Comentários em “Perdas e Ganhos: Como Noites de Verão”: “Consolos Infundados”

San
San

O casal Tasduardo é mt perfo e fofo :3 !!! ( liga n, adoro inventar nome pra casal).

MariChia
MariChia Autor

Ah, querida San! Muito obrigada por seu comentário! Me sinto muito honrada! E tão cedo... aiai... vou dormir super feliz e acordar com o pé direito, rsrs! Muito obrigada pelo carinho, linda!

E não se preocupe! Gostei de vê-los como ship, rsrs, me realizou, rs. Ainda mais por acha-los fofos e perfeitos como casal. :* ! Eu tb acho! Espero que nos demais capítulos eles também te agradem.

E o próximo virá com muitas confissões desses dois. Será que eles vão se entender? Será que a Taís vai entrar na de Eduardo ou fugir de novo? huahuahuaaa!Nem eu tenho todas as respostas para esses dois que estão criando vida própria na minha mente, rsrss.

Um grande abraço da Mari!

Victor

"No final, o peso na balança se igualava; sempre havia perdas e ganhos. E nem sempre os ganhos eram tão importantes para me sentir feliz em não ter me declarado e tomado alguma iniciativa. Vivi nesse ciclo angustiante até terminar o colégio."

Nossa! Agora vejo o porquê do título. Credo Mari. A Tais demonstra com poucas palavras uma reflexão tão autêntica que me fez refletir o quanto é dificil para crianças com sensibilidade encarar os dilemas sentimentais de um mundo que não só é cruel como está cheio de armadilhas a esses frágeis coraçõeszinhos. Eu quase ví a menininha insegura e apaixonosa que se escondia no fundo do pátio na hora do recreio e que a gente amava implicar... (sentindo-se culpado)

E "orfeu de hamelin"? Eu adoro a sua criatividade!

Tais e Eduardo tem muito em comum. São duas crianças de vidas distintas que pagam o preço pelo mesmo problema: serem sensiveis numa sociedade superfícial em que tudo é transitório. É Tais... Não é na escola que se aprende a amar. No fim, ficou parecendo que Eduardo passava por algo similar. Crescer é dificil. Adorei o capítulo! De repente, os dialogos dela em outros capítulos começaram a ter todo o sentido. Você desenvolve a trama com uma atenção cirurgica aos detalhes e mesmo assim conservando uma visão do todo. Isso é uma característica de um verdadeiro dramaturgo. E quanto as reações da protagonista... Tudo nela é convincente. Ela salta as paginas e nos envolve em sua insegurança e em seus sentimentos. Quase da para sentir sua solidão. Não é a toa que ela escolheu viver a vida da maneira mais defensiva o possível. Mas nada como um belo par de biceps pra fazer a ostrinha sair do casulo, he he!
Mais uma vez: Bravo!

Do seu amigo e leitor fiel. Victor



O que mais gostei:

A sua habilidade como escritora não para de me impressionar, sabia?

MariChia
MariChia Autor

Só uma nota: Autora foi ao paraíso e não sabe quando volta! rsrs *U*

Ai, ai, querido Victor! (eu super encabulada, com o ego explodindo, rsss). Você tá me dando muito crédito, lindo! E não imagina o quanto eu agradeço. Pelo apoio, pelos elogios, por acompanhar minha história, por ter prazer nela (o que me faz super feliz e realizada como escritora), por todo carinho e, principalmente, por sua amizade. Saiba que em mim também tem uma amiga e fã (e nº 1, ein, rs).

E não imagina a alegria e o alivio que me fez sentir por saber que este capítulo conseguiu passar a ideia da sinopse e do título. Estava preparando esta situação desde o começo, só não sabia ainda onde encaixar. E fico feliz que tudo fez sentido, uffa, me tirou uma grande preocupação, rrss.

Mas dizer que desenvolvo "a trama com uma atenção cirúrgica aos detalhes e mesmo assim conservando uma visão do todo" e que "é uma característica de um verdadeiro dramaturgo"... OMG... caí pra trás... sério... fui as nuvens... e não imagina que satisfação me deu... sua capacidade de analise que me impressiona muitíssimo... você foi bem nos pontinhos que eu pensei enquanto escrevia e que fiquei preocupada que passasse despercebido pela enxurradade informações.

E você tem toda razão em todas as suas colocações. Crescer é mesmo difícil, e amadurecer corretamente enquanto se cresce, sem perder a sensibilidade, ainda mais. E você tirou pontos reflexivos que nem eu imaginava gerar com meu texto, fico super feliz por faze-lo pensar sobre a sensibilidade neste mundo tenebroso (nossa exagerei, rs). Mas fico feliz mesmo.

Que feio, Victor! Você era um dos valentões, eh? rsrsss. Fique tranquilo, querido, já que você se tornou um cara tão legal e até se sente culpado por seus atos do passado... em nome de todas as Taíses do planeta... te perdoo, rsrsss!!

Outra coisa que me cobriu de felicidade foi minha personagem te trazer este nível de aproximação, te fazer sentir tão envolvido. Ah, Victor, que júbilo me destes, rs! Por percebe-la tão bem... me deixa realmente deleitada.

Agora... quanto ao par de bíceps... (autora olhando para os lados)... que as feministas no mundo não me ouçam... mas é meio que... um conforto feminino... rsrsrssss...

Mas, claro que não adianta nada se o par vem com muita ignorância e coração duro, neh... minha ideia é mesmo que algumas destas impressões sobre o físico e o ser venham atona de forma a evidenciar as vaidades que conservamos, que compartilhamos e que escondemos, rsrss... mas a parte do "sair da ostrinha"... rhun... quanta saliência... rsrssss!!! (autora quietinha, rsrss).

E retribuo com todo carinho do meu coração: Da sua amiga e leitora fiel, Mari.

Ótima semana, querido!