Young Folks
19 Agindo como se não fossem virgens!
Notas iniciais
Oi.
Tudo bem? Que bom, eim! :u
Gente, eu sei que demorei, desculpa aí. Mas eu estava com muita, muita, muuuuita preguiça, e desanimada pra escrever Young Folks, MAS EU VOLTEI. TOMEI VERGONHA NA CARA O
E o próximo capítulo não vai demorar porq será especial de natal :B kkkkkk Então talvez dia 24 eu o poste, ou dia 25 mesmo.
Bjs na bunda e boa leitchura '3'
Kagami estava encurralado, não tinha para onde correr, o banheiro em que estavam era pequeno e meio apertado. Realmente, não dava para fugir.
Percebendo que não tinha escapatória, acaba indo para trás e sentando em cima da tampa da privada, que estava fechada, e por breves segundos um certo pensamento rondou sua cabeça. Era necessário tudo aquilo? Olha a que ponto chegou! Taiga se questionava se era necessário agir daquela maneira, ao ponto de fugir de Kuroko, correr do mesmo como se ele fosse uma fera selvagem. Como diz Aomine, ele precisava ser menos “bicha”. Foi então que logo após os devaneios breves, Kagami encarou Kuroko e viu que o mesmo na sua frente, porém não com o mesmo olhar determinado e meio psicopata de antes. O azulado estava parado em sua frente com um olhar meio cabisbaixo e triste, com os ombros relaxados e cabeça um pouco inclinada pro chão. De inicio Taiga não entendeu o porque da repentina mudança.–Me desculpa... –Disse Kuroko, quebrando o silêncio que ali se fazia. –Eu devo estar sendo um saco pra você, não é? –Olhou para o canto do banheiro, soltando uma lufada de ar, cansado. –Kuroko... –E-eu sinto muito... –Gaguejou, abaixando mais a cabeça. –Eu estou forçando a fazer uma coisa que você ainda nem quer... Mas as vezes eu me pergunto se... V-você realmente gosta de mim. Kuroko que antes corria atrás de si como se fosse um animal e tinha um olhar praticamente de assassino maníaco, agora estava a sua frente praticamente chorando, porém segurava. Tinha um olhar meio cansado e derrotado. Toda aquela encenação de garoto ninfomaníaco havia sumido, não passava de uma mascara que o azulado havia botado apenas para incentivar e chamar a atenção do ruivo maior. Kagami poderia ser lerdo das ideias, e captar as coisas muito tarde, mas naquele momento ele finalmente entendeu. O idiota dali era ele mesmo, o que não era muito difícil de se entender. Kagami achava que Kuroko era uma pessoa frágil e quieta, reservada ao extremo, e que quando se tratasse desses assuntos o mesmo iria o repelir. Mas estava enganado, Kuroko era um garoto normal, ás vezes era quieto, falava o necessário, mas quando se sentia a vontade ele conversava com seus amigos normalmente, sorria e era divertido. E no telhado, no dia das declarações, mostrou-se um adolescente mais do que normal ao dizer todas aquelas safadezas que sentia pelo ruivo. Um exagero dizer tudo aquilo que sonhava? Nada disso, atire a primeira pedra quem nunca sonhou transando com a pessoa amada! Taiga agora sentiu um certo peso na consciência. Acabou fazendo uma pessoa que gosta colocar uma mascara de psicopata por sexo apenas para lhe chamar a atenção. A que ponto chegastes, eim? Kagami Taiga. Foi então, que depois de todos esses pensamentos rondando sua mente retardada de pouco raciocínio à frenéticos segundos, o ruivo se levanta da privada ficando a frente do azulado, mostrando a diferença de tamanho entre eles. Kuroko percebe e passa a encarar o mesmo. Foi surpreendido quando sentiu ser erguido com certa rapidez pelas coxas e ser prensado na porta do banheiro com certa violência, fazendo um baque forte no cubículo. –Quem tem que pedir desculpas aqui sou eu, Tetsuya... –O chamou pelo primeiro nome, fazendo-o surpreender-se. –Eu fui um idiota e eu percebi só agora... –Pressiona mais seu corpo no do menor e aproxima sua cabeça na orelha alheia. – Não se preocupe, eu vou meter com tanta força nessa sua bundinha que no dia seguinte tu não vai nem andar. A voz de Taiga soou de forma um tanto predatória e fez Kuroko estremecer. O que estava acontecendo ali? Kuroko não entendia nada! O que aconteceu com Kagami? Será que finalmente ele percebeu que era um idiota esse tempo todo!? Se sim, Tetsuya agradecia com todas as forças para Deus ou qualquer outra divindade pagã que pudesse escutar! E Kagami mostrou-se uma fera, simplesmente fazendo jus ao teu nome “Taiga”, um tigre! Segurava suas coxas com certa força, seu corpo estava sendo prensado com forma de uma maneira gostosa e a voz do maior era rouca e autoritária, e se ele disse que iria meter co força, é por que iria meter com força, muita força e o faria gritar até ficar rouco. Nem pareciam que eram virgens! E sentindo-se mais aliviado, Kuroko o abraçou e acabou esboçando um sorrisinho. Estava realmente feliz, Taiga não estava chateado consigo e nem se cansou de si. Mas o azulado ainda tinha uma pergunta a fazer:–Aqui, ou no quarto?[...] Estava tão bom permanecer deitado no meio daquelas cobertas ainda um pouco úmidas por causa do acontecimento anterior, que não sentia nenhuma vontade de levantar e ir para fora, passar um tempo com seus amigos. Mas tinha que tomar vergonha cara, parar de ser preguiçoso. Estava totalmente descansado e tinha que ir a praia. Gostava de ir pra praia. Sem contar que tinha que levar seu cachorro ainda “anônimo” por não obter um nome, para passear e fazer suas necessidades. Sentiu seu rosto ser lambido pela língua nervosa do cachorrinho que estava em cima de si.–Já vou, já vou... –Disse com um sorrisinho no rosto, afastando o animal e sentando no colchão, bocejando. Tinha que vestir alguma coisa logo, estava completamente nu, e foi o que fez. Se levantou até a sua mala, remexendo nas suas roupas que ali estavam, até encontrar o tal shortinho vermelho apertado.
Aquilo parecia uma sunga e não haveria problema em vesti-lo na praia, sem contar que Aomine disse que gostou, né? Vestiu a minúscula peça de roupa e pegou os lençóis da cama para levar a lavanderia. Tinha que mandar lavar aquilo ali, estavam sujos. Aomine e ele fizeram um belo trabalho. Quando assoviou para chamar a atenção do cachorrinho que estava mordendo a alça de alguma das mochilas, Kise vê a porta do quarto ser aberta com certa violência por dois garotos que estavam meios descabelados. –Kagamicchi? Kurokocchi? –Kise-kun, saia desse quarto imediatamente! Você já se divertiu muito aqui com o Aomine-kun não é? Agora é minha vez... Kuroko disse aquilo rapidamente e meio eufórico, Kise de imediato entendeu o que estava acontecendo e sabia bem o que os dois apaixonados iriam fazer naquele quarto. Não disse mais nada, apenas chamou o cachorrinho mais uma vez e saiu do quarto, deixando Kagami e Kuroko lá dentro com a porta trancada. –Euem, esses dois... –Disse o loiro soltando uma leve risada, indo para a lavanderia. Kise apenas usava o seu shotinho vermelho e mais nada. Estava calor, não tinha por que por uma camiseta ou qualquer outra coisa. Carregava os lençóis consigo até chegar em frente a uma máquina de lavar e enfiar os lençóis lá dentro, ligando-a. Não estava sozinho, estava acompanhado a outros alunos que também estava na excursão. Se inclinou um pouco para apertar alguns botões da maquina e por causa disso elevou um pouco o quadril. Segundos depois acaba escutando um assovio vindo de algum lugar da lavanderia. O loiro rapidamente se levanta e procura quem fez aquilo, mas não consegue dizer quem foi. –Bela bunda, eim! Hahahaha. –Escutou alguns rapazes de séries mais velha que a sua dando gargalhadas. –Calem a boca seus idiotas. –Disse Kise, nenhum pouco amigável. Odiava receber cantada de outros caras irritantes. Se for pra receber cantada, que seja do Aomine! –Hmm, ficou nervosinha. –Comentou um dos rapazes. Irritado, não ficou mais nenhum segundo dentro daquela lavanderia, já havia apertado os botões da maquina e agora é só deixar lavar. Pegou o cachorrinho nos braços e saiu dali apressadamente. Não demorou muito para que estivesse na praia, andando sobre a areia quente, chegando perto de seus amigos. Viu que Akashi estava em cima dos ombros de Murasakibara que estava no mar com a água batendo um pouco abaixo da cintura, e a cada vez que uma onda chegava e batia no grande corpo do arroxeado, o ruivo menor gritava de forma exagerada. –Akacchin tá em cima de mim, não precisa ter medo. –Disse Atsushi de forma calma com a mesma expressão de sempre. –NÃO TEM ESSA DE TER CALMA ATSU-AAAAAAAHHH OLHA AQUELA ONDA ALI, NEEEEEEEEEEIDE!!! E a onda bateu, mas molhou mais a Murasakibara que Akashi, que continuava no “ponto alto”. E enquanto isso Midorima estava sobre as pedras da praia, olhando para o horizonte com um olhar distante. Parecia tão pensativo, achava que estava filosofando sobre os mistérios da vida do universo. –Parecem estar se divertindo. –Disse Kise, sentando-se ao lado de Aomine, que estava de baixo do grande guarda-sol. –Ohh, e aí Kise. Finalmente saiu do quarto... E trouxe o pulguento. –Disse ao ver o cachorrinho. –Não o chame assim... –Sorriu. –Vai dar uma volta, vai. –Disse empurrando o cachorrinho, vendo-o correr pela areia, cavando e fazendo suas necessidades ali. –Nojento. –Comentou o moreno.–Pelo menos ele cava, né? Mas e ai, o que aconteceu enquanto eu estive fora? –Akashi descobriu que Midorima namora um cara, mas para isso ele teve que acabar com a boneca inflável dele. Midorima tentou se vingar de Akashi mas se deu mal por que o Murasakibara não deixou. E agora o Midorima tá ali em cima daquelas pedras olhando para o horizonte enquanto tenta superar a perda da Rosana. –Pode Rosana. –Comentou Kise, e depois riu. –Pois é, hahahaha. E sem contar que Kuroko ficou correndo atrás do Kagami pela praia inteira o obrigando a transar com ele. Eles entraram dentro daquele banheiro ali, e depois saíram, e não sei pra onde foram. Já falei pro Kagami largar de seu bicha, mas ele não me escuta! –Kagamicchi e Kurokocchi chegaram lá no quarto quando eu estava me trocando. Acho que finalmente o Kagamicchi vai escutar você, eim. Os dois pareciam eufóricos e excitados. –Hmm, bom. Hahahahah. –Sabe, Aominecchi... –Kise o chama atenção, dobrando as pernas e apoiando o rosto nos joelhos. –O que foi? –Ás vezes eu não gosto do meu corpo.–Hm? Porque!? Deveria gostar, pois ele é muito bonito. –Eu sei mas... E-eu queria ter outro. Pelo menos um pouco mais másculo, sabe? Pelo menos assim eu não ficaria ouvindo cantada de caras irritantes. –Se um dia eu escutar alguém dando uma cantada pra cima de você, eu arrebento com a cara dele, tanto que nem a mãe vai reconhecer! E não deveria ligar para esses babacas, quem come você sou eu, e não eles! E eu digo que teu corpo é lindo e eu prefiro que fique desse jeito, é ótimo pra transar. E Aomine mais uma vez surpreende Kise com suas palavras, era impressionante. O loiro acaba sorrindo em respostas. Estava acostumado com aquelas palavras um tanto sujas e meio idiotas, mas fazer o que, era o jeitinho de Aomine, né? –... Você tem razão. [...] O quarto era espaçoso, mas mesmo assim parecia pequeno para tanta afobação que ali havia entre os dois amantes. Suas roupas? Não fazia mais parte de seus corpos a um bom tempo. Estavam espalhadas por algum lugar desconhecido dentro daquele quarto. Os dois estavam jogados entre os cobertores e lençóis dali, sem se preocupar com mais nada. A preliminar foi tudo aquilo que esperavam. Beijos, chupões e muita masturbação. E agora estava ali, Kagami de joelhos entre as pernas abertas de Kuroko. Kagami mexia seu quadril pra frente e para trás com certa vontade, sentindo a cada estocada a sensação do sexo ficar mais gostosa e o formigamento na virilha aumentar. Era incrível ver como era gostoso a sensação de sentir seu pênis entrar e sair de Kuroko, que mantinha uma entrada apertada e quente. Soltava lufadas de ar e sentia o suor escorrer. Por sorte, a penetração ocorreu tudo bem. Lógico que para Kuroko foi um tanto dolorido já que o membro de Kagami não é nada pequeno, e comparado ao tamanho de seu corpo suportar aquilo não era nada fácil. Mas para o alivio de Taiga, o menor não sangrou... Se não entraria em pânico... Com aquelas estocadas, Kuroko sentia que poderia gozar a qualquer momento, mas não queria acabar logo com aquilo, então se segurava ao máximo. Nunca pensou que Kagami fosse tão bom de cama, o ruivo realmente metia fundo e fazia o menor ir a loucura. Suas coxas eram fortemente apertadas e não conseguia manter a boca fechada. Estava com a garganta seca de tanto gemer e respirar rapidamente pela boca. –K-kagami-kun~ Ahh~ -Puxava os lençóis com força enquanto escutava os sons dos corpos se chocando. Por um breve momento, Kagami sai de dentro de Kuroko e o menor sente um vazio repentino. Kagami estava completamente duro, chegava a doer. Rapidamente ele pega a cintura do menor e o vira, fazendo-o ficar de costas e de quatro. Kuroko empina a bunda e olha para trás com aquela expressão deleitosa e ansiosa para sentir o ruivo dentro de si novamente. Taiga mais uma vez entra dentro do Kuroko, e recomeça com as estocadas já apressadas. Segurava a cintura de Kuroko com força e puxava o corpo do menor contra a sua cintura. Kuroko recomeça os gemidos mais altos e manhosos. Estava tão bom que saliva escorria pelo canto da boca, e sentia seus olhos marejarem. O maior realmente ia forte, sentia seu interior ficar um pouco dolorido, mas não ligava. Seu corpo ia para frente graças as estocadas, mas era logo puxado em encontro á cintura do ruivo novamente. Os joelhos de Kuroko estavam doloridos e levemente vermelhos graças aos atrito. Eram várias sensações, seus corações batiam rápido de mais. Para uma primeira vez, para uma “tirada de virgindade”, aquilo estava sendo um pouco selvagem de mais. Mais uma vez, nem pareciam virgens!–Kagami-kun... –Gemeu mais uma vez e tentou arranjar fôlego. –Mete mais, vai~ aaahh~ –A é? Hn. –Kagami faz um breve movimento, se inclinando e pegando Kuroko pelo tronco. O ruivo deita no colchão, e sem sair de dentro do mesmo, o faz ficar por cima.–Faça você mesmo.
Kuroko estava de costas para si, e o olhava por cima do ombro. E sem pensar duas vezes, começou a subir e a descer, recomeçando a sensação gostosa que estava quase lhe fazendo gozar. Kagami o ajudava segurando sua cintura e mexendo seu quadril de encontro a bunda do azulado. Kuroko cavalgava em cima de Kagami, praticamente pulando em cima de si, sem dó. Os gemidos passaram a ser mais altos, sentia as paredes do interior de Kuroko lhe apertarem esmagando seu membro, uma sensação deliciosa apossou de seu corpo o que fez fechas os olhos e apertar os dentes, ambos jogaram a cabeça pra trás e ambos gozaram. Kuroko sentiu suas pernas tremerem e seu anus comprimir, sujou o lençol graças ao seu gozo. Kagami preencheu o interior de Kuroko e teve a visão um tanto erótica das costas de Kuroko toda suada e tremendo levemente, tendo espasmos, enquanto via seu pau dentro da bunda do azulado, deixando escorrer para fora o tal líquido branco viscoso escorrer para fora. Depois daquele choque de orgasmo que teve, Kuroko se sentia um pouco mole e extremamente cansado, deixando seu corpo pender para trás e cair em cima de Kagami, de costas. Os dois estavam com as respirações cansadas e tentavam normalizá-las, mas o ruivo se recusa a sair de dentro do mesmo.–Isso foi bem... Maneiro... Foi muito bom... –Dizia Kuroko com a voz calma e meio aérea. –Uhum... –Kagami beija seu pescoço. –Nunca pensei que transar fosse tão bom... Nada comparado a... Punhetas... –Sim... Ainda tem energia para mais uma rodada? –Perguntou com um sorrisinho no rosto, enquanto dava vários beijinhos no ombros de Kuroko, e o segurava pelo tronco. –Não sei se aguento mas... Tá bom. –Respondeu com o mesmo sorriso, respirando fundo ao sentir Kagami mexendo sua cintura, fazendo seu membro entrar e sair de forma lenta e gostosa. –Não deveria ter me segurado antes Kuroko, eu poderia passar o dia todo assim... Dentro de você e escutar seus gemidos, sabia? –Sua voz estava rouca, não demorou muito para sentir seu membro ficar duro mais uma vez. –K-kagami-kun... Cale a boca e apenas... Continu-aah~ E mais uma vez, voltaram para o sexo.[...]–Eles até agora não voltaram. –Disse Akashi. –Que horas são? –Vai dar cinco e meia. –Disse Aomine, olhando para o relógio do celular –Nossa, nem eu e o Aomine passamos tanto tempo assim transando. Vai fazer cinco horas que estão dentro do quarto! –Comentou Kise surpreso. –Como é que é, loira? Só não passei a madrugada inteira transando com você por causa “daquilo”, ok? Mas eu tenho o mesmo pique que esses dois, se brincar até mais. –Respondeu o moreno meio irritado, cruzando os braços. –É impressionante, como vocês adolescentes tem energia pra ficar aí transando que nem loucos! Deveriam se acalmar, só têm 16 anos. –Comentou Akashi, botando uns óculos escuros. –Fala da gente, mas aposto que não passa um dia sem sentar no Murasakibara. –Brincou Aomine. –Engraçado como sempre né, seu preto! Mas não... Eu nunca “sentei” nele... –Tá me dizendo que você que come o Murasakibara? –O moreno ergueu uma sobrancelha. –Seria interessante, mas não. A gente nunca transou. –Pra começo de conversa, Akashicchi por acaso é namorado do Murasakibaracchi? –Perguntou Kise se sentindo um pouco confuso com tudo aquilo. –Mas é lógico, sua anta! –Disse Akashi um pouco mais alto. Murasakibara que estava ao lado se vira e põe um dos braços no ombro do menor. –Ok, estou surpreso. –Disse Kise.–Porra loira, isso estava bem óbvio. –Aomine. –Mas vem cá Akashi, não pretende nunca dormir com o Murasakibara?–Eu? Com esse tamanho que tenho? Com o Atsushi desse tamanho? O desgraçado de dois metros e oito de altura, e ele só tem 16 anos, ele vai crescer mais! Eu vou esperar crescer mais também, né. Se fosse agora eu seria destruído. Ninguém merece... Não querendo te ofender Atsushi, mas é a verdade. –Eu sei Akacchin... –Vai ter que esperar eim, Murasakibara... Akashi crescer mais? Heh... –Debochou Aomine. –Vou fingir que não entendi essa tua piadinha sem graça, Zé gotinha da Petrobrás! –COMO É QUE É?? –Tá bom, tá bom, deveríamos voltar não é? O sol já está se pondo. –Disse Kise, se levantando e assoviando pro cachorro se aproximar.–Sabe, eu tive uma ideia... –Disse Akashi. –O que? –Todos perguntam em uníssono. –Deveríamos fazer um amigo secreto, né? –Que gay Akashi... –Disse Aomine. –Não temos dinheiro pra comprar aqui... Não vai dar certo. –Kise. –A gente dá qualquer coisa, caramba! E antes de chegar no quarto, vamos ir na recepção ora ver se tem caneta pra rabiscar os rostos do Taiga e do Tetsuya. No mínimo eles vão estar dormindo agora. –Uoohh, boa ideia Akashicchi! –Kise deu alguns pulinhos. –Permanente? –Perguntou Aomine. –Permanente... E todos deram uma risada meio maldosa. Quando estavam se aproximando do quarto, Murasakibara para de andar e fica parado no corredor meio pensativo. –O que foi Atsushi? –Perguntou Akashi. –Não estamos se esquecendo de alguma coisa? –... Não... Acho que não... E Midorima permanecia na praia, em cima das rochas, olhando para o horizonte de forma distante e filosófica.
Notas finais
Gostou? Gostou.
Não gostou? Não gostou.
COMENTE!
Me ajuda demais da conta :U
Fale com o autor