Young Folks

17 Determinações de Bixas Sempre Deixam Bonecas vulneráveis a Curiosos Malignos.


Notas iniciais
E OLHA QUEM ESTÁ DE VOLTA! YEAAAAAAAAAAAAAHHHH!!!! Olá pessoal, por favor, não vão achando que eu voltei a minha postagem regular de um capítulo por semana e tals, não, nada disso. Eu ainda continuo na merda, estou estressada e apenas estou aproveitando essa semana de saco cheio pra descansar. E aproveitei pra escrever pelo menos Young Folks. Sinto pena dos leitores de 21 century gentlemen ÇuÇ HUEUHEUHE BOM! Isso tb quer dizer que o próximo capítulo vai demorar sim, ok? Sabe-se lá quando que ele será lançado, talvez no prox mês. Sim, mês que vem ele sai. Antes de mais nada, tb queria abordar aqui que estou extremamente feliz a mais uma recomendação que recebi! OBRIGADA SO C A R E A S!!!! SIUDHAASBDAUSYATSDF, Nunca comentou na fic, nunca deu as caras, mas ok, agradeço do mesmo jeito sua linda! Ain, amos vocês TuT Um beijão na bunda e boua leitchura. '3' [Capitulo escrito a pressas e não foi revisado de jeito nenhum]

A grande guerra familiar e “amigável” de travesseiros havia acabado, os sete amigos agora estavam deitados em seus colchões quentinhos com seus cobertores grossos e fofos, um ao lado do outro. Kagami e Kuroko estavam dormindo juntos de baixo dos cobertores, Akashi aparentemente estava deitado em seus cobertores, mas suas pernas estavam encostadas ao grande corpo de Murasakibara que dormia pesadamente. Midorima dormia calmamente segurando sua boneca inflável possessivamente para que não furasse e sua sorte, que nem era grande, acabasse. Aomine como sempre dormindo que nem um porco ao lado de Kise, que a propósito, não havia pregado os olhos.

O loirinho era o único acordado naquela madrugada que por sinal já estava acabando. Os mesmo pensamentos que lhe ocupavam a mente mais cedo. Gostava realmente de Aomine, muito. Tanto que tinha medo do que o outro pensasse sobre si, pensava também que uma hora, com este “cu doce” que estava tendo, uma hora o moreno se cansaria de si e iria para uma outra pessoa que não tivesse medo de transar.

Medo...

Poderia não parecer, mas Kise ainda era e virgem, e estava com medo. Não que achasse que Aomine não iria ser gentil com sua pessoa na hora H, mas estava com medo da dor que iria sentir, estava com medo da reação do Aomine do mesmo não gostar, estava com medo de si mesmo.

Kise nunca passou da punheta que sempre batia pensando no moreno, agora imaginar numa situação onde DEFINITIVAMENTE ESTARIA TRANSANDO COM ELE, era um pouco assustador.

–Tenho que parar de ser uma bixa... –Sussurrou para si mesmo, um com um biquinho birrento e os olhos estreitos irritadiço e sobrancelhas juntas.

O loiro apertou os lençóis em que estava deitado, e levantou um pouco a cabeça olhando para todos que dormiam tranquilamente. Olhou para o canto do quarto e encontrou seu cachorrinho que também dormia em cima de algumas roupas, e por fim, olhou para Aomine que estava do seu lado. Não deixou de sorrir minimamente ao olhar para aquele cabeça oca que dormia pesadamente com a boca entreaberta e deixava escorrer um pouco de baba molhando o travesseiro.

Por um momento até pensou em desistir da ideia ridícula que estava tendo mas não iria! Tinha que ser determinado, deixar o medo de lado, ter coragem, para de ser uma bixa, como disse pra si mesmo agora a pouco. Todos estavam dormindo, era uma ótima chance!

–Aominecchi... Acorda. –Sussurrou para o moreno que estava deitado ao lado. O mesmo não escutou.

–Aominecchi? –Balançou seu ombro.

Daiki se remexeu um pouco em seus cobertores e abriu os olhos lentamente, de começo não encarando nada e logo focou sua visão para o loirinho que estava apoiado em seus cotovelos lhe encarando.

–Kise? –Disse baixinho coma voz extremamente rouca por causa do sono. –O que foi? –Bocejou.

Kise morde os lábios antes de falar, logo tomando fôlego.

–Vem comigo no banheiro? –Falou baixinho, sentindo as bochechas ficarem rubras minimamente, mas graças a escuridão que estava o quarto não dava para ver.

–Banheiro? –Perguntou.

–Uhum.

–Vá sozinho Kise... –Murmurou, virando para o outro lado. –Estou morrendo de sono.

Kise teve vontade de meter um murro na cabeça daquele panaca, mas se segurou prendendo a respiração e serrando os punhos. Como aquele idiota poderia ser tão idiota!? Estava tentando dar a bunda, tinha tomado coragem! E era assim que ele reagia?

–Aominecchi! –Disse um pouco mais alto.

–O que é, merda!? –O azulado se vira irritado, encarando o loiro mais uma vez, mas é surpreendido quando seus lábios são beijados. Kise se separa lentamente e mais uma vez fala baixinho:

–Apenas venha comigo... Por favor.

E Aomine percebe que não havia como recusar aquele pedido...

Com os pés descalços não fazendo nenhum barulho enquanto caminhavam pelo corredor largo da pousada, Kise segurava a mão de Aomine enquanto o guiava em direção ao banheiro. Tudo estava silencioso e todos que estavam ali aparentavam estar dormindo. Ótimo. Eles entram num banheiro que estava um pouco afastado dos quartos. Kise ascende a luz e fecha a porta.

–O que foi? –Pergunta Aomine com seu timbre de voz normal, não precisando falar mais baixo.

–Aominecchi... Eu fiquei pensando muito no que aconteceu lá no internato, quando você praticamente me atacou. –Disse com a cabeça um pouco baixa em frente ao moreno.

O moreno ao escutar aquilo sente um pequeno frio na espinha. Pronta, sabia! Kise havia empacado com aquilo, sabia que foi uma atitude idiota sua ao forçar Kise fazer aquilo. Daiki Põe uma das mãos na nuca e a coça sem jeito.

–Kise, me desculpe por aquilo, eu-

Sente o dedo indicador do loiro pressionar seu lábio.

–Esqueça aquilo Aominecchi... E eu ainda não terminei. –Tirou seu dedo dos lábios do outro. –Eu fiquei pensando naquilo e percebi que foi uma atitude um tanto exagerada da minha parte... Eu sou uma bixona mesmo, não é? –Deu uma leve risada.

–Mas é isso que me chama a atenção... Mesmo você sendo uma bixinha louca, eu gosto bastante de você. Parece uma mulher, mas eu sei que é você, Kise. Uma bixa. –Daiki sorri olhando nos olhos âmbar daquele loirinho que gostava tanto.

Kise quase que sente seus olhos marejarem, mas aquele não era o momento para chorar, e sim pra fazer outra. Ele se aproxima de Aomine e abraça o pescoço do mesmo, chegando perto de seu ouvido.

–E foi pensando nisso que eu tomei uma decisão, Aominecchi... Eu não te chamei aqui á toa.

–Isso é sério? –O moreno estava surpreso.

–Uhum...

E a partir dali, Aomine percebeu que estava livre para fazer o que quiser com aquele loirinho. Palavras não foram mais ditas.

Naquela noite onde o céu estava limpo e lua no topo, iluminando o local onde se encontrava a pousada que mantinha suas luzes apagadas; exceto uma. O banheiro em que Kise e Aomine se encontravam estava ficando quente. Suas roupas já haviam sido retiradas a algum tempo, estavam completamente nus um na frente do outro. Kise não sentia-se com tanta vergonha como pensaria que iria sentir. Já vira Aomine nu varias vezes em momento que se encontravam em vestiários ou algo do tipo, mas nada que se comparasse aquilo que estavam fazendo, nu na frente de outro, interagindo entre si de forma tão carnal.

Aomine não poupava suas vontades em passar suas mãos grandes naquele corpo magro com pouco músculo. Ficava impressionado como sua pele conseguia ser tão macia, mas agora entendia, a quantidade de creme que o outro usava tinha que servir pra alguma coisa. Kise estava cheiroso. Sempre foi. Passava sua boca no pescoço, ombro e subia de volta pra boca, apertava-lhe a cintura, deslizava para as coxas e subia à bunda, apertando com força.

Kise arfava e soltava gemidinhos baixos para não chamar a atenção. O loiro se esfregava á Aomine, querendo o sentir mais. Os dois estavam sentados ao chão e o loiro estava por cima. Com os membros totalmente despertos, Kise os juntas, começando uma masturbação. Era uma sensação muito boa que sentia seu membro junto ao de Aomine.

–Que contraste de cor, eim. –Kise comentou em meio aos suspiros, enquanto mexia a cintura, esfregando os membros.

–Você que é branco de mais. –Sussurrou Aomine coma voz rouca, fazendo o mesmo estremecer. Mais um beijo foi feito, de forma sexy e prazerosa.

Aomine aproveita e passa um de seus braços pelas costas do loiro, chegando em sua bunda e enfiando um dedo em sua cavidade. Kise leva um susto e para bruscamente.

–A-aomine-cchi... Hn!

Aquele dedo estava sendo um incomodo! Iria reclamar, mas sente um segundo ser introduzido e o incomodo aumenta. O loiro abaixa sua cabeça até encostar nos ombros do maior e morde os lábios.

–Estou fazendo isso pra te preparar... –Explicou o moreno, beijando o pescoço do outro.

–E-eu sei-Ah!

Daiki põe mais um dedo e os mexem lá dentro até sentir o loiro se relaxar. Depois de um tempo sentiu que o loiro já respondia com gemidinhos e mexia o quadril minimamente. Já estava preparado.

Seu membro já estava melado graças ao pré-gozo, então ele levanta um pouco a cintura do loiro e separa suas nádegas e o penetrando devagar. Aomine sente os ombros de Kise ficarem rígidos e suas pernas começarem a tremer. Escutava a voz de Kise ser contida para não gritar. As unhas do loiro arranhavam suas costas com violência.

Estava sentindo tanta dor assim?

O moreno então sente um cheiro acre de ferrugem e um liquido escorrer em seu membro, ele põe a mão e quando olha para seus dedos vê que havia sangue. Surpreso, Aomine tenta afastar Kise, mas o mesmo se recusa a mostrar seu rosto e mantinha-se preso ao corpo do moreno com seu rosto escondido. Daiki sentia seu ombro molhado.

Kise estava chorando.

Foi aí que Aomine percebeu que Kise ainda era virgem.

–Kise...

–A-aominecchi... –O loiro soltou uma lufada de ar. Realmente, doía bastante.

–Seu besta, nem pra ter me contado... Eu teria tomado mais cuidado. –O moreno beijou seu ombro. –Calma, que vai passar.

–Uhum...

Kise estava feliz, mesmo sentindo uma dor dos infernos que fazia-o chorar, mas ainda assim feliz. Aquele cabeça oca conseguia ser gentil, pelo menos naquelas horas.

[...]

Odiava acordar cedo, mas dessa vez acordou cedo por conta própria, tudo por que estava com uma imensa vontade de ir para a praia pra pegar uma corzinha.

Akashi por um breve momento estranhou o fato de ter amanhecido e não encontrar Kise e Aomine deitados. Bom, o ruivinho não se importou, apenas se levantou e pegou sua roupa de banho e protetor solar. Todos os outros banheiro estavam ocupados com as outras turmas que também estavam no passeio, então o que sobrou era um que era mais afastado dos quartos, um no fim do corredor.

Ao pegar na maçaneta, ele vê que a porta estava trancada.

–Mas o que... –Indaga. Quem era o desgraçado que estava usando esse banheiro? Akashi olha pela fechadura e vê que não tinha ninguém. –Será que está quebrado? Mas eu não vou usá-lo, só quero me trocar...

O ruivinho então volta ao dormitório e mexe em sua mala achando uma tesoura. Ele volta para o banheiro que começa a mexer na fechadura trancada com a tesoura até conseguir arrombar a porta. Quando consegue abri-la ele entra no banheiro e a fecha, e ao se virar encontra dois corpos nus dormindo pesadamente.

–Minha santa Neide... –Disse rapidamente com o susto que tomou. –Estão mortos? –O ruivo olhou direito e reconhece que era Aomine e Kise.

–M-mas que... QUE PUTARIA É ESSA? –Gritou Akashi, acordando no susto os dois que estavam dormindo.

–HÃ? QUE!? AKASHICCHI!? HAAAAAA!!! –Kise se levanta rapidamente batendo o ombro na pia e a cabeça na parede, tropeçando no chão e caindo. Desesperado e com dores não só na bunda e sim no corpo inteiro agora, o loirinho pega suas roupas jogadas no chão para esconder o corpo nu cheio de marcas.

–Ohh, e ai Akashi. Bom dia. – Aomine nem se deu o trabalho de se levantar, muito menos de se vestir ou algo do tipo.

–Muito bonito, vocês transarem no banheiro! Sério mesmo? –Akashi cruza os braços. O ruivinho olha pro Kise que estava terminando de se arrumar. O mesmo estava bem constrangido. –Tomar no cu toma, mas tomar vergonha na cara que é bom, tá difícil, né?

–A-akashicchi! –Kise o olha com um olhar constrangido. Já não foi legal ser flagrado daquele jeito, e ainda era tratado assim!?

–Oe “Akashit”! –Aomine o chama sua atenção. –Vai encher o saco de outro.

Aomine praticamente cuspiu na cara de Akashi, o moreno não estava com paciência para encarar as piadinhas de mal gosto do outro. Pegou na mão de Kise e o arrastou para fora do banheiro, andando no corredor sem ter vestido qualquer tipo de roupa, arrancando gritos de garotas e olhares assustados de meninos e um Kise envergonhado.

–AOMINECCHI, VAI POR UMA ROUPA!

–Cala a boca Kise, estou com sono.

E Akashi os encarava com uma sobrancelha arqueada.

–Vou te contar eim, tenho que passar por cada uma!

[...]

–HAAA, QUE CALOR!

–Kagami-kun realmente reclama do calor, não é?

Os meninos agora estavam na praia que tinha ali perto da pousada. Por sorte ela não estava cheia, eram eles e mais algumas pessoas dos outros grupos, não passava de vinte pessoas. Kise e Aomine resolveram ficar na pousada descansando mais, estavam cansados para qualquer coisa.

–Eu queria ter ficado na pousada que nem o Aomine e o Kise. Aqui está muito calor. –Kagami reclamou.

–Ok então, fique lá com eles e o... Cachorro... –Kuroko deu uma pausa dramática quando disse “cachorro”.

–Não, aqui está ótimo... Tá ótimo... –Kagami estremeceu. Só de lembrar dos maus bocados que passou ao lado daquela criatura maldita... Quase desmaiou.

Kagami então passa a sua atenção para Akashi que estava brincando na areia. O ruivo estava empenhado a fazer uma grande obra de arte, ou pelo menos era o que dizia. Estava cercado de brinquedos e mexia na areia com vontade. Murasakibara estava ao seu lado com um sorvete na boca e um guarda sol, protegendo Akashi do sol.

–Ele realmente está se divertindo... –Comentou Kagami com os olhos estreitos.

–Sim... Não olhe muito é idiota de mais. –Respondeu Kuroko.

–TERMINEI! –Gritou o ruivinho.

–O que é isso? –Perguntou Midorima que estava ao lado, em cima de uma toalha e segurava sua boneca. Tentava muito descobrir o que era aquilo.

–Ué, está na cara, é a Pietà!

Ao falar aquilo, todos dali, menos Murasakibara, estreitam os olhos e fazem uma cara de pensamento aprofundado e pura reflexão.

“Isso não é Pietà! Isso é o demônio!” –Pensou Midorima.

“Akashi tem um péssimo gosto pra arte, ele não sabe fazer nada!” –Pensou Kuroko.

“Pietà? Deixa Michelangelo saber disso...” –Pensou Kagami.

–Está muito bom, Akacchin. –Comentou Murasakibara com um sorriso sonolento.

“Murasakibara é outro que não tem senso pra arte!!!” –Pensaram os três ao mesmo tempo.

–Eu sei, eu sei, está perfeita demais para qualquer tipo de elogio, não é? –Disse Akashi com um sorriso convencido.

–Oh sim... C-claro... –Disse Midorima, receoso em falar qualquer tipo de crítica.

–Bom, minha sunga está cheia de areia... Preciso limpar ela...

Akashi vira seu pescoço lentamente até encarar o grande e imenso mar, o que tinha tanto medo.

–Eu realmente não quero limpar no mar... –Estreitou os olhos. –Mas não tem torneira por perto...

–Por que tem tanto medo de água, Akashi? Você é um ótimo nadador. –Disse Kagami.

–Eu sempre tive medo de água... Acho ela muito estranha, sei lá! Da piscina o meu medo já diminuiu bastante, mas do mar... Eu tenho um medo do caramba do mar! Não tem fim essa bagaça.

Akashi se vira e fica de frente pra Murasakibara e estende seus braços pra cima para que o maior lhe pegue no colo como se fosse uma criança e o arroxeado o obedece. E como se fosse uma mãe indo levar o filho para lavar a sunga no mar, Atsushi levou Akashi em seus braços para lavar a sunga. O ruivinho estava totalmente agarrado ao maior, não ousava em se encostar na água.

–Mas é um babaca mesmo. –Disse Kuroko.

E de repente um celular toca. Midorima olha para o lado e vê que seu celular estava tocando. O esverdeado pega e olha para a tela.

–Tsc, de novo me ligando? –Disse. –Alô?

–Quem será? –Disse Kuroko.

–Namorada? –Kagami.

–Não... Midorima não tem cara de ter uma namorada... Impossível.

Akashi olha por cima do ombro de Murasakibara e vê que Midorima estava falando no celular e parecia estar falando com a mesma pessoa que estava lá no internato. O ruivinho não se esqueceu de sua promessa em descobrir que era a tal namorada do esverdeado.

–Atsushi, vamos pra praia logo, tenho que fazer uma coisa!

–Ta bom, Akacchin.

Murasakibara então vai para a praia e põe Akashi na areia quando chega. O ruivinho corre até Midorima que estranha a aproximação repentina, e com a loucura que Deus lhe deu como se fosse uma divindade, sem medo de ser feliz, Akashi pega a boneca dos braços de Midorima e corre para perto do mar, nunca chegando perto de mais, e a ataca para as águas, deixando as ondas a levar para mais fundo.

–MAS O QUE! AKASHI!!! –Midorima sem se preocupar com o telefone, ele larga o celular na areia e corre para pegar uma prancha, já que não sabia nadar direito, e corre para o mar resgatar sua boneca que estava sendo levada pelas ondas.

–Mas o que diabos, Akashi!? –Perguntou Kuroko, confuso.

–Faz parte do meu plano! Tinha que afastar a boneca do Midorima pra deixar ele longe do seu celular. –Disse o ruivinho.

–Pra que!?

–Quero descobrir quem é a namorada dele.

–Ohh, também quero saber. –Disse Kagami, entusiasmado e chegando perto.

–Não me deixem fora disso. –Kuroko se levanta e se aproxima também.

–Akacchin é muito malvado, sabia? –Comentou Murasakibara, se aproximando dos três.

–Nada disso Atsushi, isso daqui se chama estratégia. Agora vamos ver quem é a coitada que está namorando o Midorima~

Akashi vai mexendo no celular do esverdeado e não consegue achar nada mais do que imagens estranhas de objetos estranhos, inclusive acha uma selfie do próprio Midorima com sua boneca, e em baixo uma legenda de “Rosana Rainha”.

–... Ok... –Disse Akashi com uma cara de Poker face.

–Veja na lista telefônica. Talvez tenha um “namorada” na lista. –Disse Kagami.

–Tem razão, muito esperto de sua parte... –Akashi começa a mexer na lista telefônica.

–Não tem nada de mais a não ser “mãe”, “pai” e a gente... –Disse Kuroko.

–Vai nas ultimas chamadas recebidas! –Kagami.

–Verdade! Vou ver! –E Akashi começa a ficar mais.

Enquanto isso, Midorima estava um pouco afastado da praia, mas estava chegando perto da Rosana, a boneca inflável. Ele não saiu de cima da prancha, não iria desafiar as próprias habilidades em nado, o que não era nada extraordinário, era péssimo em natação.

–Rosana! -Gritou ao pegar a boneca pelo braço. Não podia perder ela, de jeito nenhum! Sua sorte estava em jogo! Foi quando percebeu que a boneca estava murcha, estava furada e a cada momento seu corpo ficava mais cheio de água salgada do mar.

–Ahhh, tá brincando comigo! –Disse Midorima meio assustado. –Merda eu to praticamente no meio do mar, to longe da praia... Rosana tá furada, quase afundando no mar... E eu estou em cima de uma prancha e não tem espaço pra nós dois...

Isso de certa forma lembrava a cena de um filme super famoso que assistiu muito na infância.

–Bom, pelo menos não temos nenhum iceberg... –Comentou com um olhar triste.

Midorima fica parado em cima de sua prancha, segurando a boneca que teimava em afundar.

–Não deixarei que afunde Rosana!

Sua mão estava escorregadia graças ao protetor solar, e o braço da boneca estava úmida graças ao mar e estava pesada. Foi quando Midorima, por algum motivo, acabou espirrando, e sua mão acabou deixando escapar o braço da boneca, que ao ser solta, foi afundando no grande mar.

–Rosanaaaa!!!! –Gritou em pura tristeza.

Midorima podia jurar, mas em sua mente estava tocando a musica “Every night in my dreams I see you, I feel you.That is how I know you go on”.

–Tchau… Rosana… -Respirou fundo, despedindo-se da boneca.

[…]

Enquanto Midorima dava braçadas para voltar a praia depois de uma experiência um tanto triste, Akashi estava com o celular no ouvido e Murasakibara, Kuroko e Kagami estavam do seu lado tentando escutar a conversa.

–Tá chamando? –Perguntou Kagami, curioso.

–Está!

–Não posso acreditar que ele realmente vá ter uma namorada... –Disse Kuroko.

–Calem a boca, ela atendeu!

E todos passam a aprestar a atenção.

–Alô?

Disse uma voz do outro lado da linha.

–O-oi, aqui é o Akashi, amigo de Midorima!

–Hmm, Akashi? Ahh, sei quem é, sei quem é. Sabia que você é muito falado por ele?

–AQUELE MALDITO FALA DE MIM? BEM OU MAL!?

–Akashi, não perca o foco! –Disse Kuroko, chamando sua atenção.

–Escuta, escuta! Você namora o Midorima? –Perguntou Akashi, sendo direto.

–Hmm, bom, ele nunca quis oficializar o nosso relacionamento, mas já que você está perguntando, não tem problema contar, né? Hahahaha, sim, eu namoro o Shin-chan, sim!

–O QUÊEEEEE!!!!????

Notas finais
R.I.P ROSANA. [Tivemos lemon!! Yeaaah! Mas não foi algo tão hot como imaginavam, né? Pois é. ] [Vocês lembram que no aviso que postei aqui, que por sinal eu já excluí, o Akashi seria jogado no mar, né? kkkkkkk Então, alguém aqui sabe quem seria capaz de fazer essa audácia!? HUEHUEUHEHUE, Enfim, respondam, veremos no próximo capítulo quem foi o doido :v] Gostou? Gostou. Não gostou? Não gostou. COMENTEM! Me ajuda demais da conta :D