Zumbis

7 Capitulo 6 Dia 20 de Setembro


Notas iniciais
Oie, depois de tempos, aqui está um capitulo fresquinho para vocês, espero que gostem e comentem. E só para falar, o titulo é sem noção mesmo, só diz que dia mesmo kkk. Boa Leitura!

Estamos na metade de Tachira, na Venezuela, não sei em que cidade, o porto de Venezuela foi perda de tempo, estava destruído e com uns trinta zumbis preso do lado de dentro da grade que separava do asfalto.

Íamos só ao porto do México em Cancun, mas Denise disse que tinha outro, então resolvemos ir para lá. Minha mãe tinha me mandado uma mensagem quando chegamos a Óbidos, mas até agora mais nenhuma, estou preocupada, não deve ter acontecido nada demais, só que mesmo assim fico preocupada.

_Está pensando em sua mãe não está? – Perguntou Cebola apertando minha coxa com uma mão, e a outra é claro no volante.

_É, fazer o que, estou preocupada. – Falei e peguei sua mão, o encarei e ele estava sorrindo. – Por que o sorriso?

_É a primeira vez que em vez de tirar minha mão de lá e jogar em mim, você a pega e segura. – Falou rindo baixo para não acordar Estela.

_Talvez eu esteja me acostumando. – Sussurrei em seu ouvido e logo depois voltei ao meu lugar.

_Assim você me enlouquece. – Falou com um sorriso malicioso.

_Sei, esse “enlouquece”. – Falei rindo baixo.

_Que bom que sabe. – Falou com um sorriso de lado.

_Eles estão parando. – Falei e ele assentiu, tentei olhar para ver se tinha algo de errado, mas não tinha nada, Cebola parou o carro e logo vi Magali correndo até o nós, abaixei o vidro quando ela chegou.

_O gol ficou sem gasolina. – Falou ela e ficou olhando para os lados para ver se não tinha nenhum zumbi.

_Quem vai vir aqui? – Perguntei a ela.

_Carmen e Jeremias. Denise e Xaveco vão conosco. – Falou ela e eu assenti, logo vi Carmen e Jeremias vindo na direção do carro.

_Vou tirar as coisas de lá de trás. – Falei e Magali se afastou da porta.

_Vou te ajudar. – Falou Cebola e eu o encarei.

_Deixa eu, consigo sozinha. – Falei rindo e ele assentiu emburrado.

Sai do carro e abri a porta de trás, comecei a passar as duas mochilas, a minha e a do Cebola com a Estela, ele insistiu em colocar as coisas dela na mochila dele.

_Pronto. – Falei encarando os dois. – Mas não dá de deixar vocês juntinhos, espero que não fiquem com raiva. – Falei insinuando e Carmen corou.

_Não tem nada rolando entre nós. – Falou Jeremias serio e Carmen olhou para baixo.

_Agora vou voltar para lá, até depois. – Falou Magali e abraçou-me e também a Carmen, essa é a Maga que agora conheço muito bem, sempre fofa e amorosa.

Entrei dentro do carro e observei a Maga entra no carro dela. Olhei para Estela que estava de olhos abertos e olhando Carmen que acariciava a mesma, já Jeremias olhava para a janela, escutei o barulho das travas e logo Cebola começou a seguir a caminhonete. Logo passamos pelo gol vermelho quase novo, mas agora um pouco sujo, que acaba de ser abandonado por falta de gasolina, tínhamos passado por dois postos e só um tinha pelo menos um pouco de gasolina, só deu de encher a Caminhonete e o Astra, escolhemos os dois, pois são os mais espaçosos.

_Vocês que estavam com a Denise, falta muito para sair da Venezuela? – Perguntou Cebola, e logo o carro passou por um zumbi.

_Mais ou menos, não lembro exato quanto falta, mas não é muito. – Falou Carmen, logo depois o silencio tomou conta. Comecei a me concentrar na estrada, nem liguei para o silencio mortal ao meu redor.

_~*~_~*~_~*~_

Colômbia em fim, deve ter levado uma hora ou até um pouco mais par sair de Venezuela, a sorte está ao nosso lado pelo que acho, se não já teríamos dado de cara com uma horda enorme de zumbis famintos comedores de carne mundana.

_Está quase escurecendo e estamos ainda na estrada sem nenhuma casa a mostra. – Falou Cebola e vi-o ficar meio rígido.

_Calma, logo achamos um lugar para passarmos a noite. – Falei positiva e dei um sorriso confortador.

Cebola, é o Cascão. – Soou o walk talk, já havia me esquecido que havíamos achado um par desse aparelho, pequei-o e apertei o botam, logo o coloquei perto do Cebola.

_Cascão, achou algum lugar para passarmos a noite? – Perguntou Cebola.

Estou vendo uma placa de fazenda lá na frente, o que acha?

_Vamos lá, já está escurecendo.

Esta bem. Se falamos daqui a pouco. – Disse e logo o walk talk chiou, o coloquei no lugar que ele estava antes.

Assim que passamos pelo portão da fazenda e o fechamos, vi alguns walkers (caminhantes) mortos no chão, quer disser mortos depois de virarem mortos vivos. Estacionamos um pouco longe da casa e logo vimos uma Picape Americana GMC preta.

_Será que tem alguém na casa? – Perguntei encarando Cebola, o mesmo estava encarando a casa como um leão olha para sua presa.

_Não sei, já volto, fique aqui, todos vocês, e Mô, tranque a porta. – Falou e me deu um selinho.

_Por que fez isso? E por que não posso ir junto? – Perguntei corada e escutei um riso abafado da Carmen.

_Por que eu quis, e por que você tem que ficar a salva. – Falou e acariciou meu rosto.

_Quer parar com isso? – Falei mais corada que antes.

_Não, pois você é minha, só minha. – Falou e logo saiu do carro com sua crossbows, pois as outras armas já estavam em seu corpo, que é um facão, uma faca normal, e uma pistola Kahr P 350 preta com silenciador.

_Então vocês estão juntos? – Perguntou Carmen assim que eu travei as portas.

_Não. – Falei envergonhada.

_Sei, só acho que vão ficar juntos, sabe como ele é, bem insistente, mas cuidado com a Irene, é serio, não quero que ela te faça algo porque o Cebola não a quer. – Disse Carmen sincera, eu apenas murmurei um “Okay”.

Observei enquanto eles entravam na casa, não sei quantos minutos haviam se passado e nada deles, preocupação e mais preocupação me vem.

_Por que estão demorando tanto? – Perguntei nervosa.

_Não sei. – Disse Carmen.

_Vou lá ver. – Falei e Carmen me segurou, pois está atrás de mim.

_Não, você não vai. – Falou calma.

_Eu tenho que... – Comecei, mas logo sou interrompida.

_Deixa que eu vou. – Falou Jeremias e senti Carmen estremecer, logo depois ele saiu e foi até a casa, travei as portas novamente.

_O que deu entre vocês? – Perguntei a ela.

_Prefiro não falar agora, não é que eu não confie em você, mas está muito confuso. – Falou ela triste.

_Esta bem. – Falei com um sorriso confortador para ela.

_É o Cebola correndo ali? – Perguntou e eu olhei para a casa, está meio difícil de ver a noite deixa a pessoa mais sombria.

_É, acho que é. – Falei assim que se aproximou do carro.

_Por que ele está sozinho? E é sangue na boca dele? – Perguntou Carmen e senti meu sangue virar gelo.

Notas finais
Comentem, por favor, preciso de comentários para me incentivar a escrever. Beijooos e Até breve!!!