Comentários em “Perchance”: “Reminiscências”

G

- Então ainda na curiosidade para saber o que a Marina vai falar da Diana pra Clara...

- Gostei da Marina lembrando um pouco do acidente e fiquei apavorada com o 'apagão' da Marina.

- Terminou da melhor forma possível o capítulo, pois a conversa (Cadu x Marina) que mais espero saber dessa intrigante estória.

- Obrigada Barda porque não tivemos seu afastamento radical daqui xD Beijos

Barda
Barda Autor

- Curiosidade é bom, pode 'matar' também. =D

- O delírio trouxe essa lembrança pesada, e o 'apagão' foi o ponta pé para a decisão "Você quer mesmo saber?"...

- Momento esperado, ao que parece. E é sim um ápice na trama. Vamos ver o que reserva.

- Nada me faria abandonar Perchance. É, algum contratempo pode me tirar do trilho de vez em quando, mas a jornada chegará a um 'fim', sim.

Beijão! ;)

G
Gigi07

Aline que capítulo SHOWWWWWWWWWWW!!!! A fragilidade da Marina me deixa aflita, fico super preocupada, sofro junto com a Clara =´( Tenho medo que ela piore ou sei lá que talvez morra, estou tensa com isso...

Mas que descrição você faz das cenas é algo assim perfeito, de tamanha riqueza. Consegue transmitir uma carga emotiva muito forte, me transporto para a estória completamente!! O melhor sem precisar ser vulgar, pejorativo, palavras de baixo calão, está simplesmente perfeita. A única ressalva são às vezes que tenho que reler algumas partes para tentar entender a mensagem que está por trás das entrelinhas, mas isso é mágico para mim, desperta o raciocínio, enriquece muito a leitura!

Bom agora estou super ansiosa pela conversa entre Cadu e Marina finalmente quero esclarecer essa dúvida que vem me corroendo desde o início da fic! Parece que este labirinto está chegando ao fim!

Não cansarei nunca de elogiar o seu trabalho!Fico feliz que existam pessoas de tanto talento como você! Meus sinceros parabéns!Todo elogio é pouco diante da grandeza da sua forma de escrever!!! Aguardo desde já pelo próximo capítulo que sem dúvidas virá ótimo!

Barda
Barda Autor

Aar *-* Sim, é algo que conscientemente exploro, essa vulnerabilidade que percebo na personagem, "pequena fortaleza de cartas". Acho que é uma coisa que Clara passou a notar, que essa fragilidade daquela mulher forte, independente, como ela descreve a Marina, é algo que é especialmente enxergado por ela, apenas. Daí tamanho é o encanto que ela sente.

Emocionar é uma das funções da literatura, e a minha escrita tende a ter essa carga emotiva muito forte, mesmo. Fico satisfeita em saber que consigo transmitir todos esses sentimentos e sensações com as palavras. Algumas coisas são colocadas pra confundir mesmo, porque gosto desse jogo de palavras, de sentidos. É um exercício mental, tanto pra quem lê quanto pra quem escreve.

Yup, o tão esperado momento. Que na verdade não era tão esperado assim, era? xD Vamos ver o que esse labirinto delirante nos reserva no fim...

E agradeço sua atenção e sensibilidade, porque uma leitura é uma troca de sensibilidades. Espero atender a essa expectativa, tentarei pelo menos. Forte abraço, Gigi! =)

Mah Lira

A historia já está no seu desfecho? Estou muito intrigada com este capítulo. Nem sei opinar pq confesso que terei que ler outras vezes para me situar completamente. Mas estou extremamente ansiosa para ler este dialogo Cadu/Marina que pra mim será o clímax da sua historia, pois a partir dele acredito que tudo comece a se encaixar e explicar todos os passos dados pelas personagens Clara, Marina e Diana a gravidade dos desdobramentos da noite da suposta traição da Clara e do acidente da Marina. Acho qie tem muita coisa ainda nebulosa e principalmente fora do lugar. Não está tudo encaixado. Mas tenho expectativa que muito brevemente tudo se acerte e seja trazido ao conhecimento do leitor. Sinto que este é o momento que não dá mais pra enrolar na historia. Ou vai ou racha. Vamos ver o que vc reserva. E parabéns pela construção e desenvolvimento desta instigante narrativa. Mas sem mais delongas, está na hora de vc mostrar as suas cartas para vencer ou perder na mesa do jogo. Rsrsrs

Barda
Barda Autor

Está, sim. Essa coisa reversa no tempo da estória, né? Os saltos, os pronomes ocultos. Confuso, e é despretensiosamente intencional, tá? =D Hm, de fato tem tudo pra ser um clímax... Algumas faces serão reveladas, isso é certo. "Só que alguma coisa parecia fora do lugar..." ;) Enrolar ou não enrolar, eis a questão. ahaha' Quando o assunto é "ou vai ou racha", eu "vou na [...]" Err... <- Okay, péssimo trocadilho. U_U ahahahah' E agradeço pela atenção e carinho com a estória. Ah, às vezes perder a mão no jogo é bom, que o diga Marina. ;)

j

eu desisti de entender, passei a aceitar a história sem a analisar.

aguardo ansiosamente o próximo capitulo.

beijo

Barda
Barda Autor

Se deixa levar pela maré, né? Analisar dá trabalho, mas é um trabalhinho só do bom. Em breve perceberá. Beijão. ;)

kara
Nossa confesso que ja to perdidinha nessa história..espero que se esclareça logo o que aconteceu entre Clara e Cadu.
Barda
Barda Autor

Se voltar no labirinto pode se perder ainda mais, ou se achar. Nunca se sabe. =D Hm, vamos esperar. ;)

D

puta que pariu meu coração.... Quando publicas o próximo?

P

Barda
Barda Autor

Se segura aí. =O Olha, espero que em breve. Tudo uma questão de... chance. ;)

L

Caracaaaaa... Tô aqui de queixo caído!!! Próximo cap promete ser tenso, tô prevendo que vou odiar o Cadu tanto quando odeio sua queridinha (kkkkkkkkkkkkk...), que graças a Deus tem nos presenteado c sua "ausência", se bem q não vou mentir q tô sismada c esse sumiço!!!

Não posso deixar de elogiar o cap, VC escreve de um maneira q mergulhamos literalmente na estória... As angústias, inseguranças... Sua estória é um drama denso, narrado c uma riqueza de detalhes e sensações que não tem como não se envolver e se apaixonar!!! PARABÉNS!!! Tá arrebentando!!! Bjos

Barda
Barda Autor

Opa, parece que foi bom, hein? ^-^ Ah, tensão é algo recorrente por aqui, mas realmente, pode chegar a níveis... incertos. É, né? Mas a diaba nem tá dando tanto trabalho, vai. Queria que ela desse mais, mas né? ahahaha' =X

Mergulhar na estória, eis uma coisa instigante de se ouvir. E se você percebe esse mergulho e o faz, fico tanto mais realizada. Obrigada! Beijão!

CrazyLeone
Cara, que bom que você apareceu. Cada capitulo melhor do que o outro. Obrigada por escrever e nos presentear com essa fic linda. É a melhor, sem duvidas. Não para pelo amor de Jah. E não some mais também. Beijão.
Barda
Barda Autor

Quando você menos espera, lá venho, né? ahaha' E eu agradeço sua atenção e carinho com Perchance. Ah, só se Jah me chamar. =D Tentarei. Outro beijão! ;D

N
Nikki Tonkin

Barda, creio que a Marina já pode recuperar a visão e ficar com a bela Nikki... Apenas uma sugestão.. Haha.

Barda
Barda Autor

Como assim, do nada? =O É um processo, tudo é um processo. ;) Ah, que danada, você. Querendo passar a perna na Clarinha? Entra na fila. ahahaha' xD

Melisa

Quieres una galleta meu amor?Reminiscências... good title for this chapter but algunas vecesvocê tampoco fala coisa com coisa =p and then Im lost hahaha, I would like sooo much to see the performance of Giovanna and Tainà of this episode and of course of the whole story, this episode is a bomb. Reminiscências is nearly a trace of something that happened before and in that little nightmare or dream you have describe it really good, you have that talent to put us, our feelings or our imagination on the right scenario, at least me, I can imagine and "see" every face expresion of Clara and Marina. When I was reading the part where Marina get bad I said in my mind, nononononovocê esta louca I know I dont like Clara but I dont want Marina get worse and worse, you play with my feelings hahaha, I cant wait to read the conversation between Cadu and Marina, I really hope that he can be honest with Marina but I have my doubts, I dont want that Perchance ends :'( Im sure you can write a loooooooooong Perchance you have the talent to do it xD anyways, this was again other G R E A T chapter, I can read and read and read your story and never get boring, thank you so much my dear for this episode, you are the B E S T, hugs and kisses meu amor

Barda
Barda Autor

Oh my, you're catching my little hints there, aren't you? ahaha' Smart girl. ;) Well, I so would like to see that happening too, though I don't think the characters would have the same essences here. Clara and Marina especially, they are a little bit... different, have other personas in this story, so to speak. Ah, yes. You're so perceptive. And because of that you have the title 'Reminiscências'. =) I feel so motivated, knowing that my writing causes this reaction and provokes these sensations, it's really a good thing. Play with your feelings? Oh, I'd not be so mean. How can you say that? U_U ahahaha' Hmm, I think Cadu... he's kind of... he's a little out of sorts, and there you have it. Perchance will live as long as you want it to, right there in your mind. =) And thank you for being so kind with this crazy plot. Lots of hugs and kisses for you, Melisa. ;)

N

Tenso !!! Não sei não, pra mim o mala do Cadu vai aprontar alguma, boa coisa não levou ele lá, não confio nele...espero que a barra da Clara não pese depois dessa conversa....mas convenhamos, necessária.....ele insistia em falar com a Clara, agora vai ser com a Marina, ai senhor....e essa contagem regressiva aí ?? Barda, sua misteriosa, hehehehehehe...opa, fica de boa aí, imagino que não deva ser fácil escrever essa Fic com toda essa riqueza de detalhes, cheia de tensão e ter que enfrentar, sei lá o quê...vide o seu comentário lá em cima !!!! Mas vamos lá, tamo junto com vc e Perchance !!!!



O que mais gostei:

Como sempre, tuuudoooooooo !!!!


O que acho que pode melhorar:

Como sempre, naaadaaaaaaa !!!!

Barda
Barda Autor

Obaaa! =D

Cadu anda um tanto estranho, né? Vai saber. Bom, como a Van disse, Marina 'no fundo sabe que aconteceu', a dúvida do não lembrar exatamente é o que atormenta, e o que Cadu pode vir a relevar também, claro... "Você quer mesmo saber?" ahahaha' =X Só digo que nada temas, tudo espere. Perchance está fechando seu ciclo, na verdade. Então, como o próprio título da estória alude, tudo é possível. Ando um tanto tensa com algumas coisas, sim, mas é da vida. Obrigada pela força! =)

magg

Barda, Barda, obrigada pelo carinho ^^ Posso também agradecer este presente de aniversário em forma de Perchance?

Este foi o capítulo que mais trabalho me deu a ler e a (tentar) descortinar o que (na sua história) me parece cada vez mais impossível, o que torna a sua arte ainda mais irresistível. (depois não quer que eu chame de bandida!!!)

Ora bem, Marina conseguiu ter algumas lembranças do fatídico Domingo do acidente (também aniversário de quando elas se conheceram, bem dizem que não há coincidências...o dia do encontro de almas que dita, anos depois, o afastamento delas). Amei a ideia!

Menina, esse delírio da Marina foi, no mínimo, sinistro. A forma como o relatas, o ambiente, o transtorno e agonia da Clara...perfeito! Lágrimas rolaram por aqui, senti toda aquela dor, aquele desespero de se perder quem mais se ama, e de quem luta, para não se deixar ir. A certa altura acreditei até num chamamento mais irrevogável da morte...

E aí é que consegues levar-nos a apagar juntamente com a Marina. Ela apagou, acorda em casa, Santa Teresa, seis da tarde de 2a feira! A médica esteve lá Domingo? Clara levou-a de Angra para o Rio? Faltam-me informações aí...e estou sem sono, mesmo já madrugada aqui. Porque o que a Marina pareceu ter, parece bem mais grave para acabar assim, com ela acordando no sossego conhecido do seu quarto, já com forças para se levantar e enfrentar o Cadu. Ou então sou eu que sou dramática demais.

Engraçado que este episódio me lembrou um pouco aquele pesadelo de abertura da sua estória, em significado. Dejá vu, dejá vecu? reminiscências? mais uma vez, não acredito em tantas semelhanças e coincidências...mas a minha mente, é-me traiçoeira e demasiado incoerente, por isso, perdoa-me estes pensamentos desconexos e também eles delirantes....

Já agora, porque conduzia a Marina o carro da galeria? (minha cabeça e as teorias da conspiração). Carro do Cadu na oficina, Verónica ocupada...coincidências, fatalidades, fatídicas coincidências...

Espero pelo confronto Marina-Cadu e pelos "motivos" da Diana (aliás, a ausência dela é sentida -.-')

Contagem regressiva? Já? Não vai, Barda. Senta aqui, vamos tomar um chá, café, laranjada, vamos conversar. Tenho a certeza que és daquelas pessoas com quem poderia estar horas à conversa, sem perder assunto. E meu presente, tal como os demais leitores assíduos desta sua arte, é saber que conhecemos pelo menos uma ínfima parte dessa sua mente "assustadoramente linda" que entendes que nos deves revelar em cada capítulo desta obra. Pena não te poder conhecer pessoalmente (e pedir um autógrafo) também sou uma "moça das palavras", por isso gosto da fala das tuas,que dizemmuito mais que o mutismo abafado das minhas...

Mais uma vez, desculpa fazer-te perder o teu tempo com os meus enormes devaneios crivados de incoerências.

Até ao próximo capítulo. Não some, pelo menos não ainda. Será sempre demasiado cedo *.*

Barda
Barda Autor

Carinho retribuído, Magg. ^-^ Fico feliz e honrada em saber que considera a estória um presente assim, de verdade.

Ah, essa aura confusa em Perchance, é tão sem querer (mentira) xD Olha, olha. Te tanto me chamar de bandida acabei virando uma. ahahaha' Se é pra ser culpada, que se tenha o fardo como advogado, hm? =D

Sim, o sonho ruim, o delírio trouxe essas reminiscências, parte delas do acidente em si, parte do que ela passou na estadia prolongada no hospital, enfim. Foi uma mistura de passado e presente ali, um devaneio febril. O chamar da morte é, dizem, algo de revelador, assustador, e no fim traz aquele "já não dói tanto assim".

Marina sofreu um apagão. Todos sofrem um apagão junto. É inquietante essa sensação de não saber das coisas, principalmente coisas que julgamos, sentimos ser importantes, não é? Isso é o que, no fim, move essa trama. E moveu Marina também, causou-lhe essa mesma inquietação, irritação, por isso essa energia súbita dela logo após acordar. Acredito ser uma reação comum se você pensar na situação dela: as crises de amnésia, a quase cegueira, essas coisas devem causar uma sensação de impotência assustadora.

Exatamente. Faltam informações ali. Por que achas que Marina ficou tão perturbada? Coisa de Perchance. xD Certamente, Clara a trouxe naquela mesma manhã, e se ela acordou na segunda quase noite, a médica foi visitá-la no domingo mesmo. Pareceu grave? Talvez seja, talvez não. Considerando tudo que Marina passou, né?

Você anda muito... instigada, mocinha. =D Coincidências acontecem, só que algumas vezes elas são óbvias demais, e acabam sendo corta-luz. ;)

Esse encontro Marina e Cadu despertou algumas reações, pelo que vejo. Diana sumida... =X ahaha'

Yep. Perchance vai fechando seu ciclo, mas a gente ainda pode tomar um chá, jogar uma partida amadora de xadrez, contar mais um conto, quem sabe. Assunto contigo tenho certeza que não faltaria. =) Ah, eu agradeço sua generosidade, só sou mais uma jangada cortando nesse mar infinito de possibilidades que as palavras me oferecem. Como estou certa de que você também faz e com destreza.

E mais uma vez reafirmo que não é esforço algum ler seus devaneios, muito pelo contrário, é um deleite. =)

Até e não vou sumir, "mas se eu não conseguir, você já sabe o que fazer, não é?", chama o Don Diogo. xD

Forte abraço. *-*

Agridoce
.

O que mais gostei: Meu Deus do seu q cap. foi esse em?! to sem fôlego! quase morrendo aqui de tanta ansiedade p/ o próximo! q o tsunami d emoções comece ;)
Barda
Barda Autor

Eita, imagina no próximo. =o Se segura aí! /o/