Young Folks

13 Loucuras no telhado ignorando um prêmio de ouro.


Notas iniciais
AEEEHOOOO~ Oiolaa gente bonita, belezinha? :D Bom, aqui está o novo capítulo prôcês. :u Agradeço a todos os comentários que vocês andam me mandando, eles me deixam muito feliz UuU Apesar de eu sofrer bastante pra responder todos e ficar com o músculo do braço doendo, MAS EU AMO MUITO. DEMAIS. KKKKKKK. Um beijão na bunda e boua leitchura '3' [Sem imagem de capitulo, pois achar imagens engraçadas desses babacas está ficando dificil G_G] [Capítulo não revisado]

Se tivesse um coração fraco, se tivesse problemas respiratórios, com certeza teria um ataque cardíaco. Kagami não conseguia explicar a sensação que sentia naquele momento. Com certeza seu coração não estava normal, batia muito rápido; teu corpo então, nem se fale. Ainda não acreditava que estava numa situação daquela com... Kuroko!

Já estavam ali naquele telhado já faziam vários minutos. Kuroko e Kagami se agarravam. Não se beijavam, se agarravam em desespero. Com as bocas unidas entrelaçando suas línguas de forma melosa e apaixonante. Balançavam suas cabeças de um lado para o outro de acordo com o beijo, se separavam por segundos apenas para puxar ar, e mais uma vez voltavam a se beijarem. Kagami abraçava suas costas o trazendo mais pra perto, os dois tentavam manter seus corpos vestidos o mais próximo possível, e suas pélvis se roçavam, dando uma boa sensação para ambos que estavam excitados.

O azulado agarra o braço de Kagami e sem separar as bocas, começa a andar para trás, trazendo o ruivo junto consigo até encostar na parede. Kuroko o vira e joga Kagami contra a mesma.

–K-kuroko... –Diz ofegante o nome do azulado. Sua boca estava vermelha e um pouco inchada de tanto beijar, nada de diferente do Kuroko.

–Kagami-kun... Vamos fazer...

–H-hã? –O ruivo arqueia as sobrancelhas surpreso.

–Vamos fazer Kagami-kun! Não tem ninguém aqui e –Puxa o fôlego. –Estamos excitados... –Disse mirando para um certo volume que se fazia no uniforme de Kagami.

O ruivo apenas engoliu a seco.

–Q-quer mesmo fazer aqui? Digo, não quer fazer em outro lugar... Numa cama, talvez?

–Estou indo rápido demais? –Perguntou o menor.

–Não é isso... Tipo, estamos num telhado da escola! Qualquer um pode entrar aqui e flagrar a gente. E não seria nada bom...

Kuroko suspira meio desapontado, Kagami estava certo.

–Tem razão. –Sorri minimamente. –Mas, eu posso fazer alguma coisa por você... –Kuroko se aproxima dando um longo selinho que foi correspondido pelo ruivo. O menor abaixa seu rosto largando os lábios famintos do ruivo até o pescoço, dando alguns beijos, descendo até o peito e a barriga vestida, até chegar na calça. Kagami o encara curioso e ansioso, não acreditaria que Kuroko realmente iria fazer aquilo. Iria ganhar um boquete!

–U-um boquete? –Perguntou surpreso, com as bochechas vermelhas.

–Não quer? –Olhou para cima. Estava com a cabeça abaixada perto do volume que se fazia no tecido, e seu quadril estava levantado.

–LÓGICO QUE EU QUERO! D-digo! Quer dizer... –Ele fica mais constrangido. –E-eu...

–Kagami-kun... Cala a boca. –Kuroko se divertia com as reações do ruivo.

–Kuroko... Você é diferente do que eu achava, tipo... Achei que fosse alguém calmo e tímido, e agora vejo que é totalmente ao contrário.

–Eu sou calmo. Mas quando se trata desses assuntos eu me sinto animado. –Sorri mais uma vez, começando a abaixar a calça de Kagami, começando a ver os pelinhos ruivos do mesmo. –Acontece que Akashi me apresentou Boku no pico e Sensitive Pornograph quando eu tinha onze anos...

Ok, Kagami fica impressionado e já sabe da onde vinha todo aquele fogo do Kuroko. Não sabia se deveria agradecer Akashi ou chamá-lo de maluco por transformar seu irmão mais novo num tarado, se é assim que deveria o chamar.

Kagami o ajuda a abaixar um pouco a sua calça, o suficiente para liberar seu membro que estava excitado por causa dos beijos anteriores. Kuroko já vira um penes na internet várias e várias vezes, mas nunca um ao vivo na sua frente, estava surpreso e um pouco constrangido. Suas bochechas estavam vermelhas, provando isso. O azulado engole a seco e afasta os vários pensamentos que começaram a rondar sua cabeça, pegando o membro de Kagami nas mãos, sentindo que o mesmo estava quente.

Nunca havia feito aquilo, era sua primeira vez. Iria se esforçar. E Kagami não desgrudava seus olhos do menor.

Kuroko abaixa a cabeça e encosta seus lábios de leve na cabeça, abrindo um pouco até acomodá-la na boca, tocando com a língua. Kagami fecha os olhos e encosta a cabeça na parede, sentindo uma sensação um tanto agradável ao sentir aquilo. Kuroko então abre um pouco mais a boca e abaixa mais a cabeça, botando o falo do ruivo um pouco mais na boca. Subia e descia de forma lenta, fazendo pressão. Kagami já começava a soltar lufadas de ar e suas bochechas estavam vermelhas.

O azulado percebe que aquilo estava fazendo o ruivo sentir-se bem, então ele o chupa mais rápido, subindo a cabeça o sugando e descendo o mais fundo que podia, fechando os olhos enquanto se concentrava em chupá-lo. Kagami murmurava baixo para não chamar muito atenção, mas estava difícil. Ele sobe um de seus braços e apoia sua mão nos cabelos azuis de Kuroko, tinha vontade de empurrá-lo contra seu penes de uma vez só, o fazer praticamente engolir, mas não iria.

Kuroko então abaixa mais uma vez, dessa vez indo fundo, o máximo que podia. Ele sentia o falo de Kagami tocar sua garganta, indo fundo.

–A-ahh, garganta p-profunda, hmm~ -Disse o ruivo impressionado com o que o Kuroko fazia, sua cintura já se mexia um pouco contra a cabeça do menor.

Sentia que a qualquer momento iria gozar, não aguentaria muito tempo, afinal, ainda era jovem, por enquanto apenas vivia das punhetas, e receber um boquete assim tão de repente, gozaria rápido mesmo. O ruivo faz uma leve careta, apertando os dentes e fechando bem os olhos, puxando os cabelos azuis de Kuroko e por fim, soltando um urro, gozando na boca do menor. Kuroko faz questão de continuar chupando com vontade enquanto sentia sua boca ser preenchida pelo líquido branco de puro prazer. Parecia um bebê com uma mamadeira.

Tetsuya ergue a cabeça e encara Kagami. Os dois estavam com suas respirações ofegantes e bochechas rubras. Estavam com vergonha, estavam constrangidos do que acabaram de fazer, mas ao mesmo tempo estavam realizados e apaixonados.

–Kuroko... –Diz Kagami, o olhando nos olhos.

–Hum?

–Quer namorar comigo?

O azulado arregala os olhos por breves segundos e depois relaxa a face.

–Lógico, Kagami-kun... –Sorriu gentilmente. Os dois sorriram. E mais uma vez se aproximaram, aproveitando um ao outro naquele telhado quente, onde estavam sozinhos.

[...]

Durante o segundo intervalo, Kagami e Kuroko continuaram no telhado, longe da muvuca’. Os corredores estavam agitados, andando para um lado e pro outro os alunos se esbarravam. Os amigos que até então ainda mantinham-se dentro da sala de aula percebiam que do outro lado da porta, as pessoas estavam bem agitadas.

–Mas que porra tá acontecendo? –Disse Aomine.

–Deve estar acontecendo alguma promoção na cantina... Ai meu Deus, ninguém merece esses pobres. -Falou Akashi, se ajeitando na mesa, com uma cara de tédio.

–Hunf, acho que já sei o que é. –Disse Midorima.

–O que? –Pergunta todos.

–Deve ser aquela brincadeira idiota que o diretor esteja fazendo com a gente de novo. “Quem achar os dois bilhetes de ouro premiados perdidos no internato, terá o direito de viajar para uma ilha isolada do país, onde as águas são cristalinas, pousadas de luxo e sempre faz sol”... Ou algo assim.

–Uooohh, já sei, já sei! Ano passado teve isso também, não se lembram? –Disse Kise, alegremente. –Por causa do Akashicchi perdemos o bilhete. –Sorriu.

–MINHA CAUSA? MINHA??? A onde Ryota, a onde? A culpa não é minha se aquele filho da puta não queria entregar o bilhete pra mim. –Cruzou os braços.

–Akacchin queria roubar o bilhete do garoto que havia achado... Mas o Akacchin botou tanto medo nele que o garoto por nervosismo acabou rasgando o bilhete. As mãos dele estavam tremendo muito. –Disse Murasakibara se lembrando daquele dia. –Akacchin deveria ser mais calmo e pedir as coisas com educação.

–Eu fui educado. –Falou o ruivinho.

–Ohh sim, dizer “Escuta aqui seu filho da puta, se você não me entregar esse bilhete de uma vez, eu vou chutar tanto você, mas tanto, que suas bolas irão parar no seu pescoço, se você gozará pela boca” é muito educado, mesmo. –Disse Aomine com sarcasmo.

–Cala a boca seu preto, eu tava falando sério!

–Ei, ei, vocês não vão procurar o bilhete? –Kise chamou a atenção de todos. –Acho que deveríamos tentar, quem sabe a gente não consegue a tal viagem? Ficar uns dias longe desse internato me faria tão bem.

–Kise, não viaja, é difícil achar esses papeis e todo mundo está atrás deles. –Bufou o moreno. –Ei loira, por quê não compra alguma coisa pra mim, estou com fome.

–Aominecchi, não me chama de loira! Tsc... –Ele se levanta da mesa. –O que vai querer?

–Slá, um lanche grande que encha a barriga, está ótimo.

–Tá bom...

O loiro sai da sala, se enfiando na confusão que estava naquele internato.

–Hunf, vendo desse jeito parece que Kise é teu namorado ou algo assim. –Disse Midorima observador, ajeitando seus óculos.

–Olha, não é que você esteja errado, sabe? -Disse Aomine com um sorrisinho maroto.

Todos passam a encarar o moreno com um olhar surpreso, dizendo: “Noooossa~”

–Eu achei que tu tava querendo alguma coisa com o Kagami, já que ensinou ele a beijar. –Disse Akashi.

–E eu lá tenho cara de querer alguma coisa com aquele babaca? Eu ajudei ele por que estava desesperado! E também por que ele é parça... E ele vai me pagar e arrumar minha cama por um mês.

–Ele também está me devendo, aquele caloteiro. –Falou o ruivo. –Falando nele, onde será que está? Será que ainda está no telhado com o Tetsuya?

–Aposto que sim... Aposto que estão transando. –Disse Midorima.

–Vão ficar assados com calor que está fazendo... Ainda por cima no telhado!? Que absurdo...

Os quatro ficam ali em silêncio, aproveitando para descansar os minutos que teriam do segundo intervalo antes das aulas voltarem. O corredor continuava barulhento, o internato continuava uma loucura, tudo por causa de um papel de ouro que valia uma viagem.

–Estão fazendo barulho á toa... –Disse Midorima, pegando um livro pra ler.

–Só de ver eles correrem dá vontade de esmagá-los. –Falou Murasakibara com a cabeça baixa na mesa.

–Pode esmagar Atsushi, eu deixo. –Murmurou Akashi.

–Cadê o Kise? Eu quero o meu lanche logo... –Disse Aomine.

Os quatro estavam com tanto tédio, tanto tédio, que passaram a olhar para a janela e ver as arvores que estavam ficando com poucas folhas graças ao calor e também com a mudança de estação de ano que iria vir. O vendo assoprava de leve balançando os galhos e levando as nuvens, junto com elas... Um papel dourado...

Papel dourado...

–Um papel... Dourado... ? –Disse Aomine estreitando os olhos, virando a cabeça a medida que o papel passava diante da janela e sumindo de vista.

–PUTA MERDA, O PAPEL! –Akashi se levanta da sua mesa desesperadamente, saindo correndo em direção ao corredor, atropelando todo mundo. Percebendo o desespero do baixinho, os outros três se levantam arrastando suas cadeiras e correndo para o corredor, seguindo Akashi que corria rápido atropelando todo mundo.

–OE AKASHI, ESPERA! –Gritava Midorima.

–EI, EI, CALMAI!!! –Disse Aomine que estava lado a lado de Akashi.

–CALMAÍ O CARALHO, SAI DA MINHA FRENTE QUE EU VOU PEGAR AQUELE MALDITO PAPEL DE UMA VEZ E IREI VIAJAR PARA UMA ILHA LINDA E MARAVILHOSA GANHAR UMA CORZINHA! –Akashi começa a correr mais rápido e desce as escadas pulando de quatro e quatro degraus. – E SE UM MULEQUE FILHO DA PUTA APARECER DE NOVO SEGURANDO O PAPEL, EU JURO QUE AMPUTO AS MÃOS DELE!!!

E só se ouvia os gritos malignos daquele baixinho ruivo.

–O que diabos está acontecendo com ele!? –Disse Aomine meio assustado, continuando a correr.

–Não ligue para o que esse idiota diz, apenas corra e vamos pegar a droga do papel! –Falou Midorima.

–Eu to cansado de correeer~ -Falou Murasakibara com preguiça.

E se desesperaram saindo correr atrás do papel de ouro que fazia o internato todo enlouquecer. Só se via gente se batendo, brigando, correndo e empurrando coisas entre si, e depois de muito tentar e lutar, com uma tesoura em mãos, algumas gotinhas de sangue, um corpo caído no chão murmurando de dor que estava sem os dedos, e um ar de psicopata o que deixaria muitos assustados, um braço segurava um papel de ouro com força, determinado, braço esse cujo dono tinha cabelos vermelhos chamativos e olhos estranhos de cores diferentes...

–YEEEEEEAAAAAHHHH!!!! NEIDE ME SEGURA, POIS EU VOU VI-A-JAAAAARRR~ HUAAHAHAHAHA~

Notas finais
Para as que estão doidas por um lemon já vou logo adiantando... Vai ter lemon sim nessa viajem. *corre* Gostou? Gostou. Não gostou? Não gostou. COMENTE! Me ajuda demais da conta -D