Young Folks
14 Shortinhos vermelhos atiçam os curiosos a descobrirem certos relacionamentos.
Notas iniciais
OOOOOOOOOOOIOLAA PESSOOAAAALLL!!!
Yeaaaahhhh! A OhhTrakinas aqui está realmente muito feliz e satisfeita com essa fanfic aqui! Agradeço a todos vocês que estão comentando, aos novos leitores, enfim, amo todos!
Agradecimentos especiais para a queridissima HanakoNeko pela recomendação! Cara, obrigada mesmo pela recomendação, isso me deixou muito, muuuito feliz! ASDHASDAHG. Valeu mesmo TuT
Enfim! Um beijão na bunda, boua leitchura o
Capítulo não revisado.
Kuroko e Kagami acabam de descer as escadas no final da tarde quando as aulas acabaram. Realmente passaram a tarde inteira no telhado, mas não fizeram nada demais, apenas ficaram no amassos e aquele “fogo” conhecido. Não chegaram a transar.
Andavam pelos corredores que tinham uma movimentação menor já que a confusão do papel de ouro já tinha sido resolvido. Os dois andavam pelo corredores indo em direção aos dormitórios, tentariam dormir cedo para o dia seguinte já que teriam bastante coisa pra fazer nas aulas. –Bom, eu fico por aqui. –Disse Kagami, parando em frente a porta do seu dormitório. –Ok... –Kuroko sorri, parando em frente ao ruivo. Kagami o puxa pelo braço e sela seus lábios, num selinho calmo que é correspondido por Kuroko. Ambos se afastam e sorriem um para o outro.–Boa noite. –Diz Kuroko.–Boa noite. –Kagami responde. Kuroko se vira indo em direção ao seu dormitório e Kagami entra em seu dormitório, colocando as costas atrás da porta e respirando fundo, soltando um sorriso bobo logo em seguida. Estava tão feliz, finalmente tinha ficado com Kuroko, e a melhor parte disso era que passou a tarde inteira com o menor no telhado. –Ahh, acho que posso morrer agora... –Disse abobadamente com os olhos fechados e um sorrisinho besta na cara. Estava se sentindo nas nuvens. –Nada disso, deixe pra morrer depois que me ajudar a arrumar nossas malas! O ruivo abre um de seus olhos mantendo o outro fechado, encarando a sua frente um loiro com uma camiseta e um short vermelho curto, praticamente pulando em cima de uma mala tentando fechá-la. –O que está fazendo? –Perguntou Kagami. –Fazendo as malas, ué! –Malas? –Ohh, esqueci que você passou a tarde toda aproveitando o Kurokocchi no telhado e ficou por fora do que aconteceu no internato hoje! –Ele toma fôlego e finalmente consegue fechar o zíper. –Akashicchi conseguiu uma viagem para a gente. –Como assim? Kagami estava extremamente confuso. Kise sai de cima da mala e bufa. –Se lembra que o diretor as vezes disponibiliza um passeio para alguns alunos desde que achem um papel de ouro? Então, o Akashicchi conseguiu pegar o papel e agora iremos viajar junto com um outro grupo que também conseguiu pegar o papel. –Ohh, entendi! E dessa vez não rasgaram o papel igual ano passado? –Kagami disse relembrando o acidente que havia acontecido no ano anterior. –Dessa vez Akashicchi não deixou... Midorimacchi disse que ele arrancou os dedos do garoto que pegou o papel antes que acontecesse alguma besteira. –Sério que o Akashi cortou os dedos do garoto?–Cortou.–Gente... Kagami estava impressionado e um pouco assustado, não sabia que Akashi era realmente capaz de fazer aquilo. Bom, o ruivinho estava em um internato, né? Achar que ele era não seria errado. –Bom, vai arrumar suas malas, a gente sai daqui amanhã cedo. –Disse Kise. –Mas e essa mala gigante aí? Não é pra nós dois? –Perguntou Kagami confuso. –Essa daqui meu queridinho, é minha! Tudo o que eu vou precisar nesses três dias que passaremos fora. Bom, agora você que arrume sua própria mala. –O loiro cruza os braços. –Tsc... Você é uma bixona mesmo, né? Parece uma mulher, olha pra essa mala! Que exagero! –Hahahaha, a é?? –Kise dá uma risada e empurra Kagami para a cama. O loiro fica por cima do ruivo que estava deitado. –Oe, Kise! –Kagamicchi fala que sou uma bixona, mas aposto que passou a tarde inteira comendo o Kurokocchi... E quem sabe não foi você mesmo que deu a bunda, né? –Sorriu de forma marota. –Primeiro, não transamos. Segundo, não sou eu que vou dar a bunda... E terceiro, saia de cima de mim, está pesado. –Ai ai Kagamicchi... –Kise suspira e se debruça em cima do ruivo. –Acho que finalmente nossas vidas amorosas estão dando certo. –Sorri. –Como assim? –Aominecchi também está comigo, sabia? E eu estou extremamente feliz. –Ryota sorri meio bobo. –Agora é eu e você que estamos felizes com as pessoas que nós gostamos, legal né? Heh. –Hunf, Aomine tem sorte. Você tem belas pernas, tenho que admitir. –Obrigado. –Fez biquinho. O loiro se levanta sentando novamente na cintura do ruivo. –Esse short vermelho é novo? –Perguntou Kagami olhando para a vestimenta de baixo que o loiro usava. Um short vermelho curto com umas listras brancas no lado. –Uhum, chegou hoje no correio pra mim. Fui na diretoria pegar e foi uma das minhas irmãs que me mandou. Ela disse que era a minha cara. –Pois é, um short curto meio ousado. Combinou com você... Deixa suas pernas amostras, e acho que o Aomine vai gostar. –Kagamicchi é tão gentil! –Disse balançando o corpo em pulinhos em cima do corpo do ruivo. –Kise para! –Kagami disse segurando a cintura do mesmo para que parasse de quicar em cima de si. –Tsc, está machucando. –Oh, desculpe! –O loiro sai de cima do mesmo e fica de pé ao lado da beliche. –Ai meu Deus! Estou me esquecendo de uma coisa! Kagamicchi eu já volto, e vai arrumando sua mala!
Kise se vira e vai até a porta, saindo do dormitório apressadamente. –Oe, Kise! ... Hn... Mas ele vai sair daquele jeito? Aquele short parece uma boxer! Tsc, ahh esquece... Vou arrumar minha mala. Kise corria pelo corredor dos dormitórios tentando fazer o menos barulho possível para não chamar a atenção dos guardas e levar um possível suspensão. E também não poderia abusar muito da boa vontade de Akashi, porque né, sabe-se lá se o baixinho irá o livrar das encrencas novamente. O loiro desce as escadas até chegar no portão que dava para o pátio, mas o mesmo estava trancado. –Mas que droga... –Disse para si mesmo, vendo que o zelador já tinha fechado tudo. O loiro olhou para os lados e acaba vendo uma janela com um vidro quebrado. Dava pra passar por ali. Kise anda até a janela que ficava um pouco alta. Ele põe as mãos no batente da mesma e faz um impulso com o seu corpo para o lado de fora da janela, e por sorte não havia nenhum caco de vidro na mesma então acabou nem se machucando. O loiro pula para fora do prédio e vai até o pátio, correndo pelos cantos para não ser visto até a parte de trás dos prédios numa parte que ninguém ia. Ao chegar lá, esperava ver apenas o seu cachorro sem nome, mas acaba vendo seu cachorro e:–Aominecchi!? –Disse Kise surpreso. –Oh, Kise... E ai. –Disse sem muita cerimônia. O moreno estava agachado com o animalzinho no colo. –O que faz aqui? –Eu sei que você sempre vem pra cá a noite pra alimentar o pulguento, então acabei vindo também. Vendo a ideia de Aomine, o loiro não pode não sorrir com aquilo.–Então veio me fazer companhia? –Disse com um sorrisinho de esperança. –Talvez, quem sabe... Heh. E que shorts são esses? –Gostou? –Fez uma pose. –Gostei... –Disse meio bobo. –Suas pernas são bem bonitas, deveria mostrar mais. –Heh, Kagamicchi estava certo, ele disse que você iria gostar. Eu recebi hoje das minhas irmãs, elas me mandaram pelo correio e eu peguei hoje na diretoria. –Entendi... –Aomine põe o cachorro dentro da caixa de papelão, se levantando do chão. –E ai? Vai querer passar a noite aqui comigo aproveitando a minha maravilhosa presença?–Acabar dormindo e ser acordado com gritos dos guardas enquanto eles nos levam a diretoria? Ter Akashicchi mais uma vez nos salvando vestido numa roupa de ginástica? Nada disso senhor com a presença maravilhosa. –Respondendo divertido, num tom brincalhão. Os dois são risada. –Sabe Aominecchi... Eu realmente estou feliz com isso, sabe? Já faz um tempo que eu gosto de você, e agora que realmente estou com você tudo me parece tão mágico... –Kise disse aquilo com certa ternura em sua palavras. Era algo profundo que vinha de seu coração. Aomine ao escutar aquilo ele sente seu peito esquentar. Sabia ele que o loiro estava dizendo aquilo com toda a sinceridade que lhe cabia. Ahh, escutar Kise falando aquele tipo de coisa era tão bonitinho... Bem gay, pra falar a verdade. –Você é bem gay, sabia disso? –Disse o moreno, sorrindo e se aproximando do loiro. –Oh sim, disse o hetero! –Brincou Ryota, colocando os braços em volta do ombro de Daiki. –Eu não sou gay! Só gosto de você, apenas você... Outro homem não vai me chamar a atenção. –Espero que sim. E Kise por fim, aproxima seu rosto no rosto do Aomine e os dois encostam seus lábios num beijo cálido. Parecia que os dois só podiam ter aquele tipo de momento a sós apenas de noite naquele mesmo local, longe de todos. E era bom assim... Aomine aproveitando o beijo daquele jeito, sendo correspondido a cada vez que enfiava sua língua pra dentro da pequena boca úmida de Kise, ele escorrega suas mãos para a cintura do mesmo a apertando com força, recebendo uma lufada de ar entre o beijo. O moreno os movimenta até bater com a arvore que havia ali, aprofundando mais o beijo que agora era fervoroso e gulosos, com as bocas já ficando vermelhas. Aomine desce uma de suas mãos até a barra do shorts vermelhos que o loiro usava, abaixando-a. Percebendo quais eram as intenções do moreno, Ryota segura a mão de Aomine e afasta um pouco seu rosto. –A-aominecchi, não! –Disse com a respiração pesada graças ao beijo. Daiki o ignora e desce seu rosto ao pescoço alvo do mesmo, beijando-o com luxúria e dando leves chupadas. Kise estremece. –Aominecchi, e-espera...! –Hmm, vamos lá Kise... –Disse com a voz baixa, subindo seu rosto para morder o lóbulo da orelha do menor. –Que tal, hã? Não tem ninguém aqui... –M-mas Aominecchi, eu-–É só a gente não fazer barulho... –Sussurrou. –Aominecchi, para... Daiki o aperta mais contra seu corpo, e aproxima seu rosto novamente o beijando. Porém o beijo dessa vez não era correspondido. –DAIKI! –Kise fala um pouco mais alto, podendo chamar a atenção dos guardas que por sorte, não chamou. –O que foi!? –Aomine se afasta um pouco. Kise não diz nada, estava com o rosto vermelho e respirava pesadamente e rapidamente. Seu olhos ameaçavam chorar, as vezes o loiro era bem sentimental. Sem dizer mais nada, Ryota se vira e pega o cachorrinho que estava dentro da caixa e se afasta, saindo em correndo em direção ao dormitório, deixando o moreno sozinho com cara de bobo debaixo daquela arvore sem entender nada. –Mas o que eu fiz? –Perguntou para si mesmo, confuso. –Aominecchi idiota! –Falou Kise, enquanto corria com o cachorrinho nos braços.[...]Akashi sempre gostou de viajar, principalmente de ir para praias. Ele sempre reclamou que sua cor era feia e muito clara, gostava de ir à praia pra pegar uma corzinha, fazer castelos de areia, se enterrar na areia, nadar no mar, apesar de ter um medo fudido do mar... Só não gostava da parte em que a areia se infiltra de forma devastadora na sua sunga e parece que você está com um tolete de merda no meio das pernas. É, disso ninguém gosta... –Protetor solar... –Disse o ruivinho sentado na beliche. –Confere... –Disse Murasakibara olhando a mala. –Óculos de sol.–Confere. –Sunga. –Confere. –Pázinha, balde de areia e moldes de areia... E patinho de borracha. –Confere tudo.–Ótimo. Tirando minhas roupas e mais algumas coisinhas, essas coisas são essenciais. –Sorriu o ruivinho satisfeito com sua mala pra viajem. –Akacchin parece uma criança com todos esses brinquedos. –Cala a boca Atsushi, isso daqui não são brinquedos... Eu não quero “brincar” na areia... O que você chama de brincar na areia, eu chamo de fazer obras de artes, esculturas que causariam inveja a qualquer escultor renomado, Michelangelo que o diga! –Akachin está se comparando ao Michelangelo?–Ter um pouco de confiança própria faz bem a pele meu caro... –Sorri. –Se Akacchin, diz... –Disse o grandão com cara de sono, indo se deitar em sua beliche. –Pois é, ‘Akacchin’ diz, ‘Akacchin’ sabe... Agora o Akacchin vai sair pra beber água por que Akacchin tá com sede... –Ele anda até a porta de seu dormitório abrindo-a. –O diretor deveria colocar pelo menos um bebedouro em cada dormitório, né? Não precisaria sair pra matar minha sede e correr o risco de ser pego pelos seguranças. — Resmungou andando pelos corredores. Estava tudo escuro, até o momento que um pouco mais a frente no corredor, perto da escada, viu uma luz de celular e alguém que falava baixinho. Akashi olhava para a tal direção um tanto curioso... Ele não iria admitir, apesar de achar uma tremenda falta de educação ser curioso e ficar bisbilhotando a vida dos outros mas, estava querendo muito saber quem era que estava ali falando ao telefone tão baixinho... Para falar daquele jeito a conversa deveria ser constrangedora, ou secreta ou estavam planejando fazer um ataque terrorista no internato com a ajuda de Ozama Bin Laden... Apesar do mesmo estar morto, mas se estivesse vivo, porque diabos se preocuparia com um internato? Existe os Estados Unidos!O pequeno ruivo caminha devagar até chegar num ponto onde conseguia ouvir a voz da pessoa. –Ei, não precisa gritar no telefone, eu estou te escutando, sabia? Aquela voz... Conhecia aquela voz até no inferno! –Shintarou? Mas o que diabos está fazendo aqui no corredor? –Pronto, e o botão “curiosidade” foi acionado. –Eu já disse que estou bem... –O esverdeado falava no telefone com um tom de cansaço e falso estresse. –Oe, eu já disse que estou!
–Com quem será que ele está falando? –Perguntou-se Akashi. –Você parece minha mãe sabia? Hã? Sim, sim, também estou... Aham... –Será que é namorada? Não, pera... Shintarou num tem cara de ter namorada, ele é muito nerd pra isso! –Não de risadas... Tá bom, tá bom... Akashi não percebe, mas Kise, que até então estava andando em direção ao seu dormitório, acaba se encontrando com o menor e vê ele todo inclinado para ver alguma coisa. O loiro se aproxima com o bichinho em mãos. –Akashicchi... –Sussurra perto do rosto do mesmo. –AHH DEMÔNIO! –Grita o ruivo de susto, pondo a mão na boca e encara olha para o Midorima, percebendo que o mesmo ainda não tinha percebido sua presença. –Mas que merda, o quê foi!? –O que está fazendo? –Pergunta o loiro curioso. –Eu num to fazendo nada, quer dizer, OHH CACETE O QUE É ISSO!? –E mais uma vez se assusta ao ver que Kise segurava um cachorrinho. –Shh, fale baixo, os seguranças podem escutar a gente! E esse daqui é meu bichinho de estimação... –Sabe que é proibido a criação de animais no internato e mesmo assim tem um cachorro... Ousadia, eim! –Diz Akashi um pouco impressionado. –Por favor, não conte a ninguém... Bom, enfim, o que faz aqui?–Cala a boca, fala baixo... O Shintarou tá falando no telefone de forma muito intima... Tô achando que ele tem uma namorada. –Acha mesmo que é a namorada falando no telefone? Mas o Midorimacchi nunca nos disse que tinha uma namorada. –Pois é, por isso que estou tentando descobrir alguma coisa. Os dois continuam a ficar em silêncio tentando prestar mais atenção na conversa de Midorima. –É, eu sei, eu sei... Tá bom.. Um beijo, também te amo... Tsc, é, isso mesmo, algum problema!? –Resmungou o esverdeado no telefone. –É NAMORADA! –É SIM! Kise e Akashi concordam ao mesmo tempo, convictos de que Midorima conversava com uma pessoa cujo poderia ser sua namorada! –O que estão fazendo? E Kise e Akashi escutam uma voz grossa sussurrando atrás de si. Os dois sentem suas espinhas arrepiarem e um frio repentino tomar conta de seus corpos por causa do susto. –AHHH CAPETA! –Akashi se vira assustado. –Puta merda, se vocês querem me matar do coração, me ver morto, pode falar, eu não ligo não, sou totalmente aberto pra isso, sabe? Eu vou entender, eu vou! Porra, já é a segunda vez que quase tenho um ataque cardíaco. –Resmungava o ruivo com a mão no peito. –Me desculpe senhor “realeza”... –Resmungou Aomine que apareceu repentinamente atrás dos dois. –O que estão fazendo? Estão tentando ver o que? –Disse curioso. –Mas essas pessoas são curiosas, né? –Disse Akashi erguendo uma sobrancelha. –Akashicchi, era você que estava todo esgueirado aí tentando escutar a conversa do Midorimacchi. O curioso aqui é você! –Disse Ryota. –Conversa do Midorima? –Falou Aomine, ainda mais curioso. –Tsc, calem a boca os dois, ele vai escutar a gente! Escuta Daiki, é que o Midorima tá falando com a namorada dele pelo telefone. –Namorada? E ele lá tem moral pra ter uma namorada? –É engraçado como todo mundo duvida que o Shintarou tenha uma namorada, né? Eu mesmo nem acredito! –Dizia divertidamente o baixinho ruivo. –Tá bom, tchau... –E escutaram o barulho do celular ser fechado e o corpo de Midorima se reerguer da escada e dando passos em direção aos curiosos. –Puta que pariu, o Shintarou tá vindo! –Akashi disse num leve desespero, empurrando os dois que estavam estáticos até então. Midorima iluminava o corredor com o próprio celular para ver a onde estava indo. Iria voltar ao seu dormitório quando levou um pequeno susto ao avistar três pessoas tentando beber água no bebedouro ao mesmo tempo. –Ahh que susto, merda! –Vociferou o esverdeado. –Achei que fosse algum bicho de três cabeça no bebedouro! Nossa cara... –Colocou as mãos no peito, tentando controlar a respiração. –É bom levar susto, né? –Disse Akashi. –Anda vendo muito filme de demônio, cara... –Disse Aomine. –O que diabos estão fazendo aqui, hã? Já passou da hora do toque de recolher. –Falou Midorima. –Err, estávamos com sede... Todo mundo... Ao mesmo tempo! –Disse Akashi, tentando achar alguma desculpa para aquilo. –Sério? –Midorima, culto do jeito que era, não acreditou naquilo. –Ué, sabe como é né, as reservas naturais de água doce estão se esgotando por causa do calor excessivo e graças a isso o ser humano está precisando de mais e mais água pra sobreviver, né? É sede que não acaba mais. –Falou Aomine, ajudando Akashi a montar uma desculpa esfarrapada. –Sabe que tudo o que você acabou de dizer não faz o menor sentido, né? –Disse Midorima, com um semblante de desinteresse. –Odeio gente culta. –Bufou Akashi. –Tsc, tá bom, não me interessa o que vocês estão fazendo aqui, ok? Eu vou voltar pro meu quarto e espero que vocês não se metam em encrencas. Midorima continua seu caminho em direção ao seu dormitório, deixando os três idiotas para trás. –E ai, Akashicchi? –Perguntou Kise, curioso. –O que quer fazer?–O que eu quero? Heh, eu quero a verdade Ryota... A verdade... –E Akashi deu o seu melhor sorriso, o sorriso de fez suas bochechas inclinarem e seus dentes ficarem a mostra. Um verdadeiro sorriso de psicopata onde seus olhos heterocromáticos brilharam no escuro! –Eu irei descobrir quem é a namorada do Shintarou! Nem que eu demore a viajem inteira...
Notas finais
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