Zoeiras em uma pizzaria maluca
22 Desisti de encontrar um título...
~~~~Em Miami, com Honey~~~~
Honey: E agora? Onde deve estar essa cria de demônio?- olhando pelos lados.
Fora parar na praia e, por causa do calor, a máquina provavelmente tinha quebrado. Agora ele tinha que procurá-la no improviso. Vez ou outra a máquina apitava, mas logo parava. Talvez com esses apitinhos, ele conseguisse achar onde a criança estaria. Se é que fosse uma criança.
Enquanto ele procurava perto de um quiosque, acabou por ouvir muitas risadas. Olhando rapidamente, ele viu um grupo de garotas rodeando uma outra garota. Esta última estava completamente suja de comida e caída no chão enquanto as outras riam e zombavam.
Honey: Oh, que ótimo...- ele pretendia sair, mas a máquina apitou novamente, dessa vez como se estive louca.- Então deve ser ela?- ergueu uma sobrancelha, se aproximando.
???: Então, Dakota?- uma delas tomou a dianteira, segurando a menina pelos cabelos e forçando-a a olhar para ela.- O que você disse mesmo?
Dakota: ...- a menina sorriu.- Que eu não vou fazer o trabalho sujo por você, bitch.- zombou.
???: Ora sua...- seu aperto no cabelo tinha se tornado mais doloroso, porém, Dakota nada esboçou.
???2: Bate nela, Brendy!- uma outra entrou no meio.
???3: Isso! Bate nela! Mostre quem manda.
Brendy: ...- rindo.- Isso é uma boa...
Dakota: ...- antes que o soco de Brendy pudesse lhe acertar, ela segurou seu punho. O olhar afiado enquanto permanecia sorrindo.
Brendy: Me solta, cadáver estúpido!
Dakota: E se eu não quiser...?- lentamente, começou a virar o pulso dela, no intuito de quebrá-lo.- Perdeu a ousadia, bicht?
Brendy: ...- em pânico.
Honey: ...- furtivamente, ele se aproximou mais, logo pudera ver vários curativos no rosto dela e bandagens cobrindo os braços e os dedos.- Machucados talvez...?
As outras meninas já entravam em pânico também. Não sabiam o que fazer. Era a primeira vez que Dakota reagia às provocações.
Brendy: ...- ela olhava em volta, pânico na expressão.- BRED!- chamou pelo namorado ao avistá-lo.- ME SOCORRE!
Bred: Que foi?- correu para perto dela.
Brendy: Ela não quer me soltar! Já tá machucando!- seus olhos se encheram de lágrimas falsas.- Faça alguma coisa!
Bred: ...- ele segurou o pulso de Dakota, apertando-o com força e puxando-o.- Solte-a ou eu te bato.
Dakota: Como se eu tivesse medo.- riu, estava estranha. Normalmente era tão quieta e nunca revidava. Agora estava rindo e zombando deles.
Honey: É...- ele correu para perto quando percebeu que o outro ia tentar dar um tapa nela.-Vamos parar, tá?- pediu, segurando o punho daquele garoto.- Estive procurando por você faz tempo, Dakota!
Dakota: O que?- confusa.
Brendy: Isso! Leve esse cadáver embora!
Honey: ...- começou a puxar a garota confusa para longe da confusão.- Tá, agora é...- pensando.- Preciso levá-la para um lugar. Você pode me...
Dakota: Você pode até me matar...- deu de ombros, a expressão voltando a ser impassível.- Eu nem me importo.
Honey: ...- estático.- Isso foi fácil...- murmura.- Será que essa coisa vai funcionar para nos mandar de volta?- perguntou-se, olhando para o aparelho quebrado.
Dakota: O que...?
Honey: ...- jogou-o no chão, pisando em cima. Um portal bem instável surgiu, mas ainda dava para voltar para a mansão com isso. Provavelmente.- Você pode entrar nisso?
Dakota: ...- dando de ombros novamente, ela entrou sem nem questionar.
Honey: É...- meio confuso.- Acho que isso foi melhor do que nada.- murmurou, entrando no portal também antes que decidisse se fechar e deixá-lo em Miami. Isso não seria de todo tão ruim...
~~~~No Brasil, com Monster e Black~~~~
Monster: ...— seguindo onde aquela tralha velha apontava.
Black: ...Por que nós fomos parar no Rio de Janeiro?
Monster: Sei lá, Black...— resmunga, sem tirar o olhar daquela coisinha.
Black: ...— olhando em volta.- Tem muita gente encarando, Monster...
Monster: ...— ele, finalmente, tirou os olhos da máquina e olhou em volta.- ...— e, depois, olhou para a irmãzinha.- Claro que vão estar encarando, Black...— resmunga, voltando a olhar para a tela ao ouvi-la apitar um pouco mais alto. O sinal estava mais forte.- Não é sempre que as pessoas vêem alguém andando com uma foice enorme nas costas.
Black: E você com sua katana?— resmungou, fazendo bico.- O sinal ficou mais forte?— perguntou ao notar que ele passou a dar passadas mais largas e apressadas.
Monster: Ficou. E, sabe de uma coisa? Acho que esses que nos encaram ainda não se esqueceram do nosso rosto...— respondeu.
Black: Deve ser...
???: Raiden e Jun-chan?
Monster e Black: ...— pararam de andar, olhando para o local da voz. Monster permaneceu impassível e Black ficou um pouco mais pálida do que já era.- Kazuhiko.
Kazuhiko: ...- ele correu para perto deles e...Já foi beijando Black na boca.
Monster: ...— solta um som quase inaudível e estranho pelas narinas. Ciúmes de irmão mais velho.
Black: ...— empurra ele e começa a esfregar a boca.- Idiota! Agora eu vou ter que desinfetar minha boca!
Kazuhiko: E daí? Eu sei que você me ama. Eu também te amo~!
Black: VAMPIRO ESTÚPIDO!!— socou o braço dele com força.
Kazuhiko: E você, Monster?- ignorou as reclamações de menina.- Está tão quieto...
Monster: ...Nada...— encarando ele.- Só estou meio ocupado procurando onde esse sinal dará...— deu de ombros.
Kazuhiko: ...- analisa o sinal.- Ah, dará para a casa do Dante.
Os dois: Quem?
Kazuhiko: É um amigo meu.- deu de ombros.- Eu levo vocês lá.- tomou da dianteira, mostrando o caminho para eles.
Eles seguiram por uma rua estreita e esburacada. Bem vazia, diga-se de passagem. Não demorou nem 15 minutos e Kazu parara em frente à uma casinha pequena com a tinta desgastada e um portão quebrado. Sem nem pestanejar, ele já entrou.
Monster: Ei, espera!— seguiu-o, com Black logo atrás.- Isso é mesmo certo?
Kazuhiko: Não se preocupe. Eles não ligam.
Quando eles chegaram perto da porta de entrada, pudera-se ouvir sons de brigas. Algumas coisas quebrando e...Tiroteio.
Black: Isso...É normal?
Kazuhiko: Na casa dele, sim...- sorriu, batendo na porta. O que fora respondida com alguém atirando na maçaneta e fazendo um barulho bem dolorido.
Monster: ...— cobrindo os ouvidos sensíveis.
Black: ...— com uma careta.
Kazuhiko: ...- chutou a porta ao notar que não abria, já entrando enquanto ria.- Aê, seus briguentos! Temos visitas!
Quando os dois entraram, não puderam conter a surpresa. Tinha, ao todo, 5 pessoas, tirando eles e Kazu, no cômodo. Todos os cinco estavam com armas que fazem um baita estrago e sangravam. Mas não pareciam se importar.
Dante: Eae, gente!- acenou, logo voltando sua atenção para seu alvo.- A que devo a visita?
Kazuhiko: Eles falaram que estavam te procurando, Dante.
Dante: ...- nesse momento, ele e os outros garotos pararam com a briga, olhando para eles.- Vocês...
???: Não são da polícia, né?
Black: O quê?— meio ofendida.
Monster: Claro que não!— exclama.
???2: Menos mau...
???3: Sim...- concorda.
Black: É que temos que te levar para visitar umas pessoas.
Dante: Quem? Meus meio-irmãos demoníacos?
Os dois: ...— em silêncio.- Como é que você...?
Dante: Eu estava zoando!- começa a rir.
Os dois: Mas é isso mesmo!
Dante: Tá...- para de rir e olha para Kazu.- Isso é verdade?
Kazuhiko: Deve ser. Normalmente, eles evitam de vir pra cá por causa das confusões passadas que eles aprontaram. E a maioria deve pensar que eles estão mortos...
???4: E não deveria ser isso? Lembro que eles morreram mesmo.
Kazuhiko: São fantasmas...
Os cinco: ..........................- assimilando a notícia.
Dante: Cara...
???3: Isso foi mais surpreendente do que quando você disse que era um vampiro...
Kazuhiko: Estou ciente disso...
Os dois: ...— boiando.
Kazuhiko: Vamos deixar os dois mais à par de tudo...- sorri para os antigos amigos.- Jun-chan e Raiden, estes são Dário, Josh, Daemon, Dante e John. Respectivamente.- apontou para cada um deles.- Dante é humano...Ou era isso que pensávamos. Os outros tem sangue de monstro mesmo.
Monster: ...— acena com a cabeça.
Black: Você pode vir com a gente, Dante?
Dante: Até posso ir...
Kazuhiko: Mas eu também vou.
Dário: Eu também!
John: Nós também!
Daemon e Josh: ...- concordando.
Monster: Tá, tá! Que seja! Mas vamos logo!— ele pegou a tralha e jogou no chão com força, assim abrindo um portal por ter quebrado.- Entrem!— mandou enquanto entrava também.
Todos: ...- entram.
Black: ...— depois que todos entraram, entra também.
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