Young Folks
18 Se redimir de forma melosa trás consequências a os vingadores e medrosos sexuais.
Notas iniciais

O quarto tinha apenas duas pessoas, já que o restante dos amigos estavam aproveitando a praia. Kise e Aomine dormiam no mesmo colchão e estavam cobertos por um lençol. O local silencioso com uma brisa refrescante da maré tornava tudo mais aconchegante.
Uma fresta da janela estava deixando passar raios do sol da manhã, indo em direção aos olhos de Daiki que até então dormindo pesadamente. Ao sentir o calor em seus olhos e o brilho forte, não deixou de se incomodar e virar o rosto se afastando da luz e piscando algumas vezes até se acostumar com a claridade. Pretendia passar o dia todo dormindo e recuperar as energias que gastou na madrugada, porém um feixe de luz atrapalhou isso. O moreno olha para o seu lado e vê o corpo que estava próximo a si, dormindo de forma doce.
Aomine as vezes ficava indignado com a beleza de Kise. Era uma beleza filha da puta! Aqueles fios finos de seus cabelos derramavam-se em seu rosto angelical e um tanto delicado, com cheirinho de cremes de frutas. Seus lábios rosados e pouco carnudos estavam entre abertos respirando de forma calma. O ombro liso estava encolhido perto do rosto, a pele clara com algumas marcas da noite passada, uma parte que sentia orgulho de si mesmo por ter deixado... Por que Kise era tão bonito? Não tinha explicação. Ele simplesmente era...
–Uma bixa bonita... –Acabou dando uma leve risada com aquele comentário aleatório. O moreno com todos aqueles pensamentos e encarando aquele que julgava amar, acaba o “ascendendo”. Mesmo que tivera a noite passada, ainda conseguia ter energia para pensar em fazer mais dessas coisas.
Aomine se levanta um pouco até ficar por cima do louro, que estava deitado de bruços. Aproveitando a falta de roupas que estava tendo, ele se delicia ao sentir as costas quentes do loiro em seu abdômen, e a bunda coberta do mesmo em seu membro que aos poucos se excitava.
Daiki começa a dar beijos nas costas até subir para o pescoço, onde aspira o cheiro doce daquele rapas. Com aqueles toques de Aomine, Kise não consegue manter o sono que estava tendo, e abre os olhos lentamente. Com muito sono, se remexe um pouco e vê que tinha um corpo em cima de si.
–Aominecchi~ -Disse manhoso com sono e a voz rouca.
–Hm? –Murmurou o moreno, passando suas mãos na lateral do corpo do outro.
–Eu to com sono, me deixe dormir...
–Não durma agora. –Passou seu rosto na lateral do pescoço do loiro, fazendo-o se arrepiar. –Não tem ninguém aqui na pousada, todos estão na praia. Vamos aproveitar esse nosso tempo sozinho, que tal?
–Mas Aominecchi... –O menor se vira e deita-se de barriga pra cima, passando a encarar Aomine. –Me desculpe, mas eu não me sinto muito bem... –Olhou para o canto. –Ainda dói...
Aomine então se lembra na hora em que estavam no banheiro e Kise acabou sangrando. Se sentiu mal por ter machucado o loiro e não ter o preparado melhor, mas ele não tinha a total culpa. Ele não sabia que Kise era virgem ainda!
–Eu te machuquei, não foi? Me desculpe por fazer a sua primeira vez ser um tanto dolorosa. –Disse o moreno.
–Eu que deveria ter dito. Mas até que foi bom apesar de tudo. –Sorriu.
–Mas se a gente fizer agora, eu prometo não te machucar mais.
–Mas...
–Shh. –Aomine põe a mão na lateral de seu rosto. –Faremos de vagar e com calma.
–Pra estar fazendo tanta questão de me comer, significa que está excitado e não quer bater punheta, né? –O loiro sacou a insistência do moreno e disse isso com uma sobrancelha levantada.
–Pode-se dizer que sim.
–Está sem cueca!
–Estou sem nada.
O moreno solta uma risada e se aproxima do loiro beijando sua boca com vontade. Kise o corresponde na mesma intensidade, sentindo o corpo acima de si começar a se esfregar contra o seu. Não demora muito para a Box que o mesmo vestia começar a ficar apertada.
–Ryota... –Diz em meio aos toques Aomine.
–Amo quando você fala meu nome... –Disse Kise baixinho. –Daikicchi~ -Sorri.
Daiki continua com os beijos, descendo para seu pescoço e depositando mais chupões pelas regiões que já estavam vermelhas desde a noite passada. Kise circunda a cintura do outro os as pernas, e o moreno aproveita para abaixar a boxer que o menor usava, liberando o membro excitado. O maior não perde tempo em enfiar um de seus dedos na entrada do loiro, que sente contorcer e soltar um gemido de dor. Aomine não poderia esquecer que ele ainda estava machucado.
–D-daiki...cchi... Hn! –Apertava seus olhos e pressionava suas mãos nos ombros do menor.
–Calma, Ryota. –Aomine abaixou seu rosto e começou a beijar o loiro, tentando o distrair enquanto mexia seus dedos lá dentro o alargando um pouco.
Passou-se alguns minutos e Kise parecia não reclamar mais de dor, estava mais relaxado e correspondia os beijos com vontade.
–Vou pôr, ok? -Disse Daiki, retirando os dedos e posicionando na frente do menor.
–T-tá... Hn, devagar~ -Disse com os olhos fechados e respirando fundo.
Aomine se inclina até ficar com os rosto na curva do pescoço e ombro de Kise. As pernas do loiro estavam em volta de sua cintura e tremiam um pouco. O moreno pega em seu membro já rijo e úmido graças ao pré-gozo e força a entrada do menor. Kise abre a boca minimamente para reclamar da dor que sentia, mas não era tanta igual a noite passada, era apenas um incomodo.
–Calma, vai passar... –O moreno já estava todo dentro de Ryota, e apenas esperava para que o outro se acostumasse. Enquanto isso dava beijos na boca de Kise o acalmando e mexia em seus mamilos já eriçados.
–D-daikicchi~ -Murmura o loiro apertando suas pernas em volta da cintura.
Aomine, para ver se o loiro já estava pronto, movimenta sua cintura lentamente, e em resposta Kise solta uma lufada de ar um tanto prazerosa.
–Dói? –Pergunta o maior.
–Não... Me sinto melhor... Pode se mexer. –Kise fecha os olhos e ataca a boca de Daiki mais uma vez. Aomine começa a se movimentar de forma lenta dentro do loiro. Sua cintura tinha movimentos de vai e vem com certa elegância, aprecia um felino se movimentando. O moreno não ia rápido para não o machucar ainda mais, mas ia fundo e tirava-se praticamente todo e botada de volta.
Os dois estavam de baixo dos lençóis e a cada minuto os corpos de ambos ficavam mais soados.
–A-ahh~ Ahh~ -Kise soltava gemidos contidos e deleitosos. –Daiki-cchi~
–Ryota... Hn. –Aomine se concentrava em estocar fundo e não ir rápido demais para não machucar mais o menor.
Kise sentia uma das melhores sensações de sua vida. Nem se comprava a noite anterior que foi um tanto dolorosa, esta, pelo menos, estava sendo muito bom e delicioso. Aomine estava perfeito, tinha os movimentos na medida certa para que não o machucasse, não sentia dor, não estava dolorido, sentia-o ir fundo com calma e sensualidade. Por um breve momento Kise abre os olhos para encarar o maior, e céus, ele estava com uma expressão tão erótica, parecia estar se esforçando e estava gostando.
–Daikicchi... E-eu te amo~ Hn.
–Ryota... –O moreno dá uma estocara um pouco forte ao escutar aquela frase que aquecia seu peito. Ele toma os lábios do loiro mais uma vez com fervor. Ahh, poderia passar ali com o loirinho o dia inteiro.
As estocadas, graças ao ápice que estava chegando, fizeram-se mais rápidas e precisas, fazendo Kise gemer um pouco mais alto e deixar seu rosto mais vermelho, se era possível. Até que acaba não aguentando mais e goza, sujando um pouco se abdômen, e graças a pressão de seu ânus, Daiki sente seu membro ser apertado e aquela sensação deliciosa do orgasmo se aproxima. Acaba gozando dentro de Kise.
Os dois estavam cansados apesar de não ter feito um sexo selvagem, mas ainda assim cansados. Aomine se retira do menor e o loiro relaxar o corpo, tirando suas pernas da cintura do outro.
–Isso foi muito bom. –Sorriu o loiro, com uma cara de sono.
–Não quer ir tomar banho? –Perguntou o moreno, que continuava sentado nas suas pernas.
–Estou muito cansado pra isso... –Kise estava com a voz sonolenta e manhosa, o moreno via que aos poucos seus olhos iam se fechando.
–Eu estava a fim de ir pra praia com o pessoal... Se importa? –Perguntou.
Kise apenas balança a cabeça num “não” bem lento. Já estava dormindo, não se importaria se Aomine saísse sem ele. Só quero dormir.
–Hunf. -O moreno sorri. Apesar de estar um pouco cansado, ainda tinha energia para se levantar e ir pra praia. Queria ir pro mar e zoar com Kagami um pouco.
O moreno se levanta dos colchões e põe uma bermuda, saindo do quarto, deixando Kise dormindo.
[...]
–EU NÃO POSSO ACREDITAR QUE O SHINTARO REALMENTE TEM UMA NAMORADA! –Gritava Akashi descrente olhando para o celular.
–Akashi, não se deixe a criatura falando sozinha no telefone! –Fala Kuroko, um tanto surpreso.
–E pensar que Midorima também não é mais virgem... –Diz Kagami botando as mãos no queixo e refletindo. Acaba se lembrando do dia que pediu para Aomine o ensinar a beijar, e nesse dia acabou descobrindo que Midorima não era mais virgem... Será que foi com essa pessoa que perdeu a virgindade?
–Como é que é? –Kuroko se vira para o ruivo e o encara com uma sobrancelha levantada. –Midorima não é mais virgem?
–...Pois é, ele me contou um dia aí. –Disse dando de ombros.
–TÁ VENDO SÓ KAGAMI-KUN??? TÁ VENDO? ATÉ O MIDORIMA-KUN NÃO É MAIS VIRGEM! E VOCÊ AÍ NÃO QUERENDO ME COMER!!! –O azulado começa a gritar histericamente.
–DÁ PRO CASALZINHO FRUSTRADO PARAR DE GRITAR, TÔ TENTANDO FALAR AQUI COM A MENINA! –Grita Akashi.
“Ah? Menina? Ahh, hahahahaha, me desculpa Akashi-san, mas eu sou um garoto!”
E com aquela resposta pelo celular de Midorima que estava no viva-voz, fez com que todos parassem de gritar e olhassem para o celular.
Midorima estava pegando um garoto!?
Midorima era gay!
–THIS NIGGA IS GAY! –Akashi diz tal frase em inglês que viu na internet.
E mais uma vez Kuroko se vira para o Kagami.
–KAGAMI-KUN, O MIDORIMA-KUN É GAY!!! –Ele grita irritado. –ATÉ O MIDORIMA-KUN JÁ COMEU UM CU E VOCÊ AÍ! VOCÊ É GAY??
–E-EU SOU! –Responde Kagami rapidamente, um pouco assustado com Kuroko.
–ENTÃO ME COME, PORRA!
Kagami assustado com o Kuroko psicopata por sexo, sai correndo e é perseguido pelo menor que sai correndo atrás de si como se fosse um louco.
Akashi e Murasakibara esquecem do celular e passam a observar os dois que corriam pela praia.
–Esse é o meu irmãozinho. –Disse Akashi com um sorriso inspirador.
–Akacchin transformou o Kurocchin num psicopata! –Murasakibara estreita os olhos.
–AKAAAAASHHIIIIEEEEEE!!!!
E os dois escutam um grito vindo do mar. Midorima estava segurando a sua boia e seus cabelos estavam bagunçados junto com seus óculos que estavam tortos.
–EU VOU VINGAR A ROSANA!
–Neide me ajuda... –Akashi dá uns paços pra trás. –FICA LONGE DE MIM SEU MALUCO! –Akashi desliga o celular e sai correndo, enquanto Midorima sai correndo atrás do ruivo para vingar sua querida e amada boneca Rosana, “jas morta”.
Akashi corria sem saber para onde iria, só queria se afastar de Midorima, sabe-se lá o que aquele “cenoura” era capaz de fazer. O ruivinho vai em direção a uma parte da praia onde havia bastante pedras. Ele vai subindo em algumas pedras até chegar em uma que era bem grande e um pouco alta. Foi quando ele tentou ir um pouco mais para frente e percebeu a grande merda que havia feito. Akashi estava encurralado, de um lado estava Midorima que se aproximava, e do outro estava o mar, que por hora estava calmo com ondas baixas... Mas mesmo assim fazia Akashi morrer de medo.
–FINALMENTE TE ALCANCEI SEU ASSASSINO DE ROSANAS! –Midorima sobe em cima da pedra.
–NÃO OUSE SE APROXIMAR, SEU BABACÃO!
Enquanto o conflito entre Akashi e Midorima estava a todo vapor, Kagami que continuava a correr de Kuroko, finalmente o ruivo consegue despistar o menor que ainda estava na parte das arvores o procurando.
–Meu Deus do céu... –O ruivo pôs as mãos no peito e se agachou na areia, procurando fôlego.
–O que que tá acontecendo aqui?
Kagami levanta o rosto para encarar quem falara aquilo, apesar de já conhecer a voz. Aomine estava com as mãos na cintura e encarava Kagami com uma sobrancelha levantada. O mesmo vestia uma bermuda cinza escura.
–Aomine! O que está fazendo aqui? Achei que estava com Kise.
–Estava, mas deixei a loira dormindo. Está cansada.
–Cansada do que? –Perguntou o ruivo de forma inocente.
Aomine o encara com um belo sorriso safado com as sobrancelhas forçando sua expressão sugestiva.
–TÁ ME DIZENDO QUE- NÃOOO, NÃO PODE SER, SÉRIO? –Kagami não estava acreditando.
–Foi muito bom cara! Quer dizer, se bem que ontem não foi tão legal assim porque o Kise se machucou e pá, mas hoje lá no quarto eu me redimi! Fizemos gostoso cara, foi muito bom. Hahaha –Aomine dizia com orgulho de si mesmo, com as mãos na cintura e queixo erguido.
–Não deixe Kuroko saber disso... –Falou Kagami preocupado.
–Por que?
–Ele já ficou irritado ao saber que Midorima está namorando um cara e os dois já transaram, então imagina saber que você e o Kise transaram aqui na pousada, ele me mata!
–A culpa é tua por não comer ele logo.
–CARA, EU VOU COMER ELE! QUANDO EU ESTIVER PREPARADO! –O ruivo se desespera.
–Tu é muito bichinha, puta que pariu! Nem o Kise que era virgem teve esses chiliques aí.
–O Kise era virgem?
–Era... Sangrou que é uma beleza, foi horrível. –O moreno se arrepia ao falar daquilo.
–S-sangrar? –Kagami gagueja. –Tá me dizendo que p-pode... Sangrar?
–Poder, pode. Mas nem é todo mundo que acontece isso, sabe? O Kise sangrou porque eu não fui cuidado, ele estava muito nervoso e isso não foi legal e... Brother, cê tá bem?
Kagami estava sentadona areia abraçando suas próprias pernas. Não queria ver Kuroko sangrando por sua causa. Não queria machucar o menor. POR QUE TRANSAR TEM QUE SER TÃO COMPLICADO!?
–Eu não quero mais transar. –Disse Kagami, olhando para o horizonte a sua frente com o mar quase infinito.
–TÁ “LOKAÇO”, CARA? O TETSU ACABA COM A TUA RAÇA SE ELE ESCUTAR VOCÊ FALANDO ISSO!
“HAAAAHHHH” !!!
E os dois que estavam conversando, escutam um grito um tanto feminino e barulhento vindo do lado das pedras. A cena era um tanto engraçada. Midorima segurava Akashi o levantando acima de sua cabeça e ameaçava jogar o ruivinho no mar.
Kagami e Aomine olhavam praquela cena com os olhos estreitos.
–Rei leão? –Diz Aomine.
–Talvez. –Kagami.
–MIDORIMA SHINTAROU, SE VOCÊ ME JOGAR NO MAR EU ACABO COM A SUA VIDA!!! –Akashi estava em pânico, só de pensar que poderia ser jogado no mar. NUNCA IMAGINOU QUE ALGUÉM PUDESSE DESAFIAR A SI MESMO.
–Cala a boca seu imperadorzinho maldito! –Midorima se aproxima um pouco mais da beirada da pedra.
Quando Midorima estava prestes a jogar Akashi no mar como forma de vingança á Rosana, como se fosse uma oferenda a iemanjá, o esverdeado sente alguém lhe empurrar e Akashi lhe escapar pelos braços.
–HAAAAAHHH!!! –Midorima cai da pedra e para no mar, e quando bota a cabeça pra fora da água vê que Akashi estava sendo segurado que nem uma princesa por Murasakibara.
–ATSUSHI, VOCÊ VEIO ME SALVAR! –Gritou Akashi com seus olhos heterocromáticos brilhando.
–Enquanto eu estiver aqui, ninguém fará mau ao Akacchin...
–ESSE É O MEU GIGANTE, MEU DEUS! –E o ruivo abraça o arroxeado.
–AKASHIT! –Grita Midorima que já havia voltado pra praia. Mostra o dedo do meio para o ruivinho que ainda estava sendo carregado por Murasakibara.
–VAI SE FUDER, CENOURA! –O ruivo mostra dois dedos do meio.
–Tsc! Espero que com a perda da Rosana o Oha asa não se volte contra mim... Minha sorte não pode piorar. –Lamentou-se enquanto voltava para o lugar onde seus amigos estavam.
Aomine, Kagami, Akashi, Murasakibara e Midorima, estavam de baixo de um guarda sol aproveitando a praia. Aomine já havia ido pro mar se molhar, o que tirou vários suspiros alheios de garotas, o que só aumentou o seu ego.
–Ei, ei... Cadê Tetsuya? –Perguntou Akashi.
–Estava perseguindo o Kagacchin, mas até agora não sei pra onde ele foi parar...
–Vai procurar ele, Taiga. –Disse Akashi, usando seus óculos escuros.
–E-eu?
–É teu namorado, não é? E eu não posso voltar pra casa sem ele... Mamãe ficaria furiosa. –Comentou.
–Tá bom, tá bom...
Kagami se levanta e vai atrás do menor, mas antes, ele passa por um quiosque e vai até o banheiro, precisava esvaziar a bexiga. Quando entrou no pequeno banheiro, percebera que o local era bem limpo, apesar de ser de praia.
Depois que terminou, o ruivo sobre a bermuda, e quando iria sair, a porta se abre sozinha e quem estava na frente dela com um sorriso um tanto safado no rosto, era Kuroko.
–K-KUROKO!!!
–Finalmente a sós... –O baixinho empurra Kagami e entra no banheiro, transando a porta atrás de si. –Kagami-kun...
Ok, Kagami não tinha escapatória.
–Você vai me comer, querendo ou não.
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