Comentários em “Perchance”: “Prelúdio”

Rodrigo do boteco

"....seria sempre a única a provar no corpo e na alma os prazeres inomináveis que o demônio que habitava nessa mulher era capaz de proporcionar..." Sua Marina é tão.... nem sei como falar porque fico sem palavras. Maravilhosa, intensa, enigmática, uma loucura presente nessa personagem que vira qualquer um de cabeça pra baixo.

Lembrei de uma música do Caetano enquanto lia esses trechos do texto: "Todo beijo, todo medo, todo corpo em movimento está cheio de inferno e céu, todo santo, todo canto, todo pranto, todo manto está cheio de inferno e céu..... a gente não sabe o lugar certo de colocar o desejo".

Não sei o que esperar da fic.. Claro, aguardo o final feliz, mas o mais interessante são os caminhos tortuosos para esse fim e é nisso que você prende os leitores, na trilha do imprevisível. Isso é completamente diferente das outras fics que trabalham com o óbvio. Faço um paralelo com "As Duas Faces do Amor" que também se desenvolve por caminhos instigantes e com o aprofundamento perturbador das personagens.

Continue nos presenteando com esse enredo louco e assustador, mas doce e quente como as grandes histórias de amor devem ser.

Barda
Barda Autor

Vou me repetir porque acho, só acho, que resvalei na epifania que é Marina aqui: meio mística e meio mundana. É isso. Ah, e uma citação bastante apropriada, essa. ;) Sabe que eu também não sei o que será de Perchance (mentira, eu sei algumas coisas que elas me contaram, mas...), o que é um final feliz? Hm, vou pensar sobre isso e talvez pinte uma resposta por entre esses caminhos tortuosos. Já comentam sobre essa fic e outras, e eu espero ter a sanidade e o tempo para ler todas no fim da minha jornada particular com Perchance. E obrigada!

Novis

Assim... só acho q essa Diana é bem abusadinha ein!! .. Poderia ter subido e visto a cena ... kkkkkkk

Barda
Barda Autor

Diana é o abuso em pessoa. =D Ah, não caberia ali, será? Só sei que essa francesa sabe quando e quais passos dar. ;)

MTL
MTL
Aeeee finalmente se acertaram!! E que acerto, hein!? Hahahaha
Barda
Barda Autor

Elas estão chegando lá... ;)

Sá Lolla

"Isso foi... interessante..." >> isso foi muuuuito interessante, mais que interessante, foi magnifífico!

Barda, Barda, Barda, não sei o que te dizer e nem o que esperar dessa fanfic, a única certeza momentânea que eu tenho é que você sabe surpreender os seus leitores.

Parabéns pela escrita impecável e pela sua sensibilidade.

Nunca havia lido uma cena de sexo com tantos detalhes e sentimentos.

Não nos deixe mais tanto tempo sem atualização!!!

Beeeijos :*

Barda
Barda Autor

É... interessante você pensar assim. =D Lolla, Lolla, Lolla (só porque seu nome não é esse haha), não espere coisa alguma, mas esteja preparada pra tudo. Agradeço sua gentileza, e fico feliz que gostou da forma como retratei esse momento delas. Vou tentar, mas e se eu falhar? Beijão! ;)

CrazyLeone
Você escreve de uma forma tão delicada e tão intensa, tua historia é de longe a melhor. Que escrita sensacional, sou tua fã.
Barda
Barda Autor

Grata por suas palavras gentis! ^-^ Se for por Perchance, só tem esse motivo pra ser, mesmo. =P

Pâmela

ameeei o capitulo!! amando o fato de estar entendendo a historia!! nem vou dizer que que tu escreve maravilhosamente bem e todo o resto pq eu só digo isso sempre!! mas enfim, perfeito, a maneira como retratou tudo, a velha marina de volta, clara safadinha também! rsrsrsr mas o final foi tudo de bom, toma na cara diana, vai tomar um chazinho que foi a unica coisa que te sobrou!!! hahahhaha!!!! continua logo por favor... fic ótimaaaaa!!! cap...uuuuaaaaaaalllll

Barda
Barda Autor

Yay! Ah, as coisas vão clareando aos pouquinhos, né? ^-^ Eu agradeço sua gentileza. Sim, esse foi definitivamente um momento de retornos e prelúdios, para ambas. ;) Ah, Diana... Sempre tão amada... ;)

L

Muuuuito bom!!! Achei q a Diana ia ter cara de pau de entrar no quarto!!! Continuaaaaaaaaa....

Barda
Barda Autor

Por um momento também achei, mas vai saber o que se passa naquela cabeça maquiavélica dela... ;D

Melisa

I forgive you only because was, like always, a great episode xD, Im kidding, you dont need to apologize, we all have things to do ;) Now I need to tell you that Im lost hahaha, I need more pieces of this puzzle, Is Marina almost blind or blind? Dont give me an answer because I think, I need to find out through the story, if your answer is, yes she is blind, how she could see the flowers? but if my thought is right and she is only almost blind that means that she can see only shadows? aaaaaah I dont know xD and again, thank you for other great episode. Hugs!

Barda
Barda Autor

My, my... U_U Okay, I feel much better now. =D Ah, that... Think about it: where did you read that she can *see* the flowers? Or that she could see anything at all except, of course, Clara's blurred face? But, it doesn't mean that she can't see a little bit of this or that, now and then... Hm... =D Did I answer your question? Yes? No? Good! xD My pleasure! A big bear hug!

OceanOfNoise

Mais um capitulo brilhante, de tirar o folego! Mas tenho uma pergunta, você pretende explicar as circunstancias da traição da Clara? Como um flashback como ponto de vista da Clara.

E manda a Diana ser mulher bomba em algum lugar, pfvr, obrigado.

Barda
Barda Autor

Ah, obrigada! ^-^ Hm, talvez isso seja explicado, talvez fique no ar... Quem sabe? Ow, mas que implicância é essa com a Diana? U_U haha Ela agradece sua atenção! ;)

magg

Sua fic é absolutamente deliciosa e pura arte. Suas descrições, o enredo misterioso, instigante, denso e o clima intensamente "noir" que paira nela me cativaram.

"E naqueles segundos estranhamente longos, sentiu como se aqueles olhos machucados conseguissem mesmo enxergar o mais íntimo e profundo escuro do seu ser."

Foi sempre assim que imaginei o amor das duas.Encontramos não apenas vestígios de um amor carnal mas de uma conexão tão forte que cada uma écapaz de desvendar o buraco mais profundo da outra, cada uma quase que esgravatando as entranhas da outra, mesmo no breu, no maior vácuo estranho e escuro num amor profundo, quase animal, louco, visceral...

"Como Marina fazia tais coisas, como conseguia assustá-la e maravilhá-la assim, fazendo-a se encontrar num momento só para deixá-la perdida no seguinte, Clara não entendia"

Como só o mais puro e profundo amor pode fazer...

Trama perfeita, escrita magnífica...continua.

Sei que é complicado pela mais diversas razões, mas se puder, comece a escrever pelo menos 2 vezes por semana. Sinto a falta desse aperto da alma que me dá o encontro com as palavras feito arte...

Parabéns! Bjs

Barda
Barda Autor

Ah *-* Feliz em saber que enxergas Perchance assim e que a estória te cativa justamente pelo que repele. "[...]mesmo no breu, no maior vácuo estranho e escuro num amor profundo, quase animal, louco, visceral..." Perfeita descrição do que também penso dessa ligação entre as duas. E é revelador quando você toca nesse mais "puro e profunda amor" e percebe que ele... não queima. Não como estamos acostumados. Obrigada por suas palavras gentis e, sim, vou tentar manter duas atualizações por semana pelo menos, como vinha fazendo antes. Beijão! E até o próximo encontro. =)

W

Tadinha da empregada, hahaahaha xP

Barda
Barda Autor

E o cachorro invisível ataca novamente... xD

Moody
Tu lacrou tudo, né? Tava com saudade do teu texto inteligente e cheio de surpresas. Leio com medo que algo de errado, mas né! Hahahah muito bom, até que enfim a Clara foi sincera. Curti demais, parabéns!
Barda
Barda Autor

Agradeço por continuar me acompanhando nessa aventura insana com Perchance, então. =D Ah, a Clara é sempre sincera (eu acho), só é confusa demais...

C

Estou totalmente viciada. Doente mesmo. Não durmo pensando na sua fic, quais caminhos você nos guiará nessa linda história de amor. E, se durmo, sonho com as cenas projetadas na minha mente pelos momentos criados por você aqui. Fico ligada no site 24 horas no F5 aguardando uma atualização. Sei, é loucura mesmo. Mas não tem como não se entorpecer com a sua escrita.

Bom, sobre esse capítulo, mais uma vez emocionante.

Clara feliz por finalmente reencontrar aquela ligação indescritível que possui com Marina, tanto carnal quanto emocional, mas ciente que as feridas abertas no passada ainda causam dor em ambas, ainda mais em Marina, que sofre também pela falta das lembranças em sua mente, pela incompreensão de como um sentimento tão extraordinário quanto o delas caminhou para aquela angustiante distância (já percorrida) entre as duas. Clara percebendo que o entendimento total entre elas só será alcançado após esclarecerem os ocorridos antes do acidente.

Mas, o que me chamou mais atenção, foram essas duas frases que abriram meus olhos:

Clara sabia contra o que ela lutava, por ocasiões e momentos até sentiu aquela força misteriosa tentando consumi-la, e por isso também não cedera completamente aos seus instintos ali.

“E você me adora assim...”, foi quando Clara enfim se rendeu, e as palavras se afogaram na saliva e no suor.

Minha leitura: Naquele reencontro de almas traduzido pelo ato físico de amor na noite anterior, tanto Marina quanto Clara não se entregaram totalmente, os motivos explicados poeticamente no texto. Já na manhã seguinte, a intensa carga sexual de Marina representa para mim todo o desprendimento, toda entrega (física, emocional, sentimental), mesmo não enxergando os encaixes, mesmo com essa cegueira física e também cegueira emocional que a persegue. Clara, no primeiro momento, não compreende, até pergunta o que deu em Marina, mas, na continuação do ato, chega finalmente onde Marina está e se rende também, se liberta. Essa foi a melhor parte desse capítulo, visualizar o quanto elas podem se comunicar apenas se tocando, se amando. Que o amor confia, apesar do desconhecido.

Agora, aguardo ansiosamente o desenrolar da trama, o momento da difícil conversa entre as duas, das próximas ações dos antagonistas Cadu e Diana. Ah, falando em Diana, não a vejo como uma vilã. Vilão é o Cadu que, mesmo rejeitado por Clara, continua em cima, importunando. Para mim, de certa forma, Marina é culpada do assédio da francesa, pois, de acordo com o enredo, ela alimentou as investidas, deu abertura para intimidades. Então, pergunto: Quem, em seu estado normal, recusaria uma Marina, ainda mais que indiretamente corresponde? E, pelo visto, Diana não desistirá tão fácil. Se fosse outra, teria ido embora ao ouvir os murmúrios de amor. Ela foi tomar chá como se aguardasse Marina terminar uma reunião de negócios ou um telefonema com uma amiga. Meu chute: ela dará trabalho.

Por fim, obrigada, Barda. Já estou na expectativa da próxima atualização. Não demore, please!!!!

Barda
Barda Autor

Eita, será que terei que criar uma antídoto pra Perchance? =O haha Que incrível saber disso! Perfeitamente, sua interpretação da situação delas é, novamente, bastante sensível e perspicaz. "[...]o quanto elas podem se comunicar apenas se tocando, se amando. Que o amor confia, apesar do desconhecido." Isso! E a Marina declara essa saudade do desconhecido, disso que achava que tinha se perdido entre elas, mas que no fundo sempre esteve lá, mesmo que todo o resto não estivesse mais no lugar. Ah, também não concebo a Diana como vilã, vejo-a como uma mulher como poucas que se conhece na vida. Que Marina a admira profundamente e se sente atraída por ela isso é certo, talvez não tanto quanto admira e se atrai pela Clara, mas são coisas distintas ali. Na minha cabeça, Diana foi a primeira mulher da Marina enquanto Clara é/poderá ser a última. E ambas conseguem despertar lados da fotógrafa que são complementares e essenciais para o que Marina vive. Já Cadu, tenho a impressão de que esse 'algo' que aconteceu entre ele e a Clara o desestabilizou num momento onde ele achava que havia superado a ex-mulher e tudo o que ela representava na vida dele, mas isso fica, hm... mais pra frente. Eu que agradeço sua atenção e gentileza! Vou tentar não demorar! =)