Nao sei se sou eu, ou é você... A questao é que sempre lendo teus capitulos, tenho uma impressao estranha quanto a passagem de tempo, o que me deixa ainda mais fascinada pela tua forma de desenvolver a estoria. Explico-me: lendo algumas cenas tenho a impressao que elas se passam em slow motion, como se o mundo parasse, congelasse e tudo gira em torno da Clara, da Marina ou da Diana. Exemplo: essa cena das três na cozinha. Outras vezes, é como se tudo acelera-se e os acontecimentos se desencadeassem em um ritmo mais acelerado. Muito embora o slow motion predomine. Entao te pergunto, é você ou sou eu? Você realmente busca esse efeito ou ele foi uma criaçao do meu modo de leitura? Suspeito fortemente que você vai dizer: "os dois", so pra deixar tudo na ambiguidade. Hahaha
Tao complexos seus personagens, por isso tao apaixonantes. Prefiro me abster de comentar longamente esse beijo da Diana, estou procurando uma conexao com o "blefe" que nao sei se encontrei. O orgulho, a vaidade da Clara estariao feridos com as investidas na Diana sobre a Marina? Algo tipo, o que ela (Diana) viu na Marina que nao viu em mim? Isso entao explicaria o porque do desejo que a Clara sentiu. Ou a Diana pode ter beijado apenas pra tentar balançar a Clara... Ao mesmo tempo, isso pode ter apenas sido um impulso da Diana... Porque tudo precisa ter uma explicaçao e um sentido nao é...
Enfim, esse "blefe" me deixou com a pulga atras da orelha.
Somos nós (porque adoro uma ambiguidade ahahaha'). E explico também: faço sempre menções assim, "uma eternidade de segundos", "longos momentos", "silêncio se seguiu ... misturado ao ruído disso... daquilo", outras vezes descrevo as ações encadeadamente, "Andou, parou, de repente um ruído, virou de uma vez", coisas do tipo. Gosto de visualizar o que estou escrevendo, pensando, e as ações se desenvolvem com maior clareza quando ligo-as, conecto-as aos sons e sensações que determinado cenário oferece. Por isso também tendo a fazer descrições detalhadas do espaço e objetos, enfim (muita gente não gosta desse tipo de descrição, até onde pude sondar, mas é um gosto pessoal, mesmo). Então, essa sensação de slow motion ou aceleramento pode ser causada por isso e/ou também, obviamente, por sua própria forma de ler e interpretar as situações. =)
Ah, o famigerado beijo. Sim, Diana blefou antes, durante e depois dele, isso é certo. Todas ali, na verdade, cometeram e cometem seus blefes. Hm, você que pode ser isso? Fato é que Clara anda com o ego ferido, sim, agora se por causa de Diana, ou Marina, ou das duas juntas... dá dizer ainda? =D Exato, sempre falo isso por aqui, nem tudo é tão preto no branco, e Perchance se trata justamente disso, da possibilidade, dos talvezes, dos poréns, e também daquelas certezas que são tão profundas que se tornam inquebráveis.
Pulga atrás da orelha... Entrelinhas... Implícito... Sub-reptício. ;)
Nao sei se sou eu, ou é você... A questao é que sempre lendo teus capitulos, tenho uma impressao estranha quanto a passagem de tempo, o que me deixa ainda mais fascinada pela tua forma de desenvolver a estoria. Explico-me: lendo algumas cenas tenho a impressao que elas se passam em slow motion, como se o mundo parasse, congelasse e tudo gira em torno da Clara, da Marina ou da Diana. Exemplo: essa cena das três na cozinha. Outras vezes, é como se tudo acelera-se e os acontecimentos se desencadeassem em um ritmo mais acelerado. Muito embora o slow motion predomine. Entao te pergunto, é você ou sou eu? Você realmente busca esse efeito ou ele foi uma criaçao do meu modo de leitura? Suspeito fortemente que você vai dizer: "os dois", so pra deixar tudo na ambiguidade. Hahaha
Tao complexos seus personagens, por isso tao apaixonantes. Prefiro me abster de comentar longamente esse beijo da Diana, estou procurando uma conexao com o "blefe" que nao sei se encontrei. O orgulho, a vaidade da Clara estariao feridos com as investidas na Diana sobre a Marina? Algo tipo, o que ela (Diana) viu na Marina que nao viu em mim? Isso entao explicaria o porque do desejo que a Clara sentiu. Ou a Diana pode ter beijado apenas pra tentar balançar a Clara... Ao mesmo tempo, isso pode ter apenas sido um impulso da Diana... Porque tudo precisa ter uma explicaçao e um sentido nao é...
Enfim, esse "blefe" me deixou com a pulga atras da orelha.
Somos nós (porque adoro uma ambiguidade ahahaha'). E explico também: faço sempre menções assim, "uma eternidade de segundos", "longos momentos", "silêncio se seguiu ... misturado ao ruído disso... daquilo", outras vezes descrevo as ações encadeadamente, "Andou, parou, de repente um ruído, virou de uma vez", coisas do tipo. Gosto de visualizar o que estou escrevendo, pensando, e as ações se desenvolvem com maior clareza quando ligo-as, conecto-as aos sons e sensações que determinado cenário oferece. Por isso também tendo a fazer descrições detalhadas do espaço e objetos, enfim (muita gente não gosta desse tipo de descrição, até onde pude sondar, mas é um gosto pessoal, mesmo). Então, essa sensação de slow motion ou aceleramento pode ser causada por isso e/ou também, obviamente, por sua própria forma de ler e interpretar as situações. =)
Ah, o famigerado beijo. Sim, Diana blefou antes, durante e depois dele, isso é certo. Todas ali, na verdade, cometeram e cometem seus blefes. Hm, você que pode ser isso? Fato é que Clara anda com o ego ferido, sim, agora se por causa de Diana, ou Marina, ou das duas juntas... dá dizer ainda? =D Exato, sempre falo isso por aqui, nem tudo é tão preto no branco, e Perchance se trata justamente disso, da possibilidade, dos talvezes, dos poréns, e também daquelas certezas que são tão profundas que se tornam inquebráveis.
Pulga atrás da orelha... Entrelinhas... Implícito... Sub-reptício. ;)
Tenso...