Notas iniciais
Então, aqui vai mais um capitulo! Obrigada a todos que comentatam o anterior! E muito obrigada, Dressa meu amor, que recomendou a história. Muito obrigada fofa, você sabe que também te adoro >

“Algumas pessoas surtam comigo

Algumas pessoas não podem ver o que eu posso

Algumas pessoas querem ver o que eu vejo

Algumas pessoas colocam mau olhado em mim”

(Evil Eye – Franz Ferdinand)

Os dias passaram-se bastante corridos para todos. Dolores Umbrigde era uma pedra no caminho de quase todos os alunos, e até os Sonserinos não gostavam disso. As regras aumentavam a cada dia e uma era mais ridícula do que a outra.

Depois do dia do seu aniversário, Hermione voltou ao costumeiro uniforme, como dizia as regras, porém passou a andar mais cuidada. Com o cabelo impecável, a maquiagem sensual e leve e nunca esquecendo do andar firme e olhar imponente. Os garotos, depois daquela apresentação, passaram a andar aos monte atrás dela, o que deixava Draco furioso. Porém ele se esquecia disso, quando os dois estavam juntos monitorando os corredores desertos do castelo.

Todas as noites em que Draco e Hermione ficavam em serviço de monitores, o louro não conseguia tirar as mãos dela. Ele se recriminava por isso, mas não conseguia evitar o extinto quando ele a via. Os corredores eram só gemidos quando estavam juntos, e por mais que ela implorasse por mais, Draco nunca ia até o fim.

– Draco por favor – Ela dizia entre gemidos, enquanto o louro atacava o seu colo – Me come. – Ele gemia com as palavras, mas a sua consciência não deixava ir até o final.

– Hoje não – Então ele a soltava. Hermione parou de implorar depois disso.

Draco sabia que a sua reluta se baseava apenas no sangue e em manter-se intocado, mas a cada dia tinha que reforçar essa ideia, não via a hora de ela ser sangue puro também.

Naquela noite, Draco nem encostara nela e a Granger tentava não se sentir decepcionada. Como estava um clima estranho, ela deu ideia de se separarem e assim terminariam mais rápido, dentro de uma hora se encontrariam e então estariam dispensados.

A garota não conseguia rebater a melancolia que a atormentava. Odiava Draco ser tão cabeça dura, odiava o fato de ela ter nascida trouxa e nesse exato momento odiava cada estudante que estivesse dormindo e não saíra para bagunçar, ela queria diversão. Os corredores estavam mesmo desertos e ela já estava cansada de ter que andar com tanto peso em seu peito, queria a sua cama. Protelando o máximo que podia, seguiu para o corredor em que Draco estaria. Acreditava fielmente que não podia ficar mais abalada que isso, mas que tola!

Ao se aproximar do corredor, ouviu vozes então empunhou a varinha com força:

– Ah não Pansy... não posso – Falava a voz de forma fraca, como se não tivesse certeza do que dizia.

– Como não pode? Pode sim – Ela respondeu. Hermione então correu intrigada, e então seu coração parou, assim como os seus pés.

Draco estava escorado na parede, com os olhos fechados e parecendo cansado, Pansy se mantinha colado nele, beijando o seu pescoço e falando besteiras. As mãos dele estavam na cintura dela e Hermione podia jurar que ele a puxava ainda mais para si. A vontade de chorar lhe abateu, mas ela respirou fundo e usando uma voz calma e profunda, disse:

– Menos 50 pontos da Sonserina, por Pansy Parkinson está fora da cama – Ela disse alto, fazendo os dois a olharem. Pansy não se preocupou em largá-lo, mas as mãos dele soltaram a cintura dela – E menos 100 pontos para Draco Malfoy, por não estar fazendo a sua tarefa direito e quebrar umas 30 normas no colégio.

– Granger...

– Podem ir para o seu Salão Comunal, amanhã eu falo com o monitor chefe e você serão castigados. – Então virou-se e seguiu para o seu Salão Comunal.

*

Draco sabia que ela tinha razão em ficar chateada, mas isso não significava que Hermione Granger poderia ignorá-lo. Mas foi exatamente isso que ela fez. Ele queria explicar-se, o que era algo inadmissível de ele sentir, pois não devia nada a ela, ainda. A manhã do outro dia se passou lenta e quando se encontravam, ela empinava o nariz e dava meia volta, ele estava ficando irritado.

A hora do almoço chegou, fazendo os corredores se abarrotarem de alunos. Hermione caminhou calmamente até o Salão Principal, mas estranhou o aglomerado de alunos que se formava na entrada, ao se aproximar entendeu o motivo.

Ato Constitucional LXXXVIII

Declaro por meio deste que todas as associações estudantis estão dissolvidas e suspensas sem prazo determinado. Em uma escola séria como Hogwarts, devemos focar mais nos estudos, do que incentivar badernas entre os jovens.

Por isso também, os cargos de monitores a alunos do quinto ano também estarão sendo desfeitos. Crianças dessa idade têm que se preocupar com os N.O.M’s e não em reparar os outros alunos, isso cabe aos professores...”

Hermione parou de ler, assim que seus olhos bateram naquela regra esdrúxula! Seus olhos ferveram de raiva, agora mesmo, aquela sapa velha entrara em sua lista negra. Como veria o Draco agora?

– Mas isso é totalmente ridículo! – Ela bradou fazendo os outros a olharem – Os monitores existem há anos na escola e nunca foi motivo de reprovação dos alunos.

– Tenho que concordar com isso – Cho disse baixinho ao seu lado. A japonesinha também tinha fúria nos olhos.

– Ora ora Granger, olhe pelo lado bom – Disse alguém chegando a cena – Pelo menos você não vai mais estar lá para atrapalhar eu e o Draquinho. – Hermione virou-se com fúria para Parkinson.

– Cala a boa buldogue. Aqui ninguém fala cachorrês. – Ela deu um sorriso vitorioso ao ver a expressão da morena chocada.

– Sua sangue ruim dos infernos eu vou... – Hermione a empurrou antes que ela terminasse sua frase.

– Olha o chão combina mais com a sua cara Parkinson – Hermione disse venenosa – Por que não fica aí? – Os alunos estavam quietos, apenas observando. Nunca vira Hermione tão furiosa com alguém que não fosse Draco.

Pansy levantou-se e antes que Hermione pudesse prever, lhe acertava um tapa no rosto.

– Maldita! – Granger exclamou e revidou. Draco vinha chegando a cena e quando viu o que se passava correu para segurar Hermione.

– Granger para com isso!

– Me deixa bater nela Draco, me deixa espancar essa maldita – Hermione esperneava e acertou Pansy, que revidou com um soco, cortando os lábios de Hermione.

– PANSY PARE DE BATER NELA AGORA! – Draco gritou autoritário. Pansy parou espantada e ele finalmente largou a castanha. Antes que alguém dissesse alguma coisa, Umbrigde chegou ao local:

Hem hem – Falou como se não estivessem todos olhando para ela – O que está acontecendo aqui? Como pode duas moças se engalfinhando pelos corredores? Não, não, isso não é apropriado.

– Essa maluca que começou, ela me jogou no chão! – Pansy disse se fazendo de vítima.

– Sua vaca! – Granger exclamou antes que pudesse evitar – Ela me chamou de sangue ruim! – Dolores arqueou as sobrancelhas em surpresa.

– Sangue ruim? – Ela falou como se testasse as palavras – Me diga senhorita...

– Granger.

– Granger – Ela continuou – Seus pais são trouxas? – Hermione sentiu-se encolher com tal pergunta.

– Si-im... Sim.

– Então você é mesmo uma sangue ruim – O arquejo de choque dos alunos foi audível. – Me diga senhorita, você agride os outros apenas por lhe falarem a verdade?

A face de Hermione tingiu-se de vermelho. Fúria e vergonha se misturavam e ela se controlava para não gritar. Até Draco parecia surpreso, mas não moveu um músculo. Ninguém a defenderia, massentiu os olhares de penas dos outros.Então ela aceitaria a humilhação, mas eles que aguardem. Ela ficou calada e Dolores prosseguiu:

– Então você estava errada, não é querida? – Hermione continuou parada – Você não quer pedir desculpas a colega? – Pansy tinha um sorriso enorme na cara, estava se regozijando com o desfecho do acontecimento.

– Nunca – Hermione disse firme, isso ela não faria nem sob tortura.

– Entendo. – Dolores quase parecia triste com o que tinha a dizer – Lamento muito mas vou ter que coloca-la de detenção, esse tipo de comportamento não deve ser encorajado. As oito querida, na minha sala. Não se atrase – E saiu com um sorriso quase angelical no rosto.

Os alunos começaram a se mexer, e muitos deram tapinhas nas costas de Hermione a consolando. Ela não podia se sentir mais humilhada. Pansy apenas sorriu pra ela, desdenhosa. Hermione, porém, lançou lhe um olhar frio, como se cantando uma maldição. Pansy ficou arrepiada e temerosa e logo tratou de seguir o fluxo dos colegas para almoçar. Draco permaneceu ali em pé ao seu lado.

– O que você quer? – Ela disse sem olhá-lo.

– A sapa velha tem razão, sabia? – Hermione o encarou atônita – Você é mesmo uma sangue ruim e não deveria sair batendo nos outros por causa disso. É problema seu – Ela não compreendia que ele podia ser tão frio ao dizer isso e ao mesmo tempo sexy.

– É por isso que estava se agarrando com Parkinson ontem? – Ela disse irônica, estava cansada de discutir com Draco e de ele a humilhar desse jeito, ela não era um brinquedo – Quer saber Malfoy? Pra mim chega, está bom? Cansei de você ser tão frio e péssimo comigo, eu nunca te fiz nada, muito pelo o contrário. Agora, não sei se percebeu, não preciso de você para me humilhar e têm muitos outros por ai tão sangues de barata quanto você. – Ela se virou com raiva – Vê se me deixa em paz, eu me viro muito melhor sem você. – E foi embora.

Draco não teve nenhuma reação, estava chocado demais. Ele era assim tão frio? Apesar de tudo, nunca imaginou Hermione lhe deixando daquela forma. Onde ele estava com a cabeça quando achou que poderia moldá-la? Ela era uma força da natureza, e agora era uma força maligna, graças a ele. Não, ele não iria deixar assim, sabia que tinha vacilado, mas ela não iria embora. Ela seria dele e ponto final.

*

Hermione chorava baixinho enquanto voltava de sua detenção. Chegou ao horário marcado para que não lhe acarreta-se problemas, e ao chegar e a monstra velha lhe dizer que era só para ela escrever uma frase, logo ficou feliz. A frase porém era de seu total desagrado e em seguida, notou que ela ficaria para sempre ali para ela lembrar. Logo nas primeiras letras, ela sentiu uma ardência em sua mão, para depois constatar que o ato de escrever estava cortando a sua carne.

Sim, enquanto ela escrevia, a frase literalmente a penetrava.

Passou pelos corredores, quase desertos, praguejando e articulando meios de se vingar, não só de Dolores, como de Pansy. Estava distraída, que não notou que alguém a observava. Ao passar por uma armadura, um garoto saiu dela e lhe lançou um sorriso predador:

– Olá Hermione – Chocou-se ao ver que não estava sozinha, mas logo se recompôs.

– Ah Comarco – Disse entediada – O que quer?

– Sabe, eu estava pensando... – Enquanto ele dizia, se aproximava dela perigosamente, a fazendo recuar – Se você não podia, me mostrar mais um pouco do que eu vi naquele dia do Salão – Algo no olhar dele a fez estremecer internamente, mas ela lançou lhe um olhar de censura e não transpareceu nervosismo.

– Ah qual é, me deixe em paz – Ela disse irônica – Acabei de sair de uma detenção, estou cansada.

– Qual é Hermione, eu sou da sua casa esqueceu? – Agora ela realmente estava imprensada, e ele jogava seu corpo contra o dela – Você nunca está de detenção. – Ela estava fraca, ele era mais forte e sinceramente estava sem ideia de como agir, então nada fez quando ele impôs os lábios contra os seus.

Ela ficou parada esperando que ele desistisse, mas não deixou de comparar com Draco. Com o louro ela sempre parecia um fio descapado, cheia de uma eletricidade que não podia controlar. Agora ela só sentia nojo.

– Ah qual é Hermione – Ele falou assim que percebeu que ela não o correspondera – Você pode fazer melhor do que...

– Granger? – A voz ecoou no corredor, e seu coração saltou desenfreado. Era ele, seu cavaleiro errante.

Draco chegou ao local e viu a cena em sua frente. Uma chama de ódio ferveu em seu peito.

– O que está acontecendo aqui? – Exigiu saber

– Não se faça de pudico Draco – Hermione provocou e o louro arqueou a sobrancelha para ela.

– Não estou falando com você sangue-ruim – Ela revirou os olhos – Ei dá para você largar a garota?

– E se eu não quiser – Respondeu o moreno, enfatizando suas palavras pondo a mão no pescoço de Hermione. Draco enrubesceu de raiva.

– Bom vou ser forçado a arrancar a sua mão. – O garoto olhou chocado para Malfoy, mas depois riu desdenhoso.

– Você não teria coragem de... – Mas sua frase morreu ao ver a expressão do outro. Mesmo sendo mais velho, todos tinham medo de Draco. Comarco tratou de sair de lá o mais rápido que pôde.

Hermione se viu aliviada por aquele troglodita a ter soltado, mas agora tinha que encarar Draco.

– Qual parte do me deixa em paz, você não entendeu? – Ela disse, antes de empinar o nariz e seguir na direção contraria do louro. Ele, porém a puxou pela mão, fazendo-a soltar um grito agudo de dor.

– Hermione? – Ele se preocupou ao ver a dor que ela transparecia.

– Que merda Malfoy – As lágrimas, ela não pôde conter. A sua mão estava em carne viva. Ela se escorou na parede e aninhou a mão machucada em seu peito.

– Hermione, o que houve? – Ele insistiu ao vê-la parecer um passarinho abatido.

– A detenção – Ela falou rouca – Aquela diaba mal comida, me fez escrever com uma caneta que usava meu sangue como tinta.

Ele não precisava de mais explicações, conhecia o tal objeto. Era uma arma de tortura, totalmente contra as normas da escola e do Ministério. Ele se aproximou dela e pegou a mão machucada e encarou o ferimento. Ali escrito em sangue, e em uma letra aterrorizantemente bonita, estava:

“Devo respeitar os meus superiores”.

– Sinto muito – Ele falou sincero e ela o encarou confusa. Como ele podia ser assim gentil e depois frio? Ele era bipolar?

– Suas mudanças de humor estão acabando comigo, sabia? – Ela falou – Você é gentil as vezes, até meigo comigo e depois frio e indiferente. Como você consegue? – Draco suspirou.

– Nem eu sei na verdade – Ele disse – Só sei que é algo novo para mim também. Você me atrai e me afeta de um modo que não estou acostumado, e seu sangue se impõe a mim como uma barreira, que com muito esforço eu não transpasso. Me desculpe, mas isso eu não vou mudar em mim. Além disso, têm muitos sentimentos controversos, então se eu sou frio com você, o motivo não é você, mas sim eu. Eu que não sei o que sentir, e por isso me afasto.

Hermione pareceu surpresa, mas ficou calada enquanto digeria tudo o que ele disse. Draco se aproximou levemente dela, encostando o corpo dele no seu, fazendo-a sentir a sua quentura e seu perfume. Nessa hora o cérebro dela parou de processar qualquer informação e se concentrou em sentir o perfume dele e armazenar a sensação térmica de seus corpos juntos:

– Mesmo eu não sabendo exatamente o que sinto – Ele retomou- A única coisa que tenho certeza, é que você me fascina, seu corpo inteiro me fascina. E eu fico muito frustrado em não poder me enterrar em você – Ela arquejou desejosa, fazendo o louro suspirar. As mãos dele passaram levemente pelo rosto dela, e ele a fitava nos olhos – Ontem, o que você viu entre mim e Pansy, era apenas uma tentativa fracassada de tentar saciar o meu desejo por você. Mas isso é impossível, ela de nenhum modo é você. – Hermione fechou os olhos com aquela declaração, sua respiração começou a acelerar devido aos toques sutis dele em sua pele, mas ela permaneceu imóvel – Pode até parecer mentira, você pode até achar que não, mas Hermione, se eu te tenho na minha mira – A mão direita dele, desceu pelo seu braço e pegou a sua mão, abrindo as palmas levemente – Você me têm na mão. – Ele concluiu, guiando a mão dela até a sua visível ereção. Hermione arquejou surpresa ao sentir o membro duro, e mesmo por debaixo das roupas, quente.

Ela abriu os olhos e olhando nos dele, pressionou a mão carinhosamente no local. Draco gemeu sôfrego, mas tirou a mão dela dali e lhe deu um beijo rápido e agressivo. Hermione correspondeu, sentindo, muito rapidamente, a língua dele, na sua.

– Venha, vamos cuidar desse seu ferimento – Ele disse, mal deixando-a recuperar o fôlego e a puxando pela mão boa. Ela o seguiu, sem pestanejar.

*

As aulas da manhã seguinte, passaram de modo lentamente torturante para Hermione. A castanha já tinha a vingança perfeita para aplicar a Pansy, e só precisava do momento propicio a isso.

Finalmente o último sinal bateu, e uma maré de jovens esfomeados tomaram o corredor. Granger correu e se posicionou no alto da escadaria, onde sabia que os Sonserinos teriam que passar, ao saírem de suas aulas. Não demorou muito e as cobras e os corvos encheram as escadas, afobados e alheios a ela. Pansy se aproximou da escadaria, conversando alegre com suas amigas, nem percebeu quando a castanha veio atrás dela.

Logo no terceiro degrau, Hermione pisou na capa da morena, fazendo a outra tropeçar e errar o próximo degrau. Com a massa de alunos na escadaria, ela não deveria rolar muito, mas todos, ao verem ela tropeçar, saíram do caminho. Pansy, então rolou todo o lance de escada, se estatelando no final. As amigas da sonserina começaram a gritar e a chorar. Os alunos olhavam atônitos e sem reação.

Hermione desceu, calmamente, até ela e viu que ela estava bastante ferida, mas parecia consciente:

– Sabe Parkinson – Ela começou baixinho – O Draco é meu. Você não pode tê-lo, assim como também nunca vai saber das coisas que eu sei. Nunca vai ver as coisas que eu vejo, sabe porquê? Por que ele só vai dizê-las a mim, porque eu sou tudo o que você nunca vai ser. Eu sou dele. E nunca mais tente me humilhar em público, eu posso fazer muito pior – No final do discurso, ela lançou um olhar à morena. Um olhar terrível, que a fez sentir um calafrio subir na espinha.

Os alunos observavam o movimento de Granger, e a viram como ela encarava a morena. Mas antes que alguém se pronunciasse, ela lançou o mesmo olhar a cada um deles. Até Draco, que estava ali, estremeceu.

– Acho melhor chamar alguém – Ela sorriu diabólica –Ela ainda está viva.

Declarou e seguiu seu caminho, sem olhar parar trás.

Notas finais
Ui, será que só eu tremi de medo? Gente espero que tenham entendido o nome do capítulo, com esse poder dela de assustar os outros com o olhar. A música é sempre sobre o capítulo, não exclusivo da personagem da Mi ou de Draco. O que acharam? Acho que esse cap merece até recomendação rsrs... Façam como a Dressa e recomendem haha' Falando em recomendação, tenho essa fic aqui que acabei de concluir.. https://fanfiction.com.br/historia/646879/BriefEncounters/ Quem se interessar... Beijos, até