Livros e fanfics

Recomendado por Sali

Sali
Cara, nem sei por que não recomendei isso aqui antes. Na verdade eu ia recomendar e talz, mas aí o nyah deu um erro (novidade) e ai eu pensei tipo "foda-se essa merda", estilo aquele meme que joga a mesa. Aí depois eu achei que tinha recomendado e deixei pra lá. Engano meu, psé. Mas é que essa fic é tão çadhcao[anfaç; que eu nem tenho palavras pra recomendar (e veja o momento em que isso é desculpa pra falta de criatividade). Mas a fic é muito foda, na boa. Eu não sei o que dizer! É isso que a zombie faz comigo. E cara, eu tenho que dormir e ainda to pelejando nessa merda de recomendação por que não encontro palavras pra escrever. E esse é o momento em que quem está lendo isso pensa "então deixa pra lá e escreve em outra hora" e eu respondo: NÃO! Por que? Por que eu quero escrever agora. E pronto. Bom, agora que eu já enrolei o bastante dá pra falar. Essa fic é muito boa. A história é incrível, o mistério dos caps iniciais também, a resolução, o modo que é escrita e principalmente as pirações das notas iniciais. Eu rio muito com elas. Acho que já deu, né? E o que você faria se de repente aparecesse a famosa estrela de davi como se tatuada em alguma parte do seu corpo, ardendo bastante? Bom, eu ficaria feliz e procuraria automaticamente a Zombie, por que eu já sei do que se trata. Mas vocês que não sabem... que tal lerem pra descobrirem? P.s.: Cacete! Essa é a primeira recomendação que aparece barrinha de rolagem na caixa de digitação. Mas a fic é da Zombie, merece... kkk. Enfim. Leiam, tá?
"SOU CONTRA A DESCRIMINAÇÃO!"

Oopss, acho que você pisou na bola dessa vez. DESCRIMINAR é inocentar alguém. DISCRIMINAR
é distinguir, separar. Por isso, somos contra a discriminação!

(1) MEXA / (2) MECHA

(1) Do verbo mexer, lê-se com o "e" forte (mêxa). -> Ex: Não mexa na minha bolsa.
(2) Relacionado ao cabelo, lê-se mécha. -> Ex: Eu pintei apenas uma mecha do meu cabelo.

Recomendado por Farfalla

Farfalla
O Virgem de 19 Anos vem trazendo os problemas que um garoto nessa idade enfrenta hoje em dia perante a sociedade... Ops! Não é bem assim. Caio é virgem e o símbolo sexual da escola! Apenas ele e sua amiga de infância, Vanessa, sabem de sua real situação; enquanto todo o resto das pessoas de sua faculdade espalham boatos sobre as noites que o garanhão tem! Carregada de comédia, essa história vem trazendo situações inusitadas, cenas inesperadas e cenários bizarros! Sendo fiel à descrição da vida de um universitário que vive em república, praticamente nos sentimos dentro da Universidade Federal de Viçosa. O que será que Caio fará? Mil situações passarão por sua cabeça, e dificilmente alguma estará correta! Amanda tem todo o cuidado com o português para seus leitores, dando os detalhes necessários para sentirmos as aflições de Caio e, a melhor parte, mesmo sendo uma mulher consegue transmitir uma sensação de masculinidade por parte do personagem embora mais inocente que o normal para idade por ser... bem, virgem!