na escuridão da noite
1 o assassinato de papa Juan.
Notas iniciais
Esta noite haverá uma morte, infelizmente eu a farei.
Ando, agora debaixo de uma chuva que por incrível que pareça não esta gelada, arde como labaredas de chamas do inferno. Tenho um alvo seu nome é Juan Carlos, um pai de família.
-oh, meu Deus, é ele! Eu o avistei-o na esquina da rua escura que estou a uns cinqüenta metros de mim, eu irei abordá-lo, como é um lugar cheio de casas pedirei o dinheiro dele para disfarçar.
Eu corri, saquei minha arma e apontei no rosto dele: — olha só, vai ser jogo rápido, me passa o dinheiro. Eu disse a ele e o próprio me respondeu:
-eu sei a que veio rapaz, apenas faça seu trabalho e vá.
-me desculpe Juan sou obrigado a fazer isso.
Ele sabia o que iria acontecer com ele talvez pelos seus feitos tais considerados heróicos. Antes de eu acertar uma bala em sua cabeça, ele me fez um pedido aos prantos:
- por favor, deixe minha família em paz.
- seu pedido será atendido.
Então eu puxo o gatilho, a morte é tão rápida quanto à concepção. Agora o tal Esta morto estendido no chão. Não olharei para trás enquanto eu estiver indo embora, olharei apenas para frente, mas eu plantei isso e mais tarde eu vou colher, infelizmente.
Sou um policial trabalho a dois anos no departamento de homicídios, me chamo Robert Evangelista. Fui acordado de madrugada pela minha mulher falando para eu atender ao telefone:
- Robert, é um pessoal do seu trabalho, estão no telefone querendo falar com você.
- tudo bem já vou atendê-los.
No telefone estava o delegado do departamento de policia da cidade.
- detetive Robert Evangelista?
- sim é ele, Senhor delegado. O que deseja?
- detetive, houve um homicídio na parte alta, dizem que foi latrocínio, mas gostaria que você fosse lá agora para averiguar a situação.
- claro, vou fazer isso agora. Boa noite!
Disse a minha mulher o que estava acontecendo e que eu deveria ir lá para ver o ocorrido.
Ela me disse: — tudo bem meu amor vá com Deus.
- voltarei o mais rápido possível.
Apesar de ser de madrugada já havia uma multidão cercando o corpo.
Tinha um policial lá que me deixou a par do ocorrido.
- oi, sou o detetive da homicídios, eu acho que o delegado o avisou sobre mim.
- ah sim! Fui o primeiro a chegar aqui, estava nas redondezas e ouvi o radio.
-este então é o corpo.
- sim o nome dele é Juan Carlos.
Eu fui examinar a cena e percebi uma elevação na calça do morto, era sua carteira, então dá para descartar a hipótese de latrocínio me levando a uma pergunta: por qual motivo este homem morreu?
Primeiro devo contatar a família sobre o trágico fato.
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