Livros e fanfics

Recomendado por Dreamer

Dreamer
Por favor, ignorem completamente o título. Não Leia Essa História merece ser lida SIM e com grifo. A narração é leve e ao mesmo tempo envolvente, parece que estamos ouvindo tudo do próprio Henrique, rindo das suas opiniões meio loucas, querendo estapeá-lo por suas mancadas e por vezes até segurando as lágrimas e procurando por ele para abraçá-lo e dizer que vai ficar tudo bem. Além disso, que histórias o Henri tem para contar! Quem diria que ser o rei dos sapos daria tanto trabalho? Principalmente quando aparece uma certa sapinha na lagoa, se vocês me permitem o trocadilho. Enfim, se você quiser rir muito e até parar para pensar m pouco, vai lá pro primeiro capítulo logo. O que você está esperando? Como o Henri diria, "bobinho".
(1) APTO / (2) APITO

(1) Alguém apto é alguém que é bom para algo ou que possui uma tendência ou uma capacidade legal. Algo apto é algo que é conveniente ou característico para aquilo. -> Ex: Ele é apto para o cargo. (No sentido de ser bom para o cargo)
(2) É um pequeno instrumento de sopro para apitar ou assobiar. Também pode vir do verbo "apitar", que é "tocar o apito". Em jogos de futebol, pode haver a colocação de "apitar o jogo" no sentido de conduzi-lo. -> Ex: Não sei, eu não apito o jogo! Esse é o trabalho do juiz!

(1) À VONTADE / (2) AVONTADE / (3) A VONTADE

(1) "À vontade" demonstra a maneira da ação, mostra que ela foi feita comodamente. -> Ex: Podem ficar à vontade.
(2) WAT? "Avontade" non ecziste!
(3) "A vontade" pode ocorrer nos demais casos. Ocorre quando NÃO se demonstra o modo da ação. -> Ex: A sua vontade sempre era mais forte que a sua razão.
Obs.: "à-vontade" também existe, e é um substantivo masculino. Ou seja, quase sempre, estará precedido por um artigo masculino (o, um) e é o nome que se dá ao sentimento de se sentir à vontade. -> Ex: O à-vontade dele me deixava perplexo.

Recomendado por Khalifa

Khalifa
Eu não esperava tanto da história por conta das limitações como uso obrigatório de certos termos e número limitado de palavras. A autora de "Não sei, sou de exatas" soube criar uma narrativa repleta de trocadilhos, emoção e inteligência, trazendo ao leitor uma leitura rica, que surpreende ao dizer tanto em tão pouco. Agradeço por contribuir para o acervo do Nyah! com mais uma bela história. Recomendo a todos, desde os que curtem política e operações matemáticas até quem curte um friozinho na barriga e ficar imaginando como será o próximo capítulo enquanto se revira para conseguir pegar no sono.