=X ahahaha' Ah, uma loucura é bom de vez em quando. =D Infelizmente, meu carrinho parou nos trilhos e eu fiquei pendurada de cabeça pra baixo dessa vez... Mas estou chegando. >_
Realmente seu texto é provocante. Dá até frio na barriga ao ler ou lembrar dele.
Minhas considerações:
“... vagarosas horas quentes ao toque das mãos e doces na fome das bocas.” - Adoro a sensualidade da combinação das palavras que você adota. Mas dispenso as menções da francesa nos momentos de intimidade de ambas. Ainda não consegui decifrar o porquê de Marina ficar lembrando da Diana nesses momentos, provocando Clara. Será uma punição à Clara uma vez que a mesma não conseguiu proteger seu atual relacionamento de seu ex-marido? Não acho que Marina teria uma atitude dessas, mas...
“Não porque temesse que a companheira se sentisse instigada pela ideia de outra mulher, mas porque percebia que a fotógrafa era atraída para a francesa em formas que talvez não fosse capaz de compreender.” - Compreendo esse medo de Clara sobre o relacionamento interrompido de Marina/Diana. Acredito que ainda tem muita coisa dessa relação que ainda não sabemos.
O estado delirante de Marina – apesar da mente confusa de Clara, de todos os erros/deslizes que a mesma cometeu, não há castigo maior que testemunhar o amor da sua vida passar por todo esse calvário de sofrimentos que Marina está a passar (o acidente, a perda parcial da visão, a dificuldade de exercer sua profissão devido às sequelas do acidente, a falha na memória, as mudanças de humor). Sofri junto com Clara.
“Eu estava dirigindo. Não o meu carro, era o da Galeria...” - Tem alguma coisa escondida aí? Por que Marina não estava com o carro dela? Perchance me deixa assim, paranóica porque tenho certeza que deixei passar algumas respostas nesse capítulo. Só adicionei mais perguntas ao meu enorme questionário rsrs
“Foi então que Marina, indevassavelmente provocante como só ela sabia ser, foi deslizando uma mão vagarosa pelo abdômen chapado, passando pela borda e então por baixo do tecido delicado do lençol que pouco cobria do seu sexo, suas pernas se afastando não tão sutilmente no movimento, o peito subindo e descendo quando o ar lhe escapou num suspiro longo e trêmulo, até que as pálpebras lhe pesaram vagarosas sobre os olhos na sensação do próprio toque.” - Gente, que trecho é esse? De onde você tira essas ideias, Barda? Realmente, com febre ou sem febre, ninguém resiste ao magnetismo de Marina. Mas, o que me deixou pensativa foi a lágrima que caiu no ombro e deslizou pelas costas de Clara. Acho que Marina lembrou mais daquele dia do que falou. E essa sensação só aumentou quando, ao acordar, pede para Vanessa levá-la ao encontro de Cadu.
“Você quer mesmo saber?” - Quero, Barda, quero muito saber. Quero saber os motivos de Diana. Também quero saber com quem Diana tem conversas ao celular, pra onde ela viajou, o que aconteceu de fato entre Cadu e Clara, quem mandou mensagem para Diana no dia do acidente, o que Ivan sabe sobre a noite em que ficou doente... Quero saber TUDO!!!!
“Marina?” - Ao ler o texto, entendi que o lapso de memória de Marina ocorreu nesse ponto. Tanto que o foco mudou de Clara para Marina, certo? Agora, o que aconteceu nesse intervalo? Marina disse para Clara os motivos de ter chorado? Oh, esses buracos no tempo me matam... Entendo perfeitamente o desespero de Marina rsrs
“Dona Vanessa, desce agora na sala. Aquele moço pai do Ivan tá lá esperando e ele não parece nada feliz, não!” - Como sempre, Perchance termina me surpreendendo positivamente. Minha expectativa sempre foi um encontro entre Cadu e Clara. E você nos dá a possibilidade desse embate entre Marina e Cadu. Genial, Barda!!!
Sei que minhas indagações não terão respostas conclusivas. Até porque as suas respostas enigmáticas aos comentários quase sempre nos deixam com mais umas pulguinhas atrás da orelha. Bom, só te faço uma pergunta: será que já está na hora de encaixar as peças desse quebra-cabeças, Barda? Porque a minha já está quebrada em mil pedaços por Perchance.
Agradeço pela nota, e quanto a Diana... Bem, também não acho que Marina faria menção dela por algum tipo de vingança. Acho que isso tem mais a ver com a percepção que ela tem da relação extremada entre Clara e a francesa. Sabe lá o que ela vê, né? ;)
Ah, sim. Clara sente que Diana foi e ainda é uma parte significativa na vida de Marina. Mas certamente não pode mensurar isso completamente.
De fato, também acho que a pior "punição" pra ela é ver Marina assim, e saber que é impotente para ajudá-la.
Hm, você acha que tem? Ahahaha e eu nem adoro deixar vocês paranoicos. Nem um pouco. Nope. =X ahahaha'
Marina nem com febre toma tento. xD Clara deve cortar um dobrado com ela, só acho. ahahah' Ah, e outra vez você notando coisas, muito sensível da sua parte. Mas vamos ver essa história de "lágrima" aí... =)
Olha, eu também estou muito, muito curiosa. ;) Vamos saber aos poucos, até o final ainda tem muito chão...
O lapso foi exatamente ali, mesmo. Então provavelmente Marina não tem lembrança do que aconteceu depois, ela na verdade mergulhou no tempo, no delírio ela se lembrou de alguns eventos que se sucederam ao acidente, como o trauma sofrido nos olhos, por exemplo: "O que foi isso no rosto dela?", lembra? ;)
Estavam meio que esperando Clara e Cadu, mesmo. Bom que consegui surpreender mais uma vez. =)
Bom, um quebra-cabeça só se fecha quando a última peça é posta no lugar, então... =D
Beijão, e já adianto minhas desculpas pelo meu segundo afastamento radical, coisas da vida...
aiiiiii, como que para o capitulo assim.. li uns 4 capítulos esfomeada, vc enlouquece seus leitores assim. kkkkkk
Não demora para o próximo! :D
=X ahahaha' Ah, uma loucura é bom de vez em quando. =D Infelizmente, meu carrinho parou nos trilhos e eu fiquei pendurada de cabeça pra baixo dessa vez... Mas estou chegando. >_
Socorro...essa história é muito boa...você escreve super bem parabéns...
Eita, bom que gostas. ^-^ Obrigada!
Olá, Barda!!!
Realmente seu texto é provocante. Dá até frio na barriga ao ler ou lembrar dele.
Minhas considerações:
“... vagarosas horas quentes ao toque das mãos e doces na fome das bocas.” - Adoro a sensualidade da combinação das palavras que você adota. Mas dispenso as menções da francesa nos momentos de intimidade de ambas. Ainda não consegui decifrar o porquê de Marina ficar lembrando da Diana nesses momentos, provocando Clara. Será uma punição à Clara uma vez que a mesma não conseguiu proteger seu atual relacionamento de seu ex-marido? Não acho que Marina teria uma atitude dessas, mas...
“Não porque temesse que a companheira se sentisse instigada pela ideia de outra mulher, mas porque percebia que a fotógrafa era atraída para a francesa em formas que talvez não fosse capaz de compreender.” - Compreendo esse medo de Clara sobre o relacionamento interrompido de Marina/Diana. Acredito que ainda tem muita coisa dessa relação que ainda não sabemos.
O estado delirante de Marina – apesar da mente confusa de Clara, de todos os erros/deslizes que a mesma cometeu, não há castigo maior que testemunhar o amor da sua vida passar por todo esse calvário de sofrimentos que Marina está a passar (o acidente, a perda parcial da visão, a dificuldade de exercer sua profissão devido às sequelas do acidente, a falha na memória, as mudanças de humor). Sofri junto com Clara.
“Eu estava dirigindo. Não o meu carro, era o da Galeria...” - Tem alguma coisa escondida aí? Por que Marina não estava com o carro dela? Perchance me deixa assim, paranóica porque tenho certeza que deixei passar algumas respostas nesse capítulo. Só adicionei mais perguntas ao meu enorme questionário rsrs
“Foi então que Marina, indevassavelmente provocante como só ela sabia ser, foi deslizando uma mão vagarosa pelo abdômen chapado, passando pela borda e então por baixo do tecido delicado do lençol que pouco cobria do seu sexo, suas pernas se afastando não tão sutilmente no movimento, o peito subindo e descendo quando o ar lhe escapou num suspiro longo e trêmulo, até que as pálpebras lhe pesaram vagarosas sobre os olhos na sensação do próprio toque.” - Gente, que trecho é esse? De onde você tira essas ideias, Barda? Realmente, com febre ou sem febre, ninguém resiste ao magnetismo de Marina. Mas, o que me deixou pensativa foi a lágrima que caiu no ombro e deslizou pelas costas de Clara. Acho que Marina lembrou mais daquele dia do que falou. E essa sensação só aumentou quando, ao acordar, pede para Vanessa levá-la ao encontro de Cadu.
“Você quer mesmo saber?” - Quero, Barda, quero muito saber. Quero saber os motivos de Diana. Também quero saber com quem Diana tem conversas ao celular, pra onde ela viajou, o que aconteceu de fato entre Cadu e Clara, quem mandou mensagem para Diana no dia do acidente, o que Ivan sabe sobre a noite em que ficou doente... Quero saber TUDO!!!!
“Marina?” - Ao ler o texto, entendi que o lapso de memória de Marina ocorreu nesse ponto. Tanto que o foco mudou de Clara para Marina, certo? Agora, o que aconteceu nesse intervalo? Marina disse para Clara os motivos de ter chorado? Oh, esses buracos no tempo me matam... Entendo perfeitamente o desespero de Marina rsrs
“Dona Vanessa, desce agora na sala. Aquele moço pai do Ivan tá lá esperando e ele não parece nada feliz, não!” - Como sempre, Perchance termina me surpreendendo positivamente. Minha expectativa sempre foi um encontro entre Cadu e Clara. E você nos dá a possibilidade desse embate entre Marina e Cadu. Genial, Barda!!!
Sei que minhas indagações não terão respostas conclusivas. Até porque as suas respostas enigmáticas aos comentários quase sempre nos deixam com mais umas pulguinhas atrás da orelha. Bom, só te faço uma pergunta: será que já está na hora de encaixar as peças desse quebra-cabeças, Barda? Porque a minha já está quebrada em mil pedaços por Perchance.
Beijos e não demore em postar, por favor...
O que mais gostei:
O frio na barriga sempre!!!
O que acho que pode melhorar:
Desesperada por respostas!!!
Ah, bom saber disso. =)
Vamos lá:
Agradeço pela nota, e quanto a Diana... Bem, também não acho que Marina faria menção dela por algum tipo de vingança. Acho que isso tem mais a ver com a percepção que ela tem da relação extremada entre Clara e a francesa. Sabe lá o que ela vê, né? ;)
Ah, sim. Clara sente que Diana foi e ainda é uma parte significativa na vida de Marina. Mas certamente não pode mensurar isso completamente.
De fato, também acho que a pior "punição" pra ela é ver Marina assim, e saber que é impotente para ajudá-la.
Hm, você acha que tem? Ahahaha e eu nem adoro deixar vocês paranoicos. Nem um pouco. Nope. =X ahahaha'
Marina nem com febre toma tento. xD Clara deve cortar um dobrado com ela, só acho. ahahah' Ah, e outra vez você notando coisas, muito sensível da sua parte. Mas vamos ver essa história de "lágrima" aí... =)
Olha, eu também estou muito, muito curiosa. ;) Vamos saber aos poucos, até o final ainda tem muito chão...
O lapso foi exatamente ali, mesmo. Então provavelmente Marina não tem lembrança do que aconteceu depois, ela na verdade mergulhou no tempo, no delírio ela se lembrou de alguns eventos que se sucederam ao acidente, como o trauma sofrido nos olhos, por exemplo: "O que foi isso no rosto dela?", lembra? ;)
Estavam meio que esperando Clara e Cadu, mesmo. Bom que consegui surpreender mais uma vez. =)
Bom, um quebra-cabeça só se fecha quando a última peça é posta no lugar, então... =D
Beijão, e já adianto minhas desculpas pelo meu segundo afastamento radical, coisas da vida...
putamerda, mas como tu me termina assim, mulher? hahahaha muito bem escrito, como sempre! =)
Ah, nem terminou, foi só um refresco. =D Obrigada!