Zumbis

8 Capitulo 7 Walkers


Notas iniciais
Oie gente, desculpa se ficou ruim, eu não sabia como fazer, na verdade fazer uma historia de apocalipse zumbi só é fácil no começo, pois depois se você não fazer um monte de coisa fica chato e entra na rotina, por isso to meio sem saber o que colocar kkkkk Mas mesmo assim vou terminar a fic, pelo menos eu pretendo terminar kkkk Boa Leitura!!!!

Abri as portas assim que Cebola se aproxima mais, logo ele entra e tranca as portas por segurança, Carmen está certa, é sangue em sua boca.

_O que foi isso? – Perguntei preocupada e secando o sangue com um lenço.

_Depois explico, mas você precisa vir comigo. – Ele disse para mim e eu o olhei confusa. – Eles querem ver se somos de confiança e se temos alguém do sexo feminino no grupo, então como você é a única que atira bem e sabe atirar, precisamos de você lá. – Explicou e eu estremeci, ‘eles’, quem são eles?

_Estão todos bem? – Perguntou Carmen nervosa e Cebola assentiu.

_Vem para o banco do motorista e daí tranca as portas. – Falei e ela assentiu.

Peguei minha Katana e sai do carro segui pelos demais, Carmen logo entrou de novo, mas no banco do motorista. Cebola me leva até dentro da casa que estava um breu, indo até uma sala mais clara e com janelas tapadas com madeira, vi lá um homem de cabelos loiros e olhos cor de mel, ele estava apontando uma espingarda 28 CBC para Jeremias e Cascão. Uma garota de cabelos enrolados ruivos e olhos cor de mel, aparece na minha frente e aponta uma submetralhadora mp5 para mim e para Cebola.

_Qual o seu nome? – Perguntou o homem com um sotaque estranho.

_Não interessa. – Retruquei e Cebola riu.

_Está com eles por vontade própria? – Perguntou a garota.

_Porque não estaria, me salvaram. – Disse e logo o homem chamou a garota, e começaram a conversar.

_Tudo bem, foram convincentes, podem passar essa noite aqui. – Ele disse e logo soltou Jeremias e Cascão.

_Sou Marina. – Ela disse se aproximando de mim. – Desculpa tudo, mas precisamos ter certeza se vocês são confiáveis, eu sou boa para ler pessoas, mas não dá para ter certeza quando se trata de homens. – Disse ela e eu ri.

_Sou Mônica. – Me apresentei e vi Cebola indo até a mesa pegar suas armas.

_Ele está com raiva. – Disse ela e eu ri assentindo. – Eu sou brasileira, mas meu noivo é americano, por isso ele tem um sotaque diferente, o nome dele é Franja.

_Vocês vieram de que lugar dos Estados Unidos? – Perguntei interessada.

_Texas, em perto do México. – Disse ela triste. – Foi tão horrível, apareceu na TV às cidades famosas caindo, era tão monstruoso.

_No Brasil foi o mesmo. – Confessei.

_Vou falar para todos virem. – Disse rudemente Cebola assim que passou por mim.

_O que deu nele? – Sussurrei para não sei quem.

_Se eu fosse você tentaria se resolver com ele. – Disse Marina e logo foi até o Franja.

_~*~_~*~_~*~_

Já estávamos todos estabelecidos na casa, Magali havia ficado com a Estela, digamos que ela insistiu muito porque as coisas entre mim e o Cebola estão meio azedas, palavras dela. Cebola e eu pegamos um dos quartos da casa, ela era bem grande ate. Cascão, Magali e Estela ficaram com um quarto, em outro estava Aninha, Irene, Carmen e Denise, e o ultimo Xaveco, Jeremias e Daniel. Marina e Franja ficaram com o único do primeiro andar, e acho que ele não vai querer pregar os olhos de noite assim como Cebola.

_Não vai trocar de roupa? – Perguntou Cebola, nem um pouco amigável, assim que entrou no quarto e trancou a porta.

_Por que trocaria? – Rebati no mesmo tom.

_Não fale assim comigo. – Disse serio me repreendendo e eu revirei os olhos. – Agora responda minha pergunta.

_Não vou trocar, e isso não é da sua conta, se eu vou ou não vou trocar. – Falei irritada e ele agarrou meu queijo me fazendo ficar perto dele.

_Não me deixe com raiva. – Falou serio e eu revirei os olhos.

_Foda-se. – Falei lentamente e logo sinto-me ser puxada até uma parede e levantada em seu colo. – Mas o... – Antes de completar a minha fala, Cebola me beija com força me fazendo ficar sem fôlego rápido, mas ainda assim não parando. – Por que fez isso? – Perguntei sem fôlego assim que ele parou de me beijar.

_Você deve parar de me deixar com raiva, ou de me desafiar, estou falando serio. – Disse me encarando profundamente.

_E se eu não parar? – Perguntei e ele me imprensou mais na parede.

_Acontece que você vai estar sem nada em uma cama, e eu não vou ser nem um pouco piedoso com você. – Disse malicioso.

_Não acho que faria isso. – Duvidei e ele me imprensou mais na parede o que fez com que eu sentisse sua super “animação”.

_Duvida? – Sussurrou em meu ouvido com aquela voz rouca.

_Aham. – Sussurrei já perdendo a consciência.

Ele começa a me beijar ardentemente, até o ar acabar, assim que acaba ele transmite beijos em meu pescoço me deixando arrepiada, logo ele me beija novamente e me deitada na cama, ele por cima de mim, suas mãos percorrem meu corpo lentamente e às vezes com alguns apertões.

_Ainda duvida? – Perguntou e eu fiquei quieta. – Sei que não. – Sussurrou e logo se levantou saindo pela porta.

_O que foi isso? – Sussurrei para mim mesma assim que recuperei a consciência.

_~*~_~*~_~*~_

_Mônica, acorda. – Disse alguém, assim que abro os olhos vejo Cebola serio e com a besta dele nas costas.

_O que foi? – Perguntei sonolenta.

_Temos que ir agora, zumbis invadiram o portão. – Falou e logo eu me levanto.

_A Estela. – Disse pegando as minhas armas.

_A Magali saiu com ela. – Falou e senti um peso sair pelas minhas costas. – Vamos.

Assim que saímos pela porta da casa me deparei com muitos zumbis, para todos os lados, peguei minha katana e matei os que estavam perto de mim.

_Eles foram para a floresta. – Disse Cebola e eu assenti.

Começamos a correr até a floresta, árvores, zumbis, nenhum humano. De repente um grito surge, eu paro e Cebola tenta me puxar para continuarmos, mas a única coisa que faço é correr na direção do grito. Quando chego até o grito vejo Marina quase sendo encurralada pelos zumbis, logo mato os zumbis e a puxo para corrermos, mas ela me para.

_Daniel. – Disse ela apontando e quando olho na direção vejo ele sendo devorado.

_Vamos, temos que ir. – Disse a puxei.

Depois de corrermos mais, encontrei Cebola que assim que me viu me abraçou.

_Nunca mais fuja de mim. – Disse e eu o afastei.

_Temos que ir. – Falei e ele assentiu constrangido.

_~*~_~*~_~*~_

Já havia amanhecido, só estávamos eu, Cebola e Marina em cima de uma arvore, não havíamos encontrado mais ninguém, Cebola está serio e senti que estava triste, por causa da morte de Daniel, já eu estava tentando ser forte, Daniel era legal, me ajudou quando cheguei no hotel, era bondoso, não devia ter morrido.

_Será que eles já foram? – Perguntei para Cebola que está no galho de cima.

_Não estou vendo mais nenhum zumbi. – Respondeu.

_Vamos ter que voltar para a Casa. – Disse para ele.

_Sim, talvez nosso grupo tenha ido para lá.

_Marina. – Sussurrei e logo ela olha para mim. – Vamos voltar para a casa. – Disse e ela assentiu, ela devia estar arrasada assim como eu e Cebola.

Ela por não saber onde o Franja está, e eu e Cebola por causa do grupo, do Daniel e da Estela. Descemos daquela árvore que era alta, e fomos andando para a direção que havíamos ido.

Depois de não sei quanto tempo andando, encontramos a casa, não havia ninguém além dos poucos zumbis, matamos os poucos que tinham e entramos na casa. Cômodo por cômodo vimos, para ver se tinha alguém ou algum zumbi. Nada, não havia nada.

Tem alguém aí? – Perguntou alguém, logo Cebola entra no quarto e pega o walk talk.

_Sim, quem está aí? – Perguntou Cebola apertando no botão.

Cebola é você? Aqui é o Cascão, onde você está?

_Sim, sou eu, e estamos na casa.

_~*~_~*~_~*~_

O único que havia morrido mesmo foi o Daniel, o grupo ficou triste, os homens tentaram demonstrar, já as meninas não.

_Ela o deixou, fez ele morrer para o salvar, não sei se podemos mais confiar em todos. – Sussurrou Marina, assim que passei pela porta do quarto.

_Temos que ter cuidados, mas você ouviu, eles sabem um lugar seguro. – Sussurrou também Franja.

_Se não fosse a Mônica, eu estaria morta. – Disse Marina e logo escutei soluços. – O Daniel me ajudou a fugir, eu não consegui ajudá-lo, ele poderia estar aqui.

_A culpa não é sua, é dela. – Falou Franja tentando reconfortar a Marina.

Fui para o quarto que eu e Cebola estávamos, mas algo me intrigava, e eu tenho que descobrir isso. Quem é ela? Quem foi que causou a morte do Daniel só para se salvar?

Notas finais
Comentem por favor, espero que a fic ainda esteja agradando vocês, mas enfim kkkkk Me digam quem vocês acham que é "ela". Beijooooos e até breve.