Young Folks

12 Ginasticas ajudam os pombinhos que se revelam e os pombinhos que aprendem.


Notas iniciais
Yeaah! Oiolaa genteee! O capítulo saiu um pouco mais cedo, porém o próximo capítulo vai sair apenas do domingo e assim por diante C: GENTE! ANTES DE MAIS NADA! ~ Quero agradecer muito ft demais a linda Anna McCall pela recomendação. Gente, isso me fez realmente muito feliz! Me deixou meeega alegre! UASHDASBDASIAGD. Um beijão sua linda! o Sem contar de outros dois escritores e leitores que estão lendo a minha fanfic. Fico muito feliz com a presença deles. Ahh, me sinto nas nuvens ÇuÇ Enfim, aproveitando que hoje estava meio boba e alegre, vim aqui rapidão, né? :U Um beijão na bunda e boua leitchura. E obrigada a todos

Logo pela manhã, quando poucos alunos já estavam acordados se arrumando para irem estudar, seios fartos pulavam a cada passo corrido por aquela garota. Os cabelos rosas esvoaçavam pelos corredores a medida que ela corria e desviava de outros alunos que passavam por ali.

–Oe, Momoi! Não é permitido garotas aqui nos dormitórios masculinos, você sabe! –Disse um garoto desconhecido.

–É uma emergência! Desculpe!

E continua correndo, até finalmente chegar em frente a uma porta de um dormitório. Ela se apoia nos joelhos e respira fundo, sentindo a garganta ficar seca. Correu muito até chegar ali.

A rosada põe a mão na maçaneta, e sem bater ou pedir licença antes, ela abre a porta no desespero, assustando os dois rapazes que estavam a li dentro.

–AKASHI-KUUUUN!!! Hã...

“Umm, doois, trêes, isso mesmo garotas! Inclinem suas colunas o máximo que puder garotas, isso muito bem! Mais uma vez, Um, dois-“

Momoi se depara com uma cena um tanto engraçada, que faz ela ficar com uma bela “poker face”. Akashi estava vestido naquelas roupas de ginásticas e na frente da pequena televisão, se inclinava totalmente, fazendo suas mãos tocarem seus pés. E Murasakibara estava atrás de si o ajudando na posição, empurrando suas costas para baixo.

–Akacchin... –Chama Murasakibara se afastando um pouco e deixando as costas do menor.

–Hã? O que foi!? Murasakibara eu ainda não toquei os meus- Ohh... –O ruivo encara a rosada que estava de pé o encarando sem expressão.

–O que estão fazendo? –Pergunta a menina.

–Estou fazendo alongamento do DVD de ginástica que a minha mãe me deu, droga! –Akashi se levanta. –Sabia que é falta de educação atrapalhar as pessoas logo de manhã!?

–Desculpa mas... Não sabia que você praticava essas coisas.

–Pois eu pratico minha filha! Já consigo até botar meu pé atrás do pescoço, tô fera! Atsushi disse que a cada dia to ficando flexível.

–Tá mas... Você não deveria estar se arrumando para ir pra primeira aula?

–No meu horário agora é artes. Ninguém respeita o professor de artes, ninguém gosta de artes. Então prefiro ficar aqui no meu dormitório praticando alongamento com o meu corpinho saliente.

–... Ok então...

–Tá, mas o quê que foi?

–Ohh sim! O DAÍ-CHAN E O KI-CHAN ESTÃO EM PERIGO! –Ela muda totalmente mostrando-se desesperada.

–Hã? O quê que houve? –Ele estreita os olhos.

–Parece que eles dormiram d lado de fora dos dormitórios e se esqueceram completamente do toque de recolher, então hoje de manhã foram encontrados e levados para a diretoria! Levarão suspensão!

–Ahh que maravilha! Aqueles idiotas escolhem pra se comer justamente no toque de recolher, e ainda quer que eu, uma pessoa ocupada que tem mais o que fazer, vá salvar eles! Eu mereço isso? –Disse olhando pro Murasakibara e o arroxeado balança a cabeça negativamente. –Pois é, não mereço.

–Vamos lá Akashi-kun, por favooor~ O Dai-chan me ligou logo de manhã todo desesperado.

–Tsc, tsc, ok, vou salvar eles. Vocês não vivem sem mim. Atsushi! Fique aqui no quarto, guarde o DVD, e se a próxima aula começar diga ao professor que quebrei a perna caindo da beliche.

–Tá bom, Akachin.

Akashi sai do quarto, andando no corredor e Momoi o segue.

–Acha mesmo que o professor vai acreditar nessa mentira? –Disse a rosada.

–O próximo professor é o de Geografia, ele morre de medo do Atsushi e qualquer coisinha que o mesmo fala ele acredita. –O ruivo diz num sorrisinho.

–E não vai trocar de roupa?

–Por favor, eu fico muito bem nessa roupa. –Revira os olhos, não dando bola para o que a rosada diz.

“Aquele não é o Akashi?”

“Que diabo de roupa era aquela?”

“Não olha não, não olha não! Sem contato visual, se não ele te mata...”

–Meu Deus, eu quero morrer...

Aomine se lamentava, apoiando a cabeça no seus braços e escondendo sua face. O moreno estava sentado ao lado de Kise em uma poltrona em frente a mesa do diretor. O diretor estava andando de um lado para o outro falando e falando.

–Esse cara não cala a boca! –Murmura Aomine, não aguentando mais ficar ali.

–Calma Aominecchi, no mínimo o Akashicchi tá chegando.

–Tomara...

–VOCÊS ESTÃO ESCUTANDO!? –Grita o diretor, chamando a atenção dos dois.

–Graças a Deus eu não sou surdo senhor! –Fala Aomine, com a voz carregada de sarcasmo.

E mais alguns minutos de pura bronca vindo da parte do diretor, escutam-se a porta ser aberta e revelar uma garota de cabelos rosas e um baixinho ruivo com roupa de ginástica.

–Dá licença, cheguei. –Disse Akashi, entrando na sala.

–Akashiiieee! –Disse Aomine, quase levantando da poltrona pra abraçar o ruivo, mas desistindo. –Que porra de roupa é essa?

–Quem autorizou a entrada de vocês? –Disse o diretor.

–Eu autorizei a minha própria entrada senhor Diretor. Sai daí Ryota, quero sentar...

Kise não questiona nada, apenas se levanta.

–Minhas pernas estão doloridas... –Bufa o ruivinho, sentando-se na poltrona.

–O que você quer aqui Akashi? Estou ocupado dando uma suspensão para esses dois delinquentes.

–Senhor diretor, queira desculpar esses dois idiotas que estão aqui presentes, eles são meio burros e tem dificuldade de aprender as coisas, como que chamam isso? Hmm, déficit de atenção. É.

–Ei! –Aomine se pronuncia.

–Cala a boca, que to tentando te ajudar! Era pra eu estar fazendo meu alongamento, mas não, eu to aqui. Então diretor, é isso... Não queira ligar para esses idiotas.

–Eles precisam ser punidos! Quebraram as regras do internato.

–Quebrar regra todo mundo quebra, ué. No mínimo eles só queriam tomar um ar puro...

O ruivo respira fundo.

–Daiki, Ryota e Satsuki, saiam dessa sala, terei uma conversinha com o diretor.

Os três que estavam atrás ficam confusos, mas preferem não questionar, então eles saem da sala.

–Ei, quem disse que eles podem sair? Ainda não terminei!

Akashi se levanta da poltrona e pega uma tesoura que estava do lado da mesa, apontando pro diretor.

–Escuta aqui seu velho feio, eu não sai do meu dormitório, eu não interrompi o meu alongamento pra chegar aqui e não fazer o que tem que ser feito. Deixa aqueles dois irem embora e fingir que nada aconteceu, que droga!

–S-solte esse tesoura Akashi, se não-

–Se não nada, vai deixá-los irem agora, ou vou ter que dizer a todo mundo que o diretor se suicidou com uma tesoura no olho dele!?

–... Tesoura no olho?

–Bem... –O ruivo se aproxima. –No meio... –Aponta a tesoura. –Do olho...

O diretor podia ser a pessoa de maior respeito naquele internato, mas quando aparece um delinquente vestido de roupa de ginástica e aponta uma tesoura pra sua cara, o título de diretor não valia de nada.

–Tá explicado por que a família Yohannes é famosa não pelas marcas de carros produzidas, mas por causa dos dois herdeiros que são um caso perdido. –Disse meio assustado. –São completamente psicopatas.

–Que nada... É que eu quebrei um vaso da sala e rasguei um saco de açúcar da minha mãe.

–Açúcar?

–Sim, bem no período que o país estava em crise de açúcar. E era um açúcar caríssimo.

–... Entendo...

–E aí? Vai deixar aqueles dois babacas livres sem punição nenhuma ou terei de fazer você ficar caolho? Espero que goste de tapa olho, senhor diretor.

–S-sim, claro! Eles estão livres... Livres...

–Muito bom Diretor, você é inteligente. –Akashi se afasta um pouco. –Com sua licença, sim?

Akashi dá as costas e sai da sala, levando a tesoura consigo.

–O que você fez? E que tesoura é essa? –Pergunta Aomine meio desconfiado.

–Dei o meu jeitinho de persuasão absoluta, meu bem! Você e Ryota estão livres.

–Ehhhh, Akashicchi é o melhor! –Disse Ryota dando pulinhos.

–Sim, sim, eu sou o melhor mesmo. –O ruivo respira fundo. –Espero que os dois idiotas não se metam mais em burradas! E dá licença, meu corpo está esfriando, preciso voltar logo aos exercícios antes que o sinal toque.

Segundos depois, escutasse um- “PRRIIIIIIIIMMMMMM” –Barulho de sinal.

Todos ficam em silêncio...

–... MERDA! –Akashi grita de raiva. –Eu nem terminei de fazer a droga dos alongamentos. Que raiva! Vou ter que ir pra aula de Geografia...

–Heheh, valeu por chamar ele Satsuki. –Disse Aomine, começando a andar para fora do corredor da diretoria.

–Não tem de quê Daí-chan. –A rosada disse.

–Ainda bem que podemos contar com o Akashicchi pra resolver essas coisas.

–É como ele diz, “a persuasão absoluta” dele. –O moreno faz aspas com a mão.

Os três dão risada.

–Estou indo rapazes, estou atrasada para a minha segunda aula. –A garota acena e sai correndo, se distanciando dos garotos e indo para a sua sala.

Aomine e Kise continuam a andar em direção a sala de aula calmamente.

–Nossa, nem perguntei, onde que está o pulguento? –Perguntou o moreno, tentando acabar com aquele clima meio pesado entre os dois.

–No mínimo se escondeu quando viu os guardas se aproximando... Ele é um cachorro esperto. –Disse Ryota.

–Heh, ainda bem...

–Escuta Aominecchi... –Kise põe as mãos pra trás e passa a olhar para os pés que caminhavam. Parecia estar um pouco nervoso agora.

–O quê?

–Depois de ontem... Quer dizer, depois do beijo... Err... Hm. –Ele parece pensar no que dizer. –Será que eu poderia pensar que a g-gente é... é... Um casal?

Kise por fim disse, sem encarar o moreno ao seu lado. Suas bochechas estavam rubras, e queria dizer a palavra “namorados” em vez de “casal”, mas não queria forçar muito. Aomine parecia manter-se calmo mesmo com tudo aquilo. Ele então olha para as mãos que estavam entrelaçadas atrás das costas do loiro por causa do nervosismo, então ele pega uma delas e entrelaça seus dedos nos do outro. E percebendo que sua mão agora estava de mão dada com a de Aomine, Kise vira o rosto meio surpreso e não consegue conter a felicidade que agora se estampa em seu rosto num sorriso radiante de bochechas vermelhas.

Aomine vendo aquela expressão, não consegue não sorrir também. Mas foi um sorriso relaxado. E foram para a sala de mãos dadas, sendo seguidos por vários outros olhares curiosos.

É... Pode pensar que eram um casal agora...

[...]

Minutos mais tardes, Akashi entra na sala de aula um pouco atrasado. Já estava vestido com o uniforme normal, e vê que na sala de aula só havia Murasakibara, Aomine, Kise e Midorima.

–Akashi Seijuuro, está atrasado. E Murasakibara disse que havia quebrado a perna quando caiu da beliche. –Disse o professor interrompendo a aula.

–Pois é, foi uma dor horrível!

–Sua perna não parece quebrada. –O professor abaixa os óculos e o encara com um olhar reprovador.

O ruivo pouco se importando senta em sua mesa.

–Pois é professor, meus ossos são uma maravilha, o senhor precisa ver! Quebrei hoje de manhã e já estão curados... Tomei muito leite e Biotônico Fontoura quando era criança.

A sala toda dá risada.

–Vou fingir que é verdade. Terá de me entregar uma redação explicando a taxa de natalidade da Índia.

–Tsc, ótimo! Explicar o número de nascimento do país mais populoso do mundo! Ué, o povo transa demais, não usa camisinha, não tem TV e internet, quer o que?

–Não se preocupe Akashi, eu tenho a redação pronta aqui no meu caderno. –Disse Midorima.

–Como esperado do segundo mais inteligente dos nossos amigos. –Falou Akashi, sorrindo e pegando a folha da redação.

–Segundo mais inteligente? Quem é o primeiro? –Ajeitou os óculos.

–Está olhando pra ele. –Akashi pisca. –Pois bem, vejamos... –O ruivo dá uma lida na redação. –É, chato... Enfim, cadê o Taiga e o Tetsuya?

–Ainda não chegaram. Bakagami disse que estaria do telhado. –Falou Aomine, escrevendo no caderno.

–Eita, tá pegando meu irmãozinho... –O ruivo estreita o olhar. –Espero que Taiga tenha aprendido a beijar, já que ele disse que estava com dificuldades.

–Aprendeu sim. Aprendeu muuuito bem... –Disse Midorima disfarçadamente olhando para o Aomine, que estava o olhando de canto com um olhar assassino. E todos passam a olhar para o azulado.

–O quê que é agora!? –Aomine larga a caneta e passa a encarar seus amigos.

–Por quê Midocchin disse isso olhando para o Aocchin? –Perguntou Murasakibara apontando para os dois.

–Vai me dizer que tu ensinou o Taiga e beijar?... NEEEEEEEIDE!

–HÃ, O QUE? L-LÓGICO QUE NÃO!

–Aominecchi realmente beijou o Kagamicchi!? Eu deveria me sentir com ódio e com vontade de te matar, mas... Imaginando você de professor e ensinando esse tipo de coisa me excita. –Disse Kise pensativo.

–PORRA KISE, NADA A VER! –Aomine grita em desespero. –É o Midorima que tá falando merda!

–Bom, vamos esquecer isso, heh. Ensinou ou não ensinou, não importa mais! Só fiquem sabendo, meus caros amigos, que no mínimo o idiota do Taiga deve estar comendo o Tetsuya nesse exato momento...

Akashi disse com um tom meio pervertido, e todos passam a olhar para frente pensativos.

–Que nojo... –Disse Aomine.

–Desnecessário pensar nisso, Akashi... –Disse Midorima.

–Hmm... Parece interessante. –Disse Kise.

–... Estou com fome... –Murasakibara.

Em vez de estarem estudando, os dois estavam em cima do telhado da escola. Kuroko estava de frente para o Kagami, e o vento assoprava de leve os cabelos de ambos que estavam com suas bochechas vermelhas. Seria uma bela cena de anime shoujo, se acaso fosse.

Kuroko respira fundo e começa a falar:

–Kagami-kun, eu... Eu quero me desculpar pelo o que eu fiz ontem... Eu estava apressado demais, então-

–Kuroko, não precisa se preocupar... –Kagami coça a nuca. –Eu sai correndo por que estava com medo de fazer feio. Eu sou um idiota.

–Que fofo, Kagami-kun... –Disse Kuroko com um sorriso meigo.

–Calado. –O ruivo fica meio constrangido. –Bom... Não irei fugir dessa vez.

Kagami começa a se aproximar de Kuroko.

–Kagami-kun?

E num impulso, Kagami aproxima o corpo do menor para perto de si, e aproxima os rostos num beijo caloroso.

“Se você quer dar um beijo no Tetsu, tu tem que ter pegada. Slá, primeiro pega ele pela nuca, e de quebra também pega na cintura o trazendo mais pra perto. Pega com vontade. E se estiver excitado é só roçar o teu pau nele.”

Lembrou-se das lições de Aomine, então bastou botar em pratica. Pegou na nuca e pegou na cintura, o trouxe mais pra perto e conseguiu escutar Kuroko arfando. E estava excitado, então se roçou no baixinho.

Ouviu um gemidinho baixo.

É... Estava satisfeito com o resultado do ensino.