Comentários em “Perchance”: “Prelúdio”

C

Estou totalmente viciada. Doente mesmo. Não durmo pensando na sua fic, quais caminhos você nos guiará nessa linda história de amor. E, se durmo, sonho com as cenas projetadas na minha mente pelos momentos criados por você aqui. Fico ligada no site 24 horas no F5 aguardando uma atualização. Sei, é loucura mesmo. Mas não tem como não se entorpecer com a sua escrita.

Bom, sobre esse capítulo, mais uma vez emocionante.

Clara feliz por finalmente reencontrar aquela ligação indescritível que possui com Marina, tanto carnal quanto emocional, mas ciente que as feridas abertas no passada ainda causam dor em ambas, ainda mais em Marina, que sofre também pela falta das lembranças em sua mente, pela incompreensão de como um sentimento tão extraordinário quanto o delas caminhou para aquela angustiante distância (já percorrida) entre as duas. Clara percebendo que o entendimento total entre elas só será alcançado após esclarecerem os ocorridos antes do acidente.

Mas, o que me chamou mais atenção, foram essas duas frases que abriram meus olhos:

Clara sabia contra o que ela lutava, por ocasiões e momentos até sentiu aquela força misteriosa tentando consumi-la, e por isso também não cedera completamente aos seus instintos ali.

“E você me adora assim...”, foi quando Clara enfim se rendeu, e as palavras se afogaram na saliva e no suor.

Minha leitura: Naquele reencontro de almas traduzido pelo ato físico de amor na noite anterior, tanto Marina quanto Clara não se entregaram totalmente, os motivos explicados poeticamente no texto. Já na manhã seguinte, a intensa carga sexual de Marina representa para mim todo o desprendimento, toda entrega (física, emocional, sentimental), mesmo não enxergando os encaixes, mesmo com essa cegueira física e também cegueira emocional que a persegue. Clara, no primeiro momento, não compreende, até pergunta o que deu em Marina, mas, na continuação do ato, chega finalmente onde Marina está e se rende também, se liberta. Essa foi a melhor parte desse capítulo, visualizar o quanto elas podem se comunicar apenas se tocando, se amando. Que o amor confia, apesar do desconhecido.

Agora, aguardo ansiosamente o desenrolar da trama, o momento da difícil conversa entre as duas, das próximas ações dos antagonistas Cadu e Diana. Ah, falando em Diana, não a vejo como uma vilã. Vilão é o Cadu que, mesmo rejeitado por Clara, continua em cima, importunando. Para mim, de certa forma, Marina é culpada do assédio da francesa, pois, de acordo com o enredo, ela alimentou as investidas, deu abertura para intimidades. Então, pergunto: Quem, em seu estado normal, recusaria uma Marina, ainda mais que indiretamente corresponde? E, pelo visto, Diana não desistirá tão fácil. Se fosse outra, teria ido embora ao ouvir os murmúrios de amor. Ela foi tomar chá como se aguardasse Marina terminar uma reunião de negócios ou um telefonema com uma amiga. Meu chute: ela dará trabalho.

Por fim, obrigada, Barda. Já estou na expectativa da próxima atualização. Não demore, please!!!!

Barda
Barda Autor

Eita, será que terei que criar uma antídoto pra Perchance? =O haha Que incrível saber disso! Perfeitamente, sua interpretação da situação delas é, novamente, bastante sensível e perspicaz. "[...]o quanto elas podem se comunicar apenas se tocando, se amando. Que o amor confia, apesar do desconhecido." Isso! E a Marina declara essa saudade do desconhecido, disso que achava que tinha se perdido entre elas, mas que no fundo sempre esteve lá, mesmo que todo o resto não estivesse mais no lugar. Ah, também não concebo a Diana como vilã, vejo-a como uma mulher como poucas que se conhece na vida. Que Marina a admira profundamente e se sente atraída por ela isso é certo, talvez não tanto quanto admira e se atrai pela Clara, mas são coisas distintas ali. Na minha cabeça, Diana foi a primeira mulher da Marina enquanto Clara é/poderá ser a última. E ambas conseguem despertar lados da fotógrafa que são complementares e essenciais para o que Marina vive. Já Cadu, tenho a impressão de que esse 'algo' que aconteceu entre ele e a Clara o desestabilizou num momento onde ele achava que havia superado a ex-mulher e tudo o que ela representava na vida dele, mas isso fica, hm... mais pra frente. Eu que agradeço sua atenção e gentileza! Vou tentar não demorar! =)

N

Me falta palavras, sério.....tua história é intensa, envolvente....vc escreve com sensibilidade, paixão....erotismo na medida certa sem ser vulgar....perfeita !!!!

Barda
Barda Autor

Continuo sendo ladra de palavras? Feliz em saber disso! Obrigada!*-*

kara
Adoreiiii! Que bom que Diana chegou e ouviu
Barda
Barda Autor

Ela tinha que ouvir... ;)

carolcereser19

PRELÚDIO... O primeiro passo para um certo desfecho ou ainda, o q precede, anuncia... Ai, ai, ai... Rsrsrsrs

"Talvez eu seja mesmo essa pessoa volúvel que ela sempre pintou. Incapaz...de oferecer segurança a alguém, de dar o amor que...que você precisa." Nossa, pensar q a Marina falou isso para a Clara após aquela discussão acalorada q elas tiveram momentos antes do acidente... Momento este, no qual ela nutria um sentimento de impotência (?), desencadeado pela decepção, e daí em diante, foi como se ela perdesse o chão. Já a Clara, nesta hora, titubeou e balbuciou as seguintes palavras: "você é o amor que eu preciso, Marina", pena q a fotógrafa já havia se retirado do cômodo... O curioso é que muitas vezes é necessário q uma tragédia ocorra e cause o colapso das estruturas para então abrirem-se os caminhos q possibilitarão o reatamento dos laços.

Especulo q, por hora, o q permeia Perchance é a confiança. Esta, intimamente ligada a sensação de proteção, segurança q uma passa para a outra...mas eu tenho uma pergunta: Como ter condições de proteger aquela, q vc deseja embrulhar as melhores coisas do mundo e dar de presente, todavia, esta foi a mesma q partiu você por dentro em vários pedaços?

Bom, eu amo a forma como vc teceu e vem tecendo o reencontro, o redescobrimento delas. De um lado, aquela q, "conseguia enxergar à luz dos olhos amendoados da sua fotógrafa", se mostrou aflita com os erros do passado, preocupa-se em perder a confiança da amada, inclusive de não ser perdoada. Porém, gradativamente, a Marina foi dando espaço e criando coragem de se aventurar naquilo q era pouco recordado e enfim, reencontra aquele encantamento, aquele sorriso, ainda q a priori não tenha conseguido plenamente se entregar, devido as lembranças ainda estarem um tanto obscuras... E q declaração regada de admiração, esclarecimento, lamentações e amor... Foi tão lindamente feita pela Clarinha, numa tentativa de preencher algumas lacunas do passado...

Você com o intuito de finalizar o cap. com chave de ouro e um toque de mistério, é claro, colocou em cena a estonteante Diana... Acho q nós (leitores) estamos passíveis à aproximação de um tornado q acabou de se formar com a aparição deste ser...só acho rsrsrs Como não temer?! Uma vez, q vc mostrou neste capítulo uma Marina mais confiante, mais...mais (como posso dizer isso? Rsrs) com mais volúpia, pronto... O q me lembra uma antiga fotógrafa... Ai, eu tenho o pressentimento q esta francesa é capaz de despertar estes instintos da Marina tanto quanto a Clara.

Muitos cacos estão espalhados, mas após o ocorrido entre Clarina eu tô com a sensação q elas conseguiram ao menos juntar alguns, e colá-los com super bonder. (Será? Rsrs)

E enfim, peças, peças... Quanto mais melhor! Então... ;)

Bjoss

Barda
Barda Autor

Exatamente. ;)

Isso, mesmo. O que se resume a insegurança. Lembra quando ela afirma "... um problema de confiança seu ... jogando nas minhas costas..." pra Clara? Ela fala pra Clara, mas também está dizendo pra si mesma. Um desses medos dela é de não "ser suficiente". O que, aliás, corresponde a esse sentimento de impotência que você menciona, e realmente ali foi onde ela perdeu o chão, porque finalmente foi confrontada com a possibilidade de Clara não se sentir totalmente satisfeita com ela, e não só no sentido emocional... "o amor que... que você precisa", Marina havia hesitado ali, e Clara entendeu isso e respondeu a ela agora, "... quando você me *toca* assim, você é todo amor que eu preciso"... E foi mesmo necessário um grande rompimento no curso da história delas, Clara quase perdeu Marina não só emocionalmente, mas para a vida. Marina quase perdeu Clara por sua inabilidade em lidar e confessar essa "chama escura que ardeu em seu peito sua vida inteira". Sua interpretação foi certeira aí! E você diz: "Como ter condições de proteger aquela, q vc deseja embrulhar as melhores coisas do mundo e dar de presente, todavia, esta foi a mesma q partiu você por dentro em vários pedaços?", aí nessa Marina te responde: Clara, aquela que é "sua perdição, sua redenção".

Ah, e a Diana... Será que um tornado está se formando? Ela consegue mesmo despertar esse lado mais... obscuro, essa luxúria na Marina, assim como a Clara.

Mas elas estão juntando os cacos, sim. E certas coisas nunca quebram além do reparo. Peças virão! E obrigada por suas palavras sempre atentas! Beijão! ;)

TeamMarina

Oi de volta eu com mihna biblia kkk!!! Mulher preciso falar tantas coisas q nem sei bem por donde comencar... Primeiro quero fazer-te uma pergunta... Quado voce vai a parar de deixar-me sem palabras..... com essa sua escrita maralhvillosa?..... Deusss cada capitulo e suprendente.... nao tou sabendo lidar... morro e resuci-to como jesus...e muito para mim... ok comenco ..

Sobro capitulo 11 Atemporal...... que foi aquelo omg..... quanta emocion, quanto sentimento.... podemos vir a marina insegura, q sofre, q tehne muito mieo e precisa de clara desesperadamente... Vamos a os pontos...

1. Senti a emocion e mixtura de sentimentos aqui... quando imagine a marina vilnerable abaixo da chuvia, sofriendo... pidendo para clara q a ajuda-se, rindendo-se e bajando a guardia... foi sencillamene hermoso.

2. Meu peito apreto-se quando Marina dizer para clara sim ela iba a deixar-la se Marina nao aceptaba fazer-se a operacion. E apreto-se ainda mais quando Marina dizer para clara... Então por que fez isso com a gente?” Quasi morre com essa parte e com e posterior silencio de Marina.... foi muito para mim. rsrs

3. Voce e maluca barda -_- isso foron 3 tiros em umo sem colete para mim ...

Marina dizendo para clara:“Eu quero que me ame agora” “Quero sentir você...” “Preciso que me sinta como estou agora. Que me faça lembrar...disso, de nós”. Morri de morte morrida ... mais resuci-te pq presentia q ainda voce nao habia-me mostrado como podia ser bom kkkkkk com os siguientes capitulos rsrs nao pense mal rsrs.

Capitulo 12

Nao tehno palabras para a majestuosidad de esste capitulo... tao poetico, tan doce, tao profundo.... Amei a lembranca e a sinestesia... eu he sentido essa sensacion em algumas epocas de mihna vida.... Foi tudo tao perfecto...... Deus barda tu ere demais.... sou tu fa , sou tu fa sou tu faaaa nao voua cansar de repetir pq sou intensa kkkkkk ok vou a situar-me... -_-.

Capitulo 13

Voce devio dizer q foran no alaska, antartida o ate q pideran asilo a menina de frozen... para lir esse capitulo.... q calorr!!l kkkkk Omg ...... Marinao is back !

Adorei a declaracion de clara.... para marina awww e marina dizendo te amo para clara tambem ♥ foi perfecto... Marina safada faz continuar q ta bom ♥

So tehno uma coisa para reclamar.... pq a dianda da xingada essta de volta.?..

-_- Eramos felices sim ela.... acho q tehne barraco pronto....:S :( Felicidade de povre e de fa de fanfic lacrador de voce dura pouco :( rsrs

Me despido pq sohno ja vencio-me

Beijos e continua,...e nao separa elas plissss rsrs

PD: cade e livro? E por certo sou sua fa numero 1 e presidenta de seu fanclube...kkkkkkkkk me desculpa pq sou desubicada rsrs

Barda
Barda Autor

Oi! ^-^ Não prometo que sempre será uma morte doce, mas espero que sobreviva para chegar até o fim dessa jornada comigo. xD

Vamos aos seus pontos:

Atemporal foi complexo, sombrio, mas revelador no que tinha para ser descoberto. E sim, Marina mostra-se nua ali, e dessa vez não fisicamente. Ela finalmente quebra diante de toda a pressão e estresse que vinha sofrendo desde antes o acidente e então com o peso das memórias que foram clareando em sua mente. Todo o diálogo que se seguiu representou algumas dessas fragilidades de Marina sendo descortinadas... E depois veio sua fortaleza, o pedido que fez a Clara para que a fizesse lembrar... do quanto podia ser bom. =P

Sobre Retorno temos a concretização de todo esse reencontro. Foi uma mistura de sentimentos e sensações ali para ambas, tanto das que as unia, quanto das que as separavam. Mostra o carnal e o poético da da relação delas ao mesmo tempo. Ah, e não se situe ainda, senão não aguentará essa jornada insana até o fim. xD

Sobre Prelúdio, sim, é um passo pra muitas voltas e reviravoltas, Clara finalmente sendo clara (haha) e o retorno de... uma certa fotógrafa... aos bons e velhos tempos. =D

Diana precisa estar por perto pra brincadeira continuar. ;)

Espero que tenha dormido bem, então. x)

Ahahahaha o livro ainda é um sonho distante pra mim, muito distante. Mas agradeço a força e as palavras sempre gentis! Ah, e as palavras mais (des)cabidas também. Beijão! ;)

Emily White

EBA que o capítulo finalmente chegou após dias de desespero (da minha parte)!!! E pode crer, esse sentimento vai me acompanhar até o fim da fanfic (e que ela seja eterna enquanto dure)

Hoje acordei um pouco mais inspirada e vou escrever um pouco mais sobre o que achei do capítulo e enredo em geral:

Como eu já tinha dito, você escreve muitíssimo bem (se não disse, digo agora com todas as letras) e assim que comecei a ler os primeiros caps fiquei relutante em lê-la (sim, isso é contraditório mas quando eu encontro uma história bem escrita, um enredo envolvente e que me deixa na dúvida do que lerei no final, sei que será uma batalha diária com um misto de curiosidade e receio) mas não fui "forte o suficiente" e aqui estou eu à seus pés kkkkk

Quanto ao enredo em geral e principalmente após esse último capítulo lindo (sim, gostei dele por inteiro) me pego várias vezes pensando sobre essa questão da traição e perdão. Nós como leitores, temos acesso aos pensamentos e sentimentos das personagens, mas e na vida real? Porque, mesmo você perdoando, não ficará para sempre aquela dúvida no íntimo dos seus pensamentos pensando que uma primeira vez pode vir a se repetir?

Quanto ao desenvolvimento das personagens, gostei muito do fato de você ter se permanecido tão real quanto aos sentimentos e confusões que lhes rodeiam. Falo do início do capítulo anterior em que a Clara admite ter visto, mesmo após todo aquele sentimento de entrega, uma certa relutância da Marina e que, por isso, também se conteve. Acho de extrema importância essa conversa que elas precisam ter.

Também foi muito importante aquela declaração da Clara, que de certa forma, se desculpou (entrelinhas) por ter falhado com ela, por ter sido infiel e eu, pelo menos, pude claramente sentir que ela era sincera com as suas palavras - sábia escolha de palavras e gestos (penso que a Marina tenha sentido o mesmo).

Você está de parabéns e as minhas expectativas estão sendo constantemente superadas pela sua escrita. Mais uma vez: Parabéns!
(1.ANSIOSA por saber como será esse dia após uma noite/manhã de reencontro de almas entre ela + 2.A presença da Diana que sempre me deixa com um pé atrás kkkk)

Barda
Barda Autor

Ah, não desespera ainda, não, ainda há muito chão pra sumir nessa jornada. =D

Vamos a sua inspiração, então. É compreensível esse sentimento controverso, o enrendo de Perchance não é dos mais digeríveis e eu tenho consciência disso. Mas é um experimento, uma tentativa, então fico satisfeita pelo efeito que vem causando, as sensações e emoções contraditórias que venho trocando com vocês. =) Ah, o velho dilema traição/perdão. Te lanço a batata quente de volta: quem garante que não pode acontecer a primeira vez? E se acontece, é tudo sempre assim, tão preto no branco? Por que somos capazes de enxergar isso em um personagem, enxergar as nuances, perceber as fragilidades e até perdoá-las? É só por que é ficção?

E sim, é por isso que a fic tem essa atmosfera que muitos associam a "sofrimento extremo", porque tenta se assemelhar a vida real, ao fato de muitas vezes deixarmos as coisas chegarem a um ponto que, como a Vanessa disse, não tem mais volta, simplesmente porque não somos capazes de enfrentar nossos próprios demônios... Sim, as palavras da Clara foram sinceras, e como dizem por aí todos somos inocentes até que se prove o contrário, e às vezes até depois de provado...

Eu que agradeço suas palavras gentis e a atenção com a estória. =)

1/2: É, o jogo tá aberto... ;)

A
Confesso que passei o capítulo inteiro com medo de alguma surpresinha, graças a Deus, terminou todo perfeito. Parabéns moça, não deixa agente muito tempo sem atualização, todos já surtando.

O que mais gostei: Tudo, perfeito. As flores roubadas sempre me emocionam.
O que acho que pode melhorar: O tempo em posta o outro capítulo, não demora não.
Barda
Barda Autor

Roubar flores é a especialidade da Clara. =D

Ah, tá corrida a vida, mas vou tentar manter os dois capítulos semanais. >_

Surpresinha? Hm, err...

Obrigada! ^-^

f
"O tempo deixado em suspenso".... Engraçado a Clara ter esse tipo de reflexão quando tudo o que elas viveram demonstra bem que não é possível suspender o tempo. Ainda que se evite ou que deixemos certas coisas de lado finjindo que lá não estão, o tempo inevitavelmente passa, continua e com ele nós seguimos; de maneira que mudamos e, pelas transformações que passamos, temos a certeza de que o tempo não pode ser suspendido. "amo o jeito que me segura em seus braços e me traz de volta quando estou prestes a cair nessa confusão dentro de mim", que lindo! Que amor tão pé no chão e tão "terre à terre". Não sei porque mas já desconfio que nesse seu jogo de "dá e toma", essa "calmaria" toda pode não durar muito até novas turbulências surgirem. A efemeridade da roda da vida não é....
Barda
Barda Autor

E é engraçado porque é "Clara". Curioso. Porque é assim que a mente dela *parece* funcionar. Ela se diz muito clara consigo mesma, com os sentimentos que têm, mas transparece muitas vezes o oposto. Isso foi muito bem abordado na novela, inclusive. Tanto que ela não se forçou a nada, não se forçou a lutar por aquela felicidade que dizia que iria a qualquer lugar para conquistar, apenas esperou o acaso suspendê-la, deixou que o tempo cuidasse das mudanças que ela, em contrapartida, quis negar em si mesma ao longo desse mesmo tempo. Ah, esse trecho é puramente Clara, mesmo. =) Como diria Guimarães Rosa, "avida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem." Não seria vida se assim não fosse... ;)

A

oie, vá tem Twitter?

Barda
Barda Autor

Oi, desculpa só vi teu comentário agora. Tenho, sim. ;)

Sofs

Agora sim, creio que já percebo melhor 😝