Notas iniciais
Oi, como esta o domingo de vocês? aqui ta um friozinho muito bom e pra compensar isso escrevi um capitulo beeem hot haha espero que gostem.

POV Emma

Eu já sabia o que esperar quando andei ate a porta do quarto de Regina, ela estaria com raiva, muita raiva, ela me viu entrando na pensão com Elphaba e deve ter pensado o pior. Mas eu também estava com raiva, eu a vi ali abraçado ao cara que supostamente seria seu final feliz, ficar com ele era muito mais seguro do quer ficar comigo. Então por um momento a insanidade tomou conta de mim e eu convidei a bruxa pra entrar comigo, deixando Regina pra trás. Com ele.

Ela abriu a porta em silencio e me avaliou, sempre fazia isso, sempre parecia tentar me desvendar de algum modo, quando ela era quem era o verdadeiro mistério. Me deu espaço pra entrar e então trancou a porta, eu esperei que ela gritasse, que dissesse alguma coisa, mas ela não o fez.

– Não aconteceu nada... – Comecei a falar, mas ela pôs o dedo sobre meus lábios.

– Eu sei, mas ainda assim você a levou para o seu quarto. Ela vai encarar isso como um convite.

– Como espera que eu ganhe a confiança dela?

– Não levando ela pra cama, com certeza! – Seus olhos queimavam de raiva. – Escute aqui. – Era evidente que tentava, mas falhava miseravelmente, manter a calma. – Você... – Me empurrou contra a parede, uma mão indo ao meu cabelo e o puxando levemente para trás, fazendo com que eu inclinasse minha cabeça expondo meu pescoço. – é minha! Entendeu?

– S-Sim... – Minha voz saiu tremula porque seus lábios estavam em meu pescoço, beijando-o e mordendo-o. Logo seus lábios chegaram aos meus, reclamando-os como seus, com uma fome que ate então não tinha visto nela. Ela prendeu meu lábio inferior entre os seus e o mordeu. Eu gemi com isso. Ela passou a ponta da língua sobre a marca que tinha deixado, estava se divertindo, pois seus lábios se curvavam em um sorriso perverso. Sua língua provocou a minha, nossos lábios se tocando apenas brevemente, então ela a chupou minha lingua de modo quase obsceno, não consegui me impedir de gemer novamente, agora de tesão.

– O que eu faço com você em? Nunca ouve o que eu digo, nunca me obedece...

Sabia que ela não queria uma resposta para aquilo, mas não resisti a chance de provocá-la, pois se ela estava se divertindo, bem, eu também estava me divertindo com esse novo lado dela. Algo me dizia que estava lidando com a Evil Queen naquele momento, era como brincar com fogo, mas eu estava louca para me queimar. – Eu não sei rainha, mas eu não sou muito boa em obedecer. Acho que temos um problema.

– Temos é? – Ela ergueu a sobrancelha. Quando dei por mim minha camiseta já estava no chão, são mãos em meus seios massageando-os firmemente. Seus lábios tinham voltado ao meu pescoço, descendo seus beijos ate muito perto dos meus seios, eu tentei guiar seu rosto para que ele me chupasse, mas ela logo me deteve, prendendo minha mão contra a parede. – Quando vai entender que você é minha? – Disse me encarando diretamente, seus lábios tão perto dos meus que eu conseguia sentir sua respiração quente. – E eu não gosto de dividir o que é meu. – Quando ela disse a ultima palavra sua mão estava em meu sexo, palpando-o com força por cima do meu jeans. Eu ofeguei e impulsionei meu quadril em direção ao seu toque. Se ela queria fazer claro que eu era dela, bom naquele momento eu não tinha duvida alguma, cada parte do meu corpo clamava por minha rainha, eu era dela, estava completamente entregue.

– Você quer muito isso não é? – Disse esfregando sua mão entre minhas pernas.

– Sim... eu quero...

Regina sorriu maliciosamente, então me pegou pela cintura, me empurrando em direção a cama e me jogando sobre ela. Eu tentei ficar sentada, mas ela me empurrou de volta, suas mãos foram em direção ao meu jeans e com pressa ela o desabotoou e o puxou para fora do meu corpo. Agora eu estava indefesa, uma presa fácil, apenas uma calcinha cobrindo meu corpo. – Vem aqui... – Eu clamei que ela se juntasse a mim na cama, mas ela não me deu ouvidos, ainda estava de pé, parecia me devorar apenas com o olhar. Tive medo de pensar o que passava em sua mente naquele momento.

Ela me pegou pelos tornozelos e me puxou para a borda da cama. Apartando minhas pernas ao tempo que se ajoelhava entre elas. Minha respiração estava pesada quando ela me encarou. – Tão pronta... – Ela passou a ponta da língua sobre a minha calcinha completamente encharcada. Tudo que eu queria era ela dentro de mim. – Como você pode ser tão deliciosa? – disse passando seus lábios pela lateral interna da minha cocha, e então dando uma mordida, o que provocou um arrepio por todo o meu corpo e me fez arquear em direção a ela.

– Regina... – Eu choraminguei. Ninguem nunca tinha me feito sentir o que Regina fazia, eu a amava, queria cuidar dela com todo o carinho e queria que ela fizesse o mesmo comigo, mas quando estávamos na cama, éramos puro desejo e paixão, apenas queríamos nos consumir, sem reservas. Nunca parecia ser suficiente.

Suas mãos foram as alças da minha calcinha e, torturantemente lento, a deslizaram pelo meu corpo, ate tirá-la do caminho. Com os dedos ela apartou meu sexo, me deixando ainda mais exposta ao seu olhar predatório. – Ahhhrgh. – Eu gemi quando ela soprou sua respiração quente contra minha umidade. Isso era uma tortura. Quando eu finalmente achei que ela fosse me dar o que eu desejava seus lábios se dirigiram ao meu ventre, mas uma vez eu choraminguei frustrada. – Por... favor...

Ela tinha um olhar divertido no rosto. – Você quer que eu te chupe, amor? – Falou com um falso tom doce. Era uma provocadora.

– Sim.... por favor! – Eu quase gritei em resposta.

– Você promete que vai me obedecer agora?

– Regina... – Eu gemi. Ela tinha levado sua mão ao meu sexo e o massageava lentamente, só o suficiente para me torturar.

– Diga que vai me obedecer. – Exigiu, seu olhar não largava o meu, ela mordeu o canto do lábio e passou a língua por ele só para me tentar ainda mais.

– Eu vou... – Me contorci sob seu toque. – Amor, por favor...

– Por favor o que? – Estava me fazendo implorar.

– Me chupa... – Disse ofegante. Felizmente eu não tive que implorar mais, ela já tinha conseguido o que queria, minha promessa de que seria obediente. Os lábios de Regina alcançaram o meu sexo e o sugaram com força. Ela colocou minhas pernas sobre seus ombros e cravou suas mãos em meu quadril, me apalpando, me puxando em direção a sua boca faminta.

Tudo que eu conseguia conceber naquele momento era sua língua me invadindo, me provocando e estimulando, ao tempo que seus lábios vorazes me chupavam. – Isso, amor, não para... – Eu gritava ensandecida enquanto forçava meu quadril contra o seu rosto. – Re... gi.. na... – Seu nome foi meu ultimo suplicio antes de explodir em meu orgasmo. Meu corpo inteiro foi consumido por aquela sensação de extremo prazer, perdi tudo o que me restava de força. Eu fechei os olhos e deixei que tudo aquilo me consumisse por completo. Esse foi o tempo que Regina levou para estar encima de mim, seu corpo já sem mais nem uma peça de roupa.

Ela me virou sobre a cama e sentou sobre meu ventre, então me beijou, um beijo molhado e tão gostoso que gemíamos ao tempo que nos beijávamos. Ela rebolava seu quadril sutilmente sobre mim, eu podia sentir seu sexo molhado em meu ventre, aquilo estava me deixando completamente excitada de novo.

Regina afastou seu corpo do meu e eu gemi em protesto. Ela sorriu e pegou uma de minhas pernas, erguendo-a e plantando alguns beijos nela. Logo ela estava montada em mim. Os lábios de seu sexo colados aos do meu, se esfregando um contra o outro, em meios a nossa umidade crescente.

Ela rebolava e se contorcia sobre mim, gemendo e jogando a cabeça pra trás, tão linda, tão gostosa, tão cheia de desejo. Cada vez que ela gemia meu nome e me dizia que eu era dela era um novo êxtase. Ela estava me clamando como dela e eu estava completamente rendida aos seus pés, ela era minha rainha e eu não passava de uma simples serva de seus desejos. Quando seu corpo desabou sobre o meu, depois do mais esplêndido orgasmo da minha vida, eu a acolhi em meus braços.

– Eu te amo sua teimosa cabeça dura. – Ela sussurrou e eu sorri.

– Eu também te amo. – Disse de volta. E eu a amava, mais do que qualquer um pudesse amar alguém. Faria qualquer coisa por ela. – Você quer desistir do plano? – Ofereci.

Ela ficou em silencio por um longo tempo, depois se virou e me encarou. – Não... mas eu... não quero ver você com ela, não quero saber o que fizeram. Me conte apenas o necessário... eu não suporto a ideia de ela tocar você...

– Ela não vai me ter, nunca como você tem. – Garanti. Nunca ninguém me possuiria como Regina fazia, ela tinha meu corpo, minha alma e o meu coração.

– Tome cuidado...

– Eu vou.

– Se ela fizer alguma coisa com você juro que arranco o coração dela.

Eu sorri. – Você não faria isso.

– Pode ter certeza que faria, ninguém mexe com a minha mulher.

– Eu gosto disso. – Disse manhosa.

– De eu ameaçar os outros? – Ela ergueu a sobrancelha.

– Não, de você me chamar de sua mulher.

– Mas você é minha mulher, não poderia te chamar de outro modo.

Um sorriso bobo tomou conta do meu rosto, poderia passar o resto da vida presa naquele momento. – Quando tudo isso acabar, você quer ser minha mulher de verdade?

Regina me encarou surpresa. – Está me pedindo em casamento, miss Swan?

– Sim. – Disse mordendo o lábio. Nervosa. – Quero você pra sempre.

– Eu também quero você pra sempre. – Ela me beijou, agora com delicadeza e calma. Tudo poderia desabar a nossa volta, mas eu lutaria ate o fim, porque meu final feliz era com ela e por ela valia a pena lutar.

***

Regina estava sentada em uma mesa no Gannys, seu café intocado a sua frente, sua mente ainda vagava pelas memórias da noite anterior. – Você não está com cara de quem acabou de terminar um namoro. – Ruby disse sentando a sua frente.

Regina imediatamente tirou o sorriso bobo do rosto. – Ruby...

– Tudo bem, não precisa me contar nada, meu quarto é ao lado do seu e digamos que Emma não é muito silenciosa.

Regina desejou que um buraco a sugasse, seu rosto tomou vários tons de vermelho, mas logo a vergonha foi substituída por preocupação. – Ruby,você confia em mim?

– Claro.

– Então não pode dizer a ninguém que Emma e eu estamos juntas.

– Mas por que?

– Eu não posso te dizer agora, mas estamos aqui por um motivo. Quando terminarmos o que viemos fazer aqui tudo vai fazer sentido pra você, mas por agora só preciso que confie em mim.

– Tudo bem. – A loba assentiu, por alguma razão confiava na forasteira.

– Então, pra que é isso? – Regina disse apontando para cesta que Ruby tinha deixado sobre a mesa.

– Eu... vou sair com Lacey. Um piquenique.

– Você gostou mesmo dela não foi?

– Ela é... diferente. Toda aquela fachada de quem não se importa com ninguém nem com ela mesma, esconde uma garota doce e inteligente, as vezes é como se ela fosse duas pessoas.

– Entendo. Então vocês... estão mesmo juntas?

– Não... quer dizer, eu quero, mas não sei se ela, bom, gosta de garotas.

– Bom, você só vai saber se perguntar.

– Você perguntou isso pra Emma?

– Não, no nosso caso foi diferente, eu já sabia que Emma gostava de garotas, porque ela tinha uma namorada. Ela que não sabia se eu gostava.

– Então foi ela que perguntou?

– Nada. A cara de pau se ofereceu pra me beijar pra testar se eu gostava ou não.

Ruby soltou uma gargalhada e Regina a acompanhou. As duas só pararam quando Lacey chegou. – Oi! – Ruby se levantou nervosa. – Essa é minha amiga Regina.

Lacey a cumprimentou e depois Ruby se despediu da rainha.

– Bom passeio garotas e não façam nada que eu não faria. – Regina piscou para Ruby que não conseguiu reprimir um sorrisinho.

***

– Você é mais poderoso do que ela não é? – Emma perguntou com claro interesse.

– Acho que podemos dizer que sim, eu não tive que sacrificar tanto para lançar a maldição. – Elphaba respondia as coisas com cautela.

– Por que você lançou a maldição?

– Você é curiosa não é?

– Você disse que éramos amigas. Amigas não tem segredos. – Emma tentou a sorte.

– Você sabe muito bem que não quero ser só sua amiga. – A bruxa deslizou seus dedos pelo rosto de Emma.

– Eu disse que teríamos que ir com calma, eu acabei de terminar com Regina.

– E por acaso ela era tão importante assim pra você ficar remoendo isso? – A mulher alterou a voz.

Era um assunto delicado, tinha que convencer Elphaba que nunca houve sentimento entre ela e Regina. – Não, eu só... quero que com você seja diferente.

– Emma... me desculpe, eu não queria gritar com você.

– Está tudo bem.

– Não, não está. Você me perdoa?

– Se me disse porque sempre fica tão irritada quando falamos sobre ela.

– Tirando o fato obvio de que ela é sua ex.

– Tirando isso. – Emma focou um sorriso.

– Ela não merece tudo que conseguiu. Não merece nada.

– Você a conhecia antes?

– Vamos dizer que eu a conhecia bem demais, ela é que nunca notou minha existência. Agora que eu tenho a cidade dela em minhas mãos, ela vai ter que me notar.

– Você falando assim ate parece que só me quer como um premio.

– Não. – Elphaba disse apressada. – Eu quero você porque... você é incrível Emma, você ao vê isso? Tão linda, tão poderosa... – A ruiva alcançou as mãos da loira. – Juntas poderíamos ter tudo.

– Tudo?

– Tudo. Imagina este mundo inteiro aos nossos pés, eles não poderiam lidar com a gente, eles não tem magia, mas nós temos, somos especiais.

– Eu quero ter tudo.

– Você vai ter, basta ficar comigo. Posso te dar tudo, seus pais juntos de novo, seu filho aqui com você. Seu final feliz. Eu posso te ajudar com seus poderes, você pode ser muito mais poderosa do que eu.

Isso chamou a atenção da salvadora, sem mais forte que Elphaba era uma ideia que lhe agradava, assim ela seria forte o suficiente para proteger Regina. – Me ensine... eu quero ser como você.

Elphaba sorriu triunfante, tinha oferecido a Emma a felicidade de seus pais, mas a mulher tinha escolhido o poder ao invés disso. – Você é surpreendente não é, salvadora? – Sorriu segurando o queixo da loira. – Algo me diz que vamos nos divertir muito juntas. – com isso plantou um beijo possessivo nos lábios de Emma.

Notas finais
Então, gostaram? me digam. to amando os comentarios de vocês, amores :3 E estou sentindo falta de algumas leitoras nos comentarios, não sumam meninas