Zumbis

9 Capitulo 8 O Telefonema


Notas iniciais
Oie, finalmente aqui estou eu, me desculpem eu estava muito ocupada e só estou agora com tempo pois estou em ferias e deu tempo de eu terminar o capitulo que faz tempo que comecei a escrever. Este capitulo vai ter um pouco de romantismo, hentai, no final um suspense e leam para saber ne? Não vou contar aqui kkk E obrigada a quem comenta, favoritou e acompanha a fic, vcs não sabem o quanto me incentivam, amo vocês queridos leitores e leitoras ♥ Boa Leitura!!!

Acordo e olho ao meu redor, só vejo Cebola, onde está a Estela?!

– Cebola?! – O chamo e ele me olha sonolento. – Onde está a Estela? – Pergunto meio preocupada.

– A Magali veio de noite pegou ela, queria que você descansasse mais, volta a dormir mulher. – Falou fechando os olhos, suspiro e vou até a janela fechada por madeiras, mas com uma fresta.

Lá fora, nenhum zumbi, exceto os que já estavam mortos – mortos por tiros, ou acertos na cabeça –, todos aqueles zumbis devem ter ido para longe, mas ainda assim o medo insiste em me bater.

Daniel havia morrido por causa de uma garota do grupo, mas quem? Quem seria tão escrota a esse ponto?

– Mô, se está tão disposta, posso deixar você cansada. – Diz Cebola e eu lhe encaro, o mesmo está ainda de olhos fechados, mas com um sorriso malicioso.

– Volta a dormir, vou tomar um banho assim não demoro hoje quando nascer o sol. – Digo e ele murmura um “uhum”.

Entro no banheiro e fecho a porta, não a trancando, tiro minha roupa e vou para baixo da ducha, escorrego pela parede e agarro minhas pernas, logo começando a chorar.

Esqueci-me do mundo apenas chorei, não sei quanto tempo fiquei assim, mas só olhei para frente quando senti um toque no meu ombro, Cebola.

– Cebola? – Sussurro envergonhada e surpresa.

Ele me faz ficar de pé e logo me abraça, percebo que o mesmo está apenas de cueca e eu nua, me encolho e ele ri fraco.

– Não vou te estuprar. – Diz e logo continua. – A menos que me provoque. – Reviro os olhos e ele me encara triste. – Só queria que risse, mas não consegui.

– Não estou no clima de rir. – Digo e ele acaricia meu rosto.

– Me deixa te ter. – Sussurra no meu ouvido. – Me deixa, te amar. – Me encara profundamente e eu coro.

Sinto-o me beijar tão profundamente e com amor. Coloco minhas mãos em seu peito para tentar o afastar, mas ele me imprensa na parede e prende minhas mãos na parede com as mãos dele.

Lagrimas escorrem de meu rosto e ele me abraça forte como se quisesse tirar toda a minha dor.

– Me deixa te fazer esquecer-se de tudo. – Sussurra em meu ouvido e eu não faço nada, não digo nada, pois não sei o que fazer e o que disser.

Ele volta a me beijar, agora com ternura e sinceridade. Logo seus beijos vão para meu pescoço e suas mãos percorrem lentamente meu corpo. Meu cérebro diz para pará-lo e voltar a pensar na realidade, mas meu coração e desejo falam para eu relaxar e esquecer-me de tudo. Eu, é claro, deixo a luxuria me consumir.

Beijos, chupões, caricias e logo mordidas, tornam-se mais insistentes e bons, sentia que tanto para mim tanto para ele, a luxuria, paixão, desejo e amor, estavam presentes.

– Seu corpo é de uma deusa, tão perfeito. – Sussurra embriagado de desejo.

Logo ele desliga o chuveiro e me leva no seu colo, para a cama.

(N.A: Quem não gosta de cenas de hentai, sugiro que não leia o resto e pule para a outra N.A para a história normal, não interfira em nada.)

Cebola me deita na cama e começa a beijar todo meu corpo, era tão bom, me provocava o desejo de mais, eu quero mais, quero o sentir totalmente. Suas mãos percorrem minha cintura até minha coxa e logo a apertando. Solto um gemido involuntário e ele me beija intensamente e fortemente.

– É melhor abafar, aposto que vai gemer muito. – Sussurra em meu ouvido e eu me arrepio, como ele pode ser tão bruto e excitante? Homem, você quer me matar.

– Cê. – Sussurro ofegante e ele começa a chupar meu pescoço e morder.

– Que foi? – Pergunta sexy como sempre, mas não o respondo, pois logo sinto sua boca em meus seios, sugando-os e deixando durinhos. – Gostaria de brincar com eles toda hora, são tão gostosos. – Fala com desejo e ainda “brincando” com eles, a única coisa que consigo fazer é tentar conter meus gemidos.

Novamente, ele fica perto de meu rosto o que faz com que eu sinta seu “amigo” ainda dentro da cueca “nela”, se é que me entende.

– Juro que se gemer, não vou ser nada bonzinho, ainda nem comecei. – Sussurrou com sua voz rouca o que me deixa ainda mais excitada.

Antes de eu falar algo, isto é, se eu iria falar algo, ele me beija e morde meus lábios com força, amortecendo os mesmos. Logo ele deixa minha boca, para começar a traçar uma trilha de beijos do meu pescoço, barriga, coxa, até parar “nela”. Sinto-o beijando-a, a sugando, dando-lhe pequenas mordidas, e, logo colocando sua língua. Começa a fazer movimentos com sua língua, não sei se fico com vergonha, surpresa ou sei lá o que, mas aquilo estava bom, muito bom.

Não sei quanto tempo ficou assim, mas quando percebeu que eu estava quase ao meu “limite”, parou subitamente e me olhou provocativamente com seu sorriso malicioso.

– Só comigo dentro, princesa. – Diz sussurrando em meu ouvido, logo o mordiscando.

Cebola tira sua ultima peça de roupa revelando uma “coisa” magnífica e grande que eu já conheço. Logo, ele me beija com amor e desejo. Levemente sinto-o roçando em mim, aquilo me provocava e me deixava cada vez mais excitada.

– Por favor. – Digo e ele me encara com ódio.

– Não quero que implore por algo, nunca. – Diz e puxa meu pescoço me fazendo ficar mais perto de sua boca, logo ele me beija intensamente e vai fazendo uma trilha de sua outra mão até a minha parte mais ‘úmida’ no momento, sinto um dos dedos entrar e estremeço, seu movimento é tão lento que me causa tédio.

– Você quer parar de me provocar? – Pergunto e vejo seu lindo sorriso malicioso com uma pitada de divertimento ficar maior.

– Apenas me diga o que você quer. – Diz se fazendo de inocente.

– Não, não digo. – Digo com um sorriso irônico e ele ri.

– Então fica quietinha, e... – Ele chega perto do meu pescoço. – Tenta não fazer muito barulho.

Cebola começa a chupar todo meu pescoço e a apertar minhas coxas e cintura, fico pensando se haverá marcas quando o sol nascer, o que o faz se aproveitar da distração para finalmente me penetrar, mas nada gentilmente, pois foi tudo de uma vez.

– Cebola. – Solto sem fôlego quase como um gemido.

– Não fala meu nome desse jeito, ou eu juro que não vou tapar seus gemidos. – Ele ameaça e eu rio.

Ele logo começa com movimentos rápidos e fortes, era difícil de evitar os gemidos, e parece que a cada vez que ele percebe que eu tento segurar meus gemidos, ele faz de tudo para que eu os solte. Logo eu não consigo aguentar e começo a gemer a cada toque, a cada ida e vinda, Cebola após se “divertir” por causa dos meus gemidos, me cala com sua boca. Quando estávamos quase chegando ao nosso clímax, Cebola prende meus braços ao meu redor e me beija romanticamente, sinto-o “explodir” dentro de mim e depois de mais algumas estocadas ele se joga do meu lado me puxando para o seu peito.

– You’re amazing, girl. – Ele diz e eu rio ao saber que o que ele disse foi: Você é incrível, garota.

Não percebo quanto tempo demorou para dormir, só sei que eu peguei no sono.

(N.A: Aqui já volta ao normal, meus leitores ainda não corrompidos.)

De manhã, assim que acordo percebo que Cebola já havia ido para o banho, e eu é claro que teria que ir tomar um, então resolvi entrar junto dele, sem ele perceber.

Entro no banheiro e o vejo virado para o chuveiro, no caso, de costas para mim. Entro no box e logo o abraço por trás, sinto-o tremer.

– O que foi? – Pergunto com medo de que ele não me queira mais ao seu lado, ele não me diz nada e nem se vira, então resolvo continuar. – Se quiser eu saio, ou se não me quiser mais é só falar, eu entendo. – Vou jogando todas as palavras e sinto minha garganta doer, que droga eu realmente to gostando desse caipira idiota. – Cê? – Pergunto e o viro dando de cara com um zumbi do Cebola, caio no chão gritando, mas logo tudo some e eu abro os olhos dando de cara com o Cebola me encarando preocupado e estávamos na cama do quarto.

– Você está bem? – Pergunta preocupado.

– Acho que estou. – Digo e ele me abraça.

Então aquilo não passou de um sonho? Me pergunto e logo Cebola me encara.

– É melhor irmos tomar banho, ou daqui a pouco a Magali vai vir nos tirar daqui. – Ele diz rindo de leve e eu assinto lhe dando um sorriso para disser que já estou melhor. – Vamos.

Ele me puxa ate o banheiro e insiste em me lavar, até foi engraçado, afinal ele todo “bruto” tentando ser gentil, me fez rir até ele me olhar com ódio, e mesmo assim eu continuei rindo.

– Virei palhaço. – Diz revirando os olhos.

– Sim o meu palhaço. – Digo rindo, mas logo paro. Puta merda, eu disse isso mesmo?

– Seu? – Ele levanta uma sobrancelha, me preparo para uma bronca, mas logo ele me dá um sorriso tão fofo que quase me derreto. – Eu já me considerava seu, mas ouvir isso, não tem preço, foi sexy princesa, muito sexy. – Ele diz acariciando minha bochecha e eu fico perdida no seu jeito inteiro.

– É melhor apurarmos, ou a Maga nós mata. – Digo assim que encontro minha mente que foi tomar um cafezinho com a senhora responsabilidade.

– Tem razão amor, tem razão. – Diz e eu rio com seu sotaque.

Depois de tomar o banho, nos secarmos e vestir as roupas, que no caso a dele não muda quase nada, já a minha continua parecendo que assaltei um sex shop, afinal usar um mini shorts de couro preto, com um coletinho de couro igualmente preto, não é algo muito fácil de achar em uma lojinha qualquer de roupas normais.

– Você ainda vai ter que me falar onde conseguiu essas malditas roupas. – Digo o olhando com raiva e ele apenas da de ombros.

Escuto o meu telefone tocar e vou voando para pega-lo.

Mãe? – Pergunto e escuto barulhos de tiro e sei lá ais o que.

Filha, filha, tenha cuidado quando vir aqui, aconteceu coisas. – Estava falhando mais algumas coisas davam de ouvir.

Aconteceu o que mãe? Você e o papai estão bem? – Pergunto e não sei se ela me escuta.

Filha tenha cuidado. – Logo depois disso não escuto mais nada, pois a ligação cai, tento ligar de novo, mas cai na caixa postal.

– Não, mãe. – Digo e caio no chão, isso não pode estar acontecendo, aqueles barulhos, será que ela está bem? E o papai?

– Ei, calma. – Diz Cebola me abraçando, mas logo lagrimas começam a cair. – Nós vamos os encontrar, estamos indo para lá, vai ficar tudo bem, okay? – Eu o escuto, mas tudo parece tão longe, e logo tudo some, e eu apareço num lugar estranho, eu estava deitada numa cama e o quarto era fechado e branco, meus braços e pernas estavam acorrentados e eu ouvia uma garota chorando, mas não havia ninguém no quarto além de mim.

Onde eu estou?

Notas finais
Gostaram? Amaram? Odiaram? Me digam o que acharam, para saber se devo continuar. E a próxima fic que pretendo atualizar é My Life With You, se não leu ela ainda, derem uma passadinha nela. Beijoooos e até o próximo capitulo.