. Embora tente mostrar o contrário. xD Mas... Concordo nisso. Ela sempre quis Marina, e há sentimento sim envolvido. Diana foi percebendo que Clara não era só aquela "dona de casa", "esposa dedicada". Que talvez essa fachada de casamento tradicional pudesse (outra alusão ao título da fic) ser apenas isso, uma fachada, como muitas outras da vida. Não que seja uma coisa ruim. Mas ela, enquanto uma pessoa livre dessas amarras, ainda que com seus defeito e seu "jeito torto" de agir, só quer o bem de Marina. Isso é inegável. Outra que para Diana, ter Clara incluída numa possível relação ali não seria nenhum sacrifício. Assim como para Marina também não. xD Por isso ela remete ao 'controle'. Clara é quem resiste a mudança ali, prefere sua zona de conforto, não se arriscar. Entaõ por isso o foco da francesa se abriu, digamos assim, para tentar entender e no fim conseguir até trazer Clara mais próxima dela. Uma mudança de tática necessária, no ponto de vista dela.
Ah, sobre isso. Acho que o 'testar' ali não tinha a ver com fidelidade, ncessariamente. Mas justamente pra ter certeza se Clara por ventura a corresponderia. Ela sabia que Clara sentia cíumes dela com Marina, que tinha raiva dela, mas o principal ali era saber se ela tinha repulsa da francesa, o que Clara, mesmo relutante, demonstrou que não tem. 3. Outro ponto que concordo. clara é uma contradição ambulante. Na novela era assim. Aqui, com alguma pouca diferença, também. De início essa "indecisão" dela me irritava, mas aprendi a vê-la de outra forma. Clara se esconde (e aqui insira a metáfora da janela, de onde ela sempre observa tudo, por trás de um vidro transparente, entre outros simbolismos dos quais a fic está cheia). Aquela frase dela, quando diz que Marina a fez se redescobrir como mulher encaixa muito bem nisso. Marina a fez se redescobrir, e agora a está deixando se redescobrir novamente, por si só. Por isso ela não interfere nessa relação dela com Diana de forma mais explícita. O fato é que há sim a atranção física, o desejo, de ambas as partes, das três partes na verdade. xD Coisa que Clara nunca admitiria sem um tranco, tanto da Helena ali, quanto da própria Diana que não hesitou em beija-la quando teve oportunidade. Quanto ao sentimento, é algo mais complexo e não foi mesmo explorado, e talvez até já exista de uma forma mais incipiente, diferente... 4. Gosto da Marina blasé, da Marina que faz piada quando Clara demonstra que sentiu ciúmes dela, do filho (daquela vez do Cadu com a Verônica antes de se casarem). O ciúme da Marina não é caricato, pelo menos eu não a vejo assim. Apenas com o Cadu, por quem ela sentia que Clara até um certo ponto do casamento delas ainda podia sentir algo, é que abala um tanto essa autoconfiança da Marina, ainda que ela disfarce. Ela, a seu modo, provoca a Clara a sair da zona de conforto dela também. Essa cena da cama, dizendo que não se arrependia do 'quase' com a francesa, é prova disso. Marina também a seu modo deixa claro que Clara é sua favorita. Como diz Helena, ela de fato beija o chão que a mulher pisa, então... xD
Ah, esses trechos.
- Diana fazendo uma alusão a Chica e a clara ali foi bem simbólico. E Helena outra vez foi sábio em dizer que não é todo cristão a dizer não a francesa. xD
- Ah, ela finge. Não intencionalmente e o tempo todo, mas 'guarda' as coisas. Ela sabe do que sente, sim. Mas se condena por querer. Enquanto Marina e Diana, por exemplo, não o fazem. É aquela coisa da personalidade.
- Foi uma cena bem familiar, mesmo. Agora o que elas estavam pensando já não sei. =D
Sim, estou dividida entre dois desfechos. O que faço? ahahaha' Só sei que agradar gregos e troianos é uma tarefa que não muito grata. xD
Fico feliz em saber que tenha tomado esse ânimo.

"Finalizo com o pensamento de que somos bichos enjaulados nas convenções sociais, seguidores de padrões morais de comportamento que, as vezes, nos cegam para as nossas próprias vontades." Não poderia ter descrito melhor a "moral da estória". =)
E eu agradeço sua sensibilidade e bons quesionamentos sempre. Ahahahaq quem sabe podemos ter uns reboots, sim. Beijão! ;)

Marluce

Saudades dessa fic. Ainda bem que você voltou. Adoreii o capítulo, muito bom! Essa aproximação da Clara com a Diana, não tou gostando não. Tenho raiva dessa garota. Bem que ela podia voltar lá pra França com a filha dela e deixar a Clarinha e a Marina em paz. rs Aguardando o próximo. Vê se não demora pra postar. Bjss ♥

Barda
Barda Autor

Ah *-* Bom que gostou! Eita, por que? Se até elas parecem que estão gostando. ahahah' Tá. U_U Vamos ver o que acontecerá com nossas ladies. Espero não demorar. Beijos. ♥

K
Kha
.

O que mais gostei:

cap intrigante, parabens

Barda
Barda Autor

Valeu! ;)

kara
É isso mesmo...a Diana tava testando a fidelidade e lealdade da Clara em relaçao a Marina, e a Marina sabia disso o tempo todo? Foi tudo um plano das duas?
Barda
Barda Autor

Pelo que foi posto na trama, não foi um 'teste de fidelidade'. Acho que Diana queria mesmo comprovar se aquela raiva toda de Clara era mesmo o que ela suspeitava (uma atração, desejo reprimido, curiosidade, o que for), e não uma repulsa (física, emocional) dela nesse sentido. Marina sabia, porque é esperta, atenta e sensível as vontades (até as não ditas) de Clara. Mas essa coisa de "plano" não faz o estilo dela, não. Muito menos ela faria isso pra enredar a Clara.

Rodrigo do boteco

>> Quando recebi a notificação que a fic tinha sido atualizada, a ansiedade bateu forte. Abri e resolvi aguardar, já que o texto era gigante para alegria geral da nação e queria lê-lo de uma vez pra loucura ser completa. Doses homeopáticas não tem graça, overdose é a minha!
>> Fiquei sem palavras. Capítulo FODA! Os diálogos e riqueza de detalhes das cenas...cada gesto e caracterização das personagens (até na gatinha havia a subliminaridade característica do seu texto) nos transportam pra outro universo, sinto que estou na beira da piscina, na cozinha, no quarto, assistindo a tudo a um metro de distância.
>> Helena, primeira aparição da sua fic num diálogo muito esclarecedor. Parece que a irmã mais velha coloca em alto e bom som o que a Clara sabe e não quer admitir. Depois desse capítulo, acho que a Clara é minha personagem preferida. Mais que a Marina e a francesa juntas. As cenas finais foram UAU, palmas pra Clarinha.
>> Diálogos que dizem muito com sexo no meio. Ô Barda, eu tenho até que ler duas vezes pra captar a mensagem com as deliciosas distrações no meio atrapalhando meu raciocínio.
>> Como colocar em palavras minha breve análise e fazer algumas perguntas? A Cacau no comentário anterior (itens 2,3 e 4) foi muito melhor e descreveu quase tudo que imaginava. Então vou ler com muita atenção seu feedback pra essa linda que indiretamente será pra mim.

>> Sinto que a presença de Diana na vida das duas se tornou imprescindível, quase como um combustível para que a chama permaneça acesa. Um triângulo que não vai mais se quebrar.

>> Louco pra ver o que nos espera no capítulo da exposição.

Beijos, Barda. Só não falo pra vc se apressar que isso dá agonia porque a fic está no fim.

Barda
Barda Autor

- Opa, bom que pelo menos a espera tá sendo compensando pelo tamanho do capítulo. Doses ou overdoses? Eis a questão. Acho que o próximo pode responder essa... ou não.
- Ladra de palavras, assumo. ahahaha' Subliminaridade. Perfeito. Fico feliz em saber que consigo fazer esse mover tão próximo das coisas e sensações no espaço da leitura, é bem gratificante. E também parte da sensibilidade de quem lê, portanto, é uma boa ventura nossa também.
- Yup. Helena trouxe alguma verdade e algum implícito também, pra não perder o costume. xD Clara sempre teve uma personalidade relutante quanto a mudanças, mesmo. E a irmã tentou fazer com que ela visse justamente isso, que ela, não só a Marina, estavam mudando. Logo, a relação delas também. E aí é que está, Clara empaca e empaca, mas quando ela resolve agir, a mesa sempre vira. ahahaha'
- Diálogos sexuais sempre me fascinaram. Não o tipo explícito. Esse também tem seu lugar, mas falo do que é, como costumo abordar na fic, "palavras mordidas na pele". ;)
- Até o review de Cacau, então. xD
- Diana simboliza é o apelo sexual. O que muito dessa rotina doméstica e de casal aca perdendo, ou desgastando. Mas há outro ponto, o que ela representa como elo desse passado (pouco conhecido) de Marina até o momento que a Clara entra na vida dela. Nem vou entrar em detalhes sobre a carga de simbolismo que existe nessa personagem porque... enfim. ahahaha'
- Ele já tem nome, e esse nome é a síntese de tudo até aqui. Será um capítulo crucial, certeza. Mas não elevemos o nível das expectativas, isso nunca acaba bem. xD
Beijão, Rodrigo. Perchance é um moinho (emprestei do Cartola de novo), só vai parar de girar quando não tiver mais ventanias. =)