Zombie AU 2 - A caçada mortal.
8 Levanta as tuas mãos em direção ao sol
Notas iniciais

Rapunzel Corona
Era como nos velhos tempos, piano e canção, os mortos estavam a quilômetros de distância por isso eles não se preocupavam.
Eu sorri ao olhar alguns dos meus amigos antigos, Thor ainda cuidava de flores e plantações e Donter ainda decorava o local, só que mais camuflagem que outra coisa. Os unicórnios de Vladimir estavam na prateleira como homenagem a ele.
Sentei na mesa que meus amigos estavam, bom, pelo menos a maioria, já que Klaus bebia com os meninos.
— Então, doce e inocente Rapunzel que conhece a maioria dos caras que estiveram na prisão — Peter falou brincando e com um copo de Whisky — De onde conhece esses bacanas?
— Flynn tentou se livrar de mim no primeiro encontro então me trouxe para cá — Falei bebendo também.
— Como assim se livrar? — Charlotte perguntou — E quem é Flynn?
— Flynn foi meu primeiro namorado. Ele achou que eu era inocente demais e que não servia para ele, ai papo vem e papo vai e eu gostei dele, só que como eu disse: ele achava que eu era inocente demais pro mundo dele. Ai me trouxe para cá para mostrar onde e como ele foi criado. — Olhei em volta — Só que eu simpatizei com os meninos. — Me levantei e fui até a porta, o cordão do Flynn estava pendurado, com um desenho dele colado na parede, sorri olhando o desenho, lembrei o quanto ele reclamava desse desenho porque seu nariz estava mal feito, peguei o cordão.
— Apesar de achar aquele muleque um abusado. — Gancho falou com seu jeito meio paternal — Sinto falta dele também. — Sorri para ele — E fico tão feliz que você esteja viva, minha linda. — Ele pegou na minha mão e me guiou para sentar perto do palco que agora que ele tinha parado de tocar estava só as vozes do pessoal falando.
— Então Rapunzel, e sua mãe? — Paul perguntou com a voz embolada pela embriaguez.
— Está do jeito que me lembro, Paul. Todo bêbado — Falei brincando e ele soltou aquele ''AFÊ'' fofo dele. — Minha mãe morreu e eu fiquei com um grupo onde não se tem casa fixa mais.
— E eu vi o anel — Gancho falou de novo com seu jeito paternal — Está no dedo de casada, conta para gente. — Eu sorri e vi alguns dos meninos pararam para me ouvir.
— Eu conheci um cara e me casei com ele. — Mostrei o anel brincando e os meninos riram.
Contei tudo para eles, de como eu fiquei no hospital e depois sai de lá e conheci o pessoal, e depois me apaixonei por Jack e como adotei Jamie. Virei a noite contando e vendo Charlotte adormecer no colo de Peter e Klaus adormecer no bar.
— Querida você tem certeza que não quer ficar? — Donter perguntou segurando minha mãos.
— Tenho sim! — Coloquei a mão em seu rosto — Obrigada por cuidarem da gente esses dois dias — Prendi meu cabelo em um rabo de cavalo -. E por nos darem o mapa e um pouco de suprimento. — Falei olhando para todos. — Mas, quero tentar reencontrar minha família. Ainda tenho muito que andar, obrigada! — Beijei o rosto de Gancho e saímos em direção a próxima cidade em alguns quilômetros.
— Você mora por perto Punzel? — Charlotte perguntou com a mochila que deram a mais para gente nas suas costas.
— Não — Sorri — a minha é bem longe daqui, a cidade onde o Flynn nasceu é perto. — Eu disse subindo a colina. — Por isso ele me trouxe longe — Parei. — Pensando agora parece até que ele queria me matar. Eu era muito inocente mesmo — Continuei andando e ouvi os outros rirem.
De repente uma flecha acertou o ombro do Peter. Ele gritou.
— Calma — Chegamos perto dele que agachou pela dor. — Parece que não entrou muito — Falei olhando a flecha — Olhaa... Parece o tipo de flecha que a Merida faz. — Sorri observando a flecha.
— Rapunzel! — Peter chamou com uma voz de dor.
— Ok — Eu peguei na flecha — Ta pronto? — Ele concordou com cara de dor e Charlotte pegou na mão dele e ele apertou. Eu puxei a flecha e ele gruniu. Eu escutei barulhos no mato e apontei a arma.
— EU não acredito — Klaus falou se levantando abaixou minha arma.
— O que você ta fazen... — Eu olhei e vi Merida descer a colina. — Merida. — Merida estava com o cabelo num coque e uma blusa longa e casaco xadrez vermelho. Ela olhou para gente não acreditado, aposto que todos estamos com a mesma cara, sorrimos ofegantes e nos abraçamos.
— Você ta vivo! Você ta vivo!! Eu não acredito! — Ela disse animada ao ver o Peter — E meu Deus eu te acertei. — Rimos. — Tem kit de primeiros socorros ali em cima. — Ela disse. — Vamos
Andamos mais a colina e não era longe, só o suficiente para eu perguntar se ela estava com alguém, ela disse que estava com um novo grupo. Meu lenço estava pressionando o local da flecha no Peter.
— Hiro trás o kit de emergências! — Merida gritou e um garoto correu trazendo uma meletinha. — Hiro esse é um pouco do pessoal que estamos procurando, Peter e Rapunzel, com bônus Klaus e Charlotte. — Merida sorriu e ele disse oi e seu nome: Hiro Hamada. — Pode cuidar do ferimento dele? — Ele concordou. — Tenho uma surpresa para você Punzel.
— Como assim? — Ela pegou nos meus ombros e me virou e eu vi, o meu menino jogando bola para um cachorro branco ,ele sorria e parecia não ter nenhum arranhão.
— Jamie! — Merida gritou ele e olhou e saiu correndo, eu agachei com lágrimas nos olhos e abracei fortemente ele.
— Você ta bem, ai meu Deus, eu te amo tanto — Beijei ele e levantei ele rodando-o.
— Mamãe, senti sua falta — Ele disse e eu sorri — O papai pediu pra eu ficar com a tia Meri que ele vinha me buscar.
— Está tudo bem, querido. — Abracei ele — Desculpa não ter ido atrás de você, não ter te procurado. — Apertei ele forte e depois acariciei seu rosto.
— Não chora, mamãe , a gente ta junto — Ele me abraçou e me beijou — Você viu o cachorro? Ele é quase do meu tamanho e obedece tudo o que o Hiro e o Tadashi manda. Ah, e eu conheci outro cachorro que tem uma coleira verde e se chama Rex, só que ele ficou na fazenda que ficamos — Ele falou sem parar e eu sorri que saudades dessa voz.
— Pessoal. — Merida chamou — Conheçam a Zephyr — Eu peguei Jamie no colo e vi Merida mostrar para gente sua filha.
— Meu Deus Merida. — Peter falou — Tem os seus olhos.
— E as sardas do Hic. — Klaus falou rindo.
— É mesmo! E o Hic? Ele ta aqui? — Charlote perguntou olhando a fofinha da Zephyr.
— Ele saiu pra procurar suprimentos junto com Tadashi, Gogo e Wasabi. — Hiro falou. — E procurar o amigo de vocês.
— Que amigo? — Peter falou quando Hiro terminou seu curativo.
— Encontramos Jack antes de toda confusão do laboratório e combinamos de nos encontrar no norte. E essa é uma das cidades. — Merida falou. E mais tarde vimos que Flecha e Vanelope estavam vivos voltando da floresta que eles foram pegar lenhas. Nós conhecemos Honey, Fredy e o cachorro Baymax, o qual Jamie estava amando.
Honey contou para gente sobre a Elsa ter mandado eles pra nos procurar, eu sussurrei com Merida sobre achar que eles não sabem do Peter. E não sabíamos se era bom ou não, mas logo iriamos decidir.
Numa fogueira eu estava abraçada com Jamie, não queria solta-lo era o único que me restava. Ainda não tinha anoitecido e contávamos sobre como as mensagens dos drones ajudaram a evita-los. Contei sobre ter reencontrado os meus amigos, e Merida contou sobre uma família que os ajudou no parto dela.
O Fredy era engraçado e de acordo com Honey ele as vezes fumava maconha, apesar de muito esperto e otimo com armas. Ele era engraçado e Flecha e Vanelope era os que mais gostavam deles.
Honey era linda e muito inteligente, me contou sobre como sempre foi amiga dos cinco; Tadashi, Wasabi, Freddy , Gogo e Hiro. Se apaixonou pelo Tadashi um pouco depois do apocalipse e até chegarem no México ficaram um ano no fim do mundo.
Eu estava feliz que meu menino estava comigo e aquela noite ele adormeceu nos meus braços, e aquela noite os drones reapareceram e por sorte dormimos no trailer e geralmente os drones não prestam atenção em automóveis ou lugares e sim os caçadores que olham.
Por isso, fazíamos a ronda.
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