Comentários em “Perchance”: “Vertigem”

Agridoce
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O que mais gostei: olha n faça mais isso cm meu pobre coração! eu quase infarto cm esse sumiço! tava cm crise de abstinência mais agora to feliz e da licença q vou ler o cap. depois comento d nv ;)
Barda
Barda Autor

Sorry. >_< Boa leitura então. =D

Mah Lira

Este capitulo me deu uma agonia. Agora, apesar de mais peças de quebra cabeças terem sido mostradas, sinto que tá começando a ter uma enrolação. Vc continua jogando fatos e não os amarrou. A historia tá ficando confusa e neste capítulo, confesso que fiquei entediada pq independente dos motivos que te levaram a relatar a noite da Diana e Marina no hotel, isso já tinha ficado sub entendido em outr os momentos da historia . Já esta claro a influencia, importância, seduçao e o poder que a Diana exerce sobre a Marina. A única coisa que nao se sabe é se a Marina é capaz de se controlar e controlar a situação. Quanto ao embate Cadu e Marina, não houve qualquer desenrolar. Pra mim este capítulo foi uma encheção de linguiça. Vc tá segurando o desfecho por alguma razão. Não tem mais o que enrolar. As coisas precisam andar e precisam ficar claras. O mistério nesta altura do campeonato não funciona. Pra mim a única coisa que foi útil mesmo foi a conversa da Clara com o Ivan. O resto jádava pra imaginar por outras cenas descritas por vc. Termine a fic com chave de ouro. Não fique enrolando, pq é perigoso de vc se perder ou da história perder a força que tem.

Barda
Barda Autor

Opa, já que estou por aqui, vou te responder logo. =)

Bom, compreendo sua inquietação. Mas se você prestar bem atenção, essa "enrolação" trouxe alguns aspectos sobre a relação de Marina e Diana que precisavam ser mostrados, pelo próprio desfecho que a estória vai tomar. E adianto: Perchance não tem amarração. Se espera algum tipo de coerência, não vai encontrar aqui. xD Eu acho. Quanto ao desfecho, bom, desfecho é desfecho. Não vou cantar a bola nem dar spoilers na própria trama, então... :D Acho que o embate Cadu e Marina tinha que começar assim. Eles praticamente não tiveram contato algum durante a trama toda, só a tal ligação no dia do acidente. Então, acho que seria preciso alguma "introdução", e eles deixaram algumas coisas no ar, sim, no diálogo. Mas como escritora, considero todos os seus anseios e opiniões sobre a trama, e lembre-se que Perchance não segue uma cronologia tradicional, então certas coisas podem e vão ser confusas, difíceis de captar. O que posso dizer, como alguém que adora um mistério, é que se deve olhar sempre para o não dito no texto. Obrigada pelas considerações, é bom saber que se preocupa com o rumo da estória. =)

D

De boa! Você vai mesmo fazer isso conosco? O Cadu foi mesmo um cafajeste, ao se aproveitar de uma Clars bêbada? A Clara foi mesmo a mais fraca de todas as criaturas, ao se deixar levar pelo medo e não medir consequencias quando bebeu aquele troço forte que ela sabia que não aguentaria? Marina foi mesmo a mais leviana de todas as enamoradas, quando permitiu-se esquecer da profundidade de seu amor por Clara e se levar pelo gosto inacabado de um sentimento que, mesmo que forte, ficou no passado?

amo a criatividade de vocês, mas sou purista. Não consigo conceber que o amor magistral e onipotente que vocês desenham sucumbam à mesquinharia de sentimentos vis.

vocês realmente não têm dó de meu coração frágil. Até outro dia eu queria muito bater na Clara e no Cadu. Hoje quero bater na Clara e na Marina. No Cadu penso numa corsa de tirar o couro. E nem vou contar as barbaridades que concebi fazer com a Diana. Senhor!

Barda
Barda Autor

Fazer? O que? =D ahahaha' Tivemos alguns ensejos disso antes. Cadu cafajeste, Clara tresloucada, Marina leviana? Joga Diana diabólica nessa mistura e... BOOM! ahahah'

Compreendo. O amor, assim como a beleza, está visto nos olhos de quem vê, no tato de quem toca, no paladar de quem saboreia, e por aí vai... Sentimentos vis fazem parte da nossa natureza humana, demasiado humana, e como eu acho que é impossível não ser quem se é, se não se mostrar como se é, quando se ama (mesmo), logo... Vamos ter aquilo que Marina alude, e que tememos, nossos defeitos espelhadas justamente em quem mais amamos.

Vamos ver o que esse momento "em família" reserva. ;)

Beijão!

Melisa

Te has olvidado de mi? U_U... First of all... this was other great chapter, sometimes I wanna go into your mind and read what you have there hahaha, but dont be afraid xD I only wanna read what you have in your mind about the story =p you have tissue (Im not sure if that is the right word) this entire spider web that surrounds the whole story and at the end we all are entangled hahaha. So now, I think all this Cadu's arrogance and his child behavior is only inseguranza (?) I have read in a comment here that someone wanted hit Cadu, do I wanna hit him? Hmmm, I dont know, maybe I can be wrong but I think he acts or reacts until now like that is only Clara's fault, I know that I cant erase the fact that he and Clara has a child and I understand that but that doesnt justified the fact that Clara doesnt put him in his place, until a certain point I think that Clara is responsible for that and I think that Cadu feels that Clara let him do what he wants and that is why his behavior is the same until now and of course he cant accept until now that he has lost Clara. He talks about a nice family, Nice family? well... only in appearance, he is cute, Clara is a beutiful woman and what can I say about Ivan? He is a sweet and gorgeous kid, in the novela I never saw a nice family, so... Marina has not destroyed a nice family.

He thinks that he had a happy marriage, I never saw a happy marriage, so... Marina has not destroyed a happy marriage, I think Cadu loves live in the past, he is so stupid that he cant see the reallity, he loves so much live in the past that he could not see that Clara was not more happy, I wanna hit him? no, I have not any kind of feeling for him, I will not waste my anergy in a person like him, at the end of the day he is an empty person.

Ivan... What have Ivan seem exactly? I dont know it yet, he only said that he saw Clara lying on Cadu's bed, that doesnt tell me nothing about what have happened exactly that night, so, the speculation are still in the air. Clara, Clara, Clara, she... she... well... I have not comments.

I thought no one in this world could made Marina feel nervous, but look Diana, in a way I like her hahaha, Diana is devil's claws and I think at the end of the end she is an empty person too, maybe she needs turn the page about all in her life and start all over again.

The next time that you desappear and forget me =p I will look for you and pull your ears Im kidding hahaha, like always you are the B E S T, thanks for your time and thanks for giving us this great story, hugs meu amor.

P.S. I have a lot more to comment about this chapter but I cant put right now in order my mind and some times explain things in other language is a little bit difficult U_U

Barda
Barda Autor

Nunca, mi amor. ^_^ Oh, uh? Well... I have a feeling you wouldn't like that much coming into my mind. About Perchance, I mean. ahahah' Neither do I. =O It's a spider web, indeed. That may be so. It seems to me that Cadu became quite unbalanced since that night with Clara. He had thought of Clara (and this is me trying to figure out his weird behaviour) as a turned page in his life, but whatever happened between them after that 'sofa talk' disturbed that certainty he had. They had been divorced for... like what? Five months by then? Yeah. And I agree with you, his intromission and childish behaviour, so to speak, is in part Clara's fault too. About the things he said to Marina, well, even the woman noticed it was out of spite. In fact, the opera soap never showed Marina directly fighting over Cadu's role in Clara's life. Marina knows her place in Clara's heart, but I think with all those ghosts (Diana, Cadu) surrounding her mind and her relationship with Clara, she may have become a bit insecure.
Exactly. The boy saw what he saw, this is it. He was a little put off, but that was more about what this could mean for the future of his family.
Ah, Clara... She is a wicked angel. And Diana is a charming devil. So you see Marina's dilemma. ahahaha'
Ah, thanks for your lovely words. Beijão e forte abraço, guapa! ;)
Ps: Oh believe me I know how difficult it can be. Let me know about those thoughts of you, if you like.

Mindy Quinzel
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O que mais gostei:

essa fic ta me matando! Sera q um dia clara e marina vao ficar totalmente em paz? Sem fantasmas? Senti no ivan a represetac,ao dos meus proprios medos! Parece ate elas agora vivem uma agonia constante.. Tadinhas T.T

Barda
Barda Autor

Quem fica totalmente em paz na vida? Eis a questão... Mas, como a estória está caminhando para um desfecho, tudo é possível. =) Imaginei mesmo que o menino fosse representar esse anseio geral ali, todos vestiram a persona do pequeno gentleman, né? ahahaha' xD Elas já passaram por muito até agora e permaneceram juntas, apesar e por causa dos pesares. Não é disso que se trata o amor? ;)

kara
Clara teve total razão em se sentir insegura..Marina nunca lhe falou nada sobre Diana, e ainda por cima n cortou as investidas de Diana na viagem. Provavelmente ficou com Diana nessa noite, e fica se fazendo de vitima. Eu achei que Marina tivesse flagrado clara e cadu juntos, mas n, ela nem sabe o que aconteceu e n respeita a relaçao dela com clara, pois fica de frete com Diana desde de sempre. Clara se culpou a toa..Marina merece mesmo a vadia da Diana.
Barda
Barda Autor

Sim, pode-se dizer que ela teve motivos. Já quanto a Marina não ter falado nada sobre Diana, hm... Acho que nem foi voluntário. Não viu necessidade, até o momento da reaparição da francesa não havia espaço pra falar dela, penso eu. Mas, tendo ficado mexida com a volta relâmpago de Diana, aí ao voltar ainda naquela noite vê o que ela contou a Vanessa (o que ainda é um mistério na trama), Marina meio que se abrigou nessa sombra do passado, pra se proteger talvez. Ambas tiveram seus motivos, suas falhas e acertos. Eita, será que vai dar Mariana no fim? =O ahahah' Vamos ver. ;)

D
Dona Brunna
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O que mais gostei: Você tendo vida social? Fiquei até emocionada! Sobre o cap, não sei falar ainda, talvez nunca o farei. Der
Barda
Barda Autor

Imagina eu, quando descobri minha vida social ali no canto, jogada, a pobrezinha... U_U ahahaha xD Reflete aí que eu reflito aqui. Forte abraço!

LadyFortaleza
Esperando mais...
Barda
Barda Autor

Yep. ;)

Rodrigo do boteco

>> Não acho que há enrolação na trama, como li em comentários anteriores. Pelo contrário, gosto dos mistérios desvendados aos poucos.
Esse é um dos motivos que me prendem, já que a inquietação é constante.
>> Sobre o capítulo em si agora. Vertigem mesmo, tô zonzo tentando compreendê-lo. 1) Curti o flashback Marina e Diana. Que visão interessante do amor, dos encontros, da tal alma gêmea. Mais um diálgo pra entrar no top 3
de Perchance na minha reles opinião 2) Finalmente o embate Cladurina. Os fracos corações irão aguentar? 3) Ivan expressando os medos dos leitores, me pareceu.
>> Gostaria que a fic abordasse a exposição. E também solicitar aqui na humildade (Vanessinha feelings) pra Marina recuperar a visão.
Até agora me agonizo com nossa fotógrafa nessa situação.

Beijos, Barda!



O que mais gostei:

Captulo com mais de 9 mil palavras. Valeu a pena esperar!

Barda
Barda Autor

Yay! ^-^

- Ah, então você é dos meus, senhorito. ;) Mistério é bom desvendado aos poucos, sempre ficando aquele "e se?" no ar...

- Né? Tentei me ver na pele de Marina, Clara, Cadu, todos... Cada um deles pisando na beirada de um precipício ali. *arrepio* Bom que gostou do diálogo assim, porque a intenção era justamente atar certas pontas sobre a relação Marina/Diana. A ligação, a identificação inegável que existe entre as "almas" delas. Fico satisfeita que o texto conseguiu passar isso pra ti. Uns esperavam o embate Cladu, outros Marinu (não gostei da sonoridade disso, mas tanto faz...), mas um embate Cladurina, e você ainda mete o Ivan no olho do furacão ainda? Xii...

- Com certeza vai (insira aqui pra qual desejo a resposta foi) ahahaha' =P

Obrigada e beijão, Rodrigo!

C

Uau, quase dez mil palavras!!! Quando vi a atualização de Perchance e o número de palavras do capítulo não pude segurar o sorriso. Meu primeiro pensamento foi que ali conteria algumas respostas para os mistérios que rondam essa história cheia de palavras de duplo sentido e cenas entrecortadas e segredos expostos nas entrelinhas.

Flashback Marina/Diana: amei esse flashback. A sedução de Diana, a saída da Marina sedutora para dar espaço a Marina seduzida, o debate sobre amor e encontro de almas. Bato palmas para você, Barda. Mas, para mim, o mais poético foi a forma como Marina descreve mentalmente os sentimentos contrários que as duas mulheres (Clara e Diana) despertam nela. Diana, a insígnia marcada a ferro em brasa em sua pele, cicatriz invísivel, as garras do diabo, a mão do destino. Clara, o bálsamo para todas as dores, o toque curador e íntimo de duas mãos e lábios, a brisa morna de verão, o laço dos laços, sua alma gêmea. SENSACIONAL!!!! Agora, faço uma observação: Marina, conhecendo o poder de sedução de Diana, não se protegeu e não protegeu seu relacionamento das investidas da francesa desde o início, mesmo antes da nebulosa noite da suposta traição. Entendo que, depois da frase "Onde estávamos mesmo?", não houve contato mais íntimo de Diana e Marina uma vez que Marina já afirmou para Clara que, depois dela, não aconteceu mais nada com Diana. E o fato de omitir de Clara a real importância de Diana em sua vida me faz questionar se a insegurança de Clara e, posteriormente, a bebedeira na casa de Cadu, que resultou na noite cheia de mistérios, não foram resultados da falta de diálogo entre as duas. E Marina volta a cometer o deslize de confirmar a sociedade com Diana após um tempo, mesmo sabendo das reais intenções da francesa, estremecendo ainda mais seu casamento com Clara. Como querer consertar uma relação trazendo mais um problema para dentro de casa, sabendo da fragilidade que a presença de Diana causa na sua esposa?

Encontro Cadu/Marina: minhas expectativas eram altas para essa cena. Senti que grande parte do diálogo se limitou em troca de alfinetadas entre os dois, palavras de duplo sentido trocadas que, para mim, não esclareceram dúvida alguma. Quando Marina finalmente fez a pergunta que todos querem saber a resposta, não há resposta alguma. Espero que na próxima atualização minhas expectativas sejam alcançadas.

Conversa Clara/Ivan: Então Ivan viu Clara deitada na cama de Cadu? Isso já estava implícito na história uma vez que "Clara havia acordado com o peso do braço de Cadu sobre seu peito". Talvez a parte da lembrança da comemoração de meio ano de casamento em Angra (citada no flashback de Marina e em outros momentos da história) tenha algo a mais escondido mas que a minha cabecinha não conseguiu desvendar.

Vamos lá: Quem mandou mensagem para Diana no dia do acidente? Com quem Diana fala ao telefone? Clara teve relações com Cadu ou não? Quem é a moça do Rio aguardando por Diana no flashback? Soninha e língua grande. Suspeito isso? A moça do Rio e Soninha. Alguma relação? Diana x Vanessa x Flavinha: o que rola? Aconteceu algo importante em Angra, né? O que mais Ivan viu na noite tão comentada? Essa música que Marina ouvia no carro no dia do acidente, que Cadu a ouviu murmurar no encontro, é a mesma que dançou com Clara em Angra? Foi sangramento nasal e não lágrimas que Clara sentiu na manhã em Angra? Diana tem alguma relação nessa filial do bistrô de Cadu? Verônica sabe o que aconteceu naquela noite? Quem é ela desenhada por Diana? Diana teve alguma filha que morreu ou estou viajando? Por que Marina não foi embora com Diana já que era maior de idade?

Gosto de mistérios. As histórias ficam mais interessantes e a escrita com mais qualidade. Mas chega a um ponto do enredo que as peças precisam ser montadas, os pontos devem ser ligados para que o desfecho se apresente. Fiquei com receio de que a história se torne indecifrável para mim justamente por conter tantas questões não finalizadas, não desvendadas. Essa procrastinação em desocultar o que ainda está escondido pode tornar a leitura cansativa. Sei que, pela qualidade da sua obra, você não deixará que isso aconteça, certo?

E li numa resposta sua que não há coerência nessa história. Uma pena porque sua história é rica e extremamente intrigante, mas, para mim, a coerência deve existir (mesmo implicitamente, o que é uma constante no seu texto) para que haja sentido no que você escreve, significado no que você quer transmitir com a história.

P.S.: "Até teria rido da situação, se não soubesse que era ela mesma a peça mais cobiçada, e por isso mesmo a mais vulnerável nesse tabuleiro de dois". Interessante isso, hein?!? O jogo já havia começado, mesmo sem Clara saber, e Marina já sabia que era a peça mais cobiçada. Ou meu raciocínio está errado e as jogadoras são Marina e Diana e Clara é apenas um obstáculo para Diana? Divagando sempre com Perchance.

Barda
Barda Autor

Hey. Sim, vertigens devem ser longas. ;)

- Engraçado você ter todas essas impressões do flashback Marina/Diana. Porque eram justamente aspectos que faltavam ser "amarrados" (pra usar o termo de umas das leitoras aqui), mas que me parece o pessoal não está muito interessado em saber. Acho que pela antipatia geral que sentem pela francesa, mesmo. Mas, acho que a essa altura, já deu pra perceber que o foco de Perchance não é estritamente um conto sobre "Clarina", mas tece toda uma teia de relações em torno da relação delas, do cotidiano, das dificuldades, da poesia, e sim, do amor que as une através de tudo isso. Nesse sentido, traçar uma personagem como a Diana é falar de uma Marina antes da Clara. O que foi pouquíssimo explorado na trama novelística. Essa reflexão que ela faz sobre as duas, de certa forma comparando-as, todo o diálogo, as referências que uso nas falas dela e de Diana, remetem a formação da personalidade da Marina. É só prestar atenção, porque como sempre, aqui o explícito não protagoniza. ;) Quanto a essa última referência sua, vi alguém dizer que sim, Clara teve razão em se sentir insegura. Acho interessante essas diferenças de visões. Uns veem a Clara como fácil de manipular e confusa, outras a veem como uma acomodada, e outros ainda como a que se finge de boba pra melhor passar. Hm, Marina. Ela teve o que mais temia, não? Seus defeitos espelhados em quem mais ama (Clara). Ficou mexida com a reaparição de Diana, talvez não tenha conseguido disfarçar isso, insegura com tudo o que viu e sentiu depois da noite que retorna de São Paulo... Pense nisso.-

- No meu entender, foram atadas algumas pontas soltas e importantes tanto nesse flashback quanto no encontro entre Cadu e Marina. Era necessária uma "introdução" das coisas, já que ambos praticamente não tiveram contato durante toda a trama exceto pela ligação no dia do acidente. Algumas coisas ficaram no ar, sim, no diálogo. Mas não quis acirrar o momento. Ainda. Simplesmente jogar coisas na cara um do outro não foi um aspecto da relação específica entre Marina/Cadu. Eles sempre se trataram como "esgrimistas", atacando sem de fato machucar o outro. Exceto por um ou outro ataque machista do Cadu, claro. No mais a relação deles sempre foi velada, marcada por indiretas e alfinetadas mesmo. Aliás, quem de fato protagonizará o momento ainda não estava lá para tornar as coisas... críticas, como suponho que você e os demais leitores esperavam. E inclusive, o menino, foi justamente o foco desse início de conversa entre eles...

- Muitas questões. E algumas delas já foram respondidas na trama. Que ainda tem 4 capítulos para encerrar, logo, ainda serão desvendadas. Ou não. Uma ou outra pode permanecer mistério. ;) O que Ivan viu ficou bem claro, não? Acordou de manhã, foi até o quarto do pai, viu a mãe ainda adormecida junto dele na mesma cama e Cadu acordado, fez 'shh' pra ele. O menino ficou encucado com isso. E Clara esclareceu esse incômodo dele, tentou né? A melodia que Marina inconscientemente murmura é a que tocava no carro no dia do acidente, daí o nervosismo de Cadu, porque ele ouviu quando ligou pra ela, lembra que ele reflete sobre isso? Quanto as demais questões, as sobre Diana especialmente, ainda vão se responder (a maior parte). Lembre-se que nem sempre enxergamos o que está bem diante de nós. ;)

Algumas pessoas se referiram a "enrolação" e "cansativo" antes. Eu entendo que Perchance não deve ser uma leitura fácil, mesmo. Porque exige muito esforço (pra quem não é habituado) em se compreender o que está implícito. Refletir sobre certas noções abstratas que trago para o texto, e que não são praticadas muitas vezes, não está na ordem do dia, de fato. Mas conto com sua boa vontade e disposição. Lembro que um dos meus primeiros avisos sobre a trama é que podia conter "erros existenciais". Me referia justamente a isso. ;)

Ps: vou dar uma de Marina: interprete. ;) Maaaas... pelo que foi descrito da fotógrafa até agora, não acredito que ela se referia a Clara ali. Mas a si e a Diana. Das duas, certamente Diana a "cobiçava" mais, mesmo sendo aparentemente "fria" e a que "sabe esperar". Marina nunca tinha falado da importância de uma outra mulher na sua vida pra Clara (pelo menos não até aquele momento em São Paulo). O que Clara sabe da francesa e que a fez ficar insegura, ela soube por Vanessa, e acredito ter sido a forma que a ruiva descreveu a relação das duas que desencadeou essa fragilidade nela.

Divagar é um ótimo exercício.

Obrigada! ;)

I
Isa

Ai ai Barda, vc sabe que adoro Perchance! Sempre me instigando. Eu sempre querendo mais. Me vi no Ivan, cheia de medo delas se separarem.

Barda
Barda Autor

Aw sim ^_^ E agradeço seu carinho e atenção com essa trama louca. Yup, Ivan representando o anseio comum. Vamos acompanhar... Beijão!

N

Vamos lá....gosto de ler o que a galera escreve e vc responde....vou ser sincera, me acho meio "lerdinha" como a Clara, rsssssssssss....não me aprofundo muito em análises, posso falar besteiras por aqui...sabe porque ? Perchance é a Fic mais intrigante no momento....ela é permeada de mistérios, isso é o barato dela...vc escreve com uma profundidade, que confesso, tenho que ler e reler pra captar as mensagens cifradas...é Barda, vc não é fraca não, rsssssssss....mas essa é a grande sacada de Perchance.....sei que toda história tem que ter um fim, mas só de pensar no fim dela, me dói....olha, além de lerdinha, sou sentimentalóide e uma romântica incurável....por isso, torço sim por um final feliz das nossas meninas, meu coração tá na tua mão, rssssssss....



O que mais gostei:

Das quase 10.000 palavras, quanto mais, melhor !!!!!


O que acho que pode melhorar:

Naaaadaaaaaaaaaaaa !!!!!

Barda
Barda Autor

Vamos. ^_^ Sim, sim. É uma troca bem bacana que a gente tem aqui. Gosto também. Ah, você acha a Clara lerdinha? Eu já acho o oposto, mas de fato ela é bem "confundida", mesmo. Uma alma estabanada e tresloucada. ahahaha' Gosto de ouvir as pessoas se expressarem, não se acanhe. Não por mim. ;) Agradeço seu carinho e fico satisfeita que veja a estória assim, porque de fato a intriga e o mistério são muito próprios desse enredo. Aw, também vai deixar saudades em mim, com certeza. Repito a pergunta que diz a um leitor uma vez: o que é um final feliz?

Eita, que responsabilidade. Não sei se dou conta. xD

Beijos dessa barda aqui! ;)

magg

Bardinha, Bardinha, não faz mais isso comigo. Estava praticamente a ter um colapso com esse afastamento. Prestes a enviar MP para saber se estava tudo bem contigo (sim, sou uma stalker ^^) e até disposta a avisar a interpol do seu desaparecimento. Espero que esse touché que deste na vida faça com que ela não te rapte mais! Por

Barda
Barda Autor

Ow, magg. U_U Desculpe o afastamento radical, mas como alguém comentou aí, minha "vida social" estava muito mofada ali num canto, precisando de atenção. ahahaha' Estou levando um projeto aí adiante e isso está me tomando um pouco o tempo também. Interpol? Eita, moça dos contatos. xD Na verdade, a vida me deixa na lona ultimamente, mas... ahahah =D Até breve, beijos!