Comecei a ler hoje e li tudo. E você ainda não voltou. E eu to aqui, em pavorosa. Volta muié! ahahaha Meu, tu escreve muito bem! Essa pira de flashback e tal, deixa a leitura com um suspensa ferrado. To... olha... Come to brazil.
Só queria dizer que você escreve muito bem, mesmo sendo uma história que me da nos nervos eu não consigo parar de ler (se fosse outra já tinha desistido faz tempo). E eu amei essa última parte do último capítulo, ficou muito bom e fofo e tudo mais. é isso, estou esperando pelo próximo com ansiedade!!
Ah, obrigada! ^-^ A estória tem essa função, provocar reações contraditórias, e estou satisfeita por estar conseguindo até aqui. Né? *-* Essas duas juntas são um doce tormento! Opa, em breve! ;)
Como não consegui terminar o comentário no 21, termino aqui, pode? :P
1. Garbage? *.* Barda, sério? Snow patrol, Depeche e agora, Garbage? Próxima dá cadeia, garanto! 2. CG Enterprise - G de Grimaud? Parece mesmo que sim!
3. “Essa alma gêmea que falam por aí pode ser simplesmente alguém que foi ou é muito importante na nossa vida, com quem dividimos ou de quem escondemos nossos segredos mais devastadores, nossos clichês mais bobos. Assim, cada uma das que encontramos pelo caminho é como se fosse uma peça desse grande quebra-cabeças que é a vida"
“Parentes, amigos, amantes... Não importa, cada uma delas pode e vai desempenhar um papel único na formação da nossa anima ou animus interior"
-> Parece-me exatamente aí que reside o jogo que é Perchance, cada personagem sendo simultâneamente várias peças para as outras...a teia de aranha de enredos e laços que é a vida.
4. Mesmo a existência de Clara não podia apagar o significado, a importância que essa mulher teve e ainda tinha na sua vida. E era aí onde o perigo de Diana morava...Porque ela sabia disso tanto quanto Marina. E ela sabia como dominar...Quando ceder...Enfeitiçar...
- >Contudo, Clara sabe fazer-se ser amada, com todas as suas inseguranças, os seus receios, fantasmas e indecisões é ela que se encontra espelhada na mente de Marina, é a imagem dela que os inúmeros pedacinhos quebrados da mente da fotógrafa formam, e essa cumplicidade, talhada na conquista dos dias é mais do que cedência, é outro um vínculo mais forte que o feitiço, um outro nível de domínio.
5. «onde estávamos mesmo?» -> faz-nos sentir a nossa própria vertigem, mergulhar nos nossos próprios medos e anseios no que diz respeito a esta história que vemos espelhados. É a nossa própria vertigem. É isso que gosto em Perchance. É muito mais aliciante não jogar as cartas todas na mesa. Tal como na vida. Quantas vezes é que temos o jogo todo espalhado na mesa? Creio que nunca!
6. O advogado. Brilho estranho, de mágoa. Será alguma coisa relacionada com a ajuda à moda antiga que Dialindateve? (aliás, ela teve, tem uma filha?)
7. A «moça do Rio» Verónica? (Cadu estava sozinho em casa, apenas com o filho doente e depois com Clara...daí pensar nela...)
8. Marina vs Cadu -> Gostei deste inicio de combate. Aliás, nem sempre, mais uma vez, as coisas se resolvem todas de uma assentada só, ou apenas com palavras que carpem mágoas e ressentimentos. Acredito que eles se avaliaram, se estudaram, predador e presa, carrasco e vítima, cada um uma peça imperfeita no jogo do outro... Mágoas não podem ser esquecidas, frustrações não são esgrimidas assim, nem em palavras, muitas vezes nem no trabalho de uma vida. Nem tudo na vida se resolve num combate. A própria vida é o combate. Acredito também que Marina queira, sim, as respostas, mas não pela resposta, é essa pergunta dentro da pergunta. Pelo menos a resposta, para mim, nem tem que existir. O saber se Cadu e Clara tiveram relações naquela noite passou a ser secundário, tal como acredito que já o seja para elas, por mais que o queiram descobrir. Porque acredito que a descoberta delas, do amor, do animus que as une, a revelação do que podem (des)fazer com as memórias é que me parece ser o verdadeiro fim e a construção.
Sim, joguei-me há muito nesta estória, senti a vertigem do abismo. Não sei se aterrarei em solo firme, mas a queda pela «toca do coelho» parece-me bem mais interessante.
Um beijo, e da próxima vez que sumir, encho sua caixa de mensagens e terá que me bloquear!
Sim, notei lá um corte. Claro que pode. Deve, mocinha. ^_^
1. Sim, Garbage. *-* Eu assumo, amo essa banda de paixão, pode me prender! ♥ ahahaha'
2. Esse "G" podia ser de... hm. Ok. =D Você é bastante observadora, como sempre.
3. Touché, minha cara. Touché. ;)
4. Boa leitura do que Clara significa nesse "perigo de Diana". Clara demorou, mas se deixou amar por Marina. E quando se entregou, foi por inteiro. Se jogou de corpo e alma. E isso Marina reflete, meio que comparando as duas, confirmando a si mesma que Clara é o "laço dos laços", a finalidade final. Ela exerce um outro nível de domínio, de fato. Tão profundo quando o de Diana, mas com um diferença que você bem destacou: ela é esse reflexo e espelho de Marina. Imperfeito. Quebrado. Diana foi um dia (ainda é?), mas a Clara, depois de ser acidente, no final foi a escolha.
5. Alguém interpretou esse ensejo da Diana como a queda vertiginosa de Marina. Ou seja, que foi ali que Marina se tornou "culpada", apesar de ter negado ter ficado com a Diana pra Clara. Hm. Segurar a mão no jogo? Seguro, sim. ahaha' Tão mais prazeroso esse prolongar inquietante...
6. Hm. Você chegou a conclusões (?) bastante afiadas aí. vamos cortar algumas coisas com elas nos próximos capítulos? ;)
7. Ah, você já tinha cantado essa bola? Ou fui eu? Ou foi outrx leitxr? ahahaha'
8. Fico contente que gostou. E acrescento: a relação de cadu e Marina sempre foi nesses termos velados. Eles nunca se "peitaram", exceto naquele dia no estúdio (com Vanessa de guarda ahaha), e a outra vez foi no Galpão e Clara estava presente. Então, não vi sentido em acirrar os ânimos ali, não ainda. Porque o pivô do acirramento ainda estava pra chegar. Ivan, e Clara para completar a ópera. Concordo contigo que o que Marina quer, de fato, é entender. Lembra que ela pergunta a Clara se o que ela queria era entender o motivo de Diana tê-la beijado? Pois é. Marina não me parece ser o tipo de pessoa "preto no branco". Até pela própria história dela com Diana. Ela, apesar de não poder enxergar tão bem (ironia) nesse momento é a que está ali para observar a situação. Agora chega o ponto onde precisa agir. E essa será a deixa para algo que ainda precisa ser resolvido entre Clara e Marina. Essa não ação da Clara. Mas... isso é coisa para os próximos. Nos jogamos, magg. Se será solo firme ou areia movediça, só o desfecho dirá. =) Ahahaha' te bloquer nunca passaria pela minha cabeça. ;) Beijão!
Comecei a ler hoje e li tudo. E você ainda não voltou. E eu to aqui, em pavorosa. Volta muié! ahahaha Meu, tu escreve muito bem! Essa pira de flashback e tal, deixa a leitura com um suspensa ferrado. To... olha... Come to brazil.
Obrigada! =D
É eu adoro um suspensezinho básico. Mas quando Perchance voltar, não restará pedra sobre pedra... Ou não, depende do humor de quem tá lendo, hm.
Será? =O
Só queria dizer que você escreve muito bem, mesmo sendo uma história que me da nos nervos eu não consigo parar de ler (se fosse outra já tinha desistido faz tempo). E eu amei essa última parte do último capítulo, ficou muito bom e fofo e tudo mais. é isso, estou esperando pelo próximo com ansiedade!!
Ah, obrigada! ^-^ A estória tem essa função, provocar reações contraditórias, e estou satisfeita por estar conseguindo até aqui. Né? *-* Essas duas juntas são um doce tormento! Opa, em breve! ;)
Só vi agora esse seu comentário. xD Sim, senhora para os próximos. o/
😭
Como não consegui terminar o comentário no 21, termino aqui, pode? :P
1. Garbage? *.* Barda, sério? Snow patrol, Depeche e agora, Garbage? Próxima dá cadeia, garanto!
2. CG Enterprise - G de Grimaud? Parece mesmo que sim!
3. “Essa alma gêmea que falam por aí pode ser simplesmente alguém que foi ou é muito importante na nossa vida, com quem dividimos ou de quem escondemos nossos segredos mais devastadores, nossos clichês mais bobos. Assim, cada uma das que encontramos pelo caminho é como se fosse uma peça desse grande quebra-cabeças que é a vida"
“Parentes, amigos, amantes... Não importa, cada uma delas pode e vai desempenhar um papel único na formação da nossa anima ou animus interior"
-> Parece-me exatamente aí que reside o jogo que é Perchance, cada personagem sendo simultâneamente várias peças para as outras...a teia de aranha de enredos e laços que é a vida.
4. Mesmo a existência de Clara não podia apagar o significado, a importância que essa mulher teve e ainda tinha na sua vida. E era aí onde o perigo de Diana morava...Porque ela sabia disso tanto quanto Marina. E ela sabia como dominar...Quando ceder...Enfeitiçar...
- >Contudo, Clara sabe fazer-se ser amada, com todas as suas inseguranças, os seus receios, fantasmas e indecisões é ela que se encontra espelhada na mente de Marina, é a imagem dela que os inúmeros pedacinhos quebrados da mente da fotógrafa formam, e essa cumplicidade, talhada na conquista dos dias é mais do que cedência, é outro um vínculo mais forte que o feitiço, um outro nível de domínio.
5. «onde estávamos mesmo?» -> faz-nos sentir a nossa própria vertigem, mergulhar nos nossos próprios medos e anseios no que diz respeito a esta história que vemos espelhados. É a nossa própria vertigem. É isso que gosto em Perchance. É muito mais aliciante não jogar as cartas todas na mesa. Tal como na vida. Quantas vezes é que temos o jogo todo espalhado na mesa? Creio que nunca!
6. O advogado. Brilho estranho, de mágoa. Será alguma coisa relacionada com a ajuda à moda antiga que Dialindateve? (aliás, ela teve, tem uma filha?)
7. A «moça do Rio» Verónica? (Cadu estava sozinho em casa, apenas com o filho doente e depois com Clara...daí pensar nela...)
8. Marina vs Cadu -> Gostei deste inicio de combate. Aliás, nem sempre, mais uma vez, as coisas se resolvem todas de uma assentada só, ou apenas com palavras que carpem mágoas e ressentimentos. Acredito que eles se avaliaram, se estudaram, predador e presa, carrasco e vítima, cada um uma peça imperfeita no jogo do outro...
Mágoas não podem ser esquecidas, frustrações não são esgrimidas assim, nem em palavras, muitas vezes nem no trabalho de uma vida. Nem tudo na vida se resolve num combate. A própria vida é o combate. Acredito também que Marina queira, sim, as respostas, mas não pela resposta, é essa pergunta dentro da pergunta. Pelo menos a resposta, para mim, nem tem que existir. O saber se Cadu e Clara tiveram relações naquela noite passou a ser secundário, tal como acredito que já o seja para elas, por mais que o queiram descobrir. Porque acredito que a descoberta delas, do amor, do animus que as une, a revelação do que podem (des)fazer com as memórias é que me parece ser o verdadeiro fim e a construção.
Sim, joguei-me há muito nesta estória, senti a vertigem do abismo. Não sei se aterrarei em solo firme, mas a queda pela «toca do coelho» parece-me bem mais interessante.
Um beijo, e da próxima vez que sumir, encho sua caixa de mensagens e terá que me bloquear!
Sim, notei lá um corte. Claro que pode. Deve, mocinha. ^_^
1. Sim, Garbage. *-* Eu assumo, amo essa banda de paixão, pode me prender! ♥ ahahaha'
2. Esse "G" podia ser de... hm. Ok. =D Você é bastante observadora, como sempre.
3. Touché, minha cara. Touché. ;)
4. Boa leitura do que Clara significa nesse "perigo de Diana". Clara demorou, mas se deixou amar por Marina. E quando se entregou, foi por inteiro. Se jogou de corpo e alma. E isso Marina reflete, meio que comparando as duas, confirmando a si mesma que Clara é o "laço dos laços", a finalidade final. Ela exerce um outro nível de domínio, de fato. Tão profundo quando o de Diana, mas com um diferença que você bem destacou: ela é esse reflexo e espelho de Marina. Imperfeito. Quebrado. Diana foi um dia (ainda é?), mas a Clara, depois de ser acidente, no final foi a escolha.
5. Alguém interpretou esse ensejo da Diana como a queda vertiginosa de Marina. Ou seja, que foi ali que Marina se tornou "culpada", apesar de ter negado ter ficado com a Diana pra Clara. Hm. Segurar a mão no jogo? Seguro, sim. ahaha' Tão mais prazeroso esse prolongar inquietante...
6. Hm. Você chegou a conclusões (?) bastante afiadas aí. vamos cortar algumas coisas com elas nos próximos capítulos? ;)
7. Ah, você já tinha cantado essa bola? Ou fui eu? Ou foi outrx leitxr? ahahaha'
8. Fico contente que gostou. E acrescento: a relação de cadu e Marina sempre foi nesses termos velados. Eles nunca se "peitaram", exceto naquele dia no estúdio (com Vanessa de guarda ahaha), e a outra vez foi no Galpão e Clara estava presente. Então, não vi sentido em acirrar os ânimos ali, não ainda. Porque o pivô do acirramento ainda estava pra chegar. Ivan, e Clara para completar a ópera. Concordo contigo que o que Marina quer, de fato, é entender. Lembra que ela pergunta a Clara se o que ela queria era entender o motivo de Diana tê-la beijado? Pois é. Marina não me parece ser o tipo de pessoa "preto no branco". Até pela própria história dela com Diana. Ela, apesar de não poder enxergar tão bem (ironia) nesse momento é a que está ali para observar a situação. Agora chega o ponto onde precisa agir. E essa será a deixa para algo que ainda precisa ser resolvido entre Clara e Marina. Essa não ação da Clara. Mas... isso é coisa para os próximos.
Nos jogamos, magg. Se será solo firme ou areia movediça, só o desfecho dirá. =)
Ahahaha' te bloquer nunca passaria pela minha cabeça. ;) Beijão!